Os subsídios que permitem que certas e determinadas organizações (sobre)vivam, pois sem o encosto do Estado não teriam verbas próprias, mesmo se na teoria são emanações de um movimento associativo de muitos milhares de famílias. Quase 120.000 euros em 3 decisões tomadas num período de seis meses.

É o tal protocolo a funcionar.

Assinala-se ainda o delicioso detalhe da data das decisões em causa estarem datadas de 27 de Junho, de 18 de Outubro e de 7 de Dezembro de 2008. Mesmo se a deliberação é de 31 de Março e o despacho foi publicado ontem no Diário da República.

Percebe-se que está tudo em piloto automático e que as verbas são relativas ao ano de 2007, mas tudo isto tem o seu quê de não sei o quê.