Não pensavam que eu iria deixar cair o assunto da acção do seminário sobre «A Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente» leccionada pelo expert Dr. Jorge Fatal Nogueira no INA esta semana cair no esqquecimento pois não?
Bem me parecia!
É que, se consigo ser um bocadinhoinho sensível à argumentação dos direitos de autor de uma «ferramenta», já o mesmo não se aplica a material enviado para as escolas para divulgação do dito seminário.
Porque – penso eu de que – quando se pede para divulgar algo entre os docentes, devemos fazê-lo.
Certo?
Certo!
Então cá estão as folhinhas enviadas pelo INA para as Escolas em Abril passado para divulgar a iniciativa, as quais merecem análise quase atenta.
Analisemos a coisa por parâmetros, de que vou agora apenas isolar três:
- Duração e custo do seminário: 200 euros individuais por 16 horas de formação, vezes 25 formandos. Dá algo como 5000 euros no total, ou seja, um encaixe superior a 300 euros por cada hora de formação. São valores claramente europeus. Boa malha. A iniciativa apresenta-se exemplar do ponto de vista financeiro. E os adesivos pagam, só para se sentirem bem (in)formados e poderem exibir currículo.
- Objectivos específicos do seminário: «desenvolver um modelo de avaliação do desempenho que suporte o Estatuto da Carreira Docente e dê resposta concretas ao modelo proposto superiormente» e etc. Portanto, assume-se que é uma iniciativa destinada a quem tem interesse em suportar as soluções propostas «superiormente» através do ECD. Muito bem. Ninguém pode dizer que não sabe ao que vai. Podem achar-me exagerado, mas isto é algo que realmente só a adesivagem poderá aceitar de ânimo leve.
- Programa: Aqui é que a coisa entra verdadeiramente no delírio. Lembremos que temos apenas 16 horas de formação. Mas temos 34 tópicos para abordar, o que dá dois por horas e mesmo assim ainda ficariam dois por dar. Lembremos que a metodologia anuncia ser expositiva, mas conter ainda debates, trabalhos de grupo e «construção de instrumentos». Tudo em 16 horas. isto é que deve ser trabalhar a galope. Mas mais interessante mesmo é que os tópicos parecem começar com uma sequência lógica que é rapidamente abandonada.
Reparem que a definição de objectivos surge depois de ser abordada a gestão pelos ditos. E notem como a entrevista de avaliação surge por duas vezes na lista, num caso com um artigo definido a anunciá-la e no outro sem o dito artigo.
Outro detalhe pleno de expertise é anunciar que os «objectivos, competências e atitudes» são as «4 dimensões do Estatuto da Carreira Docente».
E que tal o facto de se abordar a «medição», a «observação», a «auto-avaliação» e tudo o mais antes ainda de se tratar da «negociação da avaliação» e do acordo e «plano de desenvolvimento individual»?
Se o formador em causa argumentou que as 93/96 condutas eram uma «ferramenta» que levou 9 anos a desenvolver (embora o Estatuto da Carreira Docente tenha pouco mais de um ano), o que haverá a dizer sobre este programa do seminário? Terá demorado quanto tempo a preparar?
Ou será que é da responsabilidade do INA e o expert dr. JFN não tem nada a ver com isso?
Mas tudo bem, o que interessa é que o feed-back é porreiro e a malta paga sem ser obrigada e há quem fique feliz com tudo isto.
Bem-aventurados sejam!



Maio 14, 2008 at 10:54 pm
Ó Paulo, os culpados desta situação são os adesivos que correm para estas acções de formação! Ouvi dizer que chegaram ao INA pedidos de novas acções em grande número. Há gente que não se enxerga e desculpem: Quem não se sente não é filho de boa gente!
Maio 14, 2008 at 11:02 pm
Não se diz nem se escreve “Debater SOBRE a objectividade…” mas sim “Debater
a objectividade…”
Também não se diz nem se escreve “Analisar e discutir SOBRE a avaliação…” mas sim “Analisar e discutir a avaliação…”
Primeiro aprendam a escrever Português correctamente.
Maio 14, 2008 at 11:03 pm
Se o Doutor Engenheiro MBA Fatal lê isto ainda te processa por lhe roubares o pão da boca…
Maio 14, 2008 at 11:04 pm
Fantástico, Paulo!
Mas o que me irrita, o que me irrita mesmo, mesmo, mesmo, são os adesivos… O formador, coitado, só vai ganhar mais de 300 euros à hora para abordar 2 tópicos e picos sobre o fantástico sistema de avaliação. Esse está perdoado… Mas os adesivos… Eu nao posso é com esses.
Maio 14, 2008 at 11:08 pm
A Plataforma Sindical (em má hora)acordou com o ME que o processo eleitoral para o novo Conselho Transitório poderia decorrer até meados de Outubro de 2008.
Os chicos-espertos e a adesivagem entrou em acção! Na minha escola convocaram-se eleições para os representantes dos docentes nesse conselho, em que o prazo entre a convocatória e a apresentação de listas foi de 6 dias! Digo seis dias! Foi uma maratona geral e apresentaram-se duas listas. Todos os docentes que integram cada uma das listas para essas eleições, digo mais uma vez, todos os docentes que se candidataram nessas listas, participaram na manifestação de 8 de Março! Haja dignidade e verticalidade.
