Um bom conjunto de recursos a partir da experiência americana que está longe de ser linear. Se em alguns casos, a accountability parece ter tido algum sucesso, a verdade é que os resultados estão longe de ser uniformes, resultando mesmo evidente que a diversidade de padrões de exigência – resultado de uma excessiva descentralização do sistema – nem sempre produz a qualidade desejada.
Maio 5, 2008
Responsabilização, Padrões, Avaliação
Posted by Paulo Guinote under (In)Sucesso, Conceitos, Critérios, Educação, Padrões, Responsabilidade[11] Comments
Maio 5, 2008 at 4:58 pm
Última hora: despacho interno do Me que permite ( mas será que obriga…? ) às escolas adiar até 30 setembro de 2008, conforme “entendimento” com sindicatos, a constituição do CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO.
Maio 5, 2008 at 5:16 pm
claro que não obriga…
E não vejo mal nenhum que as escolas optem por Julho para a eleição do director.
Maio 5, 2008 at 5:21 pm
e eu n vejo mal nenhum em que OS DESGRAÇADINHOS DO COSTUME sejam obrigados a provar em tribunal a veracidade do que declaram ao fisco, depois de serem cruzados todos os dados, evidentemente.
http://criticademusica.blogspot.com/
Maio 5, 2008 at 5:22 pm
As escolas deviam todas eleger o director em Julho, de modo a que este pudesse preparar o próximo ano lectivo.
Maio 5, 2008 at 5:34 pm
E eu já não posso ver o patrão que me paga um vencimento sem nunca querer saber a minha opinião! (E não posso fugir ao fisco.)
Maio 5, 2008 at 5:45 pm
e eu acho que o PS deveria fazer um congresso antes das próximas eleições. A unanimidade é cada vez mais restrita ao círculo do josé sousa.
http://criticademusica.blogspot.com/
Maio 5, 2008 at 5:50 pm
aliás…
parece que as coisas estão de cortar á faca, e o círculo JS começa às golpadas, tal é o mêdo:
As eleições na concelhia do PS na Amadora acabaram nas mãos de José Sócrates – o candidato derrotado apresentou queixa ao secretário-geral do partido pelo que diz serem “irregularidades graves” no processo. À espera da resposta, quer levar o caso às últimas consequências. “Isto não fica assim, quero ver tudo esclarecido”, afirma Guilherme Magalhães. Que aponta “irregularidades estatutárias” e admite que haja matéria do “foro criminal”.
quanto ao desenvolvimento do país só se fôr para os boys de serviço:
Afinal o desenvolvimento ficou a léguas do programado e prometido. A crise agudiza-se e o português pobre assim como os “crâneos” especialistas fogem do rectângulo.
…
E se esses 5 milhões de nacionais no estrangeiro fossem expulsos para Portugal?
http://criticademusica.blogspot.com/
Maio 5, 2008 at 6:34 pm
comentário 4.
Em 95% dos casos, os novos Directores/velhos PCE serão os mesmos; logo não precisam de tempo nenhum pois t~em todo o tempo do mundo…
O colega vai candidatar-se?
E distribuir os cargos e respectivas reduções pelos seus amigos?
Não se esqueça de se inscrever no partido autárquico e do agreement negociado dos EE senão nada feito…
E das manigâncias com os seus amigos dos Centros de Formação;
E de escolher bem os seus assessores…
Mas cuidado… pode ser demitido num ápice.
e não se esqueça que vai haver autárquicas em 2009- Seembro- CUIDADO!
O melhor é mandar fazer uma sondagemzeca… pelo sim, pelo não!
Maio 5, 2008 at 6:48 pm
A legislação está uma grande baralhada e esta situação agrada apenas a alguns, os especuladores que estão sempre em cima dos acontecimentos. Não seria possível recomeçar tudo de novo? Ou aplicar uma média da legislação actualmente em vigor na Europa?
Maio 5, 2008 at 8:55 pm
comentário 8
Não, não vou candidatar-me. Já exerci funções na gestão e não gostei. De resto tem razão em tudo.
O meu comentário referia-se aos outros 5% que refere e que eu gostaria que fossem mais.
Maio 5, 2008 at 10:17 pm
Sobre o post do Paulo, vale a pena ver este link:
http://education.vermont.gov/new/html/pubs/framework.html
e ler o documento: Vermont’s Framework of Standards and Learning Opportunities, bem como os documentos referentes às várias disciplinas: “Grade expectations and associated materials”.
As metas e objectivos que os alunos devem atingir são seleccionados pelo estado, neste caso Vermont, e os professores são responsáveis pela forma como levam os alunos a atingir essas metas de aprendizagem. Estas são claramente definidas e vale a pena consultá-las para perceber como é mais fácil organizar o trabalho. Em Portugal, é o contrário: as metas que os alunos devem realizar são difusas e os métodos de trabalho são ditados pelo ME, no ECD.
Não quer isto dizer que esta experiência seja exportável, mas é bastante mais «fair» para todos do que aquilo que sai da cabeça do nosso ME.