Valter Lemos garante que todas as crianças que necessitem terão apoio especial
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, garantiu hoje que todas as crianças com necessidades especiais terão apoios, negando que o Ministério da Educação tenha estabelecido metas para o número de alunos a apoiar.
“Não há metas. Todas as crianças que estiverem sinalizadas nos apoios educativos terão apoio. O que interessa é o apoio que cada criança precisa relativamente à sua dificuldade e não o número total de crianças apoiadas. Serão todas as que precisarem de apoio”, disse Valter Lemos.
(…)
Valter Lemos manifestou ainda a convicção de que em 2013 haverá em Portugal “uma verdadeira escola inclusiva”, uma afirmação que provocou uma gargalhada na plateia, constituída maioritariamente por docentes de educação especial. Aos jornalistas, Valter Lemos disse compreender a reacção dos professores, afirmando que ela é justificada pela história de falta de consistência nas reformas da educação em Portugal. “É a incredulidade normal de um país que se habituou a não ser consistente nas opções que faz. Percebo perfeitamente a reacção dos professores, percebo que haja alguma incredulidade quando se está habituado a tanta inconsistência”, disse, e acrescentou que revela “desconfiança em relação à história das reformas da educação em Portugal” e não às políticas deste Governo.
Junho 7, 2008
Risota Geral
Posted by Paulo Guinote under Delírios, Educação Especial, Poeira nos Olhos[31] Comments

Junho 7, 2008 at 7:32 pm
Se este gajo tivesse um filho autista deficiente mental talvez não falsse assim.
Pensando bem se ele próprio é deficiente provavelmente esquizofrénico tem múltipkla persomnalidade. O que ele quer é que os deficientes fossem para os campos de concentraç~ºao nazis e fossem apagadas.
O dinheiro que o estado não poupava não é ó Lemos. Os deficientes até nem votam
Junho 7, 2008 at 7:38 pm
Sabe que mais senhor Lemos vá tomar…
Junho 7, 2008 at 8:08 pm
Eu trabalhei 14 anos no ensino especial, há dois anos sai para a monodocencia. Sai porque não concordo com os cursos rápidos que estão na base dos novos professores Especializados. Sai porque estive em formação em Supervisão Escolar porque antes para tirar o curso de prof especializado era preciso ter licenciatura e por isso muito mais tempo e assim em termos monetários era igual. Sai porque desconfiei que o professor do Ensino Especial se ia transformar no que é hoje… com a reforma que visa poupar umas massas através de legislação sem fim. Contudo posso dizer que concordo com algumas partes da reforma, poucas. Por ex. havia alguns professores Especializados que eram coordenadores e já pouco viam os alunos alguns estavam estabelecidos, tirando doutoramentos e pensando noutros voos. O uso de professores do ensino regular para vagas por vezes exageradas para dar Apoio Educativo, alguns iam para descansar um pouco das turmas. Passei muito tempo no ensino especial (desde o tempo da sala de apoio com um velho pc, espelho e outros materiais onde se levavam os alunos até à ortodoxia da inclusão) vi muita mudança muita estagnação muitos interesses instalados. Até que fiquei com saudades de ter uma turma mesmo sabendo que cabe agora aos professores das turmas assegurarem alguns dos apoios com que contavam antes.
Junho 7, 2008 at 9:50 pm
o VL está é bom para ir dar lições de boas maneiras ao turcos… acompanhado pela Ródriguês…
http://criticademusica.blogspot.com
Junho 7, 2008 at 10:09 pm
Riram-se mas ainda vão ter de gramar o VL até 2013.
Quanto à notícia em questão só digo: se VL garantiu deve ser mentira.
Junho 7, 2008 at 10:17 pm
5 -
se fosse c os pescadores já tava fora. Com @s profs…
Junho 7, 2008 at 10:33 pm
O autor daquele blog parece ignorar (claro que não ignora porque ele lê os comentários antes de os tornar, ou não, visíveis) o estudo da Marktest, que é uma empresa especializada e reconhecida na elaboração de sondagens e estudos de mercado, ao contrário dos media que fizeram a sondagem que lá aparece. Mas genial-genial é o facto do autor do arrastão, que é do Bloco de Esquerda, fazer aquela observação delirante em que mete o Sousa no saco da esquerda.
http://criticademusica.blogspot.com/
Junho 7, 2008 at 10:37 pm
O Daniel Oliveira está há muito – em especial desde que foi recrutado pelo Expresso – em rota directa para o sistema. O Sá Fernandes já foi apanhado numa reunião do PS, por isso…
Junho 7, 2008 at 10:41 pm
As coisas que se descobrem por aqui. Sá Fernandes passou de independente do BE para independente do PS? O hoimem é um coleccionador de independencias…
Junho 7, 2008 at 10:45 pm
António,
É notícia de um dos jornais de hoje.