Maio 14, 2008 at 11:10 pm
Por 200€ dou eu uma acção de formação, com muito menos condutas e mais conduto, dá direito a uma sardinhada e uns camarõeszecos. Estão abertas, desde já, as inscrições.
P.S. – Só não podem fumar porque não tenho nenhum avião em casa.
Maio 14, 2008 at 11:15 pm
Não era melhor devolver o material ao INA devidamente anotado e classificado?
Somos ou não profs?
Maio 14, 2008 at 11:15 pm
…
Maio 14, 2008 at 11:17 pm
Na falta de um avião, pode ser uma conduta…desde que haja comes e bebes…
Maio 14, 2008 at 11:18 pm
Paulo:
tu és um bocadinhoinho insensivel à vida do senhor.
Depois de ter descoberto as 1001 maneiras de desdobrar 96 condutas (iguais às do Antero) eis que chega um qualquer GUINOTE a estragar o arranjinho do piqueno: Fatal como o destino…
Agora a sério, acho um ESPANTO que tanta gente esteja na disposição de largar 200 euros por dezasseis horas de uma formação, em conteúdos que a grande maioria de nós discute/ estuda/ trabalha (Claro que exceptuando o conteúdo “As dificuldades na medição”) desde que se conhece enquanto profissional.
Maio 14, 2008 at 11:19 pm
boa governatezeco. Vamos a ela…
P.S – E a bebida?
Maio 14, 2008 at 11:21 pm
Não sei porquê, mas receio que essas acções de formação estejam a ser pagas com dinheiro das escolas. Quase apostava que certos Conselhos Executivos convencidos da bondade e urgência para as suas escolas desta formação, remeteram a factura para a secretaria.
Oxalá eu esteja enganado…
Maio 14, 2008 at 11:21 pm
Governantezeco (6)
Aceite, desde já, a minha inscrição. Quanto ao tabaco, não há problema. Alegamos desconhecimento da lei.
Maio 14, 2008 at 11:21 pm
Esqueci-me que, cobardemente, deixei de fumar há seis anos.
Maio 14, 2008 at 11:26 pm
Informo que os certificados emitidos para os participantes contêm uma cópia do programa exactamente com a mesma sequência, repetições e erros. Vi hoje um. E para já não refiro o relato das qualidades do curso.
Maio 14, 2008 at 11:27 pm
Conheço um adesivo que anda por lá, vou fazer-lhe uma entrevista sobre as condutas adquiridas.
Maio 14, 2008 at 11:31 pm
Concordo com o João, estas formações podem ser pagas pelas escolas.
Maio 14, 2008 at 11:32 pm
Proponho que vejamos a acção pelo lado positivo.
O sítio é bonito, por exemplo.
A sequência dos trópicos pode ainda ser melhorada, por exemplo.
Os 34 trópicos se calhar estão repetidos, pelo que as 16 horas podem chegar, por exemplo.
Finalmente, podemos talvez usar o cartão jovem para pagar menos pela acção, por exemplo.
Maio 14, 2008 at 11:32 pm
Os adesivos mereciam ficar colados, coladinhos às condutas, ali, ficavam todos em família. Nem sofriam de solidão, nem chateavam mais ninguém.
Maio 14, 2008 at 11:33 pm
Vi agora que a publicidade à formação do INA está presente nas páginas do ME… pelo menos na da DREA.
Acho INACREDITÁVEL!!! O próprio ME faz a propaganda…
http://www.min-edu.pt/outerFrame.jsp?link=http%3A//www.drealentejo.pt/
Maio 14, 2008 at 11:35 pm
Eu acho que devemos começar a tirar a “cola” aos adesivos!
Maio 14, 2008 at 11:36 pm
Os adesivos possuem todos 4 dimensões:
- O comprimento, a largura e a altura.
…
Maio 14, 2008 at 11:39 pm
Nós brincamos com estas coisas e com o facto de haver professores a adesivar. Há, no entanto, uma coisa que me parece clara. Muitos dos que vão avaliar estão em pânico e agarram-se a qualquer coisa. Ora isto mostra por que foi tão fácil ao ME destruir o que restava de sólido na escola portuguesa. Muitos de nós têm pouca consciência da função de professor (não estou a dizer que são maus profissionais). E isso é evidente quando, aqueles que estão graças ao toto-titular, na situação de avaliadores correm não para as suas universidades para fazerem avaliação científica e técnica que permita avaliar os colegas, mas para a burocracia do estado. Durante muitos anos desprezou-se a escola como um centro de saber. Agora o ME acabou com ela e tornou-a num organismo de administração local. Mas nisto houve muito professor conivente, por que nunca pensou na função que um professor deve ter na sociedade e foi aceitando as tonterias do eduquês e do sociologês e do psicologês e do gestionês, agora.
Maio 14, 2008 at 11:41 pm
Eu acho que nos estão a dar uma grande “tanga” e nós continuamos a ver os comboios a passar. Não acham?
