E já agora a vela era latina, porque eles falavam latim. E quem sou eu para dizer que não lhes ensinei mesmo isso?
Agradeço o recorte ao PD.
Maio 15, 2008
E já agora a vela era latina, porque eles falavam latim. E quem sou eu para dizer que não lhes ensinei mesmo isso?
Agradeço o recorte ao PD.
Maio 15, 2008 at 7:08 pm
Eu já li num teste que “a vela latina de noite eliminava o barco”. O petiz queria dizer “iluminava”, mas mesmo assim a resposta teria o seu quê de surreal…
Maio 15, 2008 at 7:12 pm
Obrigada, Paulo.
Estou em gargalhada quase ininterrupta há uns bons 3 minutos.
Mesmo.
Maio 15, 2008 at 7:16 pm
Eu não seria capaz de desenvolver tanto o tema…
É hilariante. E acertado, ainda por cima.
Papel? Qual papel?
Maio 15, 2008 at 7:24 pm
quero ser um professorzeco
Esta ali em cima és tu?
Maio 15, 2008 at 7:28 pm
Esta profundíssima reflexão merece ser emoldurada! Vejo aí um discurso profético, pois, pelo andar da carruagem, não tardará muito, o único papel da escola será mesmo o das folhitas de múltiplos formatos e das quais vamos precisar cada vez mais, para dar vazão a tanta “burrocracia”. Oram digam lá se a criança não tem razão!
Maio 15, 2008 at 7:31 pm
Há mais de vinte anos, quando comecei a dar aulas, no 1º dia de aulas de uma turma de 8º ano perguntei aos alunos qual era o seu papel nas aulas. Resposta quase em unissono: quadriculado! Não é necessário dizer que dou mat…
Por isso não me admirei agora!
Maio 15, 2008 at 7:34 pm
Vá lá,não terem dito que era papel de embrulho.
Maio 15, 2008 at 7:47 pm
mas só agora é que tiveram conhecimento disto?
Eu já conhecia este texto á mais ou menos 9 meses..
e este..
http://kaskaedeskaska.blogs.sapo.pt/312486.html
Maio 15, 2008 at 7:57 pm
Aos os professores está atribuído um grande papel!
Maio 15, 2008 at 7:58 pm
A D. Sebastião sucedeu o Cardeal Algebarrota…
A Inquisição, no massacre de S. Bartolomeu, prendeu o Bartolomeu e tirou-lhe os bens…
Kainnnnnnnnnnnnnnnnn
Maio 15, 2008 at 8:00 pm
Este teste veio de onde?
Do ISCTE?
Parece que estou a reconhecer a letra…
Maio 15, 2008 at 8:09 pm
Estou desvanecido, o Trabalhador da Silva voltou, ainda por cima com um avatar levemente parecido com o meu. Mas o que me desvanece mais é o casto amor que ele demonstra pela senhora ministra no bloguezinho que alimenta para poder andar por aqui, como se não se soubesse quem ele é… Além de desvanecido fico enternecido. Sou um coração mole.
Maio 15, 2008 at 8:09 pm
A verdade é esta quem é que quer saber do passado quando todo o futuro está fo..
População portuguesa entrou em crescimento natural negativo
Maio 15, 2008 at 8:12 pm
Ó Maurício Brito não me diga que está a insinuar que este texto é do T da S e que ele anda pelo ISCTE, não é isso pois não?
Maio 15, 2008 at 8:17 pm
Mais uma pesquisa, agora vinda dos Estados Unidos, mostra como o clima está e será afetado pela poluição. Segundo o estudo, até 2100, praticamente metade do planeta terá seu clima alterado. As regiões mais afetadas serão as tropicais como a Amazônia e a Indonésia e as próximas aos pólos.
As previsões tomam por base o nível atual de emissão de poluentes. Mas mesmo que as medidas globais de redução de emissões sejam tomadas, as mudanças climáticas ainda alcançarão 20% da superfície terrestre.
As conseqüências destas mudanças já são conhecidas: aumento das temperaturas e extinção de espécies que não irão conseguir migrar. No entanto, para a Amazônia, há uma aparente novidade: o clima mais quente, segundo os pesquisadores, provocará mais chuvas nos meses de julho, junho e agosto.
O atual estudo, apesar de menos catastrófico que outras previsões, reforça a necessidade de que as autoridades mundiais não brinquem quando o assunto é impacto ambiental. Adotar medidas de preservação do meio ambiente já deixou – faz tempo – de ser uma atitude “romântica” de ambientalistas, para se tornar uma ação inteligente de prevenção que pode evitar gastos absurdos no futuro. O simples atraso em adotar medidas hoje, pode resultar em danos irreparáveis amanhã
Maio 15, 2008 at 8:40 pm
Afinal isto é que é a mete a linguagem?
Maio 15, 2008 at 8:53 pm
A composição, a meu ver, está incompleta. Nalgumas escolas o papel é diferente: é papel de fax e dá prémio.
Aplica-se a velha história, os papéis são mais ou menos iguais, mas, volta e meia, alguns são mais iguais que outros.
Maio 15, 2008 at 8:59 pm
AH! e ainda me esqueci de mencionar o papel higiénico que é o papel “pardo” de alguns cromos que volta e meia aparecem por aqui, a tentar limpar a “borrada” que os nossos governantes fazem.

:wilk:
Maio 15, 2008 at 8:59 pm
bahhhh
Maio 15, 2008 at 8:59 pm
Maio 15, 2008 at 9:16 pm
Para MaisUmaCalvinista
É calvinista moral radical é o apenas uma mera calvinista moderada?
É só para orientação do pessoal…
Maio 15, 2008 at 9:17 pm
A pergunta saiu truncada:
É calvinista moral radical ou é apenas uma mera calvinista moderada?
Maio 15, 2008 at 9:25 pm
Cá para mim de duas uma, ou aluno(a) esteve a gozar com a/o PD, ou a/o PD está gozar com quem está a fazer comentários sobre este excelente trabalho criativo hipoteticamente feito por algum(a) aluno(a).
Maio 15, 2008 at 9:25 pm
E sabiam que o “Século das Luzes foi quando se inventou a luz eléctrica?” (12º ano- humanidades) e que Voltaire, Montesquieu e Rousseau foram Os Três Mosqueteiros? e “en bon français” sabem o que significa “tu peux tirer le petit cheval de la pluie?” (podes tirar o cavalinho da chuva!). Estas são todas dos MEUS alunos!!!! Não inventei, juro!!!!
Ainda me lembrei de outra ” No Auto da Índia, os maridos iam para a guerra e as mulheress eram obrigadas a praticar adultério com dois homens” (ipsis verbis)
Gostaram?
Maio 15, 2008 at 9:30 pm
james Diz:
“Afinal isto é que é a mete a linguagem?”
É um bocado complicado explicar essa coisa. Vou tentar, lá mais para a frente.
Maio 15, 2008 at 9:31 pm
O Comendador Nabeiro (este homem é um Senhor) sabe muito bem o que pode ganhar com o “papel” que acumulou (desde o contrabando até à mega fraude fiscal pela qual esteve fugido do país); de Timor a Rio Maior, passando por Espanha e agora com mais um investimento de Capital na Universidade de Évora.
Xanana Gusmão, Eduardo dos Santos, Hugo Chávez, Mário Soares e Vital Moreira serão certamente alguns dos catedráticos amigos, convidados para nos transmitam o que sabem da arte da ensinança de bem cavalgar os cidadãos a toda a sela.
Maio 15, 2008 at 9:32 pm
PS
Nabeiro na universidade:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1328573&idCanal=13
Maio 15, 2008 at 9:35 pm
prometo que vou ler isto com mais atenção
(guia de boas práticas)
Exemplo:
«Assim, e ao abrigo das disposições legais e regimentais
aplicáveis, venho requerer através de V. Ex.ª,
à Ministra da Educação, resposta à seguinte pergunta:»
http://www.dre.pt/pdf1sdip/2008/05/09400/0264602651.PDF
Maio 15, 2008 at 9:37 pm
LeL
Gostei e acredito.
Já agora também gostei da conversa de uns emigrantes que vieram de França a Portugal de férias,e que diziam o seguinte (alto e bom som):
“O Joaquim desde que foi para a retrete anda muito deprimido, nem parece o mesmo. A mim, já só me faltam dois anos para ir para a retrete, estou ansiosa pelo dia de ir para a retrete…”.
