Maio 8, 2008
Resistências Colectivas - Contra O ECD
Posted by Paulo Guinote under Carreira, Docentes, Estatuto, LutasProfessores do Norte lançam iniciativa legislativa de cidadãos contra estatuto da carreira docente
O documento para subscrever a iniciativa é o seguinte: 35mil

Maio 8, 2008 at 11:33 pm
Não percebo a posição de alguns professores relativamente à prova de ingresso, compreendo que se conteste o facto de funcionar como habilitação para a docência, mas a prova pode funcionar como critério de recrutamento de professores em substituição da graduação profissional(o método actual), que nada garante quanto à qualidade de quem é recrutado.
Maio 8, 2008 at 11:37 pm
Este documento vem em altura de lutas internas no SPN.
Haverá coincidência?
Qual o significado total de tal tomada de posição?
O poder no Sindicato de Professores do Norte estará tão apetecivel por via da assinatura do “entendimento”?
O que é que não sabemos e deveriamos saber?
Espero para ver, no entanto se me esclarecerem as dúvidas fico agradecido.
Com os melhores cumprimentos,
searavermelha
Maio 8, 2008 at 11:37 pm
Vá lá DA,
assina a iniciativa…
Maio 8, 2008 at 11:49 pm
Já me pediram para assinar. Não assinei por discordar da revogação desse artigo - da prova de ingresso.
Maio 8, 2008 at 11:56 pm
DA (1),
Compete ás instituições de Ensino superior, que têm a seu cargo a formação de professores, a responsabilidade pelos critérios de selecção dos alunos, a formação nas diversas vertentes dos saberes e a avaliação. Se o deixaram de fazer, é porque os governos (desgovernos) o permitem. Como sabemos, o ensino superior está em perfeita roda livre. E as equipas do ministério da educação, quase todas constituídas por professores desse ministério, interessa-lhes que assim seja. São as responsáveis, na medida que deveriam defender junto do ministério do superior as diligências formais para tal acontecer.
Mas este verdadeiro caos do ensino superior reflete-se em todos os sectores de actividade.
Há excelentes professores no politecnico e no universitário muito incomodados com este aspecto, por exemplo. Agora também não querem perder o estatuto, as remunerações e outros aspectos que individualmente lhes são muito favoráveis. E não podem. Estão em clara minoria dentro das instituições.
Maio 9, 2008 at 12:10 am
,
Conhece algum ramo profissional em que, após (boa) frequência universitária e com o reconhecimento das competências pelo “atestado” do responsável máximo da instituição, os profissionais tenham que ser submetidos a novas provas do mesmo âmbito das que tiveram durante a frequência universitária? Isto não é o total atestado de incompetência passado aos professores dessas instituições de formação inicial de professores e em especial aos responsáveis pelas políticas do próprio ministério da educação?
Deveriam pedir explicações aos “colegas” do mesmo governo do sector em causa, não é verdade?
Maio 9, 2008 at 12:11 am
Em comentário 6, dirigia-me a DA!
Maio 9, 2008 at 12:13 am
É precisamente essa a via a seguir: contestar o ECD e, particularmente, a bizarria da divisão da carreira docente, geradora das maiores injustiças e de efeitos perversos em termos pedagógicos e laborais, sem justificação que não seja orçamental. O resto (o modelo de avaliação proposto, por exemplo, que gerou uma zaragata que ridicularizou os professores e absurda atendendo a que se aceitou o que formalmente a impõe - o próprio ECD)é ganga mais ou menos conveniente conforme a agenda política da seita A ou dos boys B.
Maio 9, 2008 at 12:14 am
“Conhece algum ramo profissional em que, após (boa) frequência universitária”
É cada vez mais usual uma prova de conhecimentos nos concursos para selecção de pessoal.
Não conheço nenhuma profissão onde a contratação se baseie na graduação profissional(nota de curso+tempo de serviço).
