Amanhã está previsto começar a negociação ME/Plataforma Sindical quanto à regulamentação da «avaliação» deste «1º ciclo» (2007-2009), incluindo o simplex deste ano lectivo.
O projecto de decreto regulamentar fica aqui para observação e comentário: aval-desempenho-projecto-dec-reg.
Abril 20, 2008 at 7:01 pm
Os professores também deveriam avaliar os CE das suas escolas e fazer reportar a avaliação dos respectivos professores à sua própria avaliação! Assim fechava.se o CICLO ( vicioso)!
Abril 20, 2008 at 7:02 pm
No processo de avaliação os avaliados podem fazer a avaliação dos avaliadores.
(que linda frase)
Abril 20, 2008 at 7:05 pm
Explique lá melhor Paulo sff, o seu com 2!!!…Estou lenta e baralhada com tanta informação
Abril 20, 2008 at 7:12 pm
Terei eu tomado um alucinogénio?
Abril 20, 2008 at 7:13 pm
Na avaliação, há a possibilidade dos avaliados – caso a Escola assim o decida – avaliarem o desempenho dos seus avaliadores, podendo isso chegar a 10% da nota final do dito cujo (ou cuja).
O que lhes pode lixar um potencial Excelente se eles se portarem mal.
Abril 20, 2008 at 7:14 pm
Tudo isto é EXCELENTE, realmente
Abril 20, 2008 at 7:17 pm
A estes fulanos aplicar imediatamente umas aulas de apoio pedagógico acrescido e um plano de recuperação.
Abril 20, 2008 at 7:20 pm
Alguém viu um porco andar de bicicleta, mas ao ler este projecto legal, ainda verei uma bicicleta andar de porco! É esfusivamente hilariante! Vejamos pelo lado positivo, melhores que estes só mesmo “Os Gatos Fedorentos”
Abril 20, 2008 at 7:29 pm
EM relação à prevista negociação que iniciará amanhã… não consigo resistir à tentação de ligar os pontos…
No dia anterior a uma (mais uma?) importante reunião em ME/Plataforma que objectivos pretendeu MLR alcançar com uma entrevista neste registo e no jornal que foi(porque a escola do CM também merece reflexão)?
Acicatar mais os ânimos?
Refrear a Plataforma?
Dar a entender que o seu ideário permanece imutável?
Marcar posição negocial?
Preparar a opinião pública para mais um insucesso negocial?
Mostrar a Cavao/Socrates/Carvalho da Silva/Vieira da Silva/Opus Dei/Maçonaria que ainda é ela que ‘calls the shots’?
Ou apenas porque sim?
Abril 20, 2008 at 7:38 pm
Do blog de Ramiro Marques, mas não resisti…
QUANTOS SEREMOS?
Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena.
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação
Que lhe resiste.
Miguel Torga
Abril 20, 2008 at 7:50 pm
Pedro:
Excelente humor no últimos posts! Mas explique porque acha hilariante o projecto legal”.
Abril 20, 2008 at 7:55 pm
Deveras surrealista este dec nalguns pontos:
1. os avaliadores são avaliados com base no artº 29 do 2/2208 pelo PCE (deixando também de ser avaliados pelos inspectores da área especifica)….no ano lectivo 2007/08 pelo trabalho de avaliação que fizeram neste mesmo ano????!!!!! estarei a delirar??? e AINDA pelos colegas Avaliados do Depart!!!
2.têm ainda de apresentar objectivos individuais ( artº 29-ponto 5), mais a ficha de auto-avaliação, mais a avaliação referida em 1.
Isto será uma brincadeira???’
Abril 20, 2008 at 7:57 pm
O Artº 6º vai calar muitos titulares?
Abril 20, 2008 at 7:58 pm
António:
Onde lê essa informação?
Abril 20, 2008 at 7:59 pm
Qual é o artigo 6º, Pêndulo?
Abril 20, 2008 at 8:00 pm
Será gralha?
Terão que elaborar mais uma grelha? A grelha será preenchida em conjunto ou individualmente?????
Abril 20, 2008 at 8:02 pm
O Artº 2º mantém a pérola “nomeadamente através da alteração dos respectivos projectos educativos para a fixação de objectivos e metas…”
Continua a ficção de ter objectivos para 2007/2008 no final do ano
Abril 20, 2008 at 8:03 pm
15 L&L
Avaliação do coordenador do departamento curricular
Abril 20, 2008 at 8:05 pm
Sim, mas isso tem a ver com a alteração do Projecto Educativo para que nele constem objectivos e metas, que não são os individuais, isto porque muitas escolas não os tinham no PE.
