Era hoje de manhã ao RCP com o João Adelino Faria. Não ouvi, mas acho que não terei perdido muito. Os destaques apenas servem para repetir o que já sabemos.
Para quem gosta de se auto-flagelar pode encontrar aqui o registo sonoro. Eu já gastei as moedas todas para este peditório com aquela coisa em forma de entrevista «adorável» ao CM. O João Adelino Faria não é o António Ribeiro Ferreira e comer bolachinhas ao vivo na rádio não fica bem, mas mesmo assim a vida é curta para perdermos nacos importantes dela a ouvir chover no molhado. E eu já perdi alguns.
Abril 28, 2008 at 12:37 pm
A senhora desdobra-se em aparições.
A recuperar o seu lugar em cima da azinheira da opinião pública.
E nós? Onde é que estamos?
Abril 28, 2008 at 1:02 pm
É preciso resistir, mas é fundamental perceber que não existem resistências colectivas sem vontades individuais de resistir!
http://fjsantos.wordpress.com/2008/04/28/nao-existem-resistencias-colectivas-sem-vontades-individuais-de-resistir/
Abril 28, 2008 at 1:29 pm
Noticía curiosa: morrem por ano em acidentes de trabalho mais de 2 milhões de pessoas.
Para quem diz aue trabalhar é bom nem afome e a guerra matam tanto por ano..
E por falar na ministra..ouviram falar naquele caso horrivel na austria: o pai manteve a sua filha em cativeiro durante 24 anos e parece que lhe fez 7 ou 8 filhos,,,
Olha se os nossos iluminados se inspiram neste episodio para aumentar a populaçÃO PORTUGUESA..
Abril 28, 2008 at 1:33 pm
do outro mundo>
http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 28, 2008 at 1:34 pm
tantas entrevistas e etc responsabilidade de quem ressucitou a defunda!!!!!
Abril 28, 2008 at 1:34 pm
responsabilidade de quem a ressucitou!
Abril 28, 2008 at 2:07 pm
Ouviram… ou leram…
A aplicar para o ano, diz a senhora…
Abril 28, 2008 at 2:31 pm
A ver vamos, como diz o cego…
Abril 28, 2008 at 3:06 pm
eu, na minha pose quaseoportunistadospseudoartistosostugalhoes
vou registar mais esta>
Para o ano!
Prefiro uma banda post/punk. Sem estilo tb serve pois entra em calha c a coisa e tal.
Abril 28, 2008 at 3:13 pm
Ora se antecipa, ora se segue, ora contra-ataca, ora é um poço de virtudes a pensar exclusivamente nos meninos para quem (segundo as suas entre, inter e super linhas) os professores se estão a marimbar… ela é estrategicamente esperta, tem os apoios de que necessita (a começar na sua bancada parlamentar onde alguns chegarão ao tal corpo de elite, muito experiente e de excelência que são os professores titulares sem darem uma aulita há anos…), os convenientes, os que aguardam e uma vasta comunicação social ao serviço… Hoje é dia de manifestação em Lisboa…
Abril 28, 2008 at 3:34 pm
MLR diz que ” o Processo de Avaliação terá aplicação total no próximo ano lectivo”. Está manipulando a opinião pública, branqueando a sua imagem, dando a ideia que tem a situação controlada, quando tudo isso é mentira.
Porque é que não diz claramente que vai avançar o processo simplificado de avaliação acordado com os sindicatos? Está fragilizada, não tem o respeito dos professores e, por isso, só tem uma saída: demitir-se. Quanto mais tempo demorar a fazê-lo, mais atrasa o processo de normalização e pacificação da vida dos profs e das escolas.
E isso é péssimo serviço público.
Abril 28, 2008 at 3:46 pm
O melhor é mesmo fazer-se “ouvidos de mercador”. Lembro o texto divulgado no Blasfémias logo após o comício do Porto, realizado logo após o dia 8 de Março:
“É oficial: estamos já em plena pré-campanha eleitoral. Sócrates abriu-a no comício do Porto e na entrada encenada de M.ª de Lurdes Rodrigues.
