Bom Dia,
Deixou hoje de estar online (embora não tenha sido apagado e continue disponível nos arquivos a que só eu tenho acesso) o post sobre as suas 96 condutas (que afinal são 93 porque há algumas repetidas), assim como os 156 comentários que se lhe seguiam.
Mais do que isso não farei, pois não retirarei o texto sobre o curso do INA que é público e divulgado em escolas e outros espaços públicos.
Se me quiser processar acerca da expressão de opiniões sobre factos públicos, essa é uma prerrogativa sua. Provavelmente essa seria uma decisão extremamente errada da sua parte, em virtude da publicidade que isso traria à questão, para além de servir para demonstrar que não tem razão em querer reservar informação que é facultada em acções de formação pagas pelos formandos, num instituto público.
Mas, como escrevo, é um direito que lhe assiste,
Com os cumprimentos possíveis numa situação destas,
Paulo G.
Adenda: E assim o Umbigo praticou o seu primeiro acto de auto-censura. Era fatal como o destino que o dia chegaria. E eu não gosto de limitar as hipóteses do empreendedorismo nacional.
Maio 13, 2008 at 9:43 am
Paulo, não havia necessidade!
Maio 13, 2008 at 10:45 am
No Comments.
É a decisão do Paulo.
Maio 13, 2008 at 10:57 am
Porque é que não se pode falar ou comentar sobre o curso do INA ou de outra coisa qualquer?!!!
Maio 13, 2008 at 11:09 am
Não percebo este senhor (JFN): neste momento a lista, que continua “online”, já tem cópias em tantos sítios que ele nem terá tempo para enviar mails ameaçadores a todos. Terá tempo em excesso à sua disposição?
Maio 13, 2008 at 11:15 am
Esta é só para ver a “estrelinha” atribuida mais uma vez. Como dizia o meu amigo GM: “There are all sorts of fools”
Maio 13, 2008 at 11:38 am
Paulo!
Compreendo a decisão.
A reacção “desastrosa” [escolhi um sinónimo para me salvaguardar da hipótese de um nefasto (outro sinónimo] procedimento criminal, por abuso de direitos de autor) é mais um sintoma revelador da atmosfera claustrofóbica que se tem vindo a instalar em Portugal nos últimos tempos.
O cidadão exemplar quer-se calado, ou então, bajulador e subserviente. Enfim, está visto que este país precisa é de “yes men” que reproduzam “his master voice”.
Mas o efeito vai ser o contrário do pretendido.
Situações deste calibre só contribuem para nos unir e fazem aumentar a nossa vontade de dizer: “Por aí não!”.
Já não há pachorra!
Em minha casa, por exemplo, já há muito tempo que não deixo entrar nenhum dos nossos ilustres governantes. Em minha casa só entra quem eu quero.
Podem aparecer quinhentas vezes por dia na TV (sei que exagerei em dois ou três momentos) que eu não lhes dou atenção. Mudo logo de canal. Por vezes, não me consigo livrar deles à primeira, pois estão por todo lado.
Só é pena que esta omnipresença mediática não seja acompanhada por uma omnisciência na governação.
É a prova da lei das (des)compensações.
Um abraço de solidariedade.
E, já agora, alusivo ao tema:
Maio 13, 2008 at 11:45 am
Já agora, apenas relembrar que a as 96 condutas com copyright con tinuam disponíveis em http://psitasideo.blogspot.com/2008/05/o-negcio-da-avaliao-de-professores-com.html
Maio 13, 2008 at 12:08 pm
Très moche, a fatal pressão. Sinal dos tempos.
Maio 13, 2008 at 12:23 pm
A propósito ou talvez não
Miguel Gaspar refre hoje no Público, a propósito da ASAE e do seu planeamento por objectivos quantificados, que nem a URSS tinha chegado tão longe no seu modus operadi totalitário.
Ora acontece que no tempo de Estaline, a polícia política tinha obejectivos precisos de números de detenções e de execuções por província.
Tudo para que o “exemplo” e o medo se instalasse em todo o território.