Abril 20, 2008 at 8:06 pm
O artigo 7º ainda é melhor!
Abril 20, 2008 at 8:06 pm
Continuando o post 12.
O Coordenador/avaliador vai ser avaliado nos parâmetros da ficha ME do PCE !!!!!
Entonces, el coordenador é o que vai ser mais avaliado….delírio???
Abril 20, 2008 at 8:07 pm
Por favor leiam e assim a petição a favor da liberdade de expressão de um amigo bloguista:
http://sol.sapo.pt/blogs/anahory/archive/2008/04/20/N_E300_o-uma-mas-sim-DUAS-PETI_C700D500_ES-ON_2D00_LINE-pelo-Helder-Fr_E100_guas.aspx
Abril 20, 2008 at 8:09 pm
E mais: os membros dos CE são avaliados de acordo com o artigo 34º do 2/2008 …. que só fala de PRAZOS !!!!!!!!!!!!!
Estariam Bêbedos a comemorar o entendimento??
Abril 20, 2008 at 8:13 pm
Maria C, como ninguém quis perder a face e proceder a uma negociação séria, entrou-se pelo caminho de um simplex porreirex de avaliação ou, melhor, de não avaliação.
O pior é preencher a papelada! O resto é uma boa farsa Vicentina!
NÃO SERIA MELÇHOR NÃO HAVER AVALIAÇÃO NESTE ANO LECTIVO? Para quê tanta teimosia?
Um verdadeiro absurdo!
Nem aos seus (deles) princípios são fieis. Isto se alguma vez tiveram princípios?
A situação é pois caricata logo hilariante.
Abril 20, 2008 at 8:13 pm
Preâmbulo:
“Ora, considerando a experiência de aplicação deste regime transitório desde a data da sua entrada em vigor e tendo em conta o memorando de entendimento com as associações sindicais…”
Finalmente o ME reconhece que existe um período experimental. Resta saber se esse período foi o que decorreu até ao memorando de entendimento ou se ele vai continuar até ao fim do primeiro ciclo de avaliação.
A palavra experiência nunca foi pronunciada pela Ministra da Educação e agora ver explanada num preâmbulo é sinal do grande recuo do Ministério.
Abril 20, 2008 at 8:17 pm
É experimental para todos, na minha opinião, até 2008/2009. Leia o atigo 3º.
Abril 20, 2008 at 8:18 pm
E porque se fala no ano civil 2009?
Abril 20, 2008 at 8:25 pm
Porque diz que é experimental ?
Abril 20, 2008 at 8:30 pm
Porque a classificação de Regular ou Insuficiente não tem consequências se, no próximo ciclo de avaliação, se obtiver Bom, pelo menos. Artigo 3º, número 1.
Abril 20, 2008 at 8:31 pm
Ontem visitei uma escola no concelho de Sintra. Era a ’semana da leitura’ numa escola cuja biblioteca está permanentemente aberta das 08h00 às 22h00 por devoção dos seus professores. Os de várias disciplinas, de Português a Educação Física e Geometria cada um faz uma escala para garantir um dos objectivos internos da própria escola: mantê-la aberta nesse período. Havia alunos a ajudar no bar e no refeitório, porque não há pessoal suficiente. Alunos, funcionários administrativos e professores promoveram uma maratona de leitura. A ministra da educação pede a estes professores para ‘trabalharem mais um pouco’, coisa que eles já fazem há bastante tempo; ouvi alunos portugueses, africanos, indianos, do Leste europeu, a falar com orgulho da sua escola. Falando com eles, um a um, percebe-se entusiasmo em várias coisas. Acho natural, são professores. Percebo pela blogosfera uma grande vontade de fazer ‘justiça pelas próprias mãos’ aos professores, mas vejo poucas pessoas com disponibilidade para ouvi-los nas escolas não nas ruas, onde as parvoíces são sempre amplificadas, mas nas escolas, nos corredores da escolas, quando fazem turnos de limpeza, quando atendem alunos em dificuldade ou fazem escalas para Português como língua estrangeira para rapazes ucranianos ou indianos que não entendem sequer o alfabeto ocidental, ou quando tratam dos problemas pessoais de alguns deles (ou porque não tomam o pequeno-almoço em casa, ou têm dificuldade em aceitar um namoro desfeito, ou andam na droga). Os professores, estes professores, são um dos últimos elos (percebe-se isso tão bem) entre os miúdos e miúdas desorientados e um mundo que é geralmente ingrato. São avaliados todos os dias pelo ambiente escolar, pelo ruído da rua, pelas horas de atendimento, pelas reuniões que o ME não suspeita. Muitas vezes, as famílias não sabem o ano que os miúdos frequentam; não sabem quantas faltas eles deram; não sabem se os filhos estão de ressaca. Os professores sabem.