PS-Hoje está a chover aqui no Porto, por esse motivo estou um tanto ou quanto deprimido.
Maio 14, 2008 at 11:42 pm
É como as mudanças no clima: as 4 estações do ano são 3, Inverno e Verão.
Maio 14, 2008 at 11:42 pm
Este assunto não pode esgotar-se numa abordagem. tem demasiado molho. Por ora, ocorrem-me dois pontos:
- A formação é da responsabilidade da entidade patronal. Enquanto trabalhei no privado, nunca paguei qualquer acção de formação, e posso dizer que foram às dezenas, literalmente. Algumas no estrangeiro (Reino Unido, Suiça e Alemanha). O Ministério deve recear uma inspecção da Comissão Europeia sobre a aplicação dos fundos comunitários a favor dos seus bois, digo boys, entre os quais este caramelo.
- O ministério cauciona a utilização de metodologia proprietária, sujeita a restrições de utilização por direitos de autor, para levar por diante uma sua função. Sendo proprietária, não tem o grau de transparência das acções públicas, como um exame de estado. Implícito está o facto de os resultados não poderem ser contestados pelos avaliados, pois os passos intermédios não são do conhecimento geral. Fica instituida a lei do arbítrio.
Continuo a estranhar que o conjunto de respostas às questões apresentadas possa ter outro valor que não seja avaliar a estrutura organizativa no seu todo (uma escola, por exemplo), incluindo a eficácia da liderança – da responsabilidade do futuro director.
Maio 14, 2008 at 11:43 pm
JCM,
e agora do condutês!
Maio 14, 2008 at 11:44 pm
[23] JCM, estou totalmente de acordo consigo.
Maio 14, 2008 at 11:44 pm
Enfim, enfim, e depois ainda falam do eduquês. O conversês vindo dos lados do gestionês, do empreendedorês e do recurso-humanês é tão ou mais daninho.
Maio 14, 2008 at 11:45 pm
A formação do INA, “Curso de Valorização Técnica Orientada para a Administração Escolar” tem o nome dos formandos no site:
http://www.ina.pt/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=46&Itemid=70
Maio 14, 2008 at 11:49 pm
Imperdoável! Ter-me esquecido das bebidas. Vou já tratar de construir uma conduta até à adega mais próxima (conduta 93 alínea v).
FS
Maio 14, 2008 at 11:50 pm
JMC,
Como é que um professor de Biologia, por exemplo, vai a correr para a sua universidade para fazer avaliação científica e técnica que permita avaliar os colegas de Matemática, por exemplo, onde não há titulares?
E será que o objectivo desta avaliação é este?
Hoje no CP, a propósito da avaliação de 1 estagiário, foi repetidamente dito que o colega, até que era um bom professor, cumpriu aquilo a que se propôs, etc.
Mas, tem este feitio de passar um pouco despercebido. E a escola precisa de certo tipo de pessoas que, como hei-de dizer, se mexam muito. Para a escola ficar bem vista.Com munta actividade.
Maio 14, 2008 at 11:50 pm
Há neste curso um problema central. Se o avaliador, como vai ocorrer muitas vezes, é cientificamente e pedagogicamente inferior aos avaliados, como é que ele pode observar aquilo que o excede? Como é que um cego de nascença pode avaliar as cores? Por muitas observações que faça e por muitos registos que registe, por muitas entrevistas que convoque, como pode esse pobre diabo ver aquilo que o excede? A avaliação está fatalmente truncada. Só o medo do ridículo dos avaliadores vai evitar certas coisas e proporcionar outras, como avaliarem bem um professor de que têm medo.
Maio 14, 2008 at 11:51 pm
São coisas como estas que me deixam assim (cara feia ao lado)…
Maio 14, 2008 at 11:51 pm
Do blogue “Profavaliação” – Ramiro Marques
“Esta é demais! Vejam aqui uma ficha sobre a avaliação dos professores pelos pais! Como é que um conselho pedagógico pode aprovar uma coisa destas? Será que os professores perderam o juízo? Ou estão tão exaustos que desistiram de lutar contra as injustiças? Segundo sei, esta ficha ainda não foi objecto de aprovação pela escola. Cabe aos professores da escola onde esta proposta de ficha foi elaborada, recusarem liminarmente uma coisa tão estapafúrdia.
Reparem bem nestas três pérolas:
1.elogia o aluno com clareza e de modo proporcionado?
2.critica o aluno com clareza e de modo proporcionado?
3.os trabalhos dos alunos são analisados, discutidos e avaliados?”
Maio 14, 2008 at 11:54 pm
em [35] a formação fatal já fez escola.
Maio 14, 2008 at 11:54 pm
Fernanda 1,
Tem toda a razão. Eu estava a mostrar o ridículo da coisa. No caso que falou, julgo que se deverá defender esses colegas. É um dever cívico. Qualquer dias só haverá locutores de tv ou misses praia do ribetjo a dar aulas. É preciso defender os jovens professores com qualidades científicas e técnicas, mas que não têm aptidão para a pornochanchada que se pede hoje em dia.