Maio 9, 2008 at 12:33 am
“Resistências Colectivas - Contra O ECD”
Hum!, vejo pouco de resistências colectivas. É mais a resistência de alguns, enquanto todos os outros ficam a ver no que dá para discutirem os espólios. Esta classe, se assim alguém se pode atrever a apelidar, foi e será sempre uma classe de invejosos e maldizentes uns dos outros. Por isto serão pouco mais que rapaces enquanto suposta classe. E agora aqui vai a bomba, a maioria são mulheres; não que os outros dois sexos sejam melhores.
Maio 9, 2008 at 12:41 am
Valente bomba, ó Fafe!
Maio 9, 2008 at 1:01 am
estão a falar de sex bombs, não é?
Claro…
Maio 9, 2008 at 1:11 am
Valente bomba, Fafe!
As mulheres são as responsáveis pelo estado da classe.Mas os outros “dois sexos” também o são.
A solução estará nos “rapaces”?
Maio 9, 2008 at 1:24 am
13 - Fernanda 1
“[...]A solução estará nos “rapaces”?”
Duvido, rapace é substantivo feminino.
Maio 9, 2008 at 1:42 am
Fafe diz:
“Por isto serão pouco mais que rapaces enquanto suposta classe.”
Rapace-rapaces:
“Oiseaux carnivores qui se caractérisent par leur bec crochu, acéré et tranchant, muni d’une membrane appelée cire. Les tarses (jambes) sont partiellement ou entièrement recouverts de plumes. Les doigts sont au nombre de 4 (3 à l’avant, 1 à l’arrière)”
Refere-se a quê ou a quem quando falou em “rapaces”?
Maio 9, 2008 at 1:48 am
Era bom que estas resistências realmente chegassem a algum lado…
Um delegado sindical da fenprof veio à minha escola e eu disse-lhe que não concordava com o entendimento. As suas respostas não me agradaram minimanente. Fui rebatendo os seus argumentos até que ele me diz, para meu espanto total: “Quer dizer que concordas então com o modelo de avaliação antigo?”
Fiquei abananada. Fiquei com a ideia que ele concordava com este modelo e que era bom experimentá-lo em TODA A GENTE no próximo ano lectivo.
Disse-lhe que em lado nenhum do mundo se fazem experiências em toda a população; antes, experimenta-se numa amostra…
Maio 9, 2008 at 1:49 am
Eu não disse? Nem seria preciso ter pontaria…
Maio 9, 2008 at 1:50 am
Os sindicatos não estão a fazer o seu trabalho como deve ser: 1º na aprovação da alteração do ECD e depois no sistema de avaliação. Só com movimentos e acções organizadas de professores sem interesses é que se conseguirá algum resultado.
Maio 9, 2008 at 1:52 am
Filipa,
Esse devia pertencer a um dos outros 2 sexos.
Tem a certeza que era um rapaz da fenprof?
Não estaria infiltrado e disfarçado?
Maio 9, 2008 at 1:56 am
Fernanda.
Era um delegado sindical com a foto escarrapachada na lista que se candidatará
às eleiçoes para os órgãos da fenprof no norte. Conheço-o bem!
Por isso me parece que aquilo que é dito aos professores e aquilo que foi dito entre 4 paredes na reunião do entendimento pode não ser a mesma coisa…
Maio 9, 2008 at 1:58 am
O que a filipa queria dizer - segundo o meu ponto de vista - é que os sindicatos são pedófilos e nós nos arrogamos a “criaças” que se comportam como se comportam as crianças. E nós sabemos como as crianças conseguem ser cruéis…
Maio 9, 2008 at 2:00 am
fafe,
Crianças cruéis? Com pedófilos?
Que raciocinio estranho
Maio 9, 2008 at 2:03 am
Não é fafe, é Fafe. Convenhamos, nome próprio. Admito que haja quem se ache no mensageiro, eu não vou nessa.
