Plano Tecnológico é um “poderoso meio” para melhorar os resultados escolares

O coordenador do Plano Tecnológico da Educação (PTE), João Trocado da Mata, considerou hoje que o PTE é “um poderoso meio” tendo em vista a melhoria do ensino e dos resultados escolares dos alunos. “Todo este esforço contribui decisivamente para modernizar os processos de ensino e de aprendizagem”, afirmou o responsável.

Segundo o coordenador do PTE, estudos internacionais mostram uma “correlação positiva” entre a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em contexto de sala de aula e o aproveitamento escolar dos estudantes. O Plano Tecnológico do sector representa um investimento de cerca de 400 milhões de euros e pretende colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica dos estabelecimentos de ensino.

Sublinhando a importância do plano ser “apropriado e mesmo reclamado” pelas escolas, João Trocado da Mata manifesta-se “optimista” em relação à sua concretização, fazendo um balanço “positivo” quando está prestes a assinalar-se um ano sobre o seu lançamento. “O valor do investimento é suficiente para cumprir o desígnio definido pelo Governo, sobretudo tendo em conta as estimativas iniciais. No concurso público internacional das redes de área local foi possível baixar em 30 por cento o valor previsto para a sua aquisição. Estou certo de que nos outros concursos acontecerá o mesmo”, afirmou.

Digam-me lá se não é sempre emocionante ver o entusiasmo de um Coordenador no sucesso da acção da instituição, projecto, plano, grupo de trabalho ou estrutura de missão que coordena?

Já quando era petiz e por vezes acompanhava a minha mãe na ronda das compras ficava admirado porque se dava ela ao trabalho de perguntar ao vendedor se a fruta era boa, o peixe fresco ou a carne tenra… Acaso esperava que dissessem mal do produto que vendiam?

Ela explicava-me que era uma questão de confiança pessoal, mesmo quando repetidas vezes se revelava terem sido erróneas as indicações recebidas.

Agora nem a questão da confiança pessoal – valor em manifesto desuso – se coloca portanto isto entra por um ouvido (ou é lido por um olho meio distraído) e faz ligação directa com o canal de saída…