E o que aconteceu foi que os esbirros locais, com o propósito de se mostrarem servis, cumpridores e patriotas acima de qualquer suspeita, emulavam-se na ultrapassagem do cálculo previsto, em termos de prisioneiros políticos e de execuções de “contra-revolucionários”.
http://www.amazon.com/Stalin-Court-Simon-Sebag-Montefiore/dp/1400042305
Ou seja, seria bom que os escribas estudassem um pouco mais de hístória e, por outro lado, isto demonstra que os “radicais” ex(?)marxistas que integram a administração Sócrates, sabem muito bem o que andam a fazer.
Maio 13, 2008 at 12:26 pm
Acho que fez muito bem em retirar a tal lista; aquilo era uma coisa redonda (redonda, i.e., sem pontas, percebem?) a ocupar (muito) espaço.
Mas a culpa, A CULPA, dos professorzecos está finalmente provada:
http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2008/05/12/a-culpa-sempre-e-dos-professores
Maio 13, 2008 at 1:09 pm
Negociatas
Aqui e aqui.
A polémica aqui.
Comentário: como Fatal é o nome de um festival de teatro organizado pela reitoria da UL, recomendo ao senhor fatal que tire uns tempos para aprender a escrever português. Que não diga asneiras sobre os direitos de autor, porque eu também sou autor e sócio da SPA. Que se dedique à agricultura: agora com a crise dos cereais é um bom domínio para tentar ganhar uns trocos. E… deixe-se de andar a chatear as pessoas.
Já que falamos em agricultura…
CD Diz:
12 Maio, 2008 às 4:52 pm
E quando a maior parte nos estádios do Euro 2004 substituirem a relva por couves (ou arrozais) portugal irá finalmente cumprir o seu destino, ou o 25 de Abril ou o 13 de Maio – enfim vai cumprir uma merda qualquer. (nos comentários do blasfemias.net)
criticademusica.blogspot.com/
Maio 13, 2008 at 1:09 pm
Negociatas
Aqui e aqui.
A polémica aqui.
Comentário: como Fatal é o nome de um festival de teatro organizado pela reitoria da UL, recomendo ao senhor fatal que tire uns tempos para aprender a escrever português. Que não diga asneiras sobre os direitos de autor, porque eu também sou autor e sócio da SPA. Que se dedique à agricultura: agora com a crise dos cereais é um bom domínio para tentar ganhar uns trocos. E… deixe-se de andar a chatear as pessoas.
criticademusica.blogspot.com/
Maio 13, 2008 at 1:14 pm
solidariedade com este blog.
Não à censura.
ameaças dos queixinhas. Isto é meu meu meu… tristes figuras
Maio 13, 2008 at 1:28 pm
Paulo:
exatamente! todos os documentos divulgados publicamente são passiveis de serem discutidos e comentador. Esse senhor deve perceber que Portugal (ainda) não é África. Os emails que ele mandou para os blogs e que me chegaram ao conhecimento revelam a mentalidade de um idiota. que não percebe minimamente que Portugal está, porque optou, integrado na UE, e que isso implica esta liberdade crítica que ele gostaria que não existisse. É incompetente, o tal senhor fatal, porque dá erros crassos ao escrever r porque diz coisas idiotas falando como se conhecesse muito bem a legislação. è inacreditável que o ME trabalhe, ou aceite a colaboração, de gente assim, incompetente e ignorante (e que molesta mandando emails esquizofrénicos às pessoas), e isso será tratado na devida altura.
Maio 13, 2008 at 1:44 pm
Pois é…Compreendo mas…se não nexercermos a liberdade…ela vai se escapulindo entre os dedos
Maio 13, 2008 at 1:46 pm
Isto é uma daquelas coisas em que quem quis sair por cima ficou pior do que estava. Pelo facto de ter mandado os mails a ameaçar os blogs, as 96-3 teses foram ainda mais lidas e divulgadas (até porque na altura em que eu recebi o mail o post já estava no fundo, fundo e já ninguém lhe ligava…) e fatalmente alguém ficou, por culpa própria e pela linguagem que usou, completamente desacreditado…
Agora que se meta a si próprio em tribunal…
Passemos a outros assuntos mais interessantes.
