Já nem falo no caso de História, em que a formação é tão minguada que quase é inexistente. Neste caso é em Física e Química e tem alguns aspectos sui generis, desde logo a flutuação na designação dos alunos/formandos, mas igualmente a estrutura das sessões programadas e o modelo de avaliação com testes surpresa e tudo.
Espreitar aqui o documento em causa: qualambiente.
Maio 13, 2008 at 10:59 pm
adivinhem quem escreveu isto
“Bons conselhos…
Visite sempre a sua mamã no Dia da Mãe
Pague todos os seus impostos dentro do
prazo
Nunca esqueça o seu aniversário de
casamento
Saiba sempre tudo o que os seus clientes
desejam , e como poderá deliciá-los
ultrapassando as suas expectativas”
Maio 13, 2008 at 11:01 pm
Aposto em como não fui eu!
Maio 13, 2008 at 11:05 pm
Vamos indo! Como diz um meu amigo acerca das maiores aberrações. Tenho visto muito pior! palavra de honra que tenho.
Maio 13, 2008 at 11:05 pm
Palavras para quê?
As minhas expectativas já foram ultrapassadas há muito!
Maio 13, 2008 at 11:06 pm
Parece que fiquei verde…de raiva?
Maio 13, 2008 at 11:19 pm
comentário 1
Esses bons conselhos foram retirados da revista “Maria”?
Maio 13, 2008 at 11:20 pm
Jorge …
Fatal error
Maio 13, 2008 at 11:20 pm
São surpresa mas são mini.
Maio 13, 2008 at 11:51 pm
… há frases feitas, lugares comuns do humor mais ou menos foleiro, ditas, reditas e gastas, só repetíveis perante os expoentes máximos do ridículo,do pedantismo, da petulância… um desses expoentes aí está com uma “despudorada lata” e à vista de todos… e a frase é : “já só me falta ver um porco a andar de bicicleta”
Maio 13, 2008 at 11:55 pm
Segundo já me apercebi, as futuras acções de formação serão feitas em sessões presenciais (em muito menor número), sendo o resto realizado online, através de plataformas, etc.
Como seria possível fazê-lo na componente “preferencialmente” não lectiva, como diz a legislação?
Ora como na componente não lectiva estamos na escola,imagino a confusão que vai ser. A falta de computadores, a interrupção constante entre CNL e CL, o barulho, a falta de espaços…….
Os computadores estão sempre a precisar de manutenção e são poucos para tanta gente a trabalhar nas escolas ao mesmo tempo. Istopara não referir a desesperante lentidão de muitos destes computadores.
Estou numa lufa-lufa.
Chegarei ao Verão?
Maio 13, 2008 at 11:55 pm
E o preço: cem euros.
É caso para reflectir: no meio de tanto teste, onde está a matéria? Haverá tempo para leccionar conteúdos?
E assim vai este país.
Maio 14, 2008 at 12:05 am
E imaginam a confusão para o ano?
Grelhas, aulas assistidas, análises documentais, entrevistas com toda a gente, acções de formação feitas deste modo….
Eu acho que ninguém aguenta isto.
Eu já começo a falhar. E não gosto de falhar, especialmente na preparação de aulas, na elaboração de testes e fichas e na correção. Esta semana detectei 3 erros na correcção dos testes dos alunos.O que não costuma acontecer. Vá lá, estavam atentos….
A burocracia, as reuniões e toda uma série funções na escola estão mesmo a pôr os alunos em 2º plano.
Mas que raio de escola é esta?
Maio 14, 2008 at 12:09 am
E para terminar,já repararam também no ar cansado dos alunos?
Ok, muitos trabalham pouco ou nada.
Mas vê-se e sente-se.
Mesmo os melhores alunos estão distantes,menos trabalhadores. Hoje, dizia-me 1 aluna impecável a todos os níveis que tinha faltado às aulas de manhã porque estava cansada, deprimida e sem forças para se levantar da cama. E só tem 15 ou 16 anos.
Eu não me conformo.
Maio 14, 2008 at 1:44 am
Extasiei com a ” imagem social da Química” – uau!
… “para o dia a dia e para a cidadania” – coisas distintas ao que depreendo…mas que soa a mais importante, lá isso soa!
Maio 14, 2008 at 2:04 am
Alguém me sabe dizer onde decorre a acção e se é ou não paga?
Fiz uma pesquisa no Google mas apenas encontro o pdf aparentemente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Ando mortinho por desancar alguém a propósito das patacoadas ecológicas que infestam os manuais de química do secundário, mas não estou disposto a pagar para isso.
Maio 14, 2008 at 4:20 am
Se estamos cansados este ano, para o ano, com fichas de objectivos, portefólios, grelhas, planificações, aulas assistidas, observações dos descritores… irá ser o inferno!
Os alunos pagarão a factura, pois com tanta burocracia, não teremos tempo para o essencial: ensinar.
Logo só nos resta resistir e lutar, sermos solidários, estarmos de acordo no essencial deixando de fora pequenas questões de lana caprina, desafiar abertamente os dirigentes sindicais para que estes sejam transparentes, fazer o governo ficar emaranhado na teia burocrática que armou durante estes três anos, em suma nunca desistir!
Dos fracos não reza a história!
Maio 14, 2008 at 3:55 pm
Proponho as quatro “condutas” que faltam à canalização do tal sr. Fatal, para chegar às 100:
97- (o professor) mantém os seus dossiers limpos e organizados.
98- arruma o tabuleiro da refeição na cantina, de acordo com o regulamento interno, não brincando com a comida dentro do espaço-escola e, sobretudo, comendo a sopa toda;
99- mantém sempre organizadas e reabastecidas as latas de cera “Búfalo” (ou outra marca patrocinadora da Escola), para conveniente aplicação ao calçado do director ou de qualquer outro superior hierárquico em exercício;
100- Pede sempre autorização (por escrito) a cada E. de educação, de cada vez que julgar irremediavelmente necessário/ absolutamente indispensável chamar a atenção de um aluno e/ou até, eventualmente, repreendê-lo.
Isso manterá os professores entretidos ainda mais tempo, não vá terem a desplantada veleidade de quererem arranjar ainda algum tempo para se concentrarem nas aulas e sua preparação!