Não sou o maior conhecedor directo da formação contínua de professores. As minhas progressões foram quase sempre ditadas por créditos decorrentes da obtenção de graus académicos, correcção de provas de aferição e participação, como orador, em conferências com creditação pelo ME.

Mas sei, por mera observação, que a formação de professores foi um dos negócios mais chorudos dos últimos 15 anos em Portugal.

Antes paga pelos dinheiros europeus via PRODEP e agora via bolso dos próprios professores.

Tenho algumas estórias entre o patético e o escabroso, mas – qual IGE – gostava de saber outras. Só para confirmar como isto anda agora, que querem fechar a maioria dos Centros de Formação e parecem pretender deslocar a dita formação para outras paragens.