Como não me espantei, nem sequer fixei de qual, mas deve ter sido do Expresso, Público ou Sol.
Depois confirmo.
Junho 7, 2008 at 10:53 pm
Este fulano é um atentado diário á saúde mental pública!!!
Valham-nos umas “boas gargalhadas”…!
Junho 7, 2008 at 11:01 pm
O mal que este senhor está a fazer à educação!!!
Junho 7, 2008 at 11:02 pm
O secretário de estado VL, já noutras ocasiões nos “enriqueceu” com novo vocabulário e hoje, utilizou o “priorizar”, que, confesso a minha ignorância, mas não conheço.
Alguém me pode ajudar?
É que eu não tenho qualquer problema em aprender.
Junho 7, 2008 at 11:30 pm
A notícia é do DN….
Junho 7, 2008 at 11:32 pm
Não sei se já repararam, mas “fulano garante” é a fórmula utilizada pelos media para apresentar uma opinião pessoal pouco consistente ou uma mentira rotunda quando o emissor:
a) é membro do governo;
b) pertence ao partido que sustenta o governo no Parlamento;
c) faz um frete às trapalhadas do bloco central de interesses nas mais diversas áreas;
d) está ligado, directa ou indirectamente, ao poder económico-financeiro (incluindo entidades supostamente reguladoras do mercado).
Em todas as outras situações que não envolvam emissores enquadrados nas alíneas acima referidas, o chavão “fulano alega” é utilizado, ou então a alternativa “fulano está contra”, por vezes no plural.
Junho 7, 2008 at 11:37 pm
Viva o valterzinho, e aqui vai disto….
Junho 7, 2008 at 11:56 pm
Está a estragar o homem com mimos!
Junho 8, 2008 at 1:02 am
Educação Especial: Fenprof apresenta queixa junto da UNESCO
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estima que cerca de 60 por cento dos alunos com necessidades especiais deixarão de ter apoio já no próximo ano lectivo, na sequência das alterações legislativas introduzidas pelo Governo.
No âmbito da reforma da Educação Especial, publicada em Janeiro, as crianças e jovens com direito a apoio passam a ser sinalizadas através da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), um instrumento da Organização Mundial de Saúde que tem levantado polémica.
Citando pareceres de entidades como a Sociedade Portuguesa de Neuropediatria, que considera inadequada a utilização deste instrumento no sector da Educação, a Fenprof acusa o Governo de ter apenas como objectivo diminuir o número de alunos com apoio e, dessa forma, «reduzir drasticamente o número de professores no sistema».
Com base num levantamento efectuado nas regiões Centro e Sul do país, a Fenprof aponta, a título de exemplo, casos como os dos agrupamentos de escolas de Júdice Fialho (Portimão), Salir (Loulé) e Vidigueira, onde a redução do número de alunos com direito a apoio educativo atinge os 77, 74 e 68 por cento, respectivamente.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=335911
Junho 8, 2008 at 2:12 am
Esta nova reacção aos discursos do ME – a gargalhada – poderá ser um sinal tão poderoso quanto os 100.000. Já nem nos revoltamos. Não tem pés nem cabeça. Cairam no ridículo.
Junho 8, 2008 at 2:20 am
Tomam alucinogéneos!!! Todos.
Basta consultar o cif-lava-sanitas.
A “coisa” é de que século?
Junho 8, 2008 at 2:23 am
A minha mãe, mulher de grande sabedoria, disse há dias sobre o “trio maravilha”: eles parecem “possuídos”!!!
Nunca me deu razões para não acreditar nela.Está aí a explicação. Estão “possuídos”!!!
Junho 8, 2008 at 11:54 am
É a valterização.
Junho 8, 2008 at 4:42 pm
Unidades (multideficiência e autismo) a funcionarem com um número de horas ridículo de tarefeiras, em que os profs e outros técnicos é que têm de suprir a falta de pessoal auxiliar e em que se faz tudo menos verdadeira inclusão. E as instituições especializadas a ficar vazias!
