Um Bom Negócio
Colegas:
Quero partilhar convosco a minha perplexidade perante a oferta do INA (Instituto Nacional de Administração, IP) para Acções deformação visando a Avaliação do desempenho docente ao preço de DUZENTOS EUROS por pessoa. Poder-se-á deduzir daqui a “pressão” no processo de avaliação ou então fica confirmada a americanização do sistema de ensino em Portugal?!..
Ao consultar a página do INA poderá verificar-se que relativamente à oferta de 7 Seminários propostos, quatro, em Oeiras, já estão´esgotados. Sabendo que cada Seminário tem um número máximo de 25 formandos, nestes quatro seminários o Instituto Público vai “arrecadar” 20 000 Euros. Se os outros 3 se vierem a realizar (um em Oeiras, outro em Semide e outro ainda na Escola Martim de Freitas em Coimbra) são mais 15 000 Euros, ou seja, um total de 35 000 Euros no espaço de um mês.
Os temas propostos nestas acções são importantes para os Conselhos Executivos, Coordenadores, Docentes, etc, mas será que os Professores ganham assim tanto que possam estar a pagar a sua formação ou é ao Ministério da Educação que compete financiar a Formação que se propôs fazer?
Se estas acções continuarem a “esgotar”, significa que há público para elas e há quem possa pagar. Se os professores se juntarem e exigirem formação gratuita ao Ministério, então estes Institutos poderão ser financiados através dos nossos impostos e não duplamente pelos professores.
Reajam a esta situação!
Encaminhem para outros colegas professores.
Um abraço
X
Resta dizer que consultando o site do INA na parte relativa aos Seminários se confirmam estas informações e se podem encontrar detalhes sobre metodologias, objectivos, etc. O perfil do formador encontra-se aqui (último mini-currículo) tem uma Licencioatura em Engenharia de Sistemas Decisionais numa interessante Faculdade de Engenharia de Sistemas de Lisboa (não sabia quie existia em 1985, confesso), uma pós-gradução em Marketing, um MBA francês e que é expert em Liderança e Gestão de Equipas.
Maio 7, 2008 at 9:45 am
É so rir é só rir e o patego do professor que tem a carreira congelada ainda se inscreve.
Maio 7, 2008 at 9:53 am
Realmente o Prof deve ser um grande E(S)XPERT:::::
Maio 7, 2008 at 9:54 am
Devem ser professores vampiros que para melhor ” vampirizarem” precisam de aprender com outros “experts”!
Maio 7, 2008 at 9:55 am
O ISCTE está cheio de ” Experts”!!!!!
Maio 7, 2008 at 9:58 am
Ha
Maio 7, 2008 at 10:00 am
A Educação transformou-se numa área empresarial como qualquer outra, subordinada ao império do mercado.
Quando MLR analisa os custos dos alunos retidos como um problema de encarecimento da produção (de sucesso), quando reduz os docentes a um factor de produção que carece de ser controlado e dominado, não estamos a falar de um problema de educação e cultura, mas tão só de um sector empresarial do Estado.
O processo produtivo visa neste caso domesticar e colocar no mercado escravos-consumidores produzidos ao menor custo possível.
Se fosse viável trasferir as escolas para a Índia ou importar docentes da China por metade do preço, o Estado não teria o menor pejo em o fazer.
No tempo de Salazar não se discutia a Pátria, agora não se discute rigorosamente nada. Do Tratado de Lisboa à Educação, passando pela Justiça e pela Saúde, tudo se transforma, não segundo as Leis de Lavoisier, mas de acordo com o Banco Mundial, o FMI e a OCDE.
Jerónimo de Sousa chama de “manhoso” ao Dalai Lama, credibilizando o capitalismo selvagem e autoritário da China, porque de momento é o que mais próximo se encontra de uma certa ideia de Socialismo vitorioso (uma vez que Cuba está num coma induzido).
Não admira que os sindicatos, como negreiros dos tempos modernos, atraiçoem e vendam a força de trabalho ao Capital, quando os seus patronos elogiam as mafias criminosas que dirigem países como a China, Angola e Cuba.
Fundidos os faróis do Socialismo, só restam mesmo os exemplos escabrosos do capitalismo asiático chinês e do lupanar cubano, como modelos de substituição no imaginário religioso da esquerda.
Maio 7, 2008 at 10:21 am
Não me vou inscrever em acções em que tenha que pagar. Sou pobre. Se não subir de escalão por não ter acções de formação,que me façam um plano de recuperação.
Maio 7, 2008 at 10:35 am
Concordo com a Isabel.
Primeiro congelam-me, depois prolongam o período em cada escalão, tudo sobe histericamente excepto os meus rendimentos.
Ainda tenho que pagar a formação??????!!!!!! A preços exorbitantes? Nem a posso deduzir no IRS?!
Olha! Mandem vir professores da China, ou quem sabe do Brasil, pelo menos já não estranhavam o acordo ortográfico.
Maio 7, 2008 at 10:41 am
http://suckandsmile.blogspot.com/2008/05/andam-por-acreditem.html
Passa lá se puderes.
Abraço.
Maio 7, 2008 at 11:07 am
O que é a engenharia social?
Engenharia social faz recurso a investigação das áreas sociais e humanas e utiliza-os preversamente na manipulação das pessoas, no sentido de estas fazerem o que é desejado por quem manda, do mesmo modo que se manipula em engenharia eléctrica electrônica para obter os resultados desejados.
Daí a própria designação de “engenharia” e “social” na medida que os visados a “manipular” são pessoas e grupos de pessoas. A dimensão ou número de pessoas abrangidas por estas intervenções de engenharia social podem ir de um simples serviço de uma empresa publica ou privada a um país. Estes consultores trabalham para o grande capital no ambito do neoliberalismo selvagem (os novos fascismos) que grassam pelo mundo. São da escola saxónica e têm outras aliados de peso dentro também da sociologia (as sociobiologias e afins) são areas de especulação já com muitos adeptos pelo mundo que sao simplesmente uma versão actual dos “ismos”.
A sinistra e muitos xoxiologos sao de facto “engenheiros sociais”…
O clássico ataque de engenharia social é telefonar usuários legítimos de um sistema que você deseja acessar e falar-lhes fora de suas senhas.
Maio 7, 2008 at 11:10 am
O ultimo paragrafo do comentário 10 é engano!
Maio 7, 2008 at 11:19 am
Anahenriques:
Só engenharias…Se Salazar soubesse disto, de certeza que teria feito melhores engenharias…
E todos se calam? espantoso. Tdos aceitam estas engenharias.
Maio 7, 2008 at 11:55 am
Ha cerca de três anos, já sugeri a direcções de sindicatos a contratação de consultor/res nesta área para através da cartilha dos métodos da engenharia social terem a capacidade de resposta e de antecipação das jogadas do M.E. Etc. Mas…
Sou uma chata. Pois claro.