Maio 9, 2008 at 2:09 am
DA (9),
Está a confundir as coisas. Selecção de pessoal é outra coisa. Como sabe sou também psicóloga e já trabalhei em recrutamento e selecção de pessoal numa das maiores empresas nacinais de consultores na área dos recursos humanos.
Não misture as situações.
Maio 9, 2008 at 2:16 am
Filipa,
Vai para aqui uma confusão desgraçada, com bombas,tiro ao alvo, aves de rapina, pedofilia e criaças.
Mas acho que fez muito bem em questioná-lo.
Eu teria gostado de ser passarinho para ver o que tinha sido acordado nas 4 paredes com telhado de amianto.
Maio 9, 2008 at 2:18 am
Estamos no meu campo, sempre senti uma certa admiração por psicólogos, psicólogas e pelos testes de Rorschach. E, claro, por todos os borrões que se consigam imaginar. Torna-se evidente a coisa da bolinha de cristal…
Maio 9, 2008 at 2:23 am
25 - Fernanda 1
“[...]Eu teria gostado de ser passarinho [...]“.
Mas não foi, ele há psicólogas que, pelo que se expõem, dão sempre de calças.
Maio 9, 2008 at 2:26 am
Ana Henriques,
A selecção de professores deve ser feita através de exames. É isso que defendo.
Maio 9, 2008 at 2:26 am
Por falar em cristal. Ó Fafe, gosta mesmo do vitral rosa choque que lhe calhou?
Não quer trocar pelo meu?
Maio 9, 2008 at 2:28 am
DA,
Que tipo de exames? E sobre o quê?
Maio 9, 2008 at 2:32 am
“Não conheço nenhuma profissão onde a contratação se baseie na graduação profissional(nota de curso+tempo de serviço).”
Todas os ramos profissionais têm as suas especificidades e têm contextos específicos onde essa profissão é exercida.
Também a docência tem exercícios diferentes e selecções diferentes. Um professor que dê aulas num colégio jesuíta decerto que tem um recrutamento e selecção diferente de um que desje trabalhar nos Colégios “João de Deus”, por exemplo.
A nota de curso da docência é académica e profissional, ou só académica e requer confirmação profissional.
Informo-a que a graduação profissional no sistema público de ensino não resulta (só) da nota ou notas das áreas academica e profissional e tempo de serviço. Na minha carreira profissional já fui altamente prejudicada por uma simples falta dada a um domingo. Ilegalmente. Etc.
A carreira de professor é uma das mais duras e desgastantes, mais mal remuneradas profissões. Teve algum reconhecimento salarial ha muito pouco tempo, mas já voltou á escravidão total a nível material com a agravante de escravidão moral.
Ah. Esqueceu-se da avaliação de desempenho profissional.
Maio 9, 2008 at 2:36 am
filipa (18),
Convido-te.
lização e Unidade dos Professores
Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
REPTO EM TOM DE DESAFIO
O actual estado da educação e os sistemáticos atropelos à classe docente exigem ACÇÃO.
Apelando à reflexão e/ou à luta ou tentando manter os professores informados, são vários os movimentos de professores e diversos os blogs de educação que procuram manter viva a chama e lutam contra a degradação do estado da educação e contra as injustiças que têm vindo a ser sistematicamente cometidas contra a classe docente, sobretudo por parte da equipa ministerial da 5 de Outubro e do Governo que a dirige.
Assim, venho lançar aqui um desafio público a todos os dirigentes, coordenadores e membros de comissões de movimentos, bem como a todos os dinamizadores de blogs sobre educação, a criação de um MOVIMENTO ÚNICO de professores, de âmbito nacional, capaz de representar e mobilizar todos os professores, sobretudo daqueles que se sentem desamparados, insatisfeitos ou não representados pelas estruturas existentes.