Tradução de retrete: retraite (reforma)
Maio 15, 2008 at 9:39 pm
Sou só uma das calvnistas que o sr. socratinices intitulou.
Voltou contra a mare?
Escreva no seu blog e deixe os outros em paz, por favor.(fui educada)
Maio 15, 2008 at 9:40 pm
Meu amigopelo menos o Nabeiro estima os seus trabalhadores e se rouba ao estado tem cem anos de perdão.
Maio 15, 2008 at 9:46 pm
Falando com um EE, um colega dizia-lhe que o seu filho estava muito fraquinho e que, em casa, precisava de ser ajudado. Passado algum tempo, o EE pergunta ao prof se a criança ia melhor, mas não, continuava na mesma.
Responde o EE: Mas eu até já comprei uma cabrinha, para ele beber leitinho fresco!
(verídica)
Maio 15, 2008 at 9:47 pm
O despudor atingiu os limites.
Temos aqui referido que o Primeiro Ministro levou o País ao estado em que se encontra, não cumprindo as promessas que fez em campanha eleitoral.
Face ao estado caótico em que nos encontramos (veja-se o PIB e o preço dos combustíveis e dos preços ao consumidor, bem como dos juros dos empréstimos…), Sócrates começou por responsabilizar os anteriores governos e, agora, no fim da legislatura, já fala na culpa da crise internacional).
É um caso grave.
A responsabilidade nunca é dele.
Até neste caso em que ele fez uma Lei fundamentalista, tendo sido alertado para o facto, tudo ignorou nas suas certezas absolutas.
Logo no início da vigência da Lei, o da ASAE foi “apanhado”.
Na altura logo se conseguiu uma interpretação segundo a qual a Lei não se aplicava ao lugar onde estava o da ASAE.
Também agora a Lei não se aplica ao avião onde seguia Sócrates.
E eu, que tenho de cumprir uma lei que me é imposta por quem fuma e que, se lhe chamo a atenção para o incumprimento, me chama de Calvinista, o que posso fazer?
Volta o Sócrates arrogante e trocista, a sorrir, insultando os críticos de Calvinistas.
Eu não dizia que a humildade e sensibilidade que agora revelava me parecia de pouca dura, tendo dúvidas sobre quem é o verdadeiro Sócrates?
O homem é assim.
Na verdade, a culpa é minha.
É nossa!
Portucalem, em 2008-05-15 21:22:00
Está decidido. Vou passar a fumar onde bem entender. E se alguem,tiver a ousadia de me atacar, mando-lhes com o calvinismo moral para cima! Seja lá o que fôr. Se funciona para ele, tem que resultar comigo.
aminhaopiniao, em 2008-05-15 21:16:17
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=93458&tab=community
Maio 15, 2008 at 9:52 pm
E se Sócrates dá um bom exemplo ao dizer que vai deixar de fumar, quantos bons exemplos não dei eu, que já deixei de fumar várias vezes?
Maio 15, 2008 at 9:54 pm
Será que este sr. não tem vergonha:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=93458
Maio 15, 2008 at 9:54 pm
Fafe (25) eu estava a brincar. Por acaso já sabia o que era a metalinguagem antes de comhecer a palavra. Desde muito novo prestava atenção ao que os adultos diziam, mas pensando nos segundos sentidos, nas intensões , nos porquês do que estava a ser dito. Estava familiarizado com o conceito muito antes de conhecer a palavra, pode crer.
Maio 15, 2008 at 9:55 pm
Ainda por cima tem a mania que é culto e licenciado!
Maio 15, 2008 at 10:00 pm
o “nosso” primeiro agora volta o bico ao prego e arma-se em vítima. Ah artista!
Maio 15, 2008 at 10:01 pm
Os professores têm obrigação de contextualizar os seus elementos de avaliação.
Por exemplo, não se deve perguntar a um aluno qual é a sua opinião sobre o papel da escola na formação de um cidadão se, para esse aluno, “papel” significar dinheiro, “guito”, estão a ver.
Os elementos de avaliação devem ter em conta o “background” social económico e cultural dos alunos. Por exemplo, não devemos aplicar os mesmos elementos de avaliação a alunos do Restelo e a alunos da Musgueira.
Para exemplificar, deixo aqui um possível teste de Matemática para alunos da Musgueira. Não é da minha autoria e, para alguns, já é conhecido.
Nome:__________________________________
Gang:__________________________________
l O Joãozinho tem uma metralhadora AK-47 com carregador de 80 balas. Por cada rajada, o Joãozinho gasta 13 balas. Quantas rajadas poderá disparar, até descarregar a arma?
2. José comprou 10 gramas de cocaína pura que misturou com bicarbonato de sódio na proporção de 4 partes de cocaína por 6 de bicarbonato. A seguir, vendeu 6 gramas desta mistura ao Joaquim, por 150 €, e 16 gramas ao Bruno, a 40 € cada grama.
a) Quem é que comprou mais barato? Bruno ou Joaquim?
b) Com quantos gramas de mistura ficou o José?
c) Quanta cocaína contém essa mistura?
d) Qual é a taxa de diluição da mistura?
3 Rui é chulo e tem 3 prostitutas a trabalhar para ele. Cada uma delas cobra 35 € ao cliente, dos
quais entrega 20 ao Rui. Quantos clientes terá que atender cada prostituta, para poder comprar
ao Rui a sua dose diária de crack no valor de 150 €?
4 Januário comprou 200 gramas de heroína que pretende revender com um lucro de 20% à
custa da mistura com giz. Qual é a quantidade de giz que terá que adicionar?
5 Guilherme recebe 500 € por cada BMW roubado, 125 € por cada carro japonês e 250 € por
cada 4X4. Como já roubou 2 BMW e 3 4X4, quantos carros japoneses terá que roubar para
receber o total de 2.000 €?
6 Raul está na prisão, há 6 anos, por assassínio, pelo qual recebeu o equivalente a 5000 €. A mulher dele está a gastar esse dinheiro à taxa de 50 €/mês.
Com quanto dinheiro ficará Raul, quando sair da prisão daqui a 4 anos?
Questão suplementar. A quantos anos será condenado por ajustar as contas com “Aquela puta
que estoirou o meu dinheiro todo?”
7. Uma lata de spray dá para pintar uma superfície com 3 m2. Uma letra grande ocupa uma área
de 0,4 m2. Quantas letras grandes poderão ser pintadas com 3 latas de spray?
8. Heitor recrutou 3 prostitutas para o gang. Sendo o numero total de prostitutas que trabalham
para o gang igual a 27, qual é a percentagem das prostitutas recrutadas pelo Heitor?
9. Durante uma rixa entre gangs Telma disparou 145 balas de uma pistola
automática acertando em 3 pessoas. Qual foi a eficácia dos seus tiros?
10. Salvador foi preso por vender crack e a sua caução foi estabelecida em 12.500 €. Se ele pagar a caução e ao seu advogado (que reclama 12% da caução como honorários), antes de fugir para o Brasil, qual será o total da despesa?
Fica o desafio para alguém elaborar um teste para alunos do Restelo.
Seria giro.
Maio 15, 2008 at 10:01 pm
O autor desta expressão escrita ainda há-de chegar a ME. Reparem na ligação escolas/empresas.
Até pode ser filho de alguém conhecido por estas bandas!
Maio 15, 2008 at 10:02 pm
Não Passarão,
O despudor de Sócrates não atingiu os limites, já há muito que os ultrapassou.
Nunca assume responsabilidade de coisa alguma (mesmo quando às vezes tenta fingir que o faz).
O pior é que nunca votei nele, nunca acreditei numa palavra dele e sou obrigada a tê-lo como 1º ministro, dia após dia, após dia…
É complicado gerir esta democracia imposta à forca!!! Nunca mais chegam as eleições de 2009 e Sócrates não dá sinais de querer ir para a “retraite”.
A vida é dura!
Maio 15, 2008 at 10:05 pm
Dentro da teoria calvinista da predestinação, o que importa saber é se o nosso primeiro está predestinado a salvar-se ou não. Politicamente falando, é claro!
Aceitam-se apostas.
Maio 15, 2008 at 10:06 pm
Zé:
Já Bernard Shaw dizia que deixar de fumar era a coisa mais fácil do mundo, pois ele já tinha deixado de fumar mais de mil vezes.
