Mas é de forma rápida e mesmo porque me contaram mais uns caos divertidos em torno desta questão.

Porque será que docentes sem habilitação académica ou profissional para leccionar um determinado grupo disciplinar (agora «de recrutamento») podem ser avaliadores de colegas desses mesmos grupos?

Qual a lógica deste sistema?

Já sei que a avaliação é administrativo-pedagógica, mas então isso não é a completa admissão que da avaliação dos docentes está ausente qualquer preocupação com a qualidade científica dos conhecimentos transmitidos?

Será assim que se caminha para a excelência das aprendizagens? Só avaliando a forma?

Sei que esta questão não é original e que já foi levantada nestes últimos anos por diversas vezes, mas não sei porquê, hoje voltou-me a bailar no espírito…