Essa vontade de disciplinar os professores, eu percebo-a. Durante trinta anos, uma série de funcionários que abundou ‘pelos corredores do ME’ (gosto da expressão, eu sei), decretou e planeou coisas inenarráveis para as escolas sem as visitar, sem as conhecer, ignorando que essa geringonça de ‘planeamento’, ‘objectivos’, princípios pedagógicos modernos, funcionava muito bem nas suas cabecinhas mas que era necessário testar tudo nas escolas, que não podem ser laboratórios para experiências engenhosas. Muitos professores foram desmotivados ao longo destes anos. Ou porque os processos disciplinares eram longos depois de uma agressão (o ME ignora que esses processos devem ser rápidos e decisivos), ou porque ninguém sabe como a TLEBS é aplicada. Ninguém, que eu tivesse ouvido nas escolas onde vou, discordou da necessidade avaliação. Mas eu agradecia que se avaliasse também o trabalho do ME durante estes últimos anos; que se avaliasse o quanto o ME trabalhou para dificultar a vida nas escolas, com medidas insensatas, inadequadas e incompreensíveis; que se avalie a qualidade dos programas de ensino e a sua linguagem imprópria e incompreensível. Sou e sempre fui dos primeiros a pedir avaliação aos professores, porque é uma exigência democrática e que pode ajudar a melhorar a qualidade do ensino. Mas é fácil escolher os professores como bodes expiatórios de toda a desgraça ‘do sistema’, como se tivessem sido eles a deixar apodrecer as escolas ou a introduzir reformas sobre reformas, a maior parte delas abandonadas uns anos depois. Por isso, quando pedirem ‘justiça’, e ‘disciplina’ e ‘rigor’ (coisas elementares), não se esqueçam de visitar as escolas, de ver como é a vida dos professores, porque creio que se confunde em demasia aquilo que é ‘o mundo dos professores’ com a imagem pública de um sistema desorganizado, oportunista e feito para produzir estatísticas boas para a propaganda.
Francisco José Viegas
Abril 20, 2008 at 8:31 pm
Há muitos avaliadores contentinhos e desejosos de começarem a sua actividade.
Ora, eu não sou Titular e também estou desejosa de avaliar os colegas. Ainda bem que pensaram que os avaliados também podem avaliar os avaliadores! Fantástico!
Abril 20, 2008 at 8:36 pm
“os avaliados também podem avaliar os avaliadores!”
onde?
Abril 20, 2008 at 8:38 pm
Tem de ir ao artigo 29º, número 6, do Decreto Regulamentar 2/2008.
Abril 20, 2008 at 8:49 pm
O problema é o ” pode ser” que nos estava a passar ao lado e não acredito que eles próprios alterem o regulamento interno!
Abril 20, 2008 at 8:50 pm
Depois de ver este projecto, pergunto-me acerca do valor de um cheque de 100 mil pessoas.
Parece sugerir apenas que até 2009 podemos fazer tudo o que der na real gana em termos individuais, seremos perdoados, e depois voltamos ao cumprimento integral do modelo.
Em termos de escola, temos que continuar a trabalhar para arranjar fato digno do, espero, defunto DR 2/2008
Abril 20, 2008 at 8:53 pm
O “pode ser” deve ser, porque é a maneira de introduzir um elemento de controlo na actividade de avaliação dos coordenadores. De outra forma, poderá haver prepotências que já se adivinham.
Abril 20, 2008 at 8:55 pm
O “pode ser” deve ser, porque é a única maneira de introduzir um elemento de controlo na actividade de avaliação dos coordenadores.
De outra forma, poderá haver prepotências que já se adivinham.
Abril 20, 2008 at 8:57 pm
Maria C
Abril 20, 2008 at 8:59 pm
Pois, mas esse controlo é definido em regulamento interno e por conseguinte…
Abril 20, 2008 at 9:01 pm
Pode ser, não significa que seja incluído!Aqui não me parece nenhuma forma de controle, pode ser que sim mas pode ser que não!