Maio 15, 2008 at 10:07 pm
Manuel Sanches
Então vocês já sabem a P. de Aferição de Mat. que é só para a semana? Não admira haver escolas de sucesso!
Maio 15, 2008 at 10:08 pm
gostos para tudo
A palavra «gosto» tem vários significados e é fácil o engano. Há uma diferença entre aquele gosto que nos leva a escolher coisas e aquele que nos leva a conhecer e discernir as qualidades quando se segue as regras. Podemos gostar de comédias sem ter um gosto tão apurado e delicado que nos permita ajuizar do seu valor, como podemos ter o bom gosto para emitir juízos sobre as comédias, sem gostar desse género dramático. Existe um tipo de gosto que nos aproxima imperceptivelmente do que temos à nossa frente, há outros que nos prendem pela sua força e duração.
Também há pessoas que têm mau gosto em tudo, outras só nalgumas coisas, mas ambos os casos têm esse direito, no que toca ao alcance que cada um tem. Outros ainda têm gostos particulares, que sabem que são maus, sem deixarem de segui-los. Há aqueles que têm gostos imprecisos e estes deixam que o acaso decida por eles. Mudam com ligeireza e ficam contentes ou maçam-se com o que os seus amigos dizem. Outros são sempre previstos, sendo escravos de todos os seus gostos, respeitando-os em todas as matérias. Há quem seja sensível ao bem e que se choque com o que é mau. Os pontos de vista destas pessoas são claros e justos e encontram a razão de ser dos seus gostos no seu espírito e no seu discernimento.
Maio 15, 2008 at 10:08 pm
As eleições de 2009 não vão mudar NADA!!! O Sócrates vai continuar(se não for ele, quem é???? digam lá e a MLR também. Mas cada um tem aquilo que merece. Portugal tem o 1º Ministro que merece. Em 1640, não fomos nós que expulsámos os Espanhóis, foram nuestros hermanos que não quiseram ficar connosco, porque viram logo o nosso calibre… e deram-se por vencidos!!!
Maio 15, 2008 at 10:12 pm
(31)
Tendo em consideração o actual estado da economia e aquele que se prevê para o futuro, é possível que o senhor Sócrates não tivesse sido um dos escolhidos por Deus, antes da criação do mundo, para se salvar. Como se sabe, a riqueza é um sinal de predestinação.
Maio 15, 2008 at 10:13 pm
Queria dizer (41) Manuel Sanches e não (31)
Maio 15, 2008 at 10:14 pm
Não sei porquê cheira-me a fascismo – é só ler a noticia com cuidado:
http://www.scribd.com/doc/2984650/JN-Cavaco-quer-ter-ultima-palavra-nos-poderes-da-PJ
Maio 15, 2008 at 10:15 pm
Aos poucos aproximam-se nuvens cinzentas de um totalitarismo atroz…será que temos de aguentar isto?
Maio 15, 2008 at 10:19 pm
http://www.scribd.com/doc/2984650/JN-Cavaco-quer-ter-ultima-palavra-nos-poderes-da-PJ
Maio 15, 2008 at 10:21 pm
Este pais é cá um choque tecnológico! – e não é caso único!:
http://www.scribd.com/doc/2984648/JN-Apagao-informatico-esta-a-paralisar-a-Camara
Maio 15, 2008 at 10:21 pm
Não passarão:
O quarto parágrafo do texto para que remete começa assim:
“A remetência para portarias posteriores…”
Ainda o pessoal fala desse aluno (eu já conhecia esse texto há muito). Como é que um jornal como o JN não explica ao jornalista que não se diz “remetência” mas “remissão”…
Maio 15, 2008 at 10:22 pm
# 45
“s eleições de 2009 não vão mudar NADA!!! O Sócrates vai continuar(se não for ele, quem é???? digam lá”
Sem me alongar, digo seguinte.
Tens razão, ganhe o PS ou ganhe o PSD (os outros partidos não têm hipóteses), em termos de políticas nada vai mudar, as orientações serão as mesmas.
Porém, não tenho dúvidas de que, se porventura ganhasse o PSD e aplicasse as mesmas políticas, caía o Carmo e Trindade.
Não tenho dúvidas de que a “rua” acordava (e não apenas os professores, como é, agora, o caso.
Não tenho dúvidas de que a comunicação social não seria tão complacente e compreensiva com estas políticas neoliberais, para as quais só parecem existir números e não pessoas.
E isto faria toda a diferença.
A ganhar o PS, a Divina Providência nos livre de nova maioria absoluta.
Maio 15, 2008 at 10:22 pm
Só não se apercebe que não lê nas entrelinhas…:
http://www.scribd.com/doc/2984669/JN-Pinto-Monteiro-fala-de-grave-atentado-ao-Estado-de-Direito
Maio 15, 2008 at 10:23 pm
quem
Maio 15, 2008 at 10:25 pm
Este rouba, rouba e rouba e rouba…que pais…que políticos:
http://www.scribd.com/doc/2984647/JN-Administrador-da-STCP-tramou-major-na-Quinta-do-Ambrosio
Maio 15, 2008 at 10:26 pm
Este artigo de opinião é genial:
http://www.scribd.com/doc/2984646/JN-A-multa-Paulo-Ferreira
Maio 15, 2008 at 10:28 pm
Gosto do Herman…e dos Gatos – a verdadeira oposição!:
http://www.scribd.com/doc/2984641/DN-UM-PALHACO-DE-CORACAO-DE-OURO-Ferreira-Fernandes
Maio 15, 2008 at 10:31 pm
Realmente foi uma verdadeira manobra de diversão…vi por acaso…e não percebi quem tido bebido…pelo menos não são fingidos como o Grande Iluminado do jogging…
Maio 15, 2008 at 10:31 pm
Realmente foi uma verdadeira manobra de diversão…vi por acaso…e não percebi quem tinha bebido…pelo menos não são fingidos como o Grande Iluminado do jogging…
Maio 15, 2008 at 10:34 pm
“não largo o osso” – não posso com hipócritas:
http://www.scribd.com/doc/2984632/Publico-Constitucionalistas-dizem-que-Jose-Socrates-violou-Lei-do-Tabaco
Maio 15, 2008 at 10:35 pm
hipócrita
adj. e s. 2 gén.,
que ou pessoa que usa de hipocrisia;
desleal;
falso;
fingido.
Maio 15, 2008 at 10:38 pm
http://www.scribd.com/doc/2984636/DN-MAIS-DO-QUE-UM-SIMPLES-AEROPORTO-Vasco-Graca-Moura
Maio 15, 2008 at 10:42 pm
Se em 2009 voltar a ganhar Sócrates, Portugal tem mesmo aquilo que merece. (Pessoalmente, acho que eu e a minha família chegada merecíamos melhor).
No entanto, conheço gente boa e honesta que já se arrependeu mais de mil vezes de ter votado PS.
Não sei se serão assim tão poucos, os socialistas que andam a engolir sapos vivos todos os dias(?). Não sei, não.
Maio 15, 2008 at 10:43 pm
Os esbirros são assim que agem – será que temos a memória curta?:
http://www.scribd.com/doc/2985389/DN-Humberto-Delgado-foi-morto-a-paulada
Maio 15, 2008 at 10:45 pm
E como castigo, vai escrever num texto bem estruturado e linguisticamente cuidado, com um mínimo de 5 linhas (em castelhano ou em inglês técnico)a sua opinião sobre fumar em aviões e a sua decisão pública de deixar de fumar.
Não será penalizado por algumas incorrecções linguísticas não impeditivas da comunicação.
Maio 15, 2008 at 10:46 pm
O Miguelhinho lá vai abrindo os olhos – pelo menos pela memória da tua mãe (olha! – fuma à vontade…arranja uma cortina!):
http://www.scribd.com/doc/2950365/Expresso-Por-favor-nao-governem-mais-Miguel-Sousa-Tavares
Maio 15, 2008 at 10:48 pm
não passarão olha a tensão e o catarro ..
Oun consomes speed ou só imaginar-te a trabalhar cansa
Maio 15, 2008 at 10:48 pm
Bem… os professores estão “a ser mortos à paulada”…nem no fascismo foram tratados assim…como lixo…
Maio 15, 2008 at 10:49 pm
Guaraná
Maio 15, 2008 at 10:49 pm
smile
Maio 15, 2008 at 10:49 pm
não passarão ou consomes speed ou só de imaginar-te a trabalhar cansa..olhA a tensão e o catarro!