Maio 7, 2008 at 12:24 pm
Acho que nós na Querida Instituição (QI) temos os especialistas necessários e adequados para as novas oportunidades de formação. Já reforçámos o leque de formadores com contratação de diversos experts do Largo do Rato que estão em sintonia com a senhora ministra e com o senhor secretário Valter. O curso proposto chama-se “Engenharia de Sistemas Aplicada à Formação Contínua de Professores Congelados”. O preço é uma pechincha. Apenas um salário descongelado…
Maio 7, 2008 at 12:37 pm
PROFESSORES QUE GANHAM BEM
http://criticademusica.blogspot.com/
Maio 7, 2008 at 12:48 pm
Bom negócio, bem negócio mesmo foi feito por aquel@s que conseguiram “saltar” do ensino básico para o superior, como fez a Lurdes Rodrigues…
Lá sim, ganha-se $$$, e não trocos como no básico e secundário.
http://www.snesup.pt/htmls/EkppVZElykGBNrnpeG.shtml
Maio 7, 2008 at 1:56 pm
A culpa deste negócio prosperar é dos professores (lambetas) que vão logo a correr inscrever-se…com colegas destes mais vale arrumarmos as botas…Cgego a ter vergonha da classe!O governo sabe muito bem com que povinho lida…
Maio 7, 2008 at 1:57 pm
leia-se “Chego”
Maio 7, 2008 at 2:02 pm
Para complemento da informação do Paulo:
http://terrear.blogspot.com/2008/05/uma-prtica-inconcebvel.html
Maio 7, 2008 at 2:05 pm
Eu para me inscrever num desse cursos, terei de vender o carro? È que depois de pagar a prestação da casa….o salário fica negativo.
Vou vender o carro, para pagar quantos cursos?
E depois vou para a escola montado num Burro.Como não tenho carcanhol para o comprar, talvês um cigano me empreste um.
Maio 7, 2008 at 3:14 pm
Conhecem mais alguma profissão em que se pague para trabalhar, como nós o fazemos?! Computadores, impressoras, tinteiros, papel, material de escrita, livros, muitos livros!… E ainda temos que pagar a formação contínua?! É só rir é só rir!
Maio 7, 2008 at 3:19 pm
Segundo informações pessoais, MLR será substituída antes de Setembro de modo a assegurar um clima de estabilidade nas escolas, no próximo ano lectivo.
Maio 7, 2008 at 3:41 pm
Chamem a Fernanda Câncio e o MST para provar onde estão os nossos “privilégios!
Isto é uma vergonha!!!
Já se paga para trabalhar…agora também se paga para subir na carreira. E no fundo, com isto tudo há gente e organismos a ganhar com a situação, tal como está descrito no tópico. Gostaria também de saber se os formadores desses seminários também “pagam” para lá estar. Upa..upa (cof-cof-cof)!!!
Maio 7, 2008 at 3:46 pm
Venho do Terrear onde o post do JMA “Uma prática inconcebível” me deu a ideia de que a questão não é só a do pagamento de formação.
Maio 7, 2008 at 3:52 pm
Zé (21)
Não sei quais as tuas fontes mas estou convencido disso. Acho que dependerá do “barulho” que fizermos até lá e de algumas outras “indicações belemitas”. O que também não sei é se a saída da nossa querida nessa altura será o melhor para as nossas intenções. Mas veremos.
Sobre este post do Paulo e porque o “dividir para reinar” tem sido, é e será o prato do dia:
- Que dizem de propor aos Sindicatos e Movimentos de professores uma reunião para a elaboração de um documento que sirva para a realização de um Comunicado Nacional, disponível em todos os jornais diários de relevo do país, dando conta da realidade de todas estas políticas educativas e da nossa verdadeira posição/opinião sobre elas?
A ideia era:
- Elaboração e aprovação do documento pela Plataforma Sindical e pelos Movimentos de professores;
- Envio para todas as Escolas do país;
- Aprovação do documento: espaço para a assinatura do documento pelos colegas que estivessem a FAVOR e para os que estivessem CONTRA o seu conteúdo e posterior divulgação;
- Reenvio para a Plataforma Sindical;
- Disponibilidade na Internet dos nomes dos professores que votaram contra e a favor;
- Comunicado Nacional em todos os jornais diários de relevo do país (com a informação do número de professores que votaram contra e a favor).
Desta forma talvez conseguíssemos explicar mais ampla e claramente a nossa posição aos “votantes”, demonstraríamos que a nossa união continua “hirta e rija” e por outro lado também conseguiríamos “expor” adequadamente os nossos queridos “adesivos carentes”.
Que pensam?
Maio 7, 2008 at 4:08 pm
É habitual a formação do INA ser paga.
Neste caso acho mal.
E o INA parece ser o grande ideólogo desta avaliação de desempenho.
Maio 7, 2008 at 4:09 pm
Maurício, eu apoio. Já tinha sugerido aqui que para combater a propaganda só com uma campanha organizada, pro activa, clara.
Não só o que rejeitamos, esclarecer como deve ser feito. E o texto, exemplarmente bem escrito e trabalhado.
Maio 7, 2008 at 4:18 pm
A parte que me faz rir mais (que mais me coça a barriga, como diria um grande amigo meu) é esta:
Alexandra Tenera
)
…
Expert em Critical Chain Project Management (CCPM). (Traduzindo segundo o novo acordo ortográfico: Esperto em Gestão de Projecto Critico de Corrente…
António Grilo
…
Expert em Project Management. (outro Esperto…)
V. Cruz Machado
…
Doutoramento em Computer Integrated Manufacturing (que bem ficaria Phd em vez de doutoramento com D grande…)
…
(…)Formador em Estratégia e Sistemas de Produção: Project Management, Lean Management, Value Stream Mapping e Business Process Management. (gosto particularmente da administração/direcção/gestão de apoio/arrimo/encosto, conforme os gostos tradutórios)
Jorge Fatal Nogueira
)
…
MBA (Insead França, 2000). (é pá, MBA mesmo MBA ou como o do Sousa? É que segundo a página do INSEAD isto é “The accelerated 10-month curriculum”… portanto mba sem tese=ao do Sousa
Maio 7, 2008 at 4:21 pm
quero ser um professorzeco (26)
Eu acho que está na altura de respondermos na mesma moeda:
- Porque a preocupação agora são os votos!
E para o texto bem escrito: que tal o apoio do nosso Paulo Guinote?
( “nosso” salvo seja…! )
Maio 7, 2008 at 4:24 pm
Sobre o MBA Jorge Fatal, dêm uma vista de olhos no Terrear…..
Maio 7, 2008 at 4:26 pm
Acho que é por aí, sim.
Acusam-nos de não querer este modelo nem nenhum.
E quem tem tempo de antena mente.
Encontremos a nossa alternativa.
Gostava de ver 200.000 na rua pela escola pública: Professores, Alunos e Pais.
Maio 7, 2008 at 4:26 pm
A substituição de MLR serve inteiramente os interesses do PS que prepara já as próximas campanhas (autárquicas e legislativas)e que num golpe de asa levou os sindicatos a assinar o “memorando de entendimento” com os sindicatos. Estes perderam toda a legitimidade para lutar até ao fim da “data de tréguas”, sob pena de não serem levados a sério.
Assim:
A ideia que propõe,(já me tinha ocorrido, mas não conseguiria nunca operacionalizá-la de forma tão concreta, funcional e objectiva), só pode merecer o apoio e adesão de TODOS os professores. É AGORA OU NUNCA. Ou partimos já e deixamos de lado as lamentações, ou depois será tarde demais.
COLEGAS, ADIRAM!
Maio 7, 2008 at 4:29 pm
O comentário 31 é um incentivo ao Maurício, no comentário 24.