Maio 14, 2008 at 11:55 pm
Pois é. Aí vêm eles cheios de força. Como já não há lugar nas empresas, eis que os gestores e a sua nova linguagem chegam ao ensino.
Preparam-se para por os professores a falar “gestionês”. Já estou a ver os docentes a chegar aos conselhos de turma com gráficos individuais sobre a evolução das aprendizagens de cada um dos seus alunos (cada um da sua cor e formato); já vislumbro os powerpoint´s a entrar nesses mesmos conselhos, a ver quem é que faz o mais bonito e inovador; Já vejo quase tantas coisas como a Maya.
Pareceu-me ver também o reaparecimento dos “objectivos” – pensei que já não interessariam, depois que se desenvolveram as “competências”.
Quanto aos euros… acho que é hábito os gestores pagarem-se assim (os seus conhecimentos são do outro mundo).
Maio 14, 2008 at 11:55 pm
Conta-me mentiras que eu gosto…nas eleições falamos – francamente é preciso uma lata deste tamanho e não ter vergonha nenhuma na cara:
http://www.scribd.com/doc/2975201/Expresso-Socrates-pede-desculpa-e-diz-que-vai-deixar-de-fumar
Maio 14, 2008 at 11:55 pm
Pedro Castro (#5)
Na minha escola as eleiçoes estao marcadas para dia 29. E já há 2 listas!
Atençao que até aqui, para a Assembleia de Escola, era preciso andar a pedir por favor aos colegas para fazerem parte de uma lista … e esta hem?
O poder subiu à cabeça de alguém?
Anda tudo distraído?
Gostam de dizer que fazem parte de uma lista, ie, que foram convidados?
Agora é que vai ser?
Há de tudo, infelizmente…
Maio 14, 2008 at 11:56 pm
Ó JCM,
=:()
Maio 15, 2008 at 12:00 am
Um artigo genial:
http://www.scribd.com/doc/2465442/Intifada
Maio 15, 2008 at 12:01 am
… sempre ouvi dizer que, “trabalhar para aquecer mais vale morrer de frio” …
em cada dia de formação cada participante vai despender muito mais do que o seu vencimento desse dia… é bom que não crie vício pela formação… corre o risco de morrer à fome…
… neste tempo, em que os combustíveis sobem de modo galopante, sobe a prestação da casa, sobe a alimentação,etc, isto é um despudorado insulto a quem vive apenas dos rendimentos do seu trabalho, é um escândalo… como é possível ter-se chegado neste país a este desplante ?! ..será que não há para aí nenhuma “alta autoridade” para regular isto… eu sei o nome que lhes devia chamar, mas não posso…
Maio 15, 2008 at 12:01 am
Polémica
Sócrates decide deixar de fumar
Primeiro-ministro assume que fumou no voo Lisboa/Caracas
O primeiro-ministro, José Sócrates, reconheceu que fumou no voo entre Lisboa e Caracas e pediu desculpa caso se verifique que violou a lei.
“Quero fazer-vos uma declaração sobre o facto de ter fumado no avião. De facto fumei, com o ministro da Economia [Manuel Pinho] enquanto conversávamos, mas no convencimento de que se podia fumar, porque assim sempre aconteceu nas outras viagens anteriores”, disse aos jornalistas que acompanham a visita.
“Estava convencido que não estava a violar nenhuma lei nem nenhum regulamento. Infelizmente há essa polémica em Portugal e eu quero lamentar essa polémica. Se por algum motivo violei algum regulamento, alguma lei, lamento e peço desculpa, não voltará acontecer”, acrescentou.
“Este episódio despertou-me para o facto de os fumadores, inconscientemente, poderem violar leis e regulamentos que desconhecem”, disse ainda.
“Não sei a última lei se aplica ou não aplica [ao caso do fumo em voos fretados], mas o Governo tem uma especial responsabilidade e eu também quero contribuir para isso. Tenho consciência da minha responsabilidade pessoal. Por isso, este episódio não vai voltar a acontecer, porque também decidi deixar de fumar”, revelou.
Ontem, quando a informação foi avançada, o porta-voz da TAP apressou-se a justificar que “pedir para fumar num voo fretado é tão “normal” como solicitar uma “refeição especial” ou a distribuição de determinados jornais a bordo.
A alínea 2 do artigo 4.º da lei do tabaco refere ser proibido fumar nos “transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais”. As excepções previstas contemplam apenas as áreas descobertas destes dois últimos meios de transporte – não os aviões.
http://jn.sapo.pt/2008/05/14/ultimas/S_crates_pede_desculpa_por_fuma.html
Maio 15, 2008 at 12:03 am
Esta história de vir apelar ao desconhecimento da lei sendo primeiro-ministro é uma vergonha!
Maio 15, 2008 at 12:03 am
Já nada me espanta.
Há quem pague fortunas em operações de estética.
Por isso, já não me admira que haja quem pague 200 euritos para aprender a ser fatal!
Maio 15, 2008 at 12:03 am
Pois é, maria josé,
Isto há munta conduta subterrânea a aparecer….