Maio 13, 2008 at 1:47 pm
[...] dores do dr. Fatal Jump to Comments Conforme se pode ler aqui, ali, mas também acolá, o sr dr. Fatal parece ter ficado muito incomodado com o facto de algumas [...]
Maio 13, 2008 at 2:01 pm
As noventa e tantas condutas estão no meu blogue e já as difundi o mais que pude para que se perceba com quem andamos a lidar… Claro que não há comnetários por lá…
Eu não tiraria nunca, mas o paulo é uma pessoa fora de série … que eu não sou.
Abraço.
Maio 13, 2008 at 2:09 pm
Um abraço de solidariedade ao Paulo.
Tudo o que mexe com tribunais deve ser analisado com cuidado…
O Fatal é um TRETAS!!!!
Cuide-se que , se por acaso tiver o azar de se cruzar comigo numa sessão pública será questionado sobre este assunto… e obviamente desmascarado quanto ás nebulosidades do INA e da venda do seu programazinho informático.
Cuide-se bem!
António (professor numa escola da margem sado que brevemente o interpelará… encontro marcado)
Maio 13, 2008 at 2:49 pm
Não me parece bem ceder a uma ameaça.
Há ocasiões na vida em que é preciso dizer não e mostrar coragem.
Repõe a informação, pá, e deixa vir os tribunais. Não há tribunal nenhum que não te dê razão.
Os comentários são da responsabilidade de quem os escreveu.
Maio 13, 2008 at 2:51 pm
Só para experimentar, porque o comentário que fiz pelas 11 e meia não foi publicado
Maio 13, 2008 at 3:06 pm
Refiz o comentário, mas continua a não entrar. Acho que é do link. Vou experimentar doutro modo.
Acho muito bem que tenha retirado a tal lista, até porque era coisa redonda (i.e., sem pontas, precebem?) e estava só a ocupar espaço.
Mas a culpa, A CULPA, é indubitavelmente dos professorzecos. Não é a culpa de quê, é A CULPA:
http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2008/05/12/a-culpa-sempre-e-dos-professores
Maio 13, 2008 at 3:15 pm
Pois eu peguei nas 96 (afinal 93) anedotas – que tinha copiado – e passei-as a toda a gente que conheço: aquém e além fronteiras.
A imbecilidade (quanto mais institucional) exposta ao ridículo, que não ao poder!!
O Paulo se calhar fez bem, afinal isto de sempre “andar de mãos dadas com os perigos” tem custos, sobretudo quando se passou a ter visibilidade mediática.
A minha solidariedade total
Saudações de uma malandra que usou as ditas, não em proveito próprio (nada disso!!)- mas de quantos ainda conservam alguma lucidez neste chiqueiro em que nos querem pôr a chafurdar!
)
Ah, – continuo é a não gostar do meu boneco – ñ se pode mudar-lhe a cor??
)
Maio 13, 2008 at 3:28 pm
1959 revisited…
Aqui vai a transcrição de um excerto do discurso da defesa no processo movido a Aquilino Ribeiro, aquando (e por causa) da publicação de “Quando os Lobos Uivam”(1959:
«Acabar-se-á de uma vez para sempre com a liberdade de pensar, e ninguém pense mais em emitir juízos quanto à sociedade em que vive, passando todas as estruturas a ser inatacavelmente perfeitas, e nelas tudo correndo panglóssicamente pelo melhor. Seria o último estádio de um lento processo com o fim de esmagar toda e qualquer manifestação de inteligência, de aniquilar o indivíduo como ser pensante e de o acorrentar bovino e passivo ao arado de que o Poder segura a rabiça.»
incrível a intemporalidade da tacanhez, não?
Maio 13, 2008 at 3:32 pm
Só para ver que monstrinho me sai agora
Maio 13, 2008 at 3:33 pm
Não posso crer!!! Cor de rosa???!!! Outra vez???!!!
It’s an injustice!….
Maio 13, 2008 at 3:51 pm
As 96 (93) anedotas circulam a toda a velocidade, via correio electrónico. Ao que consta até já por via sms. É muito bom os professores frequentarem acções de formação “topio de gamia”. Estarem informados e esclarecidos.