Abril 20, 2008 at 9:05 pm
… depende dos hábitos da escola. Na minha, os departamentos têm dado sugestões para a elaboração do RI. Espero que as “boas práticas” se mantenham porque como os departamentos só têm um avaliador e muitos avaliados, necessariamente será a opinião destes que prevalecerá. E ninguém será tão insensato que deixe um coordenador “à solta” como diz o nosso “amigo” António Ribeiro Ferreira.
Abril 20, 2008 at 9:23 pm
Avaliadores ou avaliados, somos todos vitimas da INCOMPETÊNCIA desta equipa ministerial.
Fico assustada quando vejo a “sede” de alguns colegas em se vingarem dos professores que serão avaliadores.
Parece-me que a nossa luta é outra!!!
Ou não o será para alguns?
Abril 20, 2008 at 9:32 pm
Não tenho qualquer “sede” de me vingar de ninguém. Não sou é ingénua. Só isso.
Também sei que há titulares que se sentem mal com esta situação. Mas outros há que não. Todos os conhecemos, uns e outros.
Por isso, um parâmetro dado pelos avaliados acalma os ânimos mas exacerbados. Eu, se fosse avaliadora, queria ser avaliada como tal pelos avaliados. Se faço isso com os alunos, embora sem consequências a não ser a alteração de alguns aspectos por eles criticados, porque não noutras situações?
Abril 20, 2008 at 9:33 pm
Alguém sabe a OT da reunião de amanhã entre ME e P Sindical?
Abril 20, 2008 at 9:35 pm
NO meu post 31
Só para esclarecer: o meu comentário é irónico!!!
Abril 20, 2008 at 9:36 pm
Mas que há colegas avaliadores que até já mudaram de atitude é inegável.
Abril 20, 2008 at 9:37 pm
Ao que me parece este texto não consta do entendimento. É o que o ME propõe para negociação.
Para questionar na negociação:
1 – a ficha de auto avaliação não pode ser a que foi divulgada anteriormente já que esta está toda “tecida” em torno dos objectivos individuais, o que não está na mesa para esta auto avaliação;
2 – a avaliação para quem não necessita de progressão ou de renovação de contrato, só é feita no próximo ano (deste ano constarão apenas os dados administrativos), portanto, não é lógico que a avaliação dos avaliadores vá ter em conta a avaliação que fizer este ano, muito menos quando esta avaliação depende, apenas, da leitura de uma ficha;
3 – para que a avaliação dos avaliados possa ser tida em conta na avaliação dos avaliadores, esta tem que estar exarada no RI, tal como a avaliação dos EE;
4 – os ponto 2 e 3 do artº 3º (garantias dos avaliados) são extremamente dúbios e prestam-se a interpretações diversas – convém estar tudo preto no branco;
5 – o ponto 2 do artº 4º também é dúbio – se se refere a quem vai progredir, a menção obtida não pode ser novamente considerada para o novo ciclo de avaliação já que, após a progressão, terá que começar um novo período de avaliação; se se refere a outros, em que ficamos?… há apenas registo de dados ou há avaliação?
Bolas! Não existirá um legislador naquele ministério capaz de escrever um diploma de jeito?!
Abril 20, 2008 at 9:39 pm
Apelos
Abril 20, 2008 at 9:39 pm
Isto nasceu torto e nunca mais se vai endireitar. Por isso: remendo aqui, remendo acolá…
Abril 20, 2008 at 9:49 pm
A minha alma está pasma!!!
Li, reli e voltei a ler todos os comentários anteriores e confesso que fiquei bem tristinha.
Há aqui questões que todos sabem mas eu gostaria de recordar.
Os avaliadores, não escolheram ser avaliadores. são os coordenadores de departamento cujo cargo, como toda a gente sabe, é de aceitação obrigatória.
Pelos vistos todos falavam mas não conheciam o modelo: os avaliadores são avaliados exactamente nos mesmos moldes dos restantes professores só que pelo CE ,exactamente a personagem a quem andaram a infernizar a vida por causa das grelhas (pelos vistos bem menos calculistas do que parecem!!).
Se é possível que haja avaliadores que possam estar de má fé, uma coisa é certa, os avaliados que aqui se pronunciaram não lhes ficam atrás.