Desde a manifestação dos professores que muita gente da política parece ter perdido o pé. A reacção do Governo teve avanços e recuos, quase oscilações de humor.
Primeiro o medo da rua, a vertigem da cedência. Depois um impulso diferente e um esforço de reunir as tropas do partido à mistura com doses excessivas de marketing político… ”
Perto do 25 de Abril, não pude deixar de associar tanta entrevista à rádio e aos jornais (noutra época poder-se ia também referir a cassete-pirata) a uns versos de José Mário Branco na sua Cantiga do Fogo e da Guerra:
“Ao circo da guerra chegam piromagos
abrem grande a boca quando são bem pagos
soltam labaredas pela boca cariada
fogo que não arde nem queima nem nada.”
Abril 28, 2008 at 3:48 pm
(passo a repetição de “logo após”, tanto teste para corrigir!…)
Abril 28, 2008 at 4:04 pm
11 Zé:
É isso mesmo que eu proponho.
Estou com dúvidas se isso interessa aos sindicatos… ou se lhes interessa mais o folklore das manifs para mostrarem ao poder que mantêm os profs sob controle… enquanto assinam e inplicitamente aceitam o modelo de avaliação que nas ruas, diante e com os profs, dizem contestar…
Abril 28, 2008 at 4:07 pm
entretanto aqui deixei a facadazita da praxe: http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 28, 2008 at 4:34 pm
Um processo nadomorto conforme José Eduardo Lemos muito bem o definiu, não tem seguramente futuro. Querer mantê-lo vivo, reconhecendo todas as suas aberrações, conforme pretende o ME e sindicatos é jogo sujo. Fazer manifs com palavras de ordem sem fim, que a maioria da população não sabe exactamente a que se refere e o governo não dá ouvidos é perda de tempo. Não era melhor ser mais conciso e directo nestas concentrações?
Não era melhor encontar os sindicatos “à parede”?
Abril 28, 2008 at 4:38 pm
Onde se lê “…encontar os sindicatos…” deve ler-se “…encostar-se os sindicatos…”
Abril 28, 2008 at 4:40 pm
É isso mesmo que proponho que façamos. E por isso vou daqui a pouco à Assembleia Geral do SPGL, com uma moção que seguramente n será aprovada (nunca aconteceu ser aprovada uma proposta contrária às ideias e propostas da direcção do SPGL), mas que poderá ser uma das bases, um dos “documentos” (chamemos-lhe assim) para nos organizarmos e coordenarmos nacionalmente.
Abril 28, 2008 at 4:42 pm
Os professores ao dar enfoque especial à avaliação de desempenho estão a fazer o jogo do adversário. O ME passa para a opinião pública que o único problema que tem com os professores reside no diploma da avaliação de desempenho. De forma subliminar e rasteira, mas com consistência este governo vai passando a mensagem de que os professores não querem ser avaliados.
Cabe aos docentes e aos sindicatos levar o governo a jogar noutro campo:
-demonstrar que a divisão da carreira é desnecessária e decorreu de uma forma extremamente injusta.
-desmontar o estatuto do aluno.
-demonstrar à opinião pública que o governo está a destruir os fundamentos e a qualidade da escola pública.
Abril 28, 2008 at 4:59 pm
Não existe ministra da educação há muito , muito tempo.Pode dar as entrevistas que quiser e dizer o que bem lhe apetecer. Não tem o respeito dos que levam a profissão a sério, nem nunca o terá, nem daqueles que, independentemente do inquilino da 5 de Outubro,continuarão a fazer a sua vidinha. Não sair pelo seu próprio pé é algo de que ainda se vai arrepender.
Não têm qualquer credibilidade. Qualquer medida saída do ME deixa os professores de pé atrás.E isso não pode ser apagado com nenhum acordo.
Abril 28, 2008 at 5:00 pm
Mas a divisão da carreira é um ponto da AD. Comecemos por aí, por exemplo.
Sejamos o mais claros possíveis de modo a que ME e sindicatos caiam no ridículo.
E quinzenalmente um novo ponto de discussão, de debate, de tema de manifs.
Abril 28, 2008 at 5:06 pm
Bingo, Pedro Castro!