Os professores devem estar sempre (bem) informados…
Maio 13, 2008 at 4:00 pm
ME não se pronuncia…
Da arte de extorquir 200 euros aos incautos
Reuniu hoje, dia 9 de Maio, pela primeira vez, a Comissão Paritária criada na sequência do “Memorando de Entendimento” entre o ME e os Sindicatos, e que visa acompanhar o processo de implementação da avaliação e preparar as negociações, previstas para Junho e Julho de 2009, de onde decorrerá a sua alteração.
Foi uma reunião em que, sobretudo, se discutiu o método de organização e de trabalho, ficando claro que os Sindicatos, através desta comissão, terão acesso a todos os documentos provenientes das escolas e do Conselho Científico, mas darão nota, também, de informações e dados que recolham directamente dos professores.
Para além da recolha que fará através dos delegados e dirigentes sindicais directamente nas escolas, a FENPROF criou já uma “linha verde de e-mail” especificamente para esse efeito.
Entretanto, ficou já prevista nova reunião para dia 23 de Maio, onde, entre outros aspectos, voltará à mesa da discussão o despacho ministerial que contém as fichas e grelhas de avaliação.
Na reunião, a FENPROF aproveitou ainda para questionar o ME sobre as acções de formação que o INA está a promover a 200 euros. Sobre essa formação o ME não se pronunciou, recusando dizer se a validava ou não como adequada. Em suma, deu para confirmar que se trata de uma iniciativa destinada a extorquir duas centenas de euros a alguns incautos.
À margem da Ordem de Trabalhos, a FENPROF solicitou o relatório do ME sobre os edifícios escolares que contêm amianto. É inaceitável a forma como o ME desvalorizou o problema. Tratando-se de um problema de saúde pública, a FENPROF exige a resolução urgente da situação. O Secretariado Nacional (da Fenprof)
criticademusica.blogspot.com/
Maio 13, 2008 at 4:13 pm
Maio 13, 2008 at 4:28 pm
é muito fácil falar por fora e dizer que não se cederia. Mas vale apenas ter aborrecimentos por tão pouco? Dar ainda mais visibilidade a um assunto que é por si só uma anedota? Eu concordo com o Paulo.
Maio 13, 2008 at 4:31 pm
no fundo a verdadeira luta tem de ser contra a política do ME e menos contra os adesivos.
Maio 13, 2008 at 4:59 pm
Esta formação, como outras que decorrem (decorreram e decorrerão) por aí, são a tal especialização na aquisição de novas competências, para um eficaz e eficiente exercício da titularidade em prol do verdadeiro serviço público e da defesa do bem público!
Quem não sente já a melhoria dos serviços públicos? -Só por má fé diriam que não (vá lá…) … Ele é na saúde, na justiça, na educação, na segurança, nas autarquias, na preservação patrimonial e ambiental,… na justeza da distribuição dos rendimentos, na redução das assimetrias sócio-económicas e espaciais, no igual tratamento dos cidadãos,…
Mas, serão ainda mais eficazes (os serviços públicos) quando deixarem de existir e a eficiência na administração/gestão e defesa do Bem Público atingirá o expoente máximo quando passar a privado… e para lá se caminha com rapidez… sempre que vejo a sigla PS, ocorre-me (acto contínuo)pronto a sacar… (na próxima consulta de psiquiatria vou tentar tirar isto a limpo…)
Maio 13, 2008 at 5:09 pm
A IGE explica-se, na sua página, sobre a apresentação de queixas contra profs. É o e-atendimento ao serviço de todos!
Maio 13, 2008 at 5:45 pm
Expliquem-me lá uma coisinha que eu ainda não percebi: exactamente por que razão o Paulo tinha que retirar as ditas condutas? Não eram públicas? Eu vi-as em 1º lugar no blogue do Ramiro Marques… Não percebo a pressão. Eram verdadeiras? O doc. Existe ou existia ou existiu? Ou o doc. era segredo de Estado???