Maio 15, 2008 at 10:50 pm
O texto será enviado por fax, desconhecendo-se ainda quem o irá receber, corrigir e classificar. Mas graças ao nosso PM, será acrescentada uma 97ª conduta fatal.
Maio 15, 2008 at 10:51 pm
ESTA É PARA TI
Maio 15, 2008 at 10:53 pm
Sabiam que este grande jornalista tem a cabeça a prémio – tem artigos de opinião simplesmente fabulosos e geniais:
http://www.scribd.com/doc/2943386/JN-Socrates-Lino-Associados-Mario-Crespo
Maio 15, 2008 at 10:53 pm
O Vital M. escreveu 1 artigo onde critica o ato fatal.
Maio 15, 2008 at 10:54 pm
É só lerem aqui alguns:
http://www.scribd.com/people/view/347254-liberdade
Maio 15, 2008 at 11:01 pm
O que interessa é a propaganda – dominar alguns jornais, a SIC e a RTP – e debitar medidas – resultados práticos?:
http://www.scribd.com/doc/2943380/JN-Empresas-ainda-sem-dinheiro-dos-projectos-anunciados-por-Socrates
Maio 15, 2008 at 11:03 pm
Eu acho que é mais diarreia:
http://www.scribd.com/doc/2943377/DN-ENXURRADA-CONSTITUCIONAL-Joao-Cesar-das-Neves
Maio 15, 2008 at 11:04 pm
Outra noticia que passou despercebida – UI! Toca a defender a malta da massa e os professores matam-se à paulada – assim não há críticos:
http://www.scribd.com/doc/2932997/Publico-PCP-suspeita-que-criacao-de-um-fundo-trust-tenha-sido-pedida-a-sociedade-de-advogados
Maio 15, 2008 at 11:10 pm
Capuchinho vermelho (a nova língua portuguesa):
Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi
obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha
tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido
das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois
tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada,
mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e
enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod…
É então que, ouve, salta um baita dog marado, todo chinado e
bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoh, tá td? Dd tc?
- Tásse… do gueto alí! E tu, tásse? – disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da
track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!… Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tásaver? A minha cota não curte dessas cenas e
põe-me de pildra se me cata…
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua
velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem
nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do
mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tásaver? Manda um
toque na porta, a velha ‘quem é e o camano’ e ele ‘ah e tal, e não sei quê,
que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na…’, a velha abre a porta e
PIMBA, o dog papa-a toda… Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou
os dedos…
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo
á velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL… o
gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à
maneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! – grita o dog.
- Yo, velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno… mas na boa…
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí…
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ke é esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tásaver?
- Yah, yah… E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tásaver?
- Yah, bacano… e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que
é a cena?
- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita
dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do
man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e
dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a
gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de
machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo alí, o mano china a
belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, a malta a
gregoriar-se toda!!!
E prontes, já tá…
Maio 15, 2008 at 11:10 pm
Fernanda 1, (66+73)
Acho a penalização muito criativa, mas desta vez em vez de ser entregue por fax, poderia ser gravada em horário nobre para as cadeias de televisão nacionais, TVE, BBC, Sky News e CNN. Seríamos vários povos unidos pelas gargalhadas.
Maio 15, 2008 at 11:11 pm
Pois mas o Mário crespo é provavelente o último dos dinossauros..os outros são aqueles bonitos e bonitas que dormem com toda a gente para subir na carreira e debitarem perguntas fabulosas como esta: Então o seu filjo morreu a senhora está triste não está?
E pensar que existem faculdades de comunicação social que produzem bosta desta.
Maio 15, 2008 at 11:16 pm
Artigos do grande Mário Crespo (aos poucos completo a colecção!):
http://www.scribd.com/doc/2943386/JN-Socrates-Lino-Associados-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2886593/JN-A-Zona-Franca-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2681136/JN-Notavel-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2592655/JN-Envergonhemse-e-calemse-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2532818/JN-Perdido-o-pudor-fica-o-poder-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2353173/JN-Dame-o-telemovel-JA-Mario-Crespo
http://www.scribd.com/doc/2308740/JN-Ensaio-sobre-Girolamo-Savonarola-Mario-Crespo
Maio 15, 2008 at 11:20 pm
E desculpem lá a linguagem do Capuchinho vermelho (a nova língua portuguesa)…
Maio 15, 2008 at 11:28 pm
Cá para o José Sócrates perdeu os votos dos fumadores…tratados como leprosos…eh! eh!:
Depois da polémica de Sócrates
Cavaco Silva diz que não fuma e que nunca viu fumar nos seus voos
“Eu não fumo e nunca vi fumar”, disse hoje o Presidente da República, quando confrontado com a polémica criada com o acto de Sócrates no voo de Lisboa para Caracas.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/321938
Maio 15, 2008 at 11:28 pm
O que eu não percebo ~e porque é que os professores se riem tanto do seu produto?
Maio 15, 2008 at 11:28 pm
Daqui se pode concluir que existe uma diferença muito ténue entre este Post os comentários que aqui estão a ser produzidos.
Este Blog voltou a não ter piada nenhuma, tanto no aspecto gráfico como no conteúdo!
Volta depressa Anti-Tretas pelo menos para este Blog dentro do mau, fique um pouco melhor visualmente e o Guinote volte a publicar as florezinhas à semelhança do blog “ramiromarques”
Maio 15, 2008 at 11:28 pm
Cá para mim
Maio 15, 2008 at 11:30 pm
Haja paciência para os fumadores infiltrados …
Maio 15, 2008 at 11:30 pm
O que eu não entendo é porque é que os professores se riem tanto do seu produto! Quem me explica?
Maio 15, 2008 at 11:32 pm
Produto???
O Sr. Afonso Leonardo é um modernaço!
Os alunos já não são produto, são só números, mesmo.
Maio 15, 2008 at 11:37 pm
Pra mim alunos são matéria-prima. Da sua qualidade original depende o produto final, como é evidente.
Maio 15, 2008 at 11:40 pm
Sr. Afonso Leonardo,
O Sr. não entendeu, mas nós explicamos. Este aluno não foi feito pelos professores. Parece que foram mesmo pelos paizinhos dele que o fizeram.
Espero que tenha entendido. Ou seja, tudo leva a crer que é mesmo caseiro.
Maio 15, 2008 at 11:45 pm
Claro que os alunos nem são produtos, nem são matéria-prima, nem são números. Mas se os professores não são responsáveis pelas suas aprendizagens para que servem os professores? Por mim sempre pensei que os professores são importantes nas aprendizagens que os alunos fazem, ao contrário de um amigo meu que há dias me dizia que os professores têm tanta importância na aprendizagem dos alunos como os metereologistas no estado do tempo. por mim considero que os professores são importantes para a formação das crianças e dos jovens.
Maio 15, 2008 at 11:50 pm
Sr Leonardo,
É por haver pais que pensam como o Sr. que há crianças que crescem como ervas daninhas. Há pais acham que um professor com 30 alunos numa turma, os podem formar e ensinar. A prova fica à vista.
A culpa não é dos alunos. É mesmo dos pais que se demitem.
Maio 15, 2008 at 11:51 pm
A concepção do Sr. Afonso Leonardo é interessante: os alunos são produtos dos professores. Não é que ache piada a este tipo de coisas, mas daí até julgar que o desempenho de um aluno apenas tem a ver como os professores vai um passo impossível de dar.
Mas este tipo de concepção circula muito por aí. Um aluno, para este tipo de pensamento, é matéria plástica manipulável à vontade do freguês. E só não é excepcional por incompetência do operário, i. é, do professor. O aluno não tem uma história pessoal, não tem vontade, não tem um ambiente social, não tem capacidades próprias, nada. Ele é puro barro a que o talento do artista pode produzir um Einstein.
Este tipo de pensamento não é intelectualmente honesto. Faz batota e sabe que está a fazer batota. O que acho interessante é o ódio aos professores. Isso não será uma reminiscência de amor recalcado pelos tempos do salazarismo?
Maio 15, 2008 at 11:54 pm
Há miúdos nas escolas que nem o nome completo dos pais sabem, nem o nome da rua em que vivem. A culpa é dos professores???