Maio 7, 2008 at 4:30 pm
Também me coça muito a barriga esta parte, dos “destaques-seminários”:
“…
Objectivos:
Analisar e discutir sobre a avaliação do desempenho, os seus contornos, suas vantagens e dificuldades. (Vantagens e dificuldades? Eh, eh, eh…)
Enquadrar a avaliação do desempenho dos docentes dentro dos contornos da presente legislação. (Enquadrar… dentro dos contornos? Eh,eh,eh…)
Treinar a montagem de um sistema de avaliação do desempenho, incluindo a definição de objectivos, de forma prática e clara, obedecendo aos requisitos definidos superiormente. (Treinar a montagem? Eh, eh, eh…)
Analisar os vários níveis da avaliação do desempenho e o que pode diferenciar cada um desses níveis. (o que pode diferenciar esses níveis? Eh, eh, eh…)
Debater sobre a objectividade num modelo de avaliação do desempenho. (Debater a objectividade? Eh, eh, eh…)
Desenvolver um modelo de avaliação do desempenho que suporte o Estatuto da Carreira Docente e dê respostas concretas ao modelo proposto superiormente e que sirva de suporte ao desenvolvimento das competências necessárias ao sucesso na função. (Desenvolver um modelo… que suporte… e dê respostas concretas ao modelo proposto… e que sirva de suporte… Eh, eh, eh, eh, eh…)
Palavras para quê? São artistas portugueses e só usam pasta medicinal “coito”.
Maio 7, 2008 at 4:30 pm
Zeco (26)
Seria uma óptima ideia que um Movimento de professores redigisse um comunicado para ser publicado (como publicidade paga) nos principais jornais. Fazer uma subscrição entre os professores para pagar as despesas.
O Paulo poderia redigi-lo. Os sindicatos devem ficar de fora porque eles lá têm as agendas deles, entre outras razões.
Maio 7, 2008 at 4:32 pm
Bem, já somos quatro…
Mais alguém concorda?
Maio 7, 2008 at 4:33 pm
Maurício e Professorzeco: apoio a ideia mas convinha simplificá-la de acordo com os seguintes passos que proponho:
1. Realização de um REFERENDO NACIONAL de Professores em JUNHO, em cada escola,com um texto a consensualizar e uma pergunta SIM/NÃO baseada em dois conceitos/modelos de sistema educativo;
2. Publicação dos resultados do referendo nos tais jornais nacionais, acompanhado de um texto explicativo, sintético, sobre as grandes alternativas ( não mais de 5/6 ideias chave)que os Professores propoem;
3.Conseguir 2-3 entrevistas só com profs nas televisões e várias nos jornais com grupos /painel de 2/3 Professores representativos das ideias chave ( e não de si mesmos);
Com o apoio dos sindicatos seria possível… sem eles mais difícil.
O que acham?
Maio 7, 2008 at 4:35 pm
100% de acordo. Insisto que deve conter não apenas a crítica, mas uma proposta. E essa é trabalhosa. Mas acredito que se faz. E adoçada com mel. Que nós também sabemos…
Maio 7, 2008 at 4:40 pm
Um Frente a Frente, Ministério / Professores
Podemos tentar…
Fazer as verdadeiras perguntas que todos os dias lemos por aqui e ouvimos nas escolas.
O tema ainda está quente, conseguia-se…
Será que lançamos o desafio?
Maio 7, 2008 at 4:41 pm
António (36) a logística envolvida nesse processo seria pesada e talvez só os sindicatos o pudessem concretizar. Os sindicatos não devem querer… Não é necessário referendar em todas as escolas o texto a publicar. Pode referendar-se neste blog ou noutro. O Paulo, ou o Mithá Ribeiro, ou outro professor, escreviam umtexto, nós comentávamos e sugeriamos eventuais alterações, e o texto mais votado seria o escolhido para publicação.
Keep it simple.
Maio 7, 2008 at 4:41 pm
Concordo, António e quero ser um professorzeco.
E também considero que os Sindicatos são fundamentais no apoio de uma iniciativa destas.
Mais alguém de acordo?
( Isto está a crescer: já somos 5! )
Maio 7, 2008 at 4:46 pm
Professorzeca: seria interessante mas não tem viabilidade neste momento pq a ministra está “por cima” e controla TV´s e jornais.
Tem que ser através de um amplo movimento de oposição à política educativa e à ministra, consubstanciado em algo palpável – REFERENDO – depois os jornais e as tv´s ~são obrigados a ir atrás.
NÃO QUEREMOS MAIS CONVERSAS COM A MULHER NEM COM OS SUB-ALTERNOS.
CHEGA DE CONVERSA DA TRETA!
Maio 7, 2008 at 4:47 pm
desculpa, é professorzeco
Maio 7, 2008 at 4:47 pm
outra coisa que se pode fazer é escrever mails e telefonar para a tvi, sic e rtp a perguntar quando é que agora entrevistam professores dos movimentos independentes, para darem a outra versão da estória (e desta vez, deixar isso bem claro, que não é nada com os sindicatos).
Eles podem não estar dispostos a morder a mão que os alimenta, mas sentiriam uma pressão para mostrar o que é que afinal irrita tantos daqueles 100000 que sairam à rua.
Bute lá mandar mails!!!
Maio 7, 2008 at 4:48 pm
james (39)
Acho que o impacto seria muito maior com as assinaturas nas escolas, além de que com esta iniciativa conseguiria-se também “encolher” um pouco a avidez dos adesivos.
E já vimos que petições/referendos na net não chegam a 60% da classe.
Mas aceitam-se mais propostas: Siga!
Maio 7, 2008 at 4:50 pm
Os sindicatos iam criar resistências. E têm outro tipo de compromissos e interesses.
Concordo que não podem ser essenciais no processo.
Se quiserem, apoiam, se não quiserem, tem que se fazer na mesma.
Maio 7, 2008 at 4:51 pm
Até porque com isto…
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/05/iniciativa-vinda-norte.html
…temos que dar “corda aos sapatos”
Maio 7, 2008 at 4:52 pm
estava certo António. Feminino. E candidata a…
Maio 7, 2008 at 4:53 pm
O Umbigo pode ser o dinamizador inicial… mas tem que ser um amplo movimento ABERTO A TODOS/AS.
Os sindicatos podem entrar (devem…) mas em pé de igualdade com os movimentos, blogs, profs individualmente ou em grupo…
Por exemplo, na minha Escola arranjo um grupo de 50 APOIANTES ( metade dos profs da escola…para começar) que não se importa de subscrever um documento de lançamento do REFERENDO.
Maio 7, 2008 at 4:55 pm
Ah ok…zeca então
Mais uma vez concordo com a colega anahenriques…. já deu o que tinha a dar, foi desmobilizador, não serviu para nada.
E eu até faço sempre análises moderadas…MAS ESTOU DEFINITIVAMENTE FARTO!
Maio 7, 2008 at 4:56 pm
Maurício (44) não seria uma dessas petições online. Basta um texto bem escrito para ser publicado.( Se fosse do Paulo, por exemplo, eu pagaria para o ver publicado, mesmo sem o ler previamente).
Seria necessário alguém calcular os custos de publicação e abrir uma conta na net.
Maio 7, 2008 at 4:56 pm
os smiles …não fui eu
Maio 7, 2008 at 4:58 pm
Colegas: é muito importante algo do tip+o REFERENDO ( ir lá pôr a cruzinha…sim ou não) porque quase toda a gente continua FARTA e sente que foi traída.
Maio 7, 2008 at 5:00 pm
Vamos então em frente! Não podemos é adormecer:
“Vem vamos embora
Que esperar não é saber:
QUEM SABE FAZ A HORA
NÃO ESPERA ACONTECER!”
Mais propostas? Vamos lá!
Maio 7, 2008 at 5:00 pm
Maurício
Aqui por Trás-os-Montes podes contar comigo para a divulgação da iniciativa (só espero que não fiquemos por intenções, mas é um incentivo.)
Maio 7, 2008 at 5:00 pm
Este tema envolve também os Pais e os Alunos.