Paulo: não se incomode com a minha “lentidão” para perceber estas coisas? Estou muito cansada e já me custa a compreender … mas gostava… de perceber…
Maio 13, 2008 at 6:08 pm
E ninguém chamou a ASAE ?
Bem prega Frei Sócrates
A lei só se aplica aos súbditos
Sócrates e Pinho violaram proibição de fumar a bordo do voo de Lisboa para Caracas
http://www.scribd.com/doc/2960129/Publico-Socrates-e-Pinho-violaram-proibicao-de-fumar-a-bordo-do-voo-de-Lisboa-para-Caracas
Maio 13, 2008 at 6:11 pm
não passarão: bem prega Frei Tomás… esta gente nem existe!!! … e com papas e bolos se enganam os tolos…
Acha que irão fazer retirar a notícia do ar??? …
Maio 13, 2008 at 6:20 pm
Com os negócios em ebulição após longa espera, vai haver condutas espalhadas por todo o lado. O barco já está esburacado como um queijo suíço. Quando um navio se afunda quem são os primeiros a abandoná-lo?
Maio 13, 2008 at 6:22 pm
Foi pedido com jeitinho???
Maio 13, 2008 at 6:37 pm
Andei a informar-me melhor por esses blogues… e então o dito sr. Fatal escreveu que se fartou – acho que se esqueceu de alguns… eu não retiro nem com jeitinho… se o sr. fizer questão para não plagiarem o dito – escrevo lá o nome do autor bem escarrapachado para não haver dúvidas… agora eu pensava que ainda estávamos num país livre… será??? porque o doc. apareceu a público… não foi ele documento que se autopublicou com as suas próprias mãozinhas…
Maio 13, 2008 at 6:41 pm
Eu retirei, mas mantenho como post “não publicado” com todos os comentários arquivados.
Retirei apenas esse post e mais nenhum porque começo a não ter paciência para aturar certo tipo de ameaças offline e, com toda sinceridade, o sr dr. JFN é uma simples roda numa engrenagem muito maior.
Não estou para perder o meu tempo em Tribunal com ele.
Maio 13, 2008 at 6:52 pm
Não consigo perceber porque razão as acções de formação promovidas pelo INA para avaliação de professores se encontram esgotadas.
Não consigo perceber porque razão caem no INA imensos pedidos de novas acções de formação neste género.
Os 100000 de Lisboa estão genuinamente contra a política do ME, ou alguns fazem jogo duplo?
Com este tipo de comportamentos, não iremos a lado nenhum!
A classe docente tem que se dar ao respeito que quer ser respeitada.
Maio 13, 2008 at 6:53 pm
Em 38 on se lê “A classe docente tem que se dar ao respeito que quer ser respeitada” deve ler-se “A classe docente tem que se dar ao respeito se quer ser respeitada”
Maio 13, 2008 at 6:54 pm
Fez bem. Mais não fosse porque a justiça é cara. E educação também. E a saúde idem. E a democracia outro tanto. Ainda bem que o overno é socialista
Maio 13, 2008 at 6:55 pm
Ao Paulo, manifesto a minha total solidariedade!
Maio 13, 2008 at 6:58 pm
Paulo Guinote: não estou a criticá-lo DE MANEIRA NENHUMA e julgá-lo muito menos ( e de tribunais que todos os asantinhos nos livrem…)… ora eu não tenho visibilidade como o amigo tem , posso proceder de outra maneira. Mas como me habituei a vê-lo sempre frontal e sem meias palavras, estranhei. Estranho muito mais a incompreensível pressão.
As condutas mantêm-se em vários blogues para quem quiser meditar sobre o assunto, que eu considero grave, aliás, muitas pessoas copiaram-nas logo, imprimiram-nas … nos tempos que correm não consegue apagar-se nada com a facilidade que alguns ainda supõem , o que significa que não estão tão bem informados como aparentam…
Maio 13, 2008 at 7:01 pm
E com isto tudo eu fiquei sem uma cópia do documento… que galo!
Maio 13, 2008 at 7:02 pm
Pá!!! O meu monstro é parecido comigo!!!
Como é que fizeste isto, Paulo?
