Esperemos que sim para paz geral de todos nós e particularmente para a bolsa do próprio.
O recorte é da Sábado de ontem que fez a gentileza de massajar o ego do nosso MST.
Agora imaginem que o livro era mesmo bom?
O céu seria o limite…
Junho 6, 2008
Esperemos que sim para paz geral de todos nós e particularmente para a bolsa do próprio.
O recorte é da Sábado de ontem que fez a gentileza de massajar o ego do nosso MST.
Agora imaginem que o livro era mesmo bom?
O céu seria o limite…
Junho 6, 2008 at 9:44 pm
Mesmo para os que não gostam do homem podem gostar do escritor. Neste caso filho de peixe sabe nadar e vale mesmo a pena ler Rio de Flores.
Junho 6, 2008 at 9:58 pm
Pois eu cá não leio!
Junho 6, 2008 at 9:58 pm
Eu gostava do cronista até final dos anos 90.
Quanto ao escritor, ainda espero por saber se existe verdadeiramente.
Porque uma coisa é escrever centenas de páginas, após anos de estudo, outra coisa ser «escritor».
Lá dizia um antigo professor, meus amigos vós sereis licenciados em História, cuidado e não se apresentem como historiadores.
Junho 6, 2008 at 10:09 pm
Paulo, escritor? Talvez. Mas, autor? Ainda não!!!
Junho 6, 2008 at 10:16 pm
Cronista? sim até aos anos noventa..agora ..sitacionista e revisionista..coisa que o pai nunca lhe perdoaria ..e a mãe ..bem a mãe é melhor nem falar por respeito ´as memória da senhora..
Cantaremos o desencontro:
O limiar e o linear perdidos
Cantaremos o desencontro:
A vida errada num país errado
Novos ratos mostram a avidez antiga
Junho 6, 2008 at 10:44 pm
Se o livro é bom? Eis algo que me está para todo o sempre vedado saber. Helas…
Junho 6, 2008 at 10:51 pm
Dei uma dentada no livro e não gostei. Talvez as traças gostem. Quanto ao autor, ele vai voltar?
Junho 6, 2008 at 11:23 pm
Li o livro. Aliás, sou um devorador de livros – nada que se pareça com o MRS – coisa que vem da infância e que não é necessário apregoar todos os dias. E existem muitas formas de ler, umas na diagonal (da esquerda superior para a direita inferior, como é da regra ocidental), outras anotando, e até há livros para a vida toda: por exemplo, faz mais de trinta anos que leio O Livro do Desassossego.
Adiante.
O Rio das Flores é uma espécie de Memorial do Convento, mas ao contrário; até aqui o Saramago era-me caro, tendo-se tornado depois uma bosta. O tavares, em minúscula, já não ultrapassa esse estádio, há-de ser o Paulo Coelho com buracos visíveis, visto aquela brincadeira toda espremida só dar publicidade.
Em tempo, é “à borlix” publicar um livro, é só ir a http://www.bubock.com , uma óptima actividade para a Área de Projecto, bla-bla-bla …
Junho 6, 2008 at 11:34 pm
“Agora imaginem que o livro era mesmo bom?
O céu seria o limite…”
É por tiradas destas que eu preciso de cá vir todos os dias! lololol
Faz-me bem, pronto! Falamos de coisas sérias e consigo divertir-me à brava!
Boa, Paulo!
Junho 6, 2008 at 11:51 pm
Eu não li nem vou ler nada disso.
Se ele escrever alguma coisa mesmo boa, serei avisada, por enquanto… prefiro o Blueberry.
Junho 7, 2008 at 12:52 am
Leio tudo. E aconselho. Que nada fique por ler! Haja tempo.
Junho 7, 2008 at 12:21 pm
Há sempre a esperança que ele se entusiasme e se mude para lá… como tu dizes, o céu é o limite…
Junho 7, 2008 at 2:55 pm
Foi o Oliveira Marques que te disse isso. Continuo a dizer que esse senhor (MST) não leva um cêntimo meu prefiro dar a caixa de esmolas da Igreja.
Junho 7, 2008 at 3:44 pm
[...] numa de crítico literário em jeito de vingança…, afirma neste Post se o livro de Miguel Sousa Tavares “Rio de Flores” fosse mesmo bom , o céu seria o [...]
Junho 7, 2008 at 11:48 pm
Deixem estar o homem! Ele agora anda mais preocupado com o FCP a nível da UEFA e, o desmoronar de um mito que defendeu toda a vida!
São coisas…do “apito”.