Maio 15, 2008 at 11:54 pm
james (35), também eu estava a brincar. Mas, ainda assim, não me referia a metáforas ou a computações que, como sabe, são os extremos conhecidos. Dedicava-me antes à inflexibilidade tal como poder ser descrita, nunca à incorporação daquilo que se possa vir a pensar.
Maio 15, 2008 at 11:56 pm
Eu já nem me dou ao trabalho de responder a isto.
Hoje, para não variar, tive uma EE ao telefone a tratar-me mal. Há minutos recebi uma mensagem em que me diziam que essa mesma EE telefonou à respsonsável pelo ATL e que também a tratou mal.
Muito bons são alguns filhos… que, não sei como, lá conseguem não seguir o exemplo que têm em casa!
Maio 15, 2008 at 11:56 pm
rc Diz:
“Há miúdos nas escolas que nem o nome completo dos pais sabem, nem o nome da rua em que vivem. A culpa é dos professores???”
É, por se admitir isso.
Maio 15, 2008 at 11:58 pm
Pois, eu ontem tive um aluno que chegou faltava 5 minutos para acabar a aula. A culpa é minha que não fui a casa buscá-lo?
Maio 15, 2008 at 11:59 pm
Alguém achará que isto:
“Partiremos de textos críticos diversos, da culinária e do desporto até às artes plásticas e ao teatro, para depois assistirmos em grupo ao espectáculo “Dar corpo ao manifesto”, integrado no FATAL 2008.”
se relaciona com outras fatalidades?
Maio 16, 2008 at 12:04 am
uM DIA DESTES AINDA VÃO DIZER QUE A CULPA DE EXISTIREM AUTISTAS, MONGOLOIDES, E OUTROS DEFICIENTES É CULPA NOSSA PORQUE NÃO AVISAMOS OS PAIS QUE SE PROCRIASSEM PODIAM DAR AZO A QUE SEMELHENTES CRIATURAS VIESSEM AO MUNDO.
a BEM DIZER O HOLOCAUSTO TAMB+EM FOI CULPA NOSSO E JESUS CRISTO FOI CRUCIFICADO POR NÓS..O DÉFICIT DO NOSSO País é culpa nossa etc…
Maio 16, 2008 at 12:10 am
JCM,
Há muitos pais, principalmente os que mais se demitem de transmitir conhecimento ou regras sociais aos filhos (os que os deixam crescer que nem órfãos), que acham que os filhos são como o barro. O pior é que o ME, que tinha a obrigação de saber melhor, vai atrás. Ou pior, convém-lhe ir atrás: A culpa só pode ser do professor, claro! Já cansa um bocadinho.
O outro fumou, a culpa é dos jornalistas que relataram, claro!
Maio 16, 2008 at 12:12 am
rc Diz:
“Pois, eu ontem tive um aluno que chegou faltava 5 minutos para acabar a aula. A culpa é minha que não fui a casa buscá-lo?”
É. Deu-se ao trabalho de descobrir porquê? Há alunos que, antes da escola, têm que primeiro alimentar o gado, outros que começam cedo o dia com enormes cargas de porrada… Outros, ainda, que não estão para se aborrecer. Não creio que, em geral e entretanto, estes últimos se façam à maçada dos cinco minutos finais.
Por outro lado, um estudo só-para-mim que fiz lá na escola mostra-me que os alunos chegam atrasados às aulas dos professores que costumam chegar atrasados.
Maio 16, 2008 at 12:14 am
Fafe
Tenho semelhante estudo só-para-mim que me mostra que não necessariamente.
Maio 16, 2008 at 12:15 am
Hoje disse a uma mãe, ao telefone, quando me culpava por algo que não é das minhas competências e responsabilidade:
- Olhe, minha senhora, as coisas andam de tal maneira que se eu morrer… não faltará quem me critique por não ter avisado!
Do outro lado… silêncio! Mas por pouco tempo… que o chorrilho de inconveniências continuou logo!…
eNFIM.. VOU DORMIR…
Maio 16, 2008 at 12:19 am
Fafe,
eu estagiei com uma turma de 1º ciclo em q um número considerável de alunos chegava tarde à escola. Porquê? Porque os pais ficavam a dormir e ninguém os acordava. Ligávamos para os q tinham telefone para acordar os miúdos, e fomos, de facto, muitas vezes buscá-los a casa.
Estas não são funções da escola. Dúvidas?
Maio 16, 2008 at 12:20 am
Swan Princess Diz:
“Fafe
Tenho semelhante estudo só-para-mim que me mostra que não necessariamente.”
Mas que também? Se for o caso, reduza os casos. Isto só porque conhecemos professores que são mais ronhas do que os recortados alunos.
Maio 16, 2008 at 12:22 am
É que se não só mas também não me parece que possamos tirar daí grande relação de causalidade.
Maio 16, 2008 at 12:24 am
Fafe:
Nunca tive uma falta de atraso.
Sempre fui tida como uma referência de pontualidade britânica. Houve colegas, numa escola onde não se ouvia o toque na sala de professores, que tiveram falta por eu não ter ido buscar o livro de ponto(tinha ido mais cedo para ir tratar de um assunto na secretaria, não tinha aula).
Essas teorias comigo não pegam.
O que a experiência me ensinou é que quanto os pais mais se demitem, mais responsabilidades tentam apontar aos outros. Assim, ao jeito do nosso PM. Quanto mais quebra as regras, mais a culpa é de quem os demascara.
Maio 16, 2008 at 12:26 am
qsuppf Diz:
“Fafe,
eu estagiei com uma turma de 1º ciclo em q um número considerável de alunos chegava tarde à escola. Porquê? Porque os pais ficavam a dormir e ninguém os acordava. Ligávamos para os q tinham telefone para acordar os miúdos, e fomos, de facto, muitas vezes buscá-los a casa.
Estas não são funções da escola. Dúvidas?”
Nenhuma dúvida, é um facto tão verdadeiro quanto a necessidade de telefonar a colegas para fazerem o favor de, por exemplo, aparecerem reuniões…
Reduzir a questão aos alunos é que me parece demagogia socretina. Disse!
Maio 16, 2008 at 12:27 am
FAFE ESTA É PARA SI E ACHO QUE LHE SERVE COMO UMA LUVA(DESCUBRA O AUTOR É FÁCIL)
Cumpre-me agora dizer que espécie de homem sou. Não importa o meu nome, nem quaisquer outros pormenores externos que me digam respeito. É acerca do meu carácter que se impõe dizer algo.
Toda a constituição do meu espírito é de hesitação e dúvida. Para mim, nada é nem pode ser positivo; todas as coisas oscilam em torno de mim, e eu com elas, incerto para mim próprio. Tudo para mim é incoerência e mutação. Tudo é mistério, e tudo é prenhe de significado. Todas as coisas são «desconhecidas», símbolos do Desconhecido. O resultado é horror, mistério, um medo por de mais inteligente.
Pelas minhas tendências naturais, pelas circunstâncias que rodearam o alvor da minha vida, pela influência dos estudos feitos sob o seu impulso (estas mesmas tendências) – por tudo isto o meu carácter é do género interior, autocêntrico, mudo, não auto-suficiente mas perdido em si próprio. Toda a minha vida tem sido de passividade e sonho. Todo o meu carácter consiste no ódio, no horror e na incapacidade que impregna tudo aquilo que sou, física e mentalmente, para actos decisivos, para pensamentos definidos. Jamais tive uma decisão nascida do autodomínio, jamais traí externamente uma vontade consciente. Os meus escritos, todos eles ficaram por acabar; sempre se interpunham novos pensamentos, extraordinárias, inexpulsáveis associações de ideias cujo termo era o infinito.
Não posso evitar o ódio que os meus pensamentos têm a acabar seja o que for; uma coisa simples suscita dez mil pensamentos, e destes dez mil pensamentos brotam dez mil interassociações, e não tenho força de vontade para os eliminar ou deter, nem para os reunir num só pensamento central em que se percam os pormenores sem importância mas a eles associados. Perpassam dentro de mim; não são pensamentos meus, mas sim pensamentos que passam através de mim. Não pondero, sonho; não estou inspirado, deliro. Sei pintar mas nunca pintei, sei compor música, mas nunca compus. Estranhas concepções em três artes, belos voos de imaginação acariciam-me o cérebro; mas deixo-os ali dormitar até que morrem, pois falta-me poder para lhes dar corpo, para os converter em coisas do mundo externo.