Maio 13, 2008 at 7:02 pm
E esqueci-me de lhe deixar um grande abraço… e dia 17 de Maio lá estaremos… Não se esqueçam…
17 de Maio (sábado) decorrerão em Lisboa (Alto do Parque Eduardo VII), Porto (Pç. D. João I), Coimbra (Pç. da República) e Évora (Pç do Giraldo) , às 15h00, manifestações regionais de protesto dos educadores e professores.
Maio 13, 2008 at 7:05 pm
Caro Paulo
Confesso que fiquei um pouco perplexa com a cedência à retirada da lista das condutas. Também já tinha ficado perante a mesma cedência no Terrear. Não sei se, num caso e noutro, haveria eventualmente comentários ‘excessivos’ que justificassem uma queixa do dito senhor-autor, mas os comentários que o justificassem até podiam ser eliminados, pelo menos os anónimos, que muitas vezes, sob o anonimato, são insultiosos, embora seja discutível eliminar e o autor do blog não seja responsável por eles.
Fiquei admirada porque não me parece que possa haver alguma razão para a exigência, mas talvez a razão me esteja a escapar.
De qualquer modo, estou solidária com o Paulo e considero que a retirada do post é uma decisão que lhe cabe, só a si e não a efeito de ameaças que me parecem irracionais.
Maio 13, 2008 at 7:07 pm
Há situações que não merecem efectivamente que se perca tempo com elas.
Bem haja, Paulo Guinote, pelo espaço de reflexão, partilha e camaradagem que é este blog.
Maio 13, 2008 at 7:09 pm
Luís Ferreira: as condutas já celebérrimas – pese a alguns!! – continuam aqui http://psitasideo.blogspot.com/2008/05/o-negcio-da-avaliao-de-professores-com.html
e aqui http://ramiromarques.blogspot.com/2008/05/ina-oferece-curso-de-avaliao-de-pessoal.html
e no meu sítio também… pelo menos.
não verifiquei se José Matias Alves as retirou.
Maio 13, 2008 at 7:10 pm
Pronto Ic já nos elucidou : do TERREAR também desapareceram… as condutas…
Maio 13, 2008 at 7:11 pm
Zé: tem muita razão , mas é mau sinal que aconteçam…
Maio 13, 2008 at 7:18 pm
Um dia, quiçá, voltarão para o seu lugar.
Existiam comentários algo excessivos e foi mais por isso que suspendi a publicação.
Não quis praticar censura selectiva.
Comemos todos pela mesma medida.
Mas os outros posts continuam.
Agora se eu apanhar nas minhas próprias mãos um documento da dita formação, isso é outra coisa.
Maio 13, 2008 at 7:23 pm
Eu, com a idade que tenho, 34 anos depois do 25 de Abril, não pensei chegar a este ponto…
mas podem fumar a bordo de um avião onde viaje o Pm , mesmo que seja voo sem fumo… todos os dias a aprender… ( mudei de assunto para desanuviar o ambiente hehehehe)
“O primeiro-ministro que restringiu e bem o fumo em Portugal devia dar o exemplo. Isto é uma pouca vergonha”, disse ao PÚBLICO, ao abrigo do anonimato, um dos empresários que se mostrava mais agastado com a situação, explicando que estava ali “para tentar fazer negócios e não arranjar problemas”.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1328604&idCanal=12
Maio 13, 2008 at 7:28 pm
#43, no blog do prof Ramiro Marques ainda lá “andam” as famosas 96-3.
Se o Paulo achou por bem retirar, porque não?
Parece-me que temos coisas tão sérias para fazer – ensinar – que ocuparmo-nos de coisitas assim, seria fatal como o destino que só perderíamos tempo.