Maio 15, 2008 at 12:03 am
Proponho a promoção dos adesivos a pensos rápidos.
Maio 15, 2008 at 12:05 am
Promoção a pensos rápidos, mas “Fatais”!
Maio 15, 2008 at 12:05 am
Eu sinto os professores tão revoltados como antes. Acontece que alguém lhes laçou um tal balde de água fria que eles não conseguem, nem sabem como reagir. Neste ambiente, os adesivos sentem-se livres para agir. A pressão já não é tão forte.É incrível como tudo se perdeu!!!
Maio 15, 2008 at 12:06 am
Fernanda1
Se há!
Pela aragem se vê quem vai na carruagem!
Maio 15, 2008 at 12:08 am
Este pais está louco – completamente esquizofrénico – TAMBÉM VOCÊS?:
http://www.scribd.com/doc/2975258/JN-Fiscais-da-Camara-tem-de-rebocar-1100-carros-por-mes
Maio 15, 2008 at 12:09 am
Vou deixar de pagar impostos. E depois peço desculpas.
Só não percebo 1 coisa, tanto jogging, tanta publicidade a uma vida saudável, tanta publicidade ao facto de fumar dar cabo do SNS, e afinal o PM fuma?
Maio 15, 2008 at 12:10 am
“Infelizmente há essa polémica em Portugal e eu quero lamentar essa polémica”
Mas afinal ele queria que não huvesse polémica? Tudo caladinho…A polémica é que é lamentável??? Ou o acto que lhe deu origem?
Maio 15, 2008 at 12:10 am
No avião fretado, maria josé.
No avião fretado.
Maio 15, 2008 at 12:11 am
http://www.scribd.com/doc/2950365/Expresso-Por-favor-nao-governem-mais-Miguel-Sousa-Tavares
Maio 15, 2008 at 12:12 am
Maria José 40.
Olhe que fazer parte do C Geral impede esses profs de serem nomeados coordenadores dos 4 superdepartamentos e existem colegas que para se safarem disso preferem entrar numa lista… pressionados por… mas não deixam de ser adesivos e TRAIDORES!
Maio 15, 2008 at 12:12 am
Tudo para a rua outra vez – já não há paciência!
Maio 15, 2008 at 12:14 am
Alguém me pode dizer o que acontece se o Presidente da Assembleia não convocar eleições, passado 30 dias o CE fá-lo mas não aparecerem listas?
Maio 15, 2008 at 12:15 am
Tem a certeza António?
HUm!
Maio 15, 2008 at 12:16 am
sara 50.
se não houver lista de profs o CG transitório não se pode constituir…
Abre-se novo período eleitoral and so on…
Maio 15, 2008 at 12:17 am
Fernanda 1: absolutíssima, não se pode fazer parte simultaneamente dos 2 órgãos – CGT E CP
Maio 15, 2008 at 12:20 am
O argumento da autoridade.
Há determinados empreendedores que, não tendo qualquer jeito para impingir a sua peçonha, procuram retirar de uma atitude de receio dos clientes os dividendos que as virtudes dos seus produtos, isoladamente, nunca conseguiriam. Para tudo o mais são apologistas da livre iniciativa, mas quando se trata de vender, condicionamento é a palavra de ordem.
Como se faz? Procura-se alguém sm caracter, que circunstancialmente exerce funções com a autoridade do estado, e inclui-se automaticamente no argumentário de vendas.
Cito o texto da imagem acima:
Tendo o Governo definido como metas prioritárias… a avaliação individual e das organizações surge como elemento essencial desse objectivo.
No caso das escolas e dos professores, torna-se necessário… (pagarem-me os duzentos euros)
Mais valia que dissesse: paguem-me já, porque o Governo mandou.
PS: Quando me bateu à porta um canalizador informando-me que a torneira de segurança da canalização de água da minha casa não estava conforme a última legislação europeia em vigor, eu mandei-o dar uma curva ao bilhar velho. Que falta de chá.
Maio 15, 2008 at 12:21 am
Maio 15, 2008 at 12:22 am
Ouvi dizer que se a situação que relatei anteriormente (59) acontecer o ME pode reconduzir o CE…
Maio 15, 2008 at 12:23 am
António,
Assim sendo, querem ver que ainda vou dormir com o inimigo?
Maio 15, 2008 at 12:24 am
Fernanda 1.
ponto 6, artº 32º do 75/2008 de 22 Abril
Maio 15, 2008 at 12:25 am
!!!!!!!!!!!????????
http://www.scribd.com/doc/2975372/CM-Socialistas-com-mais-de-500-faltas
Maio 15, 2008 at 12:26 am
sara: ponto 8, artº 60º do 75/2008
Maio 15, 2008 at 12:26 am
Eu já aqui atrás tinha dito que se não se fizesse algo com os cem mil rapidamente o balºao ia esvaziar num ápice..
Não digam que não foram avisados.afinal 24 anos de aulas dá para ver muita coisa ..saber o que é a classe professoral..e ghegar á conclusão que quase todos se vendem por um prato de lentilhas ,,
viver não custa custa é saber viver
Maio 15, 2008 at 12:29 am
Fernanda: eu mesmo que quissese não podia – o meu inimigo tem bigode.