O meu carácter é tal que detesto o começo e o fim das coisas, pois são pontos definidos. Aflige-me a ideia de se encontrar uma solução para os mais altos, mais nobres, problemas da ciência, da filosofia; a ideia que algo possa ser determinado por Deus ou pelo mundo enche-me de horror. Que as coisas mais momentosas se concretizem, que um dia os homens venham todos a ser felizes, que se encontre uma solução para os males da sociedade, mesmo na sua concepção – enfurece-me. E, contudo, não sou mau nem cruel; sou louco, e isso duma forma difícil de conceber.
Maio 16, 2008 at 12:27 am
Como explicar que não obstante a pontualidade da professora e a inexorável marcação da falta de atraso não se vislumbrem melhorias significativas na pontualidade dos mafarricos?
Maio 16, 2008 at 12:28 am
Já agora, esse “q” é adstrito(a) a que matalinguagem?
Maio 16, 2008 at 12:29 am
Volto a dizer: não creio que os alunos sejam matéria-prima, produto ou números. Não disse que os professores são responsáveis pelo que os alunos são como pessoas. Disse apenas que são responsáveis pelas suas aprendizagens escolares. saber redigir um texto é uma responsabilidade dos professores. A única forma de dignificar os professores é reconhecer-lhes responsabilidade nas aprendizagens que os seus alunos fazem, nomeadamente aquela de redigir textos.
Repito rirem-se do que os alunos escrevem é rirem-se do seu próprio trabalho.
Maio 16, 2008 at 12:31 am
Swan Princess Diz:
“Como explicar que não obstante a pontualidade da professora e a inexorável marcação da falta de atraso não se vislumbrem melhorias significativas na pontualidade dos mafarricos?”
Hum!, assim, tão de repente, fico na dúvida. Talvez por os considerar mafarricos?… Talvez eles percebam e sejam gente.
Maio 16, 2008 at 12:31 am
Fafe:
Acha-me com cara de ir buscar alunos de 11º ano a casa???
Tenha juizo!
Maio 16, 2008 at 12:32 am
Sr. Afonso Leonardo
Sou professor há 32 anos. Já me aconteceram muitas coisas que me marcaram. Mas vou-lhe só contar uma.
Há muitos anos, um aluno de 5.º ano entrou-me na sala de aula queixando-se de horríveis dores de cabeça. Preocupado mandei chamar uma ambulância e, ao mesmo tempo, a mãe do aluno. Esta chegou primeiro e disse-me logo que não me preocupasse porque o que ele tinha era uma grande bebedeira!
O aluno era filho de pais alcoólicos e ele também se tornou num alcoólico. Tudo fiz, mas nada consegui para o desviar desse caminho.
Há 4 anos encontrei a mãe desse aluno completamente embriagada. Agarrou-se a mim, a chorar, e disse-me que ele tinha morrido.
Quem me dera que tal não tivesse acontecido. E já agora: nesse ano e para esse aluno, pouco me importaram as aprendizagens curriculares!
(E pode crer que as considero da minha responsabilidade.)
Maio 16, 2008 at 12:34 am
Fafe,
tás kota, man!
Tanto errozinho grave por aí…
Maio 16, 2008 at 12:34 am
sEI DE UM COLEGA QUE JÁ TEVE DE IR DORMIR A CAS DE UMA LUNO PARA SE CERTIFICAR QUE ELE CHEGAVA Á ESCOLA A HORAS..DEU PARA OP TORTO PORQUE ENTRETANTO CHEGOU O PAI DO PUTO A CAS E A EXPLICAǺAO QUE ELE DEU NÃO CONVENCEU O DITO PAI.
Maio 16, 2008 at 12:35 am
Fafe
Compreende-se que, assim de repente, tenha ficado na dúvida.
Mas agora que já passou algum tempo, ela subsiste?
Maio 16, 2008 at 12:36 am
MEU DEUS QUATOS ERROS “URTUGRÁFICOS”..VOU-ME DEITAR E SONHAR COM O ACURDO IRTOGRAFICU..BUA NOUTE PISSOAL.
Maio 16, 2008 at 12:41 am
rc Diz:
!Fafe:
Acha-me com cara de ir buscar alunos de 11º ano a casa???
Tenha juizo!”
Recuso-me a ter “juizo” ou lá o que isso seja. Juízo tenho quanto me basta para lhe percebar alguma, não muita, inversão de valores.
É sintomático mandar-se alguém ter “juizo”, esta brincadeira aqui não é o estereotipo da tropa, se faz favor.
Maio 16, 2008 at 12:41 am
Afonso Leonardo – “Disse apenas que são responsáveis pelas suas aprendizagens escolares. saber redigir um texto é uma responsabilidade dos professores.” Isto não é completamente verdade. Só o é até certo ponto. Há um limite para a cooperação entre os seres humanos e há seres humanos que têm limitações. Você sabe muito bem disso. Não tergiverse, nem diga banalidades.
Maio 16, 2008 at 12:41 am
Swan Princess,
O truque é sempre o mesmo. Quanto maior é a consciência pesada de quem devia assegurar boas condições aos filhos, mais a culpa é do professor, do vizinho, etc…
Só que comigo o truque não resulta. Faço o que me compete e não aceito ser bode espiatório.
Maio 16, 2008 at 12:47 am
Hum!, parece que toquei no chamado ponto G de alguns volúveis, danados por este espelho lhes responder que são assim mesmo.
Maio 16, 2008 at 12:49 am
OK! Fafe, seja tontinho à vontade!!!
Vá à pesca dos culpados!
Dê uma ajudinha ao ME…
Maio 16, 2008 at 12:49 am
Swan Princess Diz:
“Fafe
Compreende-se que, assim de repente, tenha ficado na dúvida.
Mas agora que já passou algum tempo, ela subsiste?”
Hehe, juntei dúvida com subsiste. Eis: Marilu!, diz que és mesmo tu, …
Maio 16, 2008 at 12:50 am
O Fafe está só a fazer o que faz melhor.
Ocupa aqui um nicho ecológico importante que é o do rabugento.
E o monstro dele é simplesmente perfeito.
Maio 16, 2008 at 12:51 am
Maio 16, 2008 at 12:52 am
“Reduzir a questão aos alunos é que me parece demagogia socretina. Disse!”
Ninguém a reduziu aos alunos. Mas atribuir as responsabilidades apenas aos professores, nem é demagogia, é disparate.
Os adultos são autónomos. Os alunos, nem sempre. Há uma enorme dose de responsabilidade que é dos pais. Disse!
Maio 16, 2008 at 12:56 am
rc Diz:
“OK! Fafe, seja tontinho à vontade!!!
Vá à pesca dos culpados!
Dê uma ajudinha ao ME…”
Estou a ver, quem não salta é pelo ME. Mais básico do que isso não há, mas como Vª Exª fica mais contente por lhe dizerem que sim (tal como os sindicatos), fique feliz.
Maio 16, 2008 at 1:00 am
Básico será quem acha que um professor tem por obrigação ir a casa buscar um aluno que chega a 5 minutos do final da aula e tenta culpabilizar os outros sem conhecer as circunstâncias.
Não tenha juízo!
Eu vou ter juízo e não vou dar crédito a quem não o merece.
Passe bem!
Maio 16, 2008 at 1:02 am
Meninos, então?
Vá, deêm lá um beijinho.
Maio 16, 2008 at 1:03 am
Swan:
Deus me livre!
Maio 16, 2008 at 1:04 am
Não gosto do aspecto daquele deêm.
É do adiantado da hora, decerto.
Maio 16, 2008 at 1:05 am
rc
Gargalhada.
Maio 16, 2008 at 1:08 am
Já fui às lágrimas.
Mas, agora, fiquei aqui a pensar na autonomia dos adultos que conheço bem, mais ou menos duas ou três dúzias deles. E nenhum deles me parece autónomo. Tipos borrados de medo não são autónomos, ou são? Se calhar, são; afinal, cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente, pá.
Maio 16, 2008 at 1:10 am
Swan,


A culpa é toda nossa, claro!
Devíamos ter avisado os pais que os filhos precisam de atenção e que é preciso educá-los em casa.