Era vital conseguir o apoio de encarregados de educação, em defesa da qualidade do ensino. Apesar de tudo, as famílias reconhecem a degradação das condições.
O comunicado poderia conter uma secção sobre o estatuto do aluno e a escola a tempo inteiro, por exemplo. Apontar os erros e sugerir a mudança. E os EE assinavam.
Maio 7, 2008 at 5:02 pm
Os EE náo irão politizar?
Maio 7, 2008 at 5:04 pm
Mantém-se a manif em Coimbra no próximo dia 17? A divulgação na minha escola é quase inexistente…
Maio 7, 2008 at 5:04 pm
António (48),
O meu dedo que adivinha diz-me que ha algo a sair da forja…cá para fora…
E temos todos que dar o nosso contributo e o nosso melhor.
Maio 7, 2008 at 5:06 pm
quero ser um professorzeco (55),
Concordo com o envolver os EE, esclarecendo-os.
Maio 7, 2008 at 5:06 pm
Os professores que se prestam a pagar a formação são uns grandes tótós!!!
Também me disponibilizo para avançar com a iniciativa proposta.
Maio 7, 2008 at 5:06 pm
Os EE são os cidadãos… Não me interessam as federações nem confederações nem sequer AP´s. Pais, individualmente.
Maio 7, 2008 at 5:07 pm
Concordo com zeco/zeca/candidata a… uf!!!
Abrir o movimento aos pais é fundamental.
Mas tem de haver um referendo que legitime as acções posteriores.
Eu ofereço-me para dinamizar na margem sul – entre tejo e sado (zona linda!)
Maio 7, 2008 at 5:13 pm
Colegas, vamos tentar através aqui do Paulo difundir a ideia.
professozecA (
), concordo 100%:
- É fundamental que o texto do documento defenda o interesse dos alunos e cative os pais: – Não a este Estatuto do Aluno!
Mais propostas?
Maio 7, 2008 at 5:13 pm
No fundo, teriam que ser dois documentos: um mais alargado, destinado a aprofundar as questões, para aprovação de todos. Outro, resultante do primeiro, um resumo das ideias chave para publicação e circulação mais geral.
Maio 7, 2008 at 5:14 pm
A minha pergunta sobre os EE era só para vos espevitar e como não tenho smiles…
Vou-me calar!
Maio 7, 2008 at 5:17 pm
Eu (cá) acho que temos por cada aluno aproximadamente 2 adultos. Se os alunos são 1 milhão e 600 mil, a multiplicar por 3, dá …
metade da população portuguesa!!!
Maio 7, 2008 at 5:17 pm
Não te cales, Zé.
Comecemos por compilar algumas ideias de proposta que estão já em vários blogues.
E tentar encontrar o eixo orientador.
Até já.
Maio 7, 2008 at 5:19 pm
Anahenriques,
isso seria deveras impressionante. Certo?
Uma proposta dos professores apoiada pelos pais…
Maio 7, 2008 at 5:23 pm
Os professores são arquitectos, pintores, escultores, historiadores, engenheiros, desportistas, músicos, graficos, escritores, psicólogos, antropólogos, homens das letras, biólogos, artistas plásticos, engenheiros de sistemas informáticos, tecnicos de informática, fotógrafos,…
Maio 7, 2008 at 5:25 pm
Acreditem que há muita gente a increver-se em palhaçadas destas e a fazer sofregamente formações e a pagá-las para chegar a titular. Pactuam com este regime de compadrio, pagam, fazem permutas,dão aulas fora do seu horário, vão aos sábados e nas férias fazer formação, chegam exaustos(as) à escola, lamentam-se, dizem mal… Tudo para mostrar que estão contra, mas depois o que é facto é que fazem TUDO para “agradar” ao sistema inquinado e aderem humildemente ao que se pede…
Quanto a mim, nâo fiz formação nenhuma ao sábado ou nas férias e recuso-me a pagar formação. Não passo de professora… Paciência…
Maio 7, 2008 at 5:35 pm
Colegas: concordo com as ideias apresentadas, mas continuo a achar que o referendo é o único instrumento capaz de despoletar tudo o resto….
Avanço perguntas óbvias para o dito cujo,
pergunta 1. sobre a divisão da carreira em duas categotias de professores;
pergunta 2. sobre o modelo de avaliação;
pergunta 3. sobre o novo regime directorial de gestão;
pergunta 4. sobre o novo estatuto do aluno;
pergunta 5. sobre a política de destruição da escola pública.
Votação aberta a todos , com cadernos eleitorais por escolas, comissões fiscalizadoras do processo, sem coacções nem ideias préconcebidas,e depois todos teriam que respeitar o resultado final.
O que acham??
Maio 7, 2008 at 5:44 pm
Esta “coisa” não me deixa comentar!
Tentei várias vezes um comentário indicando um texto do JMA sobre este mesmo tema… aqui vai outra vez:
http://terrear.blogspot.com/2008/05/uma-prtica-inconcebvel.html
e aqui vão as 96 condutas de que fala este texto:
http://terrear.blogspot.com/2008/05/as-96-condutas-finalmente.html
E, ao que parece, a imprensa está “atenta”!!!
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=92243
Maio 7, 2008 at 5:47 pm
António:
Parece-me tudo muito bem, mas esse processo pode decorrer nas escolas não sendo organizado por uma estrutura sindical? E se houver um CE que não autorize?
Maio 7, 2008 at 5:58 pm
Maria C. estamos na fase embrionária.. é evidente que os sindicatos são necessários mas, na minha opinião, não podem conduzir o processo “sozinhos”, não por desconfiança mas porque é preciso apelar à mobilização de novos colegas que querem participar.
Sugiro Comissões Por Escola com sindicalizados e não sindicalizados.. e isto é perfeitamente viável.
A não ser que alguém tenha medo de algo…
Maio 7, 2008 at 5:59 pm
Uma ideia feliz esta a do nosso colega Maurício Brito, eu vou apoiar…
Maio 7, 2008 at 6:01 pm
António:
Medo de poucas coisas e neste campo de nada. Eu estou disposta a colaborar com o que for necessário. Estou no sul, sotavento.
Maio 7, 2008 at 6:11 pm
Também me considero sul – entre tejo e sado, espectacular.
Mas aí também
Maio 7, 2008 at 6:13 pm
Concordo. Só não ponho um smile, porque não sei.
Maio 7, 2008 at 6:14 pm
A notícia do INA já anda aí no sapo , no sol, etc
A Fenprof ataca, mas agora….é talvez um pouco tarde, Mário.
temos de ser proactivos e não reactivos…. e muito grave é não reconhecer um ERRO ESTRATÉGICO CLAMOROSO… mas continuo a respeitar a Fenprof como instituição.
Maio 7, 2008 at 6:17 pm
António,
Aguarda (só) mais uns minutos…
Maio 7, 2008 at 6:21 pm
O Marocas? É bom rapaz. Vivemos anos a poucos metros um do outro. Mas ele anda meio chateado com os (movimentos) dos professores…
Maio 7, 2008 at 6:26 pm
A net e a informação rápida e massiva entre colegas por mail virou tudo do avesso…
O conceito de tempo alterou-se…. só o Sócrático resiste porque tem quem perceba muito “disto”.
Maio 7, 2008 at 6:27 pm
Um manifesto anti-Politicas do ME bem elaborado,amplamente debatido e assinado por um esmagador n de prof e pais.Depois divulgado em jornais e por todos os meios possiveis e imaginários seria uma resposta de respeito…
Maio 7, 2008 at 6:29 pm
De acordo Coe mas com o pormenorzinho (Eça dixit…) do REFERENDO com VOTOS.