Maio 15, 2008 at 12:30 am
A Vida em Pleno -para rflexão dos adesivos
Diariamente criticamos o destino: “Porque foi este homem arrebatado a meio da carreira? E aquele, porque não morre, em vez de prolongar uma velhice tão penosa para ele como para os outros?” Diz-me cá, por favor: o que achas tu mais justo, seres tu a obedecer à natureza ou a natureza a ti? Que diferença faz sair mais ou menos depressa de um sítio de onde temos mesmo de sair? Não nos devemos preocupar em viver muito, mas sim em viver plenamente; viver muito depende do destino, viver plenamente, da nossa própria alma. Uma vida plena é longa quanto basta; e será plena se a alma se apropria do bem que lhe é próprio e se apenas a si reconhece poder sobre si mesma. Que interessa os oitenta anos daquele homem passados na inacção? Ele não viveu, demorou-se nesta vida; não morreu tarde, levou foi muito tempo a morrer! “Viveu oitenta anos!”. O que importa é ver a partir de que data ele começou a morrer. “Mas aquele outro morreu na força da vida”. É certo, mas cumpriu os deveres de um bom cidadão, de um bom amigo, de um bom filho, sem descurar o mínimo pormenor; embora o seu tempo de vida ficasse incompleto, a sua vida atingiu a plenitude.
Maio 15, 2008 at 12:31 am
sara 65.
o PCE é obrigado a ir convocando sucessivamente eleições para eleição dos representantes dos profs.
Maio 15, 2008 at 12:31 am
António,
Um azar nunca vem só!
É Fatal…como o destino.
Maio 15, 2008 at 12:32 am
No Educare
José Pacheco: “A medida de política educativa de maior impacto seria a extinção do Ministério da Educação”
Vanda José| 2008-05-13
Maio 15, 2008 at 12:33 am
Pois…good dreams working at 8:20
Maio 15, 2008 at 12:33 am
Gosto do sucessivamente………..
Boa noite.
Maio 15, 2008 at 12:36 am
Uma dúvida:
Os professores do Quadro de Zona Pedagógica/Destacados podem concorrer ao Conselho Geral Transitório?
A maioria destes professores terá de mudar de escola em 2009.
Maio 15, 2008 at 2:58 am
Aprecio JCM.
Peço-lhe um poucos minutos mais para pensarmos: os profs do 8,9 e 10 escalões não têm qq responsabilidade no que lhes aconteceu. Candidataram-se ao abrigo de uma norma legal e… foram providos ou não. Alternativa? Não se candidatar? Ficar mais 20 anos (os do ex-8º, por exemplo) a ganhar o miserável vencimento que tinham?
Outro importante aspecto do mesmo problema: de momento, a única apreciável diferença que existe entre o titular e o professor é que o segundo é chamado a exercer os cargos etc, etc, mas a diferença de salário é a mesma e ficou prejudicado: 5 anos depois do 9º escalão entrava no escalão de topo (10º) e não se falava mais; agora, 5 anos depois do 1º escalão de titular passará (ou não) para o 2º. E ainda não chegpou ao topo!!! Falta ainda atingir o 3º. Eu sei que para os não titulares a situação é angustiante, mas os titulares não estão melhor do que estavam.
Quem acha que os titulares são uns previlegiados esqueceu-se que que existe a Lei 12-A/2008, que diz no nº 4 do seu Artº 88: “Os actuais trabalhadores nomeados definitivamente
que exercem funções em condições diferentes das referidas
no artigo 10.º mantêm os regimes de cessação da relação
jurídica de emprego público e de reorganização de serviços
e colocação de pessoal em situação de mobilidade especial
próprios da nomeação definitiva e transitam, sem outras
formalidades, para a modalidade de contrato por tempo indeterminado”.
Os professores, titulares ou não, não são abrangidos pelo Artº 10(que é reservado a forças de segurança, militares, etc), logo… estamos todos na mesma situação, isto é, quase no olho da rua…
O grave problema que temos de enfrentar e repudiar é a cisão da carreira em dois ramos.
Ninguém se esqueça de que quantos mais titulares sairem do sistema, menos dinheiro o Estado gasta. E esse é um dos importantes objectivos da dita reforma. Logo, o ME está-se nas tintas para os titulares. Vai tratá-los como despesa superfúla. Os mais novos que aí vêm, esses sim: sem vículo e muito mais baratos, (boa carne para canhão e muito bem formatados, para não dizer robotizados) interessam-lhe muito mais.
Um abraço
Maio 15, 2008 at 9:02 am
Com um elenco de condutas tao extenso,um tal rendilhado de conceitos acaba por ser uma formacao FRACTAL.
Maio 15, 2008 at 9:25 am
Esta formação fatal aparece efectivamente publicitada numa página do governo (como é referido no comentário 20).
Tudo isto merece alguma atenção séria, pelas parecenças com algumas práticas de cartelização e propaganda desonesta.