Não, não se pretende mais um movimento! Pretende-se um movimento que congregue todas as propostas e todos aqueles que, efectivamente, querem que se dê um passo em frente.
Com carácter apartidário e independente dos sindicatos, visa-se um movimento de unidade que represente todos os professores, sindicalizados ou não, que desencadeie, dinamize e organize formas de luta que dêem voz ao descontentamento da classe.
Embora não se trate de mais um sindicato que pretenda dar voz a todos aqueles que não se sentem representados pelos actuais, naturalmente, este movimento terá de ter um departamento jurídico, encabeçado por uma figura conhecida, que possa dar o apoio necessário aos professores que a ele pretendam recorrer.
Além dos dirigentes, coordenadores, membros de comissões de movimentos, deixo aqui o apelo a mais alguns nomes: Ramiro Marques, Paulo Guinote, Fernando Cortes Leal, João Tilly, Francisco Trindade, António Ferreira, Mário Machaqueiro, José Luiz Sarmento, Luís Novo, Henrique Santos, Carlos Fontes, António Torres, Jaime Ribeiro, João Pedro Costa, José Joaquim, Margarida Correia, Mário Carneiro, Miguel Pinto, João Simas e tantos, tantos outros, cujos nomes são conhecidos. Nada impede que cada um continue os projectos que tem vindo a desenvolver contribuindo simultaneamente para um projecto abrangente, sólido, necessário e urgente!
Todos os que quiserem participar activamente na formação e dinamização do movimento são bem-vindos.
Podem contar comigo e com mais alguns colegas com quem conversei e que estão disponíveis para a luta.
As respostas podem ser enviadas para o e-mail mobilizar.e.unir.professores@gmail.com, que fará a ponte entre todas as pessoas disponíveis através dos contactos chegados, a fim de se combinar entre todos uma reunião para, pessoalmente, criarmos as bases para este projecto que urge estar de pé o mais depressa possível.
Ilídio Trindade
Publicada por ILÍDIO TRINDADE
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/05/repto-em-tom-de-desafio.html
Maio 9, 2008 at 2:36 am
29 - Fernanda 1
“Por falar em cristal. Ó Fafe, gosta mesmo do vitral rosa choque que lhe calhou?
Não quer trocar pelo meu?”
Típico, fala-se em borrões e aparecem logo as psicólogas femininas a assumir cristais. E por mais que queiram ser sérias, comportam-se como “criaças”, só se lembram de trocar cromos. Isto é de pesadelo, visto já terem ido para a camita há uma hora e tal atrás. Vá lá, estou apenas divertido - o que não deixa de ser um problema para quem tem fé num borrão.
Maio 9, 2008 at 2:39 am
A fenprof não assinou o anterior estatuto da carreira docente.
Maio 9, 2008 at 2:46 am
32 - anahenriques
“[...]Convido-te.[...]”
Voltamos ao mesmo, convidado que convida sete, vão oito para a rua. O mais grave é ser por interposta pessoa, escondendo a mão. Ou seja, é aquele tipo de gente que, na sala dos professores aparecem pejados de estigmas psicóticos. Ninguém os vislumbra nas acções, têm o paradigma de “inteligente”!
Maio 9, 2008 at 2:49 am
Fafe,
As mulheres têm este dom de ver um cristal onde munto macho vê apenas um borrão. E agora a bomba: não que os outros 2 sexos sejam piores.
Mas gosta mesmo do rosa choque?
Maio 9, 2008 at 2:50 am
Reparem os distraídos que o “inteligente” é quem manda os outros para os cornos do toiro.
Até amanhã. E quando digo é certo, não estou nestas alturas para psicologias.
Maio 9, 2008 at 2:52 am
Quando o trio maravilha tomou posse consta que a fenprof solicitou a extinção dos sindicatos que assinaram o anterior estatuto de carreira docente.
O PCP teve sempre “métodos” de “ditadura do proletariado”. E o sector “intelectual” dentro do PCP foi sempre internamente muito mal visto.
