Les parents d’élèves veulent une école plus efficace
Un sondage, commandé par la Peep à l’occasion de son congrès, souligne leur insatisfaction en matière d’absence de professeurs ou d’apprentissage des fondamentaux.
Sévère et impatient. Tel est l’état d’esprit des parents d’élèves selon un sondage réalisé pour le compte de la Peep, seconde fédération, à l’occasion de son congrès annuel qui s’achève samedi en présence du ministre de l’Éducation nationale, Xavier Darcos.
En attendant le plan Darcos, qui doit s’appliquer à la rentrée prochaine, la conclusion des sondés est sans appel : rares sont ceux qui ont constaté des améliorations dans l’apprentissage des matières fondamentales cette année, de nombreux parents souhaitant visiblement plus de réformes pour plus de résultats.
Ainsi, interrogés sur l’enseignement du calcul, 49 % des parents d’élèves déclarent que la situation «reste sans changement», tandis que 25 % regrettent une «dégradation». Sondés sur la grammaire, 45 % évoquent un statu quo et 34 % une détérioration. Les pourcentages sont à peine meilleurs lorsqu’on questionne les parents sur la lecture. «Un sentiment de dégradation domine dans toutes les matières», résume Christophe Bouruet, de l’institut BVA, auteur de l’étude.
Não estou a criticar as opções, nem as metodologias, mas pura e simplesmente a assinalar as semelhanças imensas entre o tipo de propostas feitas pelo ministro Darcos, a estratégia comunicacional para as implementar e os apoios disponíveis na sociedade civil, neste caso a Peep, a segunda associação parental mais representativa dos gauleses. Uma espécie de Confap mas com um site mais giro.
Repare-se com o argumento base passa pelos maus resultados, seguindo-se a preocupação parental que estimula o poder político a agir, surgindo os professores como os mal-vistos de toda a História.
Isto já nada se inventa e percebe-se que afinal Sarkozy, para além de amar Angela Merkel. realmente tem mesmo um fraquinho pelo nosso primeiro.
Maio 3, 2008 at 3:51 pm
Ainsi, interrogés sur l’enseignement du calcul, 49 % des parents d’élèves déclarent que la situation «reste sans changement», tandis que 25 % regrettent une «dégradation». Sondés sur la grammaire, 45 % évoquent un statu quo et 34 % une détérioration. Les pourcentages sont à peine meilleurs lorsqu’on questionne les parents sur la lecture. «Un sentiment de dégradation domine dans toutes les matières», résume Christophe Bouruet, de l’institut BVA, auteur de l’étude.
aqui n aparece qq consideração sobre os prof’s…
Maio 3, 2008 at 3:53 pm
do excerto do texto que está visível n aparece qq conclusão neste sentido:
Repare-se com o argumento base passa pelos maus resultados, seguindo-se a preocupação parental que estimula o poder político a agir, surgindo os professores como os mal-vistos de toda a História.
só ser estiver no que não pôs…
Maio 3, 2008 at 3:55 pm
«Cela montre que, sur les programmes scolaires, seules des réformes acceptées et réellement mises en œuvre par les instituteurs ont des effets concrets. Car les enseignants restent les seuls maîtres à bord dans leurs classes», commente Anne Kerkhove, présidente de la Peep. La fédération, classée à droite, attend désormais beaucoup du plan présenté par Xavier Darcos et de ses « objectifs affichés».
É o que vem a seguir…
Na prática, diz-se uma coisa, com diferentes implicações conforme a percepção:
1) Sem a colaboração dos docentes, as reformas não funcionam (logo as reformas devem ser bem negociadas)
2) Sem a colaboração dos docentes, as reformas não funcionam (logo, a culpa é deles).
Maio 3, 2008 at 3:55 pm
àlvaro, não dá para transcrever as notícias inteiras, há que ir lá ver o resto em alguns casos.
Maio 3, 2008 at 3:55 pm
normalmente em França vão lá mais pelas causas sociais que pelo desempenho bom ou mau dos docentes.
Nos bairros periféricos de Paris, onde até a polícia tem mêdo de entrar, seria difícil culpabilizar os prof’s pelo insucesso escolar que é avassalador, n vos parece?
Maio 3, 2008 at 3:58 pm
1) Sem a colaboração dos docentes, as reformas não funcionam (logo as reformas devem ser bem negociadas)
acho que a tradição gaulesa vai mais por esta via, que de resto até os empedernidos “liberais” cocordam que é a única possível (o caso de Portugal é rigorosamente residual, e paranóico, pois só um ou uma psicótica entraria pelo caminho esquizofrínico de se confrontar com aqueles sem os quais tudo falha)
Maio 3, 2008 at 4:00 pm
claro q agora – a senhora “problemática” da educação portuguesa – teve uma ajuda vital (o Entendimento)…
Por isso se desdobra em entrevistas e por isso a convidam: afinal foi eficaz!
Maio 3, 2008 at 5:17 pm
Journal de droite. Gouvernement de droite. Fédération de parents d’élèves « classée à droite ».
Évidentes affinités.