Maio 7, 2008 at 6:29 pm
Já estou a ver os outdoors na Via Rápida…
Maio 7, 2008 at 6:34 pm
Aqui está no sol
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=92243
Maio 7, 2008 at 6:39 pm
Mensagem Dirigida a Todos. Todos.
Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
REPTO EM TOM DE DESAFIO
O actual estado da educação e os sistemáticos atropelos à classe docente exigem ACÇÃO.
Apelando à reflexão e/ou à luta ou tentando manter os professores informados, são vários os movimentos de professores e diversos os blogs de educação que procuram manter viva a chama e lutam contra a degradação do estado da educação e contra as injustiças que têm vindo a ser sistematicamente cometidas contra a classe docente, sobretudo por parte da equipa ministerial da 5 de Outubro e do Governo que a dirige.
Assim, venho lançar aqui um desafio público a todos os dirigentes, coordenadores e membros de comissões de movimentos, bem como a todos os dinamizadores de blogs sobre educação, a criação de um MOVIMENTO ÚNICO de professores, de âmbito nacional, capaz de representar e mobilizar todos os professores, sobretudo daqueles que se sentem desamparados, insatisfeitos ou não representados pelas estruturas existentes.
Não, não se pretende mais um movimento! Pretende-se um movimento que congregue todas as propostas e todos aqueles que, efectivamente, querem que se dê um passo em frente.
Com carácter apartidário e independente dos sindicatos, visa-se um movimento de unidade que represente todos os professores, sindicalizados ou não, que desencadeie, dinamize e organize formas de luta que dêem voz ao descontentamento da classe.
Embora não se trate de mais um sindicato que pretenda dar voz a todos aqueles que não se sentem representados pelos actuais, naturalmente, este movimento terá de ter um departamento jurídico, encabeçado por uma figura conhecida, que possa dar o apoio necessário aos professores que a ele pretendam recorrer.
Além dos dirigentes, coordenadores, membros de comissões de movimentos, deixo aqui o apelo a mais alguns nomes: Ramiro Marques, Paulo Guinote, Fernando Cortes Leal, João Tilly, Francisco Trindade, José Luiz Sarmento, Luís Novo, Henrique Santos, Carlos Fontes, António Torres, Jaime Ribeiro, João Pedro Costa, José Joaquim, Margarida Correia, Mário Carneiro, Miguel Pinto, João Simas e tantos, tantos outros, cujos nomes são conhecidos. Nada impede que cada um continue os projectos que tem vindo a desenvolver contribuindo simultaneamente para um projecto abrangente, sólido, necessário e urgente!
Todos os que quiserem participar activamente na formação e dinamização do movimento são bem-vindos.
Podem contar comigo e com mais alguns colegas com quem conversei e que estão disponíveis para a luta.
As respostas podem ser enviadas para o e-mail mobilizar.e.unir.professores@gmail.com, que fará a ponte entre todas as pessoas disponíveis através dos contactos chegados, a fim de se combinar entre todos uma reunião para, pessoalmente, criarmos as bases para este projecto que urge estar de pé o mais depressa possível. Publicada por ILÍDIO TRINDADE
In,
mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
Maio 7, 2008 at 6:49 pm
Aconselho a todos a leitura do TERREAR. Este e outros assuntos são ali tratados de uma forma séria e sincera.
Maio 7, 2008 at 6:50 pm
Ok, mas vamos lá ao documento. A proposta. O conteúdo.
Maio 7, 2008 at 6:56 pm
Bem!!! A leitura das ditas 96 condutas é a não perder!! Isto hoje é só rir!
Maio 7, 2008 at 6:57 pm
anahenriques: concordo, mas o MOVIMENTO tem de nascer a partir de uma ideia chave que agregue e que empolgue os colegas; assim, sugiro duas:
PELA DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA E DA DIGNIDADE DOS PROFESSORES PORTUGUESES
CONTRA ESTE ESTATUTO DA CARREIRA E ESTE MODELO DE AVALIAÇÂO
Maio 7, 2008 at 6:57 pm
Refiro-me ao link do Terrear no coment 73…
Maio 7, 2008 at 7:00 pm
é mesmo! falta lá o dress code: veste de forma sóbria e elegante. É bonita e apresenta-se bem… Refere-se ao ME com respeito e faz vénias… Sempre que apanha um soco, dá a outra face… Nunca participa em greves ou manifestações…
E repetidos!!
Maio 7, 2008 at 7:03 pm
O que vai agregar é a apresentação da alternativa: escrita, pensada, sensata, viável.
Já temos slogans: falta a proposta.
Maio 7, 2008 at 7:07 pm
Algumas notas soltas na sequência do (meu) comentário 10.
O ser humano possui um reportório comportamental e de características psicológicos individuais, grupais/sociais que o torna vulnerável a ofensivas ditas de “engenharia social”.A busca de identidade única,a (sua) busca central, ganha sentido no intricado
“jogo social” de interrelacões ou interelacionamentos. A mente humana é uma mente social da qual emergerá, gradualmente, aspectos dessa identidade única. Este duplo processo no ser humano, está (já) em avançado estadio de investigação – os elementos base deste
processo.
Da Identidade pessoal/profissional. Os aspectos identitários estão muito ligados á
profissão (prestígio, remuneração, valorização pelos outros,etc). Como mente social, afetamos e somos afetados pelos ambientes onde interagimos. Se forem criadas diferenciações entre profissionais, por jogo preverso,estão criadas as condições ideais para níveis de conflitualidade elevados entre os actores sociais para a imposição coerciva do que não se deseja. Funcionamos por comparação ().
A Marcha da Indignação, ao contrário da leitura que interessava ser feita, surge no
momento em que os professores tomam consciência do que estava em causa e cuja genese estava no “folclore dos tritulares”. Só os professores dos 8º/9º e 10º escalão a ele foram submetidos. E os mais debeis em termos de principios e valores, tomaram o “prémio envenenado da 5 de Outubro” como (seu) próprio reconhecimento profissional. Estão a mentir a si mesmos. mas dá-lhes “jeitinho”. Claro, que já (alguns) perceberam com a publicação da legislação (á queima roupa combinada com o P.R.) que o “gato escondido tem o rabo á mostra”. Mas…quem sabe…até podem ser únicos a escapar (claro que são facilmente descartáveis…).
Posso rapidamente enumerar um conjunto de características: busca do apreço e
reconhecimento pessoal/profissional pelos outros que influencia determinantemente o auto conceito e auto estima; A necessidade de ser útil; A necessidade de obter (algum) controle nos intricados (inter)relacionamentos como forma de dar sentido á sua própria identidade ou (intra)
relacionamentos. (controlo como persuasão ou capacidade de também influenciar os outros;
vulgo liderança(s), que pode ser mais ou menos aceite). O poder ou o controlo, podem ser exercidos não por aceitação mas por imposição coerciva.
Nota: foi redigido num curtíssimo intervalo. Não é um artigo ou texto. Mas tantãs são as tontarias que tenho lido e ouvido que me apetece dizer algo.
Maio 7, 2008 at 7:10 pm
Concordo mas a proposta tem de ser algo que tenha visibilidade a nível nacional, i.e. que constitua um FACTO SOCIAL/POLÍTICO NOVO,
poucas palavras, mas algo que simbolize um movimento imparável e que seja também compreensível para os pais e a sociedade em geral, não se esqueçam que temos no mínimo 2/3 da opinião pública contra nós.