Maio 13, 2008 at 7:32 pm
Pois é , piaf, mas é assim que começam … devagarinho … até nos calarem…
Maio 13, 2008 at 7:48 pm
Já participei na organização de inquéritos para avaliar organizações e qualidade da respectiva direcção, nos quais as respostas eram de facto cruzadas e agregadas. É a primeira vez que deparo com uma inversão do alvo, isto é, as peças atómicas do inquérito passam a ser o seu próprio objectivo. Cheira-me a uma inovação teórica à portuguesa (está há quatro anos em experiência). No mínimo, a ideia já foi vendida ao Director do Instituto Nacional de Administração, que lá soltou os cordões à bolsa para que o dr Jorge Fatal Nogueira vá fazendo os seus ensaiositos. Este último vai invocando copyrights mas mantém secreta a fórmula da poção mágica, isto é, como se processa o cruzamento das respostas. Ora, estais todos avisados de que, caso advirtam os vossos alunos de que devem ser pontuais, estais incorrendo na grave infracção contra direitos de autor registados por este simpático senhor, a menos que tenhais no bolso a sua autorização expressamente produzida onde conste o contexto e as datas limites, devidamente assinada e selada. Tende pois cuidado, muito cuidado, com as inspecções da ASAE.
A Bem da Nação e da iniciativa privada
Maio 13, 2008 at 8:07 pm
Obrigado.
Já cá tenho uma cópia.
Não vou adiantar mais, acho a lista lamentável.
Maio 13, 2008 at 8:13 pm
Rendadebilros, eu defendo que o abuso e a idiotice deve ser tornada pública e o senhor Fatal se pensa que conseguiu alguma coisa, pode ter a certeza que conseguiu – tem o triplo de má publicidade.
Aqui discutia a opção tomada e o direito de a tomar.
Outros tomaram outra, óptimo.
Maio 13, 2008 at 8:25 pm
Deixa-me que te diga, amigo Paulo:
-Fizeste mal! Não há direitos sobre apontamentos de aula que se possam fazer reivindicar, como protegidos, após difusão em contexto formativo. Imaginem que cada professor protegia legalmente, como propriedade intelectual sua, as fichas informativas que disponibiliza aos seus alunos (?)…
Maio 13, 2008 at 8:42 pm
Qualquer texto confidencial só tem uma oportunidade de se manter confidencial: expira no momento em que se torna público pela primeira vez. Tal como uma gota de chuva deixa irremediavelmente de ser gota no momento em que cai no mar.
Os direitos de autor podem ser invocados quando o objectivo seja comercial (um anúncio, por exemplo), mas não se aplicam fora do contexto em que essa actividade comercial se desenvolve. Assim, a versaõ do Moisés dos 96 mandamentos só pode invocar direitos autoriais, caso os tenha, nas acções de formação do mesmo tipo que exerce. Em todos os outros contextos aquelas palavras que utilizou continuam sendo do domínio público.
Maio 13, 2008 at 8:55 pm
Foi um acto fatal
E nada original
Para fugir ao tribunal
etc. e tal…
Maio 13, 2008 at 9:48 pm
A fatalidade das 96 (ou menos) regras de conduta está na concepção de escola que patenteiam. Conheço gente que adora este tipo de coisas, mesmo professores e não titulares. Basta um mestradozito em gestão e administração escolar e estas coisas provocam intensa salivação.
Reafirmo que a escola que se esconde atrás de semelhantes condutas é absolutamente niilista. Para dizer a verdade já não é uma escola.
Agora, caros colegas, ela, essa escola niilista, vai-nos cair em cima e isso é fatal como o destino. Vivemos o tempo em que este tipo de coisas se manifesta e opera o seu trabalho desagregador de tudo o que ainda era sólido, e já não era muito, na vida educativa. Não tenhamos ilusões, o tempo dos professores já acabou e ainda não chegou. Agora é o tempo dos burocratas. Quando o Ocidente morrer asfixiado pela burocracia, virão outros desejosos de aprender e de ter professores e de respeitar os mestres, os antigos mestres. Quem gosta de ensinar, está a mais na escola portuguesa. Apesar de tudo ainda somos muitos os que estamos a mais. Como é que sei isso? Pela violência das reacções, pela inusitada violência da engrenagem que nos está a triturar.
Aquilo que o Paulo fez, também o faria. Não porque tivesse medo de perder em tribunal, mas porque não quereria ter aborrecimentos e gastar dinheiro com semelhante coisa.
Cada dia que passa tenho mais vergonha de ser português (uma pobre macaqueação de democracia) e professor (uma escola a macaquear empresas). No fundo, tudo uma grande macacada.