A fenprof é uma federação de sindicatos que pertence á CGTP e os secretários gerais pertenciam ao comité central do PCP.
As autarquias são um grande reduto.
O Mario Nogueira andou durante muito tempo a falar com a associação dos municípios…
Repare-se no enorme capital “eleitoral” do PCP com os “professores serem funcionários autarquicos”…
Maio 9, 2008 at 2:52 am
Ana Henriques,
O recrutamento de professores baseia-se nas listas graduadas, só.
Fernanda,
“Que tipo de exames? E sobre o quê?”
Sobre a área disciplinar do candidato.
1.Como a formação inicial dos professores é muito diferente, umas melhores do que outras, o actual modelo de selecção, graduação profissional, baseado na nota de curso, beneficia os que se formam nas “Universidades Independentes” que se licenciam com notas elevadas(e nos critérios de avaliação de uma Universidade ninguém se mete) ultrapassando os licenciados pelas universidades públicas.
Quem tem melhor formação?
O professor do 1.º ciclo formado na Univ. do Minho com média de 14 valores ou o formado com 16 no Instituto Piaget?
O professor de Educação Física formado na Faculdade de Motriciade Humana com média de 13 valores ou o formado com 16 valores na Lusófona?
O engenheiro civil formado no IST com médiade 13 ou o formado na Independente com média de 15?
Resultado disto, os professores que estão a entrar na Escola Pública não são os melhores.
Alternativa à prova: Cada escola contratar os seus professores.
Maio 9, 2008 at 2:57 am
fafe,
Desde ha muito tempo que o identifico neste blog. Ora é o trabalhador da silva. Ora o contra maré. Ora…
Admito que o seu contributo é interessante. Normalmente leva a que o blog do Guinote, quando aparece, tenham muitossssssss comentários.
Francamente não entro na sua. Já basta tanta pulhice no quotidiano para mais (estas) ofensas.
Consigo (só) perco tempo quando me apetece esclarecer algo e aproveito a “sua boleia”.
Sómente.
Maio 9, 2008 at 2:59 am
DA (39),
Não insista. Deve ser novata.
Maio 9, 2008 at 3:05 am
NovatO… 33 anos, professor desde 1996. Do QZP.
Maio 9, 2008 at 3:08 am
DA (39),
Agora li o seu comentário até ao fim. E (agora) já percebo “onde” quer chegar!
Mas atenção. A culpa não é de quem tirou o curso.
No meu primeiro curso havia uma média nacional a que TODAS as escolas internamente tinham que respeitar. Pelo que o sistema estava todo equilibrado.
Agora deve estar a total bagunça. Mas mantenho.
Deve ou não competir ao ministerio da educação a IMPOSIÇÃO destas regras (que no meu tempo se praticavam) ás instituições de ensino superior que têm a seu cargo a qualificação académica e profissional dos professores?
A 5 de Outubro anda a fazer o quê?
A defender “os seus”, não é verdade?
Maio 9, 2008 at 3:14 am
DA,
Ok. Percebi.
O sistema superior está o tal caos. Está um caos. Estou chocada com o que tenho ouvido e também com o que experienciei ha bem pouco tempo.
Maio 9, 2008 at 3:30 am
DA, porque não um período probatório mais exigente?
A TODOS
Temos mais uma oportunidade na mão e acho que devemos agarrá-la no essencial: o fim das duas carreiras paralelas, que foi tão injustamente implementado.
Maio 9, 2008 at 3:49 am
Gostaria que…
REPTO EM TOM DE DESAFIO!
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/05/repto-em-tom-de-desafio.html
(o link não “entra” neste blog!)
Maio 9, 2008 at 8:45 am
anahenriques,
Obrigada pelo convite! Estarei atenta e gostaria de ir por esse caminho!