Em suma, tem que ser algo que tenha um impacto semelhante aos 100.000
Maio 7, 2008 at 7:13 pm
isto pode ser convergente:
//mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/05/iniciativa-vinda-norte.html
Maio 7, 2008 at 7:13 pm
o link n entra
Maio 7, 2008 at 7:16 pm
quero ser um professorzeco (95),
A proposta já existe. Comentário 88.
Nao vamos publicamente expor a “coisa” né?
Aceita o repto?
Movimento Cívico. De ambito nacional. TODOS. O repto foi lançado. Varias notícias estarão publicitadas nos blogs. Com a participação “de todos nós”. Claro. Quem quiser poe nome publicamente. Quem não quiser diz que não quer. Mas a ideia ou a participação é SUA. Publicamente, se o desejar, aparece como anonimo. Liberdade.
Para o Bem Comum.
Maio 7, 2008 at 7:19 pm
o link entrava ha uns tempos aqui no Umbigo. Mas agora não dá consigo. É rejeitado.
Maio 7, 2008 at 7:25 pm
Não percebo: então era tão simples fazer a avaliação, era tão exequível… os professores não tinham nada de estar preocupados… e agora já são precisas acções de formação? Um dia destes fazem-se Mestrados e Doutoramentos sobre como avaliar os professores, não?…
Outra coisa:
mais algum grupo profissional, em Portugal, tem de pagar do seu bolso para “aprender” a fazer a avaliação do seu desempenho… e a dos colegas?
Não deixa de ser caricato ir gastar dinheiro em formação para aprender “como impedir que os colegas de profissão possam progredir na carreira e ganhar mais dinheiro”!
Maio 7, 2008 at 7:28 pm
ceitam-se textos de comunicados e formas de divulgar a informação e a mensagem presencialmente (de forma oral e escrita), via comunicados áos orgaos de comunicação social (imprensa escrita, radio, tv), sites, blogs; propostas concretas dos professores de melhoria da qualidade de Ensino; Tudo. Tudo. E tem “autoria” (patente), mesmo que o proprio exija sigilo publico.
Maio 7, 2008 at 7:28 pm
huuuuuummmmm,
teremos que ver a coisa…
Maio 7, 2008 at 7:31 pm
comentário 98
Óptima achega!
Maio 7, 2008 at 7:31 pm
ok,
passemos então à produção.
Maio 7, 2008 at 7:35 pm
“Profs exigem escola de qualidade!”
Maio 7, 2008 at 7:36 pm
*escola pública
Maio 7, 2008 at 7:37 pm
quero ser um professorzeco (105),
A coisa atingiu patamares insuportáveis. Só nos resta agir “com cabeça”.
Falta-nos o quê?
Estou ha uns dias a “picar” o Ilídio, depois de ter lançado ha uns tempos num blog o repto de criação de algo espontaneo, voluntario, para o bem de todos (professores, alunos, pais, país).Volvidas semanas, apareceram por todo o lado “movimentos de professores”.
Ora. Ainda bem.
Valeu a pena. Apesar daquele que imaginei de ambito nacional não ter “funceminado”.
Movimento Cívico. Não é uma Associação. Claro.
Maio 7, 2008 at 7:41 pm
António,
Sim! Foram longe demais. Já não ha pachorra.
Um movimento nacional de professores. Cívico. Porque somos todos “gente de bem”.
Maio 7, 2008 at 7:53 pm
Afinal somos bem mais que 5!
Mas é preciso deixar as intenções e partir para as acções:
- Porque a propaganda voltou e com toda a força!
- E porque as políticas avançarão ou não de acordo com as sondagens/votos!
Paulo, o mote está dado:
- Que dizes de segurar o leme?
Maio 7, 2008 at 7:54 pm
O “cívico” parece-me bem…credibiliza,identifica logo a intenção, tem de haver algo que reponha na agenda a respeitabilidade, a dignidade da função docente
e começa a estar in uma visão da escola pública de mais exigência, fim do facilitismo nas faltas e no resto ( não no sentido bacoco que a sinistra utiliza… mas se calhar recorrendo a alguns “padrões” de linguagem de há 40 anos se necessário for…não é oportunismo, é oportunidade)
exs: matemática sem calculadoras, estudar mais, e outros que são patterns de linguagem que temos de começar a utilizar…
Maio 7, 2008 at 8:01 pm
Não sei se é difícil para o Paulo….
Aguardemos a sua resposta;
Entretanto,caro Maurício, avanço já uma proposta que me ocorreu há pouco:
Propôr à Plataforma Sindical uma reunião PARITÁRIA exploratória com 12 ? elementos da PS e 12 elementos dos blogs/movimentos/outros com a seguinte agenda
1. Referendo nas escolas sobre os 3 anos de políticas do ME;
2. Convocatória de NOVA MANIFESTAÇÂO NACIONAL – sugiro Coimbra pelo simbolismo e centralismo.
Maio 7, 2008 at 8:02 pm
movimento de professores apoiado por pais…
´mbora lá, já começaram a escrever??
Maio 7, 2008 at 8:05 pm
Maurício Brito (112),
O repto é feito ao Paulo Guinote e a TODOS nós. Maurício, que tal não sacudir as “suas responsabilidades” para o Guinote? O Paulo sabe, até pela sua enorme exposição publica, que tem que vir para “uma certa ribalta”…Que NADA tem a ver com poder (poder pelo poder).
O repto é feito a todos!
Maio 7, 2008 at 8:10 pm
Os pais (alguns) estão MUITO mas MUITO preocupados com o que se está a passar no país…e (ainda) não sabem (quase) nada sobre o sector da Educação, tal a campanha de desinformação e de manipulação da informação da sinistra e da “malta”. Quando lhes explicarmos o que está em causa…a “coisa” vai ser (muito) complicada para a sinistra e afins.
Está na “hora H”, não acha?
Maio 7, 2008 at 8:11 pm
para o Zé comentário 22 tenho outras informações para mal dos nossos pecados teremos MLR até ao fim do mandato.E é de fonte limpa de gente muito próxima do sr Engenheiro
Maio 7, 2008 at 8:21 pm
Se quisermos, até o Sócrates, cai da “cadeira”. É (só) querermos.
O repto está no comentário 88.
Maio 7, 2008 at 8:23 pm
Francisco:
A notícia não é tão má como parecer. É sinal de que os professores vão continuar a lutar. Repare na agitação que provocou a entrevista de mlr na TVI. Há semanas que andava tudo mais calado e calmo. mrl é o ponto de ignição (não sei se isto se diz assim) para subir os níveis de constestação. Basta a sua presença em qualquer sítio, desde que tenha visibilidade.
Maio 7, 2008 at 8:31 pm
O que interessa se MLR sai em Setembro, no fim do mandado ou se fica para sempre?
Os intelectuais da actual educação portuguesa (eduquês?) não mudam com o poder político, e dever ser largos milhares. Estes sim, a sua saída do sistema poderia alterar a educação para melhor.
É necessária uma desparasitação.
Maio 7, 2008 at 8:40 pm
Slogans dos Professores, por favor para o mail (88). Depois escolhem-se.
Aspectos graficos e essas areas (senhores professores de Belas Artes, arquitectura, de design, etc)e publicitarios. (88). Autoria? Do proprio. Sempre.
Tecnologias de informação (fazem favor de ajudar e ajudar a blindar a coisa!)
Maio 7, 2008 at 8:59 pm
#72
Não podemos esquecer o DL 3/2008, referente à Educação Especial, que entre outras, não permite redução no número de alunos por turma, mesmo que esta tenha NEE`s. Isto “mexe” com os pais porque afecta os seus educandos.