Bem vindo ao clube.
Abril 28, 2008 at 5:36 pm
Concordo consigo, Pedro Castro. Mantenho contudo a opinião que mantendo-se MLR como ME irá prolongar uma luta sem fim à vista. Com excepção dos profs, convém a todos que continue, incluindo oposição. Ao governo porque vence a batalha. Ao PSD porque mata dois coelhos duma só cajatada: armas para combate político na próxima campanha e papinha feita na área da Educação, caso vença as eleições legislativas.
Neste momento, com quem podem contar os profs senão com eles próprios? Temos que continuar unidos e ceder em pequenas devergências. Eu vou pelo que a maioria dos profs decidir sem contudo deixar de manifestar a minha opinião.
Abril 28, 2008 at 5:45 pm
Pedro Castro (19)
Acertou em cheio na estratégia do governo.
No segundo parágrafo, eu só tiraria ” e aos sindicatos”, porque a agenda deles parece ser outra.
Dia 25 de Abril em Espanha. Abro um jornal e leio uma citação de C Silva a queixar-se do estado da democracia em Portugal…
Saem 10 000 professores à rua em Londres e isso tem consequências.
Saem 100 000 professores à rua em Lisboa e o que se arranja são umas reuniões à pressa para assinar umas promessas duvidosas e dar a ideia de que as questões se limitam à avaliação e estão praticamente resolvidas.
As questões em jogo são mais importantes do que a avaliação dos professores: têm a ver com a qualidade e o futuro do ensino público.
Os governos não devem cair com manifestações de rua, mas se os governantes ignoram a vontade de dois terços dos professores e prosseguem com uma política autista de confrontação, então as coisas vão mal.
Abril 28, 2008 at 6:05 pm
Pedro Castro
Para compreender melhor o seu ponto de vista, diga-me se é sua opinião ou não mantermo-nos unidos em volta dos dirigentes sindicais, para levar avante e com êxito a luta iniciada.
Abril 28, 2008 at 6:23 pm
ZÉ, professores e sindicatos têm que estar de acordo no essencial, porque sindicatos sem a participação dos professores permite aos dirigentes actuarem “por sua conta” e professores sem sindicatos pode levar à atomização do movimento dos professores.
Abril 28, 2008 at 6:34 pm
Obrigado, Pedro Castro.
Abril 28, 2008 at 6:49 pm
Aproveitando o post….
Muitas escolas a iniciar o processo de constituição/eleição do CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO em 24/04 quando a lei saiu em 22/04!
Também os PCE´s passam automaticamente a exercer os poderes do novo DIRECTOR… o 115/A foi revogado….
Isto SIGNIFICA que em princípios de Julho podemos já ter os DIRECTORES a todo o vapor nas escolas, os 4 SUPER COORDENADORES eleitos- até por causa dos horários 08/09 – e , entretanto, as fichas de registo e ind de medida irão sendo aprovadas…
E depois em 28 de Julho tudo para férias e no dia 1 de setembro… amiguinhos tudo montado e à vossa espera para avançar com o modelo de avaliação.
Gostaram? Querem mais??
Votem Ps… façam listas para o C Geral…acreditem nos deuses… ou vão a banhos para a caparica.
Abril 28, 2008 at 7:04 pm
Qual quê meu amigo…o pessoal dá avolta a isto..bom para toda a gente e depois fazemos um acordo: existem 3 vagas na minha escola para titular:para o ano concorres tu pra ou outro eu e a seguir o zé…
Abril 28, 2008 at 7:22 pm
Continuo a afirmar: não se fazem acordos com mentirosos e vigaristas!
Abril 28, 2008 at 9:54 pm
António:
Os 4 supercoordenadores não são eleitos, são nomeados.
Abril 28, 2008 at 10:20 pm
land of confusion (29)
A sua estrategia estaria correcta se apenas pudessem concorrer para titular os colegas da sua escola!
Com o novo D.L. que está quase a sair, o Zé pode ser destronado pelo manel da escola ao lado que verá ali uma boa oportunidade de chegar a titular…
O Zé entretanto entra em horario zero..