Estou-me a lembrar daqueles comentadores “independentes” norte-americanos que elogiam e apoiam a política militar dos EUA no Iraque e que afinal são pagos pelo governo.
Acredito que o Sr. Fatal também não passe de um apêndice deste Ministério da Educação e que receba dos dois lados.
Este tipo de humanóides prostituídos alimentam-se da corrupção e são em parte os grande obreiros da perversão política reinante, onde a propaganda e a informação sectária tomou o lugar do conhecimento.
E o problema é que muita gente não tem capacidade para distinguir a publicidade enganosa do saber, separando o lixo capitalista da cultura humanista, uma vez que a liberdade de pensamento e crítica é um bem cada vez mais escasso e precioso.
Maio 15, 2008 at 9:39 am
Hehe, já viram, no segundo documento acima, a morada do INA? Palácio dos MARQUES de Pombal? Burros!
Maio 15, 2008 at 9:59 am
DA, podem, claro que podem.
O resto são etalhes que até podem levar a que não necessitem de mudar de Escola.
Capisce?
Maio 15, 2008 at 10:06 am
Alguém sabe se é verdade que o Presidente Câmara Oeiras numa dada reunião com PCE´s os “incentivou” a avançar com o novo modelo de gestão e a convocar assim eleições até ao final de Junho?
Maio 15, 2008 at 10:19 am
Alguém me sabe dizer quem é que administra o INA?. É que no site deles não consigo ver. Será que eles pagam os seus impostos, nomeadamente o sr. “fatal”. ao preço que o ina leva a formação e ao peso que o sr. “fatal” a faz…é quase o totoloto…ou melhor “ensino-negócio”!
Maio 15, 2008 at 10:25 am
#30 e #43
Numa dessas listas está um “fita-cola” que já teve 2 processos disc. por dar explicações aos próprios alunos (um ainda o ano passado). Os processos não deram em nada (que eu saiba). Vangloria-se com o facto de as explicações lhe terem pago a casa(rão), acha que agora é rico ($$$) e …não faz compras no Lidl (passe a publicidade) porque não vai a “supermercados de pobre”… IRRA!…
PostS. (É esposo da PCE da sua escola)
Maio 15, 2008 at 11:05 am
Desde o início que me pareceu muito mais importante denunciar a “Acção” do que as condutas e o modelo fatalmente avaliativo.
Encartar avaliadores em 16 horas, distribuídas por dois dias (8+8), com a extensa e densa lista de objectivos é obra.
Já tinha escrito sobre isso há uns dias:
http://fjsantos.wordpress.com/2008/05/07/quem-esta-ja-a-ganhar-com-a-avaliacao-de-professores/
Maio 15, 2008 at 11:08 am
De resto também achei curioso que o dr. Fatal apenas se preocupasse com a divulgação das condutas, não tendo até ao momento tentado rebater as críticas à Acção que o INA revende às escolas:
http://fjsantos.wordpress.com/2008/05/13/as-dores-do-dr-fatal/
Maio 15, 2008 at 12:10 pm
JMC
Esse “fita-cola” (que diz andar a fazer um “curso de formação de formadores”), juntamente com outro “cola”, andavam já em Fevereiro com a calendarização feita das aulas a assitir (ambos são titulares), tal era a ânsia de avaliar os colegas.
Maio 15, 2008 at 12:49 pm
os documentos sairam com erros de ortografia. Será já a aplicação do novo acordo ortográfico, ou a continuação dessa vergonhosa incompetência…
Maio 15, 2008 at 12:49 pm
25sempre25,
Só agora vi o seu comentário (79). Estou de acordo com o que diz e nada me move contra os titulares, em abstracto. Percebo que têm uma situação pouco agradável. Há, no entanto titulares e titulares. Há pessoas que estão angustiadas, outras aborrecidas, mas há outras que tiveram a sua “janela de oportunidade” para massacrar os colegas ou para fugir a situações desagradáveis na carreira. Algumas estão a adesivar com muita consistência. Também há não titulares com imensa pena de não poderem adesivar já.
Seja como for, há um problema que se coloca a todos nós: será que vamos cooperar com a destruição do ensino em Portugal? Há uma resistência à questão da iníqua divisão da carreira e ao ainda mais iníquo concurso para titular. Mas há uma resistência a fazer, ainda mais importante, ao niilismo educativo e à destruição da possibilidade de ensinar alguma coisa com consistência. O que se pede aos colegas titulares é alguma sabedoria de acomodação para que o ensino não seja destruído pela horda de bárbaros que colonizam o sistema. Aquilo que me preocupa não é já que existam titulares. É que estes aceitem sem pestanejar serem porta-vozes e agentes do niilismo educativo, disfarçado de processos de gestão e de administração. Há um perigo muito sério a rondar o ensino em Portugal, que não é apenas um problema nosso, e esse perigo é a substituição do ensino dos futuros cidadãos pela administração de colónias de crianças e jovens. O que me preocupa é a disponibilidade de alguns professores para cooperar com esta traição aos nossos alunos. Só isso.
