Uma alternativa é ler o novo texto automático de Carlos Zorrinho, hoje, no Público.
Mais cartoons de Randy Giasbergen aqui.
Abril 26, 2008
Uma alternativa é ler o novo texto automático de Carlos Zorrinho, hoje, no Público.
Mais cartoons de Randy Giasbergen aqui.
Abril 26, 2008 at 5:48 pm
Retirado de um post aqui posto(de João Pereira Coutinho)
Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.
Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida – mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho, as quecas de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos
Eles comem tudo e não deixam nada..
Abril 26, 2008 at 6:14 pm
Os cartoons de Glasbergen são acutilantes, saliento em particular alguns sobre a era informática.
Em relação ao apresentado no post, fiquei a pensar se as reformas educativas nacionais dos últimos 30 anos serão comuns a outras latitudes, há sérios motivos para pensarmos que sim, já que gostamos tanto de copiar ideias “brilhantes”…
(há um muito celestial, com os habitantes do paraíso, de asas angelicais, a tentarem ir a um concerto com os já idos “famosos” do rock numa espécie de Rock in Heaven)
Abril 26, 2008 at 6:48 pm
Seria bonito da parte do Guinote já que fez um link à “ Sinistra” sobre a moribunda Confederação CNIPE, opositora da Confap.
Colocar um link de aqui http://antifalsospedagogos.wordpress.com/ sobre a evolução dessa tal confederação…
Abril 26, 2008 at 6:59 pm
Land of confusion (1)
Mesmo a propósito, aqui vai o início de uma pequena crítica literária, a uma novela, escrita por Joseph O´Neil na revista The Atlantic, Dec.2005
“The novel is such a noisy site of formal experimentation that it´s easy to undervalue its long-standing, perhaps quintessencial, function as describer of the bourgeois adventure — roughly speaking, the pursuit of plenitude in matters of love, work and leisure.”
Afinal embarcámos todos na aventura burguesa e lá vamos em busca da plenitude em questões de amor, trabalho e lazer.
Alguns seguem pelo atalho: a cavalo….
O primeiro parágrafo deste artigo vale mais que muitas revistas que para aí andam.
Abril 26, 2008 at 7:33 pm
Albino mau, deu férias ao trabalhador da silva?
Abril 26, 2008 at 9:11 pm
Albino, pá, e que tal quando meter vídeos no blogue ser honesto e dizer onde se inspirou?
Já agora, que ninguém nos ouve (só lê…) a que secção do PS é que pertence?
É que a evolução do Anti-Tretas tem todas as marcas de uma encomenda do aparelho rosita.
Se o seu problema são os professores, porque se incomoda tanto com as próximas eleições e a situação do PSD?»