A escola só, não basta!
Maio 16, 2008 at 1:14 am
Educar para a autonomia…
Pá.
Maio 16, 2008 at 1:15 am
Fafe
Inclui-se nessas poucas dúzias de adultos que conhece bem?
Qualquer resposta que dê configuraria interessante debate.
Maio 16, 2008 at 1:16 am
qsup
Hoje estás … como dizer?
Porreiraça, pá.
Maio 16, 2008 at 1:16 am
Maio 16, 2008 at 1:17 am
rc Diz:
“Básico será quem acha que um professor tem por obrigação ir a casa buscar um aluno que chega a 5 minutos do final da aula e tenta culpabilizar os outros sem conhecer as circunstâncias.
Não tenha juízo!
Eu vou ter juízo e não vou dar crédito a quem não o merece.
Passe bem!”
Isso é uma doença, transferência de … Isso, queixarem-se que outros disseram sem que haja facto… Ha!, já sei, chamam-se mentirosos.
Maio 16, 2008 at 1:17 am
Já sei.
Foi o Capuchinho Vermelho.
Essa versão que tens parece-me sumarenta.
Maio 16, 2008 at 1:17 am
Swan,
Fafe sente-se tão autónomo que se dá ao luxo de se pronunciar e criticar os casos que não conhece.
Mas fiquei “comovida” com as lágrimas.
A autonomia dá para chorar?
Maio 16, 2008 at 1:19 am
básico
adjectivo
1. que serve de base;
2. fundamental; essencial;
3. QUÍMICA relativo às bases; alcalino;
Maio 16, 2008 at 1:20 am
Fafe
Ouviu um apito?
Agora mesmo?
Nova funcionalidade do Word Press.
Não se deve chamar nomes tão feios aos outros comentadores. Fair play e tal…
Maio 16, 2008 at 1:21 am
Não leste, Swan?
Maio 16, 2008 at 1:22 am
Dedicated to Fafe,
“Ó Beja, terrível Beja,
)
Terra da minha desgraça,
Eram 3 horas da tarde
Quando lá assentei praça”
Maio 16, 2008 at 1:23 am
Fafe.
Tem lá calma.
Tu não és aquele colega que não deixaram entrar na DRE do Alentejo porque ia com uma bandeira negra, em sinal de protesto, aquando da distribuição de uns subsídios para uns projectos?
Se sim, parabéns.
Mas a verdade é que, normalmente, tens uma postura do “contra”.
Canaliza as energias contra quem de direito.
E um abraço, pá!
Mesmo que não queiras.
Maio 16, 2008 at 1:25 am
Swan Princess Diz:
“Fafe
Inclui-se nessas poucas dúzias de adultos que conhece bem?
Qualquer resposta que dê configuraria interessante debate.”
Hum!, mais uma psicóloga atrapalhada com os tempos verbais para a colecção.
Maio 16, 2008 at 1:25 am
Fernanda 1,
Ler esta sua missiva
Pela certa vale a pena,
Nunca é tempo perdido,
A leitura de um poema.
Parece que hoje estamos inspiradas!
Maio 16, 2008 at 1:28 am
A verdade é que não são horas para uma senhora, mulher de marido e mãe de filhos, andar na rua. Sujeita a ouvir toda a sorte de comentários.
Vou recolher-me aos meus aposentos.
Maio 16, 2008 at 1:29 am
Boa noite Swan! Os filhos já dormen há que horas!
Maio 16, 2008 at 1:30 am
Ó meu amigo!
Já me chamaram muita coisa…agora psicóloga!
Vamos lá com calma.
E não há atrapalhação com os tempos verbais.
Maio 16, 2008 at 1:31 am
Boa noite.
Maio 16, 2008 at 1:32 am
Maio 16, 2008 at 1:33 am
Neste post, com 82.
Maio 16, 2008 at 1:37 am
O divã é confortável?
A terapia de grupo está a ir bem?
As psicólogas que conhece são muita areia para a sua camionete?
Maio 16, 2008 at 1:44 am
Manuel Sanches Diz:
“Fafe.
Tem lá calma.
Tu não és aquele colega que não deixaram entrar na DRE do Alentejo porque ia com uma bandeira negra, em sinal de protesto, aquando da distribuição de uns subsídios para uns projectos?
Se sim, parabéns.
Mas a verdade é que, normalmente, tens uma postura do “contra”.
Canaliza as energias contra quem de direito.
E um abraço, pá!
Mesmo que não queiras.”
Sou. E estive nos cem mil. E coloquei os meus alunos a ganharem, além desses 500 Euro do FIP (em três anos consecutivos conta cerca de 9000 Euro), um dos prémios RockinRio, aos quais irei distribuir bilhetes no valor de 2750 Euro, mais uma central fotovoltaica de 3,5 KWatt, mais os “sites” que construímos juntos (um deles é o http://www.algarismo.eu), mais ter alunos que só não chegam a horas às aulas se lhes acontecer o que referi acima. E outras coisas que não vêm ao caso.
E depois fico pilhérico com “profes” que “dão” aulas, trato-os tal e qual como aos alunos que ainda se atrevem a chegar atrasados: rio-me.
Maio 16, 2008 at 1:46 am
“Dizem que lá me faço homem,
Não os entendo,
Já sou.
Sr. Alferes, capitão
Mas que terra tão ruim
Não fazem crescer o grão
E esmagam o alecrim….”
Refrão “Ó Beja, terrível Beja, terra da minha desgraça, eram 3 h da tarde, quando lá assentei praça”
etc
(Vitorino, álbum “Os Malteses”)
Maio 16, 2008 at 1:51 am
“Sou. E estive nos cem mil. E coloquei os meus alunos a ganharem, além desses 500 Euro do FIP (em três anos consecutivos conta cerca de 9000 Euro), um dos prémios RockinRio, aos quais irei distribuir bilhetes no valor de 2750 Euro, mais uma central fotovoltaica de 3,5 KWatt, mais os “sites” que construímos juntos (um deles é o http://www.algarismo.eu), mais ter alunos que só não chegam a horas às aulas se lhes acontecer o que referi acima. E outras coisas que não vêm ao caso.
E depois fico pilhérico com “profes” que “dão” aulas, trato-os tal e qual como aos alunos que ainda se atrevem a chegar atrasados: rio-me.”
E eu com o meu projecto, consegui 5 computadores lá para a escola, 10 bolsas de estudo num Colégio em Oxford para os meus alunos durante as férias de Verão e mais outras 10, mas para Cambridge.
OLhem só para nós!
Maio 16, 2008 at 1:53 am
Porreiro, pá!
Agora a sério…
Mas também não é preciso disparar em todas as direcções…
E…Fafe… pilhérico não existe!
Maio 16, 2008 at 1:56 am
Não é que duvide, mas isso devia ser publicitado. Mostrar trabalho não é vergonhoso, aqui não existem cortinas de aviões.
Maio 16, 2008 at 1:56 am
Esperem lá!
Se foi o professor com a bandeira negra que vimos na Tv….se bem me lembro comentou aqui que essas coisas de cetim/tafetá negras também o faziam rir.
Entendo.
É bom rirmo-nos de nós próprios, certo?
Maio 16, 2008 at 1:58 am
Existe, existe.
É onde se depositam as pilhas.
Maio 16, 2008 at 1:59 am
sim, existe, era em sentido figurado…
Maio 16, 2008 at 2:00 am
qsuppf Diz:
“Porreiro, pá!
Agora a sério…
Mas também não é preciso disparar em todas as direcções…
E…Fafe… pilhérico não existe!”
Pois não, que distracção a minha! Vá a http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx , escreva lá “pilhérico” e extasie-se com a inexistência, com a estética do vago e do vaporoso.
Maio 16, 2008 at 2:01 am
Mas afinal,
fui só eu que li o capuchinho vermelho??!
Maio 16, 2008 at 2:03 am
Oh, Fafe, eu sei…..
O Fafe “não existe”…
Maio 16, 2008 at 2:05 am
Nesse meu projecto, outros alunos não tiveram a possibilidade de terem essas bolsas de estudo no UK, mas ganharam um ano de frequência no Instituto Britânico em Lisboa.
Eu também acho que devia ser publicitado, mas ficou só dentro da comunidade escolar e não a extravassou.