Um abraço,
JCM
Maio 15, 2008 at 12:52 pm
sou titular, mas não estou intressado nessa m…
Maio 15, 2008 at 1:39 pm
Onde estão as medidas para o terceiro período?? Vamos ficar de braços cruzados? O pior é que muitos dos colegas que não são adesivos vão reformar-se – apesar das penalizações – porque não admitem INDIGNIDADES e nós, se isto não mudar, não temos outro remédio senão pagar os 200 euros para tão vetusta DEformação. E ninguém denuncia a acefalia e indigência total do INA??? VAMOS FAZER UM PARTIDO POLÍTICO E CONCORRER ÀS ELEIÇÕES!!! HEIN??
Maio 15, 2008 at 1:41 pm
Já nada me importa
…
Sou um navio que chegou a um porto
E cujo movimento é ali ficar
Maio 15, 2008 at 2:44 pm
Pelo que parece Bárbara é assim que já nos vamos sentindo…
Maio 15, 2008 at 6:08 pm
ehehehehe … ok, encontramo-nos em 2017 …
http://psitasideo.blogspot.com/2008/05/foi-voc-que-pediu-condutas-metro-para.html
Maio 15, 2008 at 7:16 pm
Não podemos é nos enganar e pensar que a pretensa lista de condutas é apenas um empilhado de besteiradas saídas da cabeça de um qualuer com a intenção de tirar proveito de uma situação…
Porque há uma instituição por detrás disso tudo, e se o interesse é transmitir aqueles valores, esses “sistema” é perigoso…!!!! parece coisa feita para transformar educadores em um bando de carneiros… atenção!!!!!!
Esse curso deveria chamar-se DEFORMAÇÃO FATAL, assim ficaria mais adequado.
Maio 15, 2008 at 9:23 pm
Uma coisa é certa. O sr. fatal já garantiu uma grande publicidade e de forma gratuita, com esta problemática da “ferramenta”. Se ele afirma que é tudo seu…garanto-lhe que é! menoos da minha, que essa ainda vou dando tento dela!
Maio 15, 2008 at 11:34 pm
“podem, claro que podem.”
Ok, Paulo.
Eu até gostava de ficar na mesma escola… mas não vou concorrer ao CG, até porque duvido que os QEs gostassem de ver malta “de fora” nas listas.
Maio 16, 2008 at 12:33 am
Salientei JCM porque é um dos participantes que contribui sempre de forma desinteressada, lúcida e coerente. Opinião minha claro. Um dos aspectos de interesse destes espaços é trocarmos ideias sem conhecer as pessoas (eu não conheço quem é quem, mas percebe-se que alguns se conhecem. OK).
(91) Sem comentários… Agora, divagação, ao sabor do vento: em 150 000 indivíduos haverá para todos os gostos. Tenho um amigo que um dia assentou arriais na escola de Nisa. Estando sentado num dos pequenos sofás da sala, vê chegar um “dinossauro”: esse lugar onde você está sentado é meu, está reservado. E levantou-se para ceder o lugar. Surrealista? Claro. Raro? Nem por isso.Vaidade, prepotência, pequena vingança, disputas, jogos de poder, galos de capoeira, imcompetência embrulhada em vários papéis, um dos quais a bajulação… já vi de tudo, e ainda não vi tudo…
O Decreto 12-A/2008 prevê que os funcionários públicos com funções de inspecção escapam à mobilidade e mantêm o vínculo. E isso explica os milhares que se apresentaram ao último concurso que vai seleccionar meia dúzia. A maior parte deles candidatou-se em desespero de causa, espreitando uma oportunidade de permanecer no sistema com garantias.
Dos que frequentaram ou vão frequentar a Fatalidade, alguns dirão: “Julgo ter aprendido alguma coisa”, outros, “Olhe que eu frequentei acções e percebo muito de avaliação”, outros, “Porte-se bem porque eu é que sou o avaliador e até tive a fatalidade de frequentar muitas acções de formação !” Vai haver para todos os gostos.
Os titulares arrogantes, alguns mal sabendo ler e menos escrever, já eram antes de ser
Uma das chaves para abrir a porta desta imensa teia onde tudo está preso é o (96). Curto e certeiro: o sistema pretende fazer implodir o ensino público. Simples.
Maio 16, 2008 at 12:39 am
… é o (97).
Maio 16, 2008 at 7:20 am
Tiro o chapéu ao Fatal. O meu desprezo profundo prá malta adesiva.
Maio 16, 2008 at 3:27 pm
Sou professora titular, no 10º escalão e na minha escola sou dos poucos que dão cara contra toda esta palhaçada. Um dia destes desisto! Não consigo entender a passividade dos colegas – já “entendo!” melhor os adesivos. Apresentam -se em reuniões sem terem lido e analisado documentos que vão ter impacto na sua vida profissional/pessoal! Não têm parecer sobre nada! Não têm opinião formada!Desconhecem a legislação que lhes diz respeito!
Um dia destes desisto mesmo.
A propósito, o processo eleitoral para o CG já está aberto lá na escola….
Maio 16, 2008 at 3:29 pm
Era fatal “comó” destino! (em homenagem a um aluno que hoje escreveu … estava ópe de…