Maio 9, 2008 at 8:47 am
O fafe ontem desgastou-me e fui-me deitar… É cada coisinha absurda que por vezes por aqui aparece!…
Maio 9, 2008 at 10:09 am
O David Soares a mando do Jerónimo de Sousa fez esse abaixo assinado, extra Fenfrof, sendo ele membro daquele órgão, para ganhar as eleições no Norte e o PCP ficar com mais um sindicato!
Lá vai mais um rebanho atrás de um pastor….
Muito gosta o português de ser carneiro e ter quem olhe por ele.
Maio 9, 2008 at 10:13 am
A luta sindical vai continuar dentro da agenda política do PCP e isto não queremos!
Então na classe dos professores, temos obrigação de pensar e ter ideias próprias.
Por isso voto na lista “S”, de independentes que bem trabalho têm feito. No site do SPN estão os links para os 2 sites.
Maio 9, 2008 at 12:16 pm
Aí temos a FENPROF a desenvolver esforços para continuar a ter garantido o seu papel no Aparelho Educativo do Capitalismo de Estado:
“Professores e pais convergem em aspectos essenciais da vida educativa”
O regime de castas do nosso capitalismo de Estado assenta nas corporações dos juízes, dos médicos, dos advogados e dos docentes.
Daí a importância decisiva dos aparelhos que procedem à regulação das respectivas castas, onde se incluem os sindicatos.
Ver:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=95&doc=3354&mid=115
Maio 9, 2008 at 1:06 pm
anahenriques Diz:
“[...]Sómente.”
Hum! Isto também me ofende. Parece que estamos empatados.
Maio 9, 2008 at 1:19 pm
Oh Ana Henriques onde foi buscar essa dos presidentes
Maio 9, 2008 at 1:23 pm
Oh Ana Henriques onde foi buscar essa de que “os secretários gerais são do comité central”. Anda muito distraída. Nem o Mário Nogueira é.
Maio 9, 2008 at 1:25 pm
Ah Também voto S. Claro
Maio 9, 2008 at 1:42 pm
devia de ser uma peticao digital…
era muito mais facil o procedimento
Maio 9, 2008 at 1:52 pm
Porque é que estão todos a assobiar para o lado?
A iniciativa legislativa é uma excelente ideia para insistir na necessidade de revogar o ECD. Vai é dar muito trabalho porque pelo que vi é preciso BI, nº de eleitor… Mas eu, além de assinar, dou uma ajuda, sendo preciso.
Já agora espero que não estejam com tanta cerimónia para as manifestações do dia 17 de Maio.
Maio 9, 2008 at 2:11 pm
Paulo (54),
Não disse que o Mário Nogueira pertence ou pertenceu ao comíté central do partido comunista. É militante de base, segundo as suas próprias palavras. Mas foi o mandatário nacional da campanha de Jerónimo de Sousa (secretário geral do PCP) ás últimas eleições para a Presidência da República ou estou enganada?
Maio 9, 2008 at 3:18 pm
Mesmo os mais esclarecidos não conseguem por uns tempos esquecer as suas divergências e unir-se nos objectivos que tanto pretendemos alcançar?
O momento exige, já conseguimos uma PS quando tempos atrás parecia impossivel agora os professores exigem que os Movimentos a PS se unam à volta de um documento proactivo sem calculismos de futuros poderes que ponha em causa os actuais desenvolvimentos das politicas do ME. Afinal só queremos algumas mudanças sérias que penalizem um pouco menos a nossa classe, até para assim se poder continuar a chamar.
Maio 9, 2008 at 5:17 pm
Todas estas iniciativas são louváveis, vindas ou não de sindicatos, e a nossa união passa por aqui também.
