Socialistas com mais de 500 faltas
Os deputados socialistas já registaram nesta sessão legislativa, que termina a 18 de Julho, mais de 500 faltas às reuniões plenárias. Perante este cenário, o líder parlamentar do PS, Alberto Martins, chamou a atenção dos deputados e exigiu maior assiduidade.
Será que, quando vierem a apresentar-se novamente (os que o fizerem) a votos, teremos acesso a este tipo de informação e poderemos votar de forma diferenciada nos vários deputados constantes nas listas?
É que se fartam de me dizer que a avaliação dos políticos se faz nas urnas, mas eu só tenho um voto e eles são tantos…
E nem vale a pena doutrinarem-me sobre o facto de eu ter de escolher perante as listas disponíveis no meu círculo eleitoral se, depois de chegados ao Parlamento, eles são «deputados da Nação» e não devem defender interesses particulares como aquel’outro o limiano.
Maio 13, 2008 at 7:26 pm
Então ninguém os foi substituir?
Maio 13, 2008 at 7:36 pm
è a chamada profissão de alterne, vão alternando entre não fazer nada e nada fazer..
talvez fo.
Maio 13, 2008 at 7:43 pm
Façam-lhe um teste para testar as competências, JÁ!
Maio 13, 2008 at 7:46 pm
Façam-lhes… BLERCK… que feio!
Que lhes seja exigido uma prova, bolas!
Vocês sabem qual!:))
Maio 13, 2008 at 8:05 pm
É interessante constatar como este governo tem sido ímpar na estratégia de colocar as suas “reformas estruturantes” em práctica através de um jogo interessante com um dos famosos 7 pecados: a nossa sempre tão querida e frequente Inveja.
A estratégia tem consistido em tomar medidas sempre atractivas aos olhos de uma população cada vez mais insatisfeita com a sua vida e, directamente, descontente com o sucesso, regalias, direitos adquiridos, etc…, dos seus próximos de diversas outras áreas profissionais:
“- Farmácias? Ganham rios de dinheiro!”
“- Polícia? É só regalias!
“- Oficiais de justiça? Chega de tantas férias!”
“- Professores? Esses pensavam que era só avaliar e nunca serem avaliados!”
…
O problema é que começa “a sobrar” para todos… sem excepção…
E começa-se a entender que quem precisa de uma avaliação mais rigorosa e frequente não são os professores, os juízes ou os polícias:
- São os políticos!
Porque é deles a culpa das vergonhosas políticas que temos de aguentar!
Porque é deles que surgem sempre os piores exemplos!
E porque nos seus direitos e regalias ninguém nunca mexe.
( A não ser que seja para melhorá-los… )
Maio 13, 2008 at 8:29 pm
Será que os deputados do PS se podem candidatar ao “Excelente”?
Com tantos deputados “doentes”, o PS não vai longe…
Maio 13, 2008 at 8:40 pm
Concordo com a Renda. Se nós temos a Ocupação Plena de Tempos Escolares eles também têm de ter uma medida destas. Penso que é preciso um Plano de ocupação de tempos na assembleia, isto tem de ser combatido com as substituições aos faltistas.
Maio 13, 2008 at 9:54 pm
Geoge Orwell bem que tinha razão no livro “Animal Farm”:
“Pigs are all equal, but some are more equal than others”.
Maio 13, 2008 at 10:15 pm
mesmo com tanta viagem de borla não se pode estar em dois lados ao mesmo tempo
Maio 13, 2008 at 10:18 pm
Então estes não têm, cada um, um assessor dedicado?
rc: não será “animals” em vez de “pigs”, porque os mais iguais eram os ditos pigs?
Maio 13, 2008 at 11:18 pm
O legislador faz as leis para os outros cumprirem mas, ao que parece, ele fica de fora dessas keis ou não tenciona cumpri-las. Será isto assim? Estará correcto que assim seja?
Dito de outra maneira!
O PS Governo aperta o cerco às faltas dos professores e funcionários públicos em geral. Mas o PS Parlamento fica de fora desse cerco ou não tenciona cumprir aquilo que o PS Governo diz e faz!
Será isto assim? Estará correcto que assim seja?
JMatias
Maio 14, 2008 at 4:29 am
Manda quem pode, logo eu quero, posso e mando. Este é o PS no seu esplendor.
Para o próximo ano… cartão vermelho para estes indivíduos e que fiquem a “penar” uns bons 20 anos!
Maio 14, 2008 at 9:10 am
Continua tudo com imenso conforto e sem stress!
Maio 14, 2008 at 12:34 pm
Os regimes autoritários distinguem-se dos regimes democráticos (Estados que se baseiam na Lei), pela forma como um grupo de indivíduos faz a sua própria “lei”, á margem da própria Lei de Estado, e ostracivamente a exibe aos outros com afrontas permanentes á dignidade de toda e qualquer pessoa e á justiça e justeza.
Maio 14, 2008 at 8:44 pm
As leis são para os outros mas não para estes senhores, a saber:não se pode fumar em sítios fechados mas eles fumam (depois dizem “oh não sabia que tinha infringido a lei”…)E as faltas só são punitivas para os outros, para os desgraçados dos profes??Ora façam-me um favor e…vão catar morangos.