Agora vou dar uma volta de avião para fumar um cigarro e escrever as 96 condutas dos passageiros aeronáuticos. Parabéns à prima.
Maio 13, 2008 at 10:44 pm
“Auto-Censura”, meu Amigo?
Por quem é?
Maio 14, 2008 at 12:08 am
Sugestão
Porquê que toda a gente que tem blogs não publica estas normazecas? Vamos lá inflacionar a blogosfera com essas anedotas. Vamos pôr meio mundo a rir, pessoal.
Em vez de se lamentarem, PUBLIQUEM.
Pode ser que o Fatal mande 200 emails.
Mais. Que TODOS os emails AMEAÇADORES sejam DIVULGADOS PÚBLICAMENTE.
Vá lá … TODOS a publicar as 96 anedotas.
Maio 14, 2008 at 12:35 am
elas não continuam aqui?
http://www.scribd.com/doc/2914658/terrear-As-96-Condutas-finalmente-do-INA
Maio 14, 2008 at 12:44 am
… e aqui http://movimentoescolapublica.blogspot.com/2008/05/as-96-condutas-propostas-pelo-guru-da.html
Maio 14, 2008 at 12:50 am
isto não é do conhecimento público?
http://www.ina.pt/asp/programa/descricao_pp.asp?c=2682&e=10
Maio 14, 2008 at 12:58 am
Coisas muito importantes e sensatas foram aqui ditas sobre este assunto. Vou tentar não desiludir.
Não sei grande coisa sobre esta coisa da propriedade dos blogs; parece-me que teria feito sentido que o Paulo (permita que diga assim) tivesse dito o que se estava a passar, tomado o pulso e depois uma decisão. Esta decisão de auto-censurar é apenas a 1ª derrota. Pode ser uma vitória de Pirro, espero bem…
E a seguir? Mais cuidado? Auto-censura prévia? Outra cedência?
Este incidente teve, entre outros, o mérito de revelar que não estamos num país livre: Aliás o simples facto de tanta gente estar constantemente a dizer: “Portugal é uma Democracia”, “Portugal é na Europa”, “O 25 de Abril já foi há tantos anos”, etc é prova evidente que existem imensos receios no subconsciente colectivo. Marcas profundas da ditadura, eu sei. De que alguns se estão aroveitando, também sei.
A propósito de (27-coe): discordo no ponto em que o Paulo está por dentro e os outros falam por fora. Aqui estamos todos por dentro. Aliás, parece que a decisão de retirar os 96-3 mandamentos foi motivada por alguns comentários “excessivos” dos que falam por fora… Razão para pensarmos se não nos devemos todos auto-censurar quando escrevemos aqui ou noutro sítio qualquer.
Assunto para irmos acompanhando com todo o interesse.
Um abraço amigo ao Paulo.
Maio 14, 2008 at 8:23 am
O JFN pediu com jeitinho e boas maneiras? Ou foi mesmo à bruta?
Maio 14, 2008 at 10:25 pm
Paulo, a minha total solidariedade.
Há gente muito hipócrita, principalmente, os que têm cargos de poder. Usam e abusam. Não há quem lhes mostre um espelho!
Maio 20, 2008 at 9:09 am
As boas notícias: as condutas do fatal já correm em mails por meio mundo. Era fatal que isso acontecesse… -:)
Junho 7, 2008 at 5:55 pm
Nas suas “acções de formação” o Dr. Fatal começa por impingir uma apresentação pessoalíssima, a que não falta propaganda à sua formação, à família (nº de casamentos, nº de filhos biológicos e não biológicos!), hobbies… Depois de 16 horas de uma tortuosa e confusa tentativa de “lavagem ao cérebro”, oferece-se para passar para as pens dos “formandos” uns materiais muito sugestivos: manuais de auto-ajuda, auto-estima, auto-sugestão, inteligência emocional, testes de QI (de trazer por casa), PowerPoints com maravilhosas frases de paz e harmonia universal e, claro, os livros esotéricos do Paulo Coelho e quejandos. Os anos passados no Brasil operam milagres!…
Um verdadeiros study case de charlatanice!