De José Eduardo Lemos, hoje, no Público. Membro do Conselho de Escolas e presidente do CE da Escola Secundária Eça de Queirós, Póvoa do Varzim.
Ou como no Conselho de Escolas pode existir massa crítica para algo mais do que um departamento oficioso do ME. Um exemplo a seguir pelos elementos do CCAP. Não chega enunciar a independência, há que saber exercê-la.

Abril 28, 2008 at 11:59 am
Ainda hoje, ouvi a ministra numa estação da rádio a responder a diversas questões.
Retive uma pergunta do jornalista: “Porque é que os professores têm tanto medo da avaliação”? A ministra lá tentou dar a volta e disse qualquer coisa do género: tem razão; é uma questão pertinente…
Moral da história: Ou há jornalistas muito ignorantes ou estão a fazer um favor à sra ministra e governo!
Abril 28, 2008 at 12:05 pm
Mas é este o modelo que vai ser aplicado a todos no próximo ano lectivo. Vou aguardar pelos resultados e EVENTUAIS alterações.
Daquilo que me tem sido dado ver, está-se a trabalhar no sentido de o implementar. os diversos papéis já estão preparados. É só arrancar.
Abril 28, 2008 at 12:10 pm
a Dra. MLR ainda não percebeu que os professores não têm medo da avaliação daí a resposta: ” é uma questão pertinente”. saberá a Senhora o sigificado de pertinente?
Os Jornalistas não são ignorantes mas sim pertinazes mas… resposta concisa é que nada…
Abril 28, 2008 at 12:13 pm
Parabéns ao colega José Eduardo Lemos pelo texto tão bem escrito e esclarecedor.
Abril 28, 2008 at 1:53 pm
Este colega exprimiu de uma forma clara os problemas do modelo de avaliação que nos espera para o ano.
Abril 28, 2008 at 2:40 pm
Excelente artigo! Naturalmente, haveria muito mais para dizer, mas, em poucas linhas, o autor conseguiu apontar de uma forma muito clara e sustentada as principais fragilidades e incongruências deste modelo de avaliação.
Abril 28, 2008 at 4:06 pm
Excelente o Lemos, como quase sempre. Evoca a questão dos titulares, que é a fonte da revolta, enquanto não se resolverem as injustiças criadas, a revolta interior dos professores não passará.
Já dei Aulas na Eça de Queirós da Póvoa do Varzim, uma excelente escola, com um Excelente presidente.
Já agora, mais informações sobre a escola aqui:
http://www.eseq.pt/
Abril 28, 2008 at 4:45 pm
José Eduardo Lemos percebeu o pecado original: A FORMA EXTREMAMENTE INJUSTA COMO DECORREU A DIVISÃO DA CARREIRA!
Abril 28, 2008 at 4:58 pm
É isso mesmo, caros Pedro Castro (8) e DA(7).
Finalmente, e felizmente, há cada vez mais pessoas a entender que o cerne da problema pouco tem a ver com avaliação em si, ao contrário do que se fez crer. É inegável que há questões pertinentes relativas à mesma (exequibilidade, subjectividade, prazos, complexidade, etc) mas que, relativamente ao ECD que a impõe como corolário, são de pormenor.
Foi pena que pouca gente o tivesse visto na altura (Janeiro-Março) e que se tivesse investido tanta energia na recusa do telhado (afinal, o único de tamanho adequado) para a construção que se deixou erguer. Quem aceita as causas, não pode recusar os efeitos.
Abril 28, 2008 at 4:59 pm
Pedro Castro (8)
No seu comentário, refere-se à “forma extremamente injusta como decorreu a divisão da carreira.”
Estou totalmente de acordo, mas, para mim, há um problema maior: a injusta divisão da carreira, pois, quanto a mim, nada justifica essa cisão.
Abril 28, 2008 at 5:00 pm
Pedro Castro,
Desculpe o boneco. Não sei como aconteceu.
(???)
Abril 28, 2008 at 5:03 pm
… nem eu, Pedro Castro.
Abril 28, 2008 at 10:54 pm
Excelente artigo!!!!
Estou 100% de acordo com a Alice… O cerne está mesmo na Divisão da Carreira…
Abril 28, 2008 at 11:46 pm
deve ser efeitos do código 8+)
Abril 28, 2008 at 11:47 pm
É mesmo isso…(8)
Abril 29, 2008 at 12:15 am
Ah! Fez-se luz (apesar dos óculos escuros)! Desconhecia esse código. Sempre a aprender…
Abril 29, 2008 at 12:18 am
Também desconhecia.
Aqui estão eles:
http://codex.wordpress.org/Using_Smilies
Abril 29, 2008 at 12:27 am
O cerne está numa ideia de Educação que nega a existência de uma Escola Pública que existe para promover a qualidade, a igualdade de oportunidades, a criativida, o saber, a cidadania, enfim uma escola que não se vergue aos interesses economicistas e mediocres da política actual.
O cerne da questão está no ECD que incorpora esta filosafia de escola empresa e nos reduz a nós professores a “operários” e aos alunos a “produtos” cuja qualidade pouco importa. O que importa é que não atrapalhem a engrenagem. Nem eles, nem nós.
Abril 29, 2008 at 8:09 am
Obrigada, DA (17).
Abril 30, 2008 at 11:12 am
Sim, a análise está boa, no entanto porque é que se insiste na valorização das notas negativas? Afinal o que é que isso resolve na escola e para os alunos? Ah! É para poder despedir?! Então, muito cuidado, mesmo cuidado com as subjectividades…