Criem-se as unidades e depois amanhem-se.
Junho 8, 2008 at 4:55 pm
Eu estive lá. A gargalhada era a única arma disponível e foi também usada durante a intervenção do Luís Capucha da DGIDC. Esta equipa aprendeu com as lições do Encontro anterior e desta vez ninguém podia falar, quem quisesse fazer perguntas teria de fazê-lo por escrito.
O Encontro não teve um mínimo de qualidade.
A CIF limão vai mesmo fazer a limpeza da educação especial de grande parte das crianças com graves necessidades educativas especiais.
Ainda tiveram a lata de anunciar que o Orçamento de Estado reforçou a verba do ensino especial em 6,.. sendo 3,.. para os Colégios Particulares e os restantes para pagar os salários dos professores destacados nos mesmos, ou seja para as Escolas públicas para onde dizem que vão os que estavam nos Colégios de Ensino Especial, não há nenhum acréscimo de verba.
As escolas publicas continuarão a não ter recursos humanos e materiais para dar resposta aos alunos que as frequentam.
A título de curiosidade uma das comunicações deste Encontro foi apresentada por uma professora TITULAR de ensino especial destacada na Equipa de Apoio às escolas. Por isso é que não houve vagas para os prof de ensino especial no directo.
Junho 8, 2008 at 8:56 pm
Eu também fui e fiz muitos km, convencida que poderia aprender algo. Enganei-me. Foi pura propaganda.
O director-geral da dgidc, Luís Capucha, disse no Encontro Temático, que é mentira que esta politica da educação especial seja economicista, porque os números dizem o contrário e esses, ninguém os pode desmentir.
Fica bonito falar assim para jornalistas e oradores estrangeiros, não fica?
Mas nós que estamos nas escolas sabemos a verdade.
O meu grupo fez algumas perguntas e fizeram de conta não respondendo.
E a ministra que não chegou a aparecer e mesmo com o seu nome no programa, não deram qualquer explicação.
Uma falta de consideração (eu agradeci) para os seus admiradores, aqueles que bateram palmas ao VL.
Junho 9, 2008 at 10:53 pm
Foi mesmo uma vergonha! O que lhes valeu foram os convidados estrangeiros, senão iam ter mais gargalhadas. Mas como somos civilizados não quisemos deixar ficar mal o país! eheheh
Ai meus Deus…. eu até me envergonho de pertencer a este país! Isto não podia estar pior! Eu acho que até conseguem ser mais tristezinhos que aqueles projetozecos que o nosso 1ºfez quando andava a estudar para engº.
Setembro 24, 2008 at 6:09 pm
Paulo Guinote…
Você dá-me pena, entre muitos outros, mas não tem mais nada para fazer na vida??
Olhe-se ao espelho por amor de Deus!!
Patético.
Setembro 24, 2008 at 6:19 pm
Geni,
Desculpe mas não compreendi o alcance da sua opinião, a partir deste post.
Embora altamente estimável, claro.
Setembro 24, 2008 at 6:27 pm
#27
“Você dá-me pena”
Tché!, para que quererá a pena?
Xi!, não se percebe: diz-se Geni e assina Patético.
Setembro 24, 2008 at 6:38 pm
O pateta tambem precisa de ensino especial não é?
Meus amigos por muito que isto vá doer estes tipos deecidiram que os “anormais# segvundo a classificação cifervalteriana devem ser despachados e prontos..menos 1 por cento na educação sempre ajuda o orçamento de estado..por vontade deles os ditos deficientes eram icnerados como em 1943..disfarçadamente claro…,pis eu só desejo que tenham carradas de filhos deficientes se houver justiça divina isso irá acontecer..na minha escola a desgraçada da professora do ensino especial que tem a seu cargo 2r4 crianças com uma tarefeira meteu baixa ..resultado os alunos vão ás aulas normais..tudo ao molho e fé em deus..haja paciência…geni terá aver com a famosa revista gina dos anos 70?
Setembro 24, 2008 at 6:39 pm
Quero lá saber dos erros…já que estamos num país de deficientes ninguém nota..é como na idade média ..ninguém notava o mau cheiro de cada um pois todos tinham o mesmo cheiro…