Maio 16, 2008 at 2:09 am
Compreendo, o segredo é a alma do negócio.
Maio 16, 2008 at 7:17 am
Tudo isto me faz rir, mais os comentários dos colegas do que propriamente a asneirada do aluno. Tenho ali os testes feitos ontem pelos meus alunos para corrigir. Sei que há lá textos óptimos. Nenhum vai ser publicitado aqui. Mas se fosse não teria por certo 176 comentários. Tanta gente que gosta de se rir das asneiras dos alunos, que tem uma história para contar também… Isto é preocupante, não é?
Maio 16, 2008 at 8:54 am
Nem toda a gente gosta de terapia de grupo, nem toda agente gosta de se rir, nem toda a gente gosta de sexo, nem toda a gente gosta de ser criticada.
Mas já é tempo de perceber que o riso, mesmo em relação a cenas que possam traduzir um eventual sofrimento (caso de uma queda aparatosa e inesperada) ou alguma ignorância/má interpretação (caso do texto em questão), é um sinal de saúde mental e de alguma reacção de empatia perante algo que nos emociona.
O pior que pode haver é a presunção de que a seriedade é a única atitude correcta e tolerável perante uma dada situação.
Essa é a atitude arrogante e paranóica de quem desconfia dos outros e tem falta de humildade, porque se acha mais sério e consciente do que todo o mundo.
Além disso existem limites e tempos diferentes para cada uma das coisas.
Como diz o Pipo Delbono, existe tempo para amar e tempo para odiar, tempo para criar e tempo para destruir.
Só uma mente monolítica e/ou depressiva não acha graça ao texto aqui publicado.
Maio 16, 2008 at 10:33 am
Os professores são responsáveis pela aprendizagem ou pela ensinagem?
Maio 16, 2008 at 12:02 pm
BigBrother,
Buscava eu a Prova de Aferição do 6º Ano aplicada hoje, quando a minha curiosidade me levou ao texto, notável aliás,sobre “…que espécie de homem sou.”
Fiquei com um desejo enorme de ler esse livro. Será do Lobo Antunes?
Obrigada
Maio 16, 2008 at 1:25 pm
Tem razão o aluno. É mais ou menos assim em todo o lado.
Maio 16, 2008 at 2:12 pm
Tomo a liberdade de lhe enviar um dos meus artigos de opinião, pois nunca é demais referir estes assuntos. Os meus parabéns pela sua “batalha”. VFS
Capacidades intelectuais: Capital para o Futuro
As sucessivas reformas educativas, implementadas por vários governos, começam a pagar dividendos. E que dividendos são esses?
Recebi, certo dia, um e-mail com o seguinte assunto: O papel da escola. Solicitava-se, num teste de português, que os alunos respondessem ao seguinte: “Num texto bem estruturado e linguisticamente cuidado, com um mínimo de 10 linhas, exprime a tua opinião sobre o papel da escola na formação de um cidadão”. Eis a resposta: “O papel da escola eu axo que é igual a um papel qualquer de imprensa A4. E de certeza que é. tem a mesma grossura e tudo. Agora se estão a falar, por exemplo, das folhas de teste que é uma folha A3 duberada ao meio fazendo duas folhas A4, axo melhor que as folhas sejam assim do que só uma folha A4, nossas fichas que a professoras dão são sempre folhas de formato A4 ou de formato A5. Os testes as professoras metam sempre folhas de formato A4 mas quando são mais as professoras agrafam sempre as folhas e nunca faze teste com folhas de formato A5. Por isso eu axo que as folhas desta escola são iguais às das outras escolles ou de outras empresas”.
Conservo este e-mail na caixa de correio. Volta e meia, abro-o para me espantar com o seu conteúdo. Não sei qual a cotação da resposta nem a nota atribuída à totalidade do teste, mas espero que o aluno tenha chumbado. No entanto, se calhar estou a pedir demais. Tenho familiares e amigos que são professores. Em conversa com eles, fiquei estupefacto por saber a quantidade de formulários, de preenchimento obrigatório, necessários para a reprovação de um aluno. Consequentemente, os alunos passam sem saber. Não é de admirar, portanto, o baixo nível dos alunos que frequentam as nossas escolas e universidades.
Começou pela matemática, alastrou ao português (língua) e agora atinge a filosofia. Parafraseando Hegel, “a linguagem é a afectividade do estranhamento e da cultura”. Mas se for necessário mais algumas referências que demonstrem a interdependência destes três, distintos e complementares, campos do conhecimento, relembro as ideias de Bertrand Russell (um dos percursores da filosofia analítica), segundo o qual todos os conceitos matemáticos podiam ser reduzidos a conceitos lógicos e as verdades matemáticas poderiam ser deduzidas a partir de umas poucas verdades lógicas e os contributos inovadores de Ludwig Wittgenstein na lógica, filosofia da linguagem e filosofia da mente.
Em 1996, Lester C. Thurow, professor de economia e ex-reitor da Sloan School of Management do MIT, disse que “no séc. XXI, as capacidades intelectuais e a imaginação, a invenção e a organização de novas tecnologias serão os ingredientes estratégicos cruciais” para qualquer país. Em Portugal, enquanto o Ministério da Ciência da Tecnologia se esforça por garantir associações com instituições como o MIT, o Ministério da Educação, ao eliminar o ensino da filosofia, opta pelo amputar das bases fundamentais para o desenvolvimento das capacidades intelectuais.
Porque é que tal é um risco para o futuro? O não ensino de qualquer um destes saberes terá um preço demasiado alto. Alunos que não compreendem as perguntas não darão respostas. Alunos que não pensam também não aplicarão soluções nem serão originais. Limitar-se-ão, quiçá, a repetir o que lhes disserem. Mas nem isso está garantido. E, para o melhor e para o pior, alguns dos alunos de hoje serão professores amanhã.
Valerá a pena apostar em novas tecnologias sem investir nas capacidades intelectuais?
Nota: encontrava-me, na sexta-feira passada numa livraria e não pude deixar de ouvir a conversa de dois sujeitos que estavam ao meu lado. Dizia o mais velho ao mais novo: “… sabes porque é que os políticos não gostam de pessoas inteligentes? Porque gostam de controlar e controlar pessoas inteligentes não é fácil”. Ao ler respostas como a referida no início deste texto, que são frutos das políticas educativas, não deixo de me questionar até que ponto isto será verdade.
Vicente Ferreira da Silva
Doutorando em Ciência Política e Relações Internacionais, Universidade do Minho
vm.ferreiradasilva@gmail.com
Publicado: 15 de Fevereiro de 2007 – O Primeiro de Janeiro
Maio 16, 2008 at 7:08 pm
A culpa não é com certeza do aluno. Já pensaram na quantidade de maus professores que este aluno deve ter tido?
Maio 16, 2008 at 11:39 pm
183: é que não tenha qualquer dúvida: é nosso filho, filho da escola portuguesa, este e muitos que aqui são expostos.
Maio 16, 2008 at 11:56 pm
183 e 184
Pois, a culpa não será do aluno…
Concordo.
Mas, se os outros alunos entendem o tema e respondem adequadamente de quem será a culpa?
Maio 17, 2008 at 1:21 am
Os filhos são dos pais. Na escola são alunos.
Mas, alguns pais, principalmente quando os resultados não bons, acham que os seus filhos são antes de mais “filhos da escola”.
Maio 17, 2008 at 3:05 pm
185:
Os alunos que entendem o tema, podem ter aprendido em casa, quer com os pais, quer com os explicadores. Acha normal o texto do aluno? Não há muita culpa da parte de quem os devia ensinar? Não me responda que é porque não os deixam chumbar!Deviam era ensiná-los e não chumbá-los.
Maio 17, 2008 at 3:25 pm
186:
Os nossos filhos de sangue são sempre bons alunos e as excepções são por culpa dos pais.E isto porque nós, conhecendo a escola e a competência ou incompetência dos professores, conseguimos ultrapassar essas dificuldades(estudando com eles ou, noutras disciplinas, pedindo ajuda a um colega competente) fazendo dos nossos filhos umas estrelas.Eu refiro-me aos outros alunos que têm pais que não os podem ajudar!Só por este motivo eu tenho alguma dificuldade em aceitar considerar as classificações das provas de aferição para a avaliação dos professores, porque muitas delas resultam do trabalho dos pais ou dos explicadores.