Oponho-me também à prova de ingresso: não penso que numa qualquer prova se consiga avaliar e comparar percursos formativos muito diversos de três, quatro ou mais anos. Sobretudo seria bom lembrarmo-nos que, seja por falta de planeamento ou simplesmente por interesses dos lobbies do ensino superior, foram admitidos alunos para as ESEs ao longo dos anos sem se terem tido em conta as necessidades reais das escolas. Trata-se agora de resolver a questão da maneira mais simples: atirar os excedentes para o desemprego, tal como se empurram os professores mais velhos para a reforma, ou seja reduzir o número de professores. Faz tudo parte do mesmo pacote!
E, na realidade, todos nós sabemos que são necessárias mais escolas e mais professores, ou não?
Maio 9, 2008 at 7:49 pm
NÃO à PROVA DE IGRESSO porque
1. as ESEs privadas perderiam clientela;
2. muitos profs, que acumulam no privado, ficariam os “tachos”;
3. as salas e reuniões de profs seriam mutiladoras para muitos/as profs que gostam de vomitar discursos encomendados/copiados/decorados, tudo menos pensados e que lhes faz tão bem ao ego!
Mas volto mais logo, que uns moços (são do 12.ºA.) estão ali a pedir-me explicações sobre ” como escrever o meu nome correctamente” e querem-se candidatar no final do ano a uma Ese privada (já lhe disseram que náo havia problema, mas podem não saber depois de quem é o boletim.)
Nós, profs, não nos devemos preocupar com isso.
Não queremos provas de acesso!
Maio 9, 2008 at 10:16 pm
Até que enfim! Estava a ver que nunca mais se desfazia a união nacional dos professores que todos juntos rumaram em procissão com jaculatórias convictas para expurgação dos espíritos malignos que vieram à 5 de Outubro para perdição dos professores. Afinal, mutos se sentem traídos! Enfim, como podiam estar unidos titulares e não titulares, candidatos a avaliadores e avaliados, contratados e do quadro, professores que dão aulas desde sempre e outros que nunca entraram numa sala de aula ou que entraram e acharam tão horrível que logo que puderam nunca mais lá puseram os pés para se tornarem nos grandes defensores dos que ficaram condenados a passarem lá até aos resto dos seus dias de uma reforma que tarda em chegar; de professores que dão metade das aulas de outros mas que ganham três vezes mais; de professores que sem reprovações no seu percurso escolar demoram dezassete ou dezoito anos a tirar uma licenciatura a par de outros que a tiraramem em onze ou doze anos; de professores que tiveram notas em escolas onde é comum tirarem-se médias acima de dezasseis a para de outros que frequentaram escolas em que tirar um dezasseis era uma raridade;
Claro que os professores não são todos iguais nem na sua formação académica, nem na competência profissional e amaior das injustiças é tratar de forma igual o que o não é.
Claro que os mediocres gritam a plenos pulmões: Não à valiação! Não à divisão da carreira! Não à prova de ingresso!Eles fogem da avaliação como o diabo da cruz.
Enfim, passada a paixão parece chegar a voz da razão, com pena de muitos.
Maio 9, 2008 at 10:32 pm
Sobre o facto da profissão ser maioritariamente feminina, recordo um documentário sobre a deslocalização de grandes empresas texteis dos EUA para o outro lado da fronteira, no México. Motivos além do preço; mão de obra feminina disponível em grande quantidade, mais dócil, menos reivindicativa e pouco ligada ao sindicalismo. Talvez se possa estabelecer algum paralelismo…
Maio 13, 2008 at 1:46 am
Que interessa que o Mário Nogueira seja do PCP? O que nos interessa é que ele faça o trabalho que lhe compete a representar bem os professores. estamos acima das políticas… O nosso interesse é a defesa da nossa profissão.
Já agora, os outros dois sexos existem em todas as profissões…
Não há dúvida que as mulheres são a maioria no ensino, por isso aqui faço um apelo a todas as mulheres professoras.
Colegas, unam-se, motremos aos outros dois sexos que somos capazes de mudar o rumo da EDUCAÇÃO!
Fiquem bem!