Era importante passar a mensagem que o nosso protesto é pela defesa da escola pública de qualidade.
Maio 7, 2008 at 9:00 pm
Cara anahenriques (116),
Peço-lhe que leia com mais atenção todos os meus comentários neste espaço. Entenderá que apenas sugiro o Paulo como “timoneiro” para uma proposta destas, compreedendo perfeitamente os problemas e dificuldades inerentes. A sua leitura das minhas intenções é errada e, permita-me, indelicada ao sugerir-me para não “fugir às minhas responsabilidades”.
A acção indiscutivelmente é para todos. Porque sei que unidos teremos a força.
Mas também sei que alguns de nós terão mais hipóteses de desenvolver um processo desta natureza do que outros.
Apenas isso.
António (114),
Considero a ideia muito válida pois defendo a pacificação dos movimentos com os sindicatos pelos mesmos motivos acima expostos.
Porque dividir é a lógica dos outros:
- A nossa deve ser a da união!
Maio 7, 2008 at 9:02 pm
Estou a fazer uma experiência. Desculpem.
Maio 7, 2008 at 9:43 pm
Maurício (124),
O meu desafio foi no sentido de não delegar no Paulo Guinote mais responsabilidades do que aquelas que (conscientemente) já assumiu em nome de nós. A defesa da Liberdade deve ser um bem a cuidar por todos e não (só) por uns tantos.
Esse é a questão que verdadeiraente me preocupa.
Pela parte que me diz respeito, agradeço estar na “casa dele”. Participo (só) por isso. E (ele) decerto agrada-lhe meus comentários incomodos, verdadeiros, de experiência feita, de passar horas a escrever aqui (e não gosto da escrita) quando todo o mundo vai apanhar sol e juro que eu tb queria ir.
Sou (mesmo) alguém que aprecia (mesmo) a qualidade de vida. Que nada tem a ver com bens materiais que “obesam a malta”. Deveremos ter, temos direito fruto do nosso trabalho, a ter uma vida digna e tb materialmente. Esta é a minha filosofia de vida.
Maio 7, 2008 at 9:56 pm
“Ter um espírito aberto não é tê-lo escancarado a todas as tolices ” Jean Rostand
Maio 7, 2008 at 10:02 pm
Eu também acho que devia ser tudo de graça para todos os professores, para todos os funcionários públicos e,já agora, para para a sociedade civil.
Se estão descontentes, porque não tentar ganhar a vida na função privada? Sabem o que é ter de ganhar o pão nosso de cada dia? Experimentem!
Maio 7, 2008 at 10:08 pm
Pois meu amigo mas na privada a formação é paga pelas empresas, as verdadeiras multinacionais é assim que fazem.
Mas por falar em graça: não acha que as nossas privadas são governadas por verdaeiros chulos?
è que não se entende que um gestor ganhe 120 vezes mais que o ordenado médio de um trabalhador dessa empresa quando na Europa o máximo é para aí 2o ou menos vezes.
o curioso é que não se vè o que esses gurus da gestão fizeram para o progresso do país.
S+o abrem empressas no 3º mundo onde é fácil explorar.
Maio 7, 2008 at 10:37 pm
A minha vizinha trabalha na privada. No duro.
Também tem de fazer formação… mas não a paga do seu bolso!
Maio 7, 2008 at 10:44 pm
Maurício (25)
Acho a tua ideia óptima. Na reunião preparatória do dia D (uns dias antes do entendimento) sugeri ao delegado sindical da minha escola que os sindicatos publicassem um texto nos jornais explicando à opinião pública as razões do nosso descontentamento. Isso não dependeria da boa vontade dos jornalistas porque os sindicatos têm dinheiro que chegue para pagar a sua publicação.
Quanto ao movimento não posso deixar de concordar, não foi nisso que se pensou na reunião da Baixa da Banheira? A partir dela se criou a lista de discussão onde têm sido discutidos também estes problemas e que integra pessoas de vários movimentos:
escola-publica@googlegroups.com
http://groups.google.pt/group/escola-publica
Nos seus ficheiros está um texto que é uma carta aberta aos encarregados de educação onde se procurou fazer um resumo das nossas preocupações.
Só unidos e com o apoio dos pais e de uma boa parte da população poderemos fazer alguma coisa. Infelizmente já nada espero dos sindicatos… a menos que os tomemos de assalto e lhes troquemos as voltas.
Maio 7, 2008 at 10:54 pm
Não sou professor (já fui).
A empresa onde trabalho paga-me a formação e todas as despesas inerentes (alojamento quando é preciso e/ou despesas de deslocação ao KM.)
Desde há algum tempo a formação está a ser ministrada preferencialmente por e-learning . No entanto está fora de questão que a mesma seja fora do horario normal de trabalho.
Maio 7, 2008 at 10:56 pm
É isso, Isabel Guerreiro (131).
Vamos lá tocar a mexer novamente:
- Já ando com os músculos entorpecidos desde o dia 8 de Março!
E isto da inactividade é sempre prejudicial à saúde…
Maio 7, 2008 at 10:57 pm
Para toda e qualquer acção presente e futura de qualquer movimento ou organização sindical. Exigência da contabilização dos 854 dias perdidos com o governo PS.
Dia de Hoje (7 Maio).
Em 1153 dias de Governo PS os funcionários públicos só viram contabilizados 299 para efeitos de carreira.
Maio 7, 2008 at 11:03 pm
Em relação ao link do comentário 99 falta-lhe o início:
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/05/iniciativa-vinda-norte.html
Esta iniciativa já está em andamento e, conseguindo-se as 35000 assinaturas (já estou a recolher as dos amigos e família!), o ECD e afins serão obrigatoriamente debatidos no Parlamento. Portanto, acho que seria óptimo que todos aderissem a esta iniciativa – esqueçamos divisões, discordâncias e unámo-nos nas afinidades. Passem por aqui: http://professoresdonorte.com/mariodavid.html
descarreguem o documento em: http://www.professoresdonorte.com, divulguem-no, recolham assinaturas e, depois, vamos pressionar os professores-deputados PS que votaram a favor do ECD, para se absterem de votar, no mínimo, pois o ideal seria mesmo que, se realmente foram professores e possivelmente têm filhos, saberão com certeza que estão a arruinar completamente o ensino e a Escola Pública.
Maio 7, 2008 at 11:17 pm
A iniciativa a que a Armanda se refere é excelente. E conheço um dos subscritores.
Gente de Bem.
Para subscrever.
Excelentes conversetas nas ferias (!).
Muito bem. Vou subscrever e enviar para “meio mundo” com pedido de divulgação com caracter urgente.
Maio 7, 2008 at 11:20 pm
Enquanto profesora do 1º ciclo a trabalhar no norte deixo algumas ideias sobre as quais tenho reflectido e conversado com os pais e que me parecem começar a despertá-los para a realidade.
1- As Act. de Enriquecimento Curricular vieram realmente resolver os problemas das famílias (guarda das crianças)?
Não parece, já que a grande maioria continua a ter que recorrer a ATLs (transportes, almoços e dias de interrupção da actividade lectiva, horários de início da manhã e final da tarde, etc…);
2- Os alunos do 1º ciclo passaram a ter aos 5 e 6 anos 4 professores;
3- Têm o mesmo professor titular de turma pelo menos durante 3 anos,mas passaram a ter outros 3 professores que mudam todos os anos;
4- Com os horários de funcionamento das AECs que estão a ser implementados e nas condições existentes nas escolas,apenas uma parede separa uma turma de alunos que comemora os jogos em que estão envolvidos durante os 90 minutos da Actividade Física e uma turma de alunos que está a tentar concentrar-se na resolução de problemas de matemática ou a ler um texto;
5- Por que não fazer AECs a sério, mas fora das escolas e aproveitando os equipamentos existentes nos municípios(piscinas, campos de jogos, museus, parques naturais, auditórios,bibliotecas, mediatecas,etc)?
