Private schools ‘cull’ pupils for league table
ndependent schools are withdrawing weaker pupils from GCSE and A-level examinations to inflate their league table position, teachers’ leaders claim.
In an act known as “soft culling”, schools that charge thousands of pounds a term in fees stand accused of persuading children not to take exams if they are unlikely to get top grades.
Others are even entering their least-able pupils for exams as private candidates so that their results do not appear on the school’s own results.
Geoffrey Boult, the chairman of the Boarding Schools’ Association, said that head teachers could be put under heavy pressure from governors to withdraw less able candidates from exams.
“I’m sure it’s been happening for years. It would be easy to say, if pupil X is not very good at a subject, don’t put him in for it. The danger is that you stop pupils from even taking a subject in the first place,” he said. Mr Boult, who is headmaster of the £23,000-a-year Giggleswick School in North Yorkshire, added: “It has probably happened at my school, but very rarely. We might say to a pupil, concentrate on the subjects you are good at.”
Although the school would not withdraw a candidate purely because of league tables, teachers would be well aware that such a move would boost their league table position, he added.
As coisas que um tipo descobre ao ler jornais estrangeiros…
Por cá, que Zeus nos livre, estas coisas nunca acontecem.
Abril 26, 2008 at 5:39 pm
Mas lá chegaremos: qual a privada que aceite miudos com sindroma de down, autismo, e outro tipo de deficiências?
A razão é simples: estrag os rankings. Até podem aceitar dois ou três para atrir publicidade e dizerem que até alguns deficientes teem melhorers notas no privado.
No fim de contas criticavam Hitlerr mas a pouco e pouco de uma forma subtil estão a dar-lhe razão (reparem na publicidade a bébes hitler não faria melhor: louros , alvos e olhos azuis)
Abril 26, 2008 at 6:47 pm
Mais cego do que o cego é aquele que não quer ver…
É sobejamente conhecida a prática corrente em determinados colégios de renome (estão nos top dos rankings nacionais portugueses) que no 2º período lectivo convidam os alunos do 12º ano, com notas mais baixas (abaixo de 14,)a anularem a matricula e a apresentarem-se a exame como autopropostos. Assim mantém-se a fama de top do colégio. Algumas situações concretas tenho delas conhecimento! Os pais são chamados e intimados a fazê-lo… e o mais interessante é que o fazem…
Ainda se diz mal do trabalho e empenho da escola pública! E o que mais me assusta é que o ME alimenta e promove esta hipocrisia mediatista…
Abril 26, 2008 at 10:11 pm
Nem mais Teresa!!!!
Gostei das ultimas frases Paulo.. gostei da ironia …
Abril 26, 2008 at 11:13 pm
“E o que mais me assusta é que o ME alimenta e promove esta hipocrisia mediatista…”
Em abono da verdade, a actual Ministra é contra o ranking das escolas.
Abril 26, 2008 at 11:13 pm
Aqui, nada disso é necessário a partir do próximo ano.
Abril 26, 2008 at 11:19 pm
a actual ministra é contra ela própria no seu passado já que o esconde e não foi bem avaliada podia ser um exemplo bla bla bla. o que mais se pode imaginar? por falar nisso, o tal sindicalista com que dizem ter alegadamente e tal ter estado envolvida mas não se sabe não terá bigode e estar no ensino à época primário, sem licenciatura mas agora titular, alegada, ouvi dizer, não sei de nada a não ser quem me criou?
Abril 27, 2008 at 12:05 am
Há colégios privados em Lisboa (e provavelmente noutros locais) que aliciam os seus melhores alunos do 9º ano a não irem fazer o secundário à escola pública, oferecendo-lhe isenção de propinas caso continuem a ter notas muito elevadas. Os mais problemáticos e/ou menos capazes, por sua vez, são mesmo aconselhados a irem para o público, Esta estratégia é aliás cada vez a mais usada para conseguirem ficar nos primeiros lugares dos rankings do secundário. É um misto de soft culling & hard selection.
Abril 27, 2008 at 2:44 am
Dolcinita escreveu: “Há colégios privados em Lisboa (e provavelmente noutros locais).”
Aqui no Porto acontece o mesmo, com a agravante da generalidade das escolas privadas inflacionarem, e muito, as classificações internas, para além daqueles que não vêm fazer o secundário às públicas, há os que vão do público para o privado no 10.º ano para arrancarem médias de 19 e de 20.
E, as escolas públicas, regra geral, não reagem.
Abril 27, 2008 at 2:45 am
É por isto, e não só, que eu sou contra os rankings das escolas.
Abril 27, 2008 at 4:09 pm
Tenho conhecimento de alunos que pediram transferência no 10º ano para a privada porque aí as notas são mais inflacionadas. Nestas Escolas os resultados das provas intermédias de Matemática e Físico-Química não contam para a média final,porque normalmente os alunos baixam os resultados sendo estas substituídas por testes feitos pelos professor.
No outro dia um aluno dizia-me que uma professora muito competente e exigente (contratada a substituir uma colega) estava a ser alvo de contestação porque as notas que atribuia eram inferiores ás de outro professor da mesma disciplina, pouco exigente mas que atribuia melhores notas.
Este reconhecia que a professora é que tinha razão porque fazia tudo para preparar bem os seus alunos.
Abril 27, 2008 at 5:28 pm
Paula, e depois vem para aí dizer que as privadas são melhores que as públicas…com alguns professores das públicas a contribuir para o “festim” anti-escola pública….
Mas nestes casos temos de proteger os alunos, e subir uns pontos nas classificações, caso contrário as escolas públicas esvaziam. Não significa menos exigência no ensino ministrado.
Aqui no Porto, as Secundárias estão a considerar os testes intermédios como testes normais, nos colégios(do Rosário,Luso Francês ao Ribadouro, D.Duarte) não contam como teste normal.
É uma pouca vergonha…
Como o negócio é bom, também o Belmiro Azevedo vai entrar nele:
http://jn.sapo.pt/2008/04/27/porto/fundacao_belmiro_abre_colegio_privad.html
“Fundação Belmiro abre colégio privado na Efanor
…
Com nome de Colégio Efanor, o edifício terá capacidade para acolher 280 crianças. O estabelecimento de ensino dedicar-se-á aos sete primeiros anos da vida dos estudantes com ensino Pré- Escolar e Básico do Primeiro Ciclo…”
Maio 9, 2009 at 5:47 pm
Lá isso é verdade,.. os testes intermédios não são levados de forma normal nesses colégios… Não! Só são feitos como se fossem exames com pautas afixadas a distribuir as salas por ordem alfabetica, com os testes a passar pelos professores todos dos grupos disciplinares… realmente uma vergonha… mas para as escolas publicas