6- A questão da transição administrativa dos alunos,não agrada a todos os pais. Para muitos a preparação do aluno é que interessa. Será que a escola tem (neste momento)condições de continuar a garantir-lhes que todos os alunos que transitam de ano ou de ciclo, estão efectivamente preparados para essa transição?
Muitos pais são sensíveis a estas questões e na minha escola o final do ano lectivo também serve para “avaliar” com eles a organização e funcionamento de todo o trabalho desenvolvido.
Maio 7, 2008 at 11:21 pm
Isabel Guerreiro,
Também conheço bem a Carmelinda Pereira. De Algés nº1. Estou a ficar (mesmo) velha! Ou sábia!?
Maio 7, 2008 at 11:29 pm
Professora (137),
A sinistra foi durante anosssssssssss professora do 1º ciclo!!!! (ri-te!) e tirou sociologia como trabalhadora-estudante, á noite. Aplausos para isso. Totais aplausos. Agora negar issooooooooooooooooooooooo!?????????????
Bemmmmmmmmmmmmmm.
O portuda, de facto não é parvo. É “serviçal”, que treta, joga no faz-de-conta!!!!!!!!!!!!!!
Se provarmos que “ele” tem razão, TAL COMO NOS, a sinistra pode “fazer a mala”!
Quem quer dormir descansado, e trabalhar honestamente!?
Responda no comentario 88.
Maio 7, 2008 at 11:30 pm
Professora, eu respondo:
“1- As Act. de Enriquecimento Curricular vieram realmente resolver os problemas das famílias (guarda das crianças)?”
NÃO, por estes motivos:
“já que a grande maioria continua a ter que recorrer a ATLs (transportes, almoços e dias de interrupção da actividade lectiva, horários de início da manhã e final da tarde, etc…)”
Os 250 euros/ano por aluno que o ME dá aos promotores destas actividades, deviam ser canalizados para projectos de tempos livres/apoio à familia com um modelo semelhante à CAF dos Jardins de Infância.
Maio 7, 2008 at 11:35 pm
Armanda (135),
Claro. Fui eu que coloquei o comentário 88.
E expliquei, de seguida, que neste blog não dá (deu anteriormente, o que facilitava).
Relativamente ás assinaturas do Norte concordo totalmente (tb tem mãozita minha de picar, etc).
Hoje tou “bué” de vaidosa, petulante.
Bolas.
Maio 7, 2008 at 11:40 pm
Aquele formador Fatal não tem nadinha publicado? Nada, nada, nada? Basta consultar o catálogo da Biblioteca Nacional…
Maio 7, 2008 at 11:43 pm
Pois, Anahenriques, mas ela já sabe que nós sabemos. Ainda bem, que não o diz.
Neste momento, dispensamos semelhante nódoa negra.
Da
Na minha escola(1º ciclo), aproximadamente 75% dos alunos continuam a ter que frequentar ATLs, para além da Dita Escola a Tempo Inteiro.
Isto é incrível!
Acho que os pais têm mesmo que começar a mexer-se.
Maio 7, 2008 at 11:59 pm
1- Já tinha lembrado os dignos colegas que as escolas estão cheias de tudo, como é natural dado o grande número de pessoas envolvidas.
Avaliem algum tipo de sub-gente que as escolas têm pela pressa com que correram a frequentar as acções de formação do INA…
E a pagar 200 €!!! É também por este exemplo que cada vez faz mais sentido uma avaliação séria e não esta. Para reduzirmos o lixo de gente que se diz professor e tem “coluna vertebral de arame”, como disse o meu camarada Manuel da Fonseca.
2- Insistimos na ideia de organizar “movimentos cívicos” para fazer face aos ataques do ME e vamos acabar todos como o senhor General Humberto Delgado.Ele também acreditava nos movimentos cívicos.
As pessoas devem organizar-se em torno de estruturas legalmente representativas, de modo a torná-las fortes. Olha os sindicatos dos médios. E dos pilotos da aviação civil…
Maio 8, 2008 at 12:07 am
Revolução: as escolas (finalmente) estarem nas mãos dos Professores.
Até agora oram (sempre)governadas sempre os tecnocratas. Os burocratas. Tenho (milhentas) historias documentadas para contar…
Agora atingiu o “cúmulo” da burocracia. Exactamente com uma professora do 1º ciclo do ensino basico que nega tê-lo sido!!!!!!!!!!!!!!!
Maio 8, 2008 at 1:48 am
Professora,
“Na minha escola(1º ciclo), aproximadamente 75% dos alunos continuam a ter que frequentar ATLs, para além da Dita Escola a Tempo Inteiro.
Isto é incrível!
Acho que os pais têm mesmo que começar a mexer-se.”
A EB1 dos meus filhos têm perto de 300 alunos, o ME dá 250€ por aluno para as AEC, no total são cerca de 75000€ por ano.
Esta verba devia ser disponibilizada às comunidades educativas para organizarem as Actividades de Apoio à família/prolongamento como bem entendessem.
Teríamos melhores serviços:
-As necessidades das famílias seriam melhores satisfeitas, os que não precisam de prolongamentos vão buscar os filhos às 15:30, os que não puderem vão mais tarde.
-Os miúdos não tinham tanta “escola formal”.
-A indisciplina e agitação não invadiam o 1.º ciclo (Aqui se vê uma das desvantagens de uma potencial disciplinarização do 1.º ciclo, e as vantagens da monodocência)
-Os professores não seriam confundidos com animadores socioeducativos/socioculturais, são estes os profissionais dos tempos livres.
E o mais importante não se desvirtuaria o currículo do 1ºciclo.
No meu caso pessoal deixei de os pôr no ATL, mas muitos continuam a recorrer a estes serviços. A maioria ainda está a trabalhar às 17:30.
Em muitas escolas, antes das 9h e depois das 17:30, funciona a CAF, também para o 1.ºciclo, dinamizadas pelas APs, Autarquias, etc
Maio 8, 2008 at 4:23 pm
Saltei do comentário 41 para dizer que ainda não abordaram a possibilidade de “recomeçar” a luta pelos jornais locais (alguns deles seculares e fortemente enraizados junto das populações).
As explicações devem ser simples e redigidas com a seriedade que os “adesivos” nunca poderão alcançar.
Um bem haja a todos os que defendem a Escola Pública de qualidade.
Maio 8, 2008 at 5:13 pm
Uma pergunta para uma dúvida de muitos: Por que raio de estúpida razão um professor tem de ser avaliado de 2 em 2 anos?
Maio 8, 2008 at 11:56 pm
25sempre25
Não somos avaliados de 2 em 2 anos, somos avaliados todos os anos. A classificação(?) é que é atribuída ao fim de 2 anos.
Maio 11, 2008 at 2:08 pm
Prezado Senhor
A difamação sobre o bom nome e a honra de uma pessoa é punúvel por lei pelo que peço o favor de retirar, de imediato, toda e qualquer referência directa ou indirecta deste sítio ou de qualquer outro.
Melhores cumprimentos
Jorge Fatal Nogueira
Maio 11, 2008 at 2:11 pm
Caro Senhor,
Importa-se de me explicar onde no post alguém é caluniado?
Sabe que este assunto está a ser discutido em variadíssimos blogues?