Ser avaliador deve ser tão bom que a coordenadora do meu departamento vai para a reforma e é necessário escolher outro e já é só choro e ranger de dentes porque ninguém quer ser.
Abril 20, 2008 at 9:50 pm
Colegas: ainda não perceberam que TODAS as avaliações de 30/4 de 2008 a 31 de Julho de 2008- contratados e “progressistas” – e a “outra” avaliação da malta toda de 1/Set/08 a Julho ou Dez de 2009 vão ser a fingir?
Deviam todos ir em romaria ao mariozinho agradecer….
Abril 20, 2008 at 9:51 pm
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/04/eu-bem-preveni-que-o-ponto-8-ia-dar-que_20.html
Abril 20, 2008 at 9:53 pm
Esta malta parace é mesmo que não quer é ser avaliada…Será?
Abril 20, 2008 at 9:54 pm
E esqueçam essa coisa de “lixar” os avaliadores porque essas almas estão cheias de medo porque este modelo é inaplicável.
Eu fui eleito coordenador, nessa altura não se sabia que era para avaliar, e com este modelo não avalio ninguém…aliás nem com outro.
Esre “imbróglio” não tem saída.
Abril 20, 2008 at 9:54 pm
http://alvarovelho.net/index.php?option=com_content&task=view&id=267&Itemid=1
Abril 20, 2008 at 9:55 pm
António,
Se foi eleito e não tem competências para exercer de forma plena o seu lugar o remédio é fácil…
Abril 20, 2008 at 9:58 pm
Quem o autorizou a dirigir-se a mim, ó seu merdoso?’
Abril 20, 2008 at 10:01 pm
António,
Anténio’s há muitos, seu…
Ferve a 80º, não tem perfil para coordenador.
Abril 20, 2008 at 10:02 pm
Esclarecimento aos colegas: neste quadro normativo confuso, esquizofrénico e cheio de “buracos” só um louco aceita qualquer tipo de responsabilidades…
Por isso , deixo um conselho aos putativos avaliadores: ponham todas as dúvidas por escrito aos PCE´s, DRE´s, IGE, Gab da Sinistra… e não arrisquem levar com vários processos em cima por algo que é uma vergonha – este modelo de avaliação.
Abril 20, 2008 at 10:02 pm
Laranjalima:
Eu pasmo quando se considera má fé o facto de se precaver situações de prepotência.
Certamente não conhece tais situações, nem as pessoas que as possam praticar. Eu não tenho tanta sorte.
Se considera que a introdução de avaliação dos avaliadores por parte dos avalidos é má fé, bem…
Todos os professores que eu tive na universidade que pediam a sua avaliação aos alunos, tal como hoje eu a peço aos meus ou estavam de má fé, ou eram os alunos que estavam de má fé ou há aqui alguém que não percebe nada disto.
Abril 20, 2008 at 10:03 pm
http://www.emds.edu.pt/direscrita/documents/dossiers/Avalia%C3%A7%C3%A3o_Docentes_Algueir%C3%A3o.pdf
Abril 20, 2008 at 10:04 pm
Para os coordenadores mal preparados recomendo a leitura dpo PP supra…
Abril 20, 2008 at 10:06 pm
A maior dificuldade da implementação do modelo radica no facto de haver muitos coordenadores que não estão, de facto, preparados para o lugar, nem para as exigências correlacionadas. Assumiram o lugar, fruto de um modelo de escolha de Titulares que privilegiou a idade. Hoje têm mais receio que os avaliados. Têm uma boa saída: pedir a demissão. Sigam o exemplo do LFM.
Abril 20, 2008 at 10:07 pm
Mas faz sentido que os avaliadores avaliem antes de serem avaliados?!
Abril 20, 2008 at 10:07 pm
Mas este «novo paradigma» de carreira produziu maus coordenadores meu caro TSilva?
Olhe que não me parece que esteja a fazer justiça ao mérito do ME em erguer todo este novo edifício reformista.
Então, que é isso de fugir ao bom caminho?
Abril 20, 2008 at 10:08 pm
Especialmente e com “dedicatória” para “Trabalhador da Silva”
O Sorteio do 5 de Outubro!
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/04/o-sorteio-da-5-de-outubro-titulares-com.html
Abril 20, 2008 at 10:12 pm
Nem tudo é bom no modelo…Uma coisa é certo, era preciso começar por algum lado e os sindicatos tiveram um peso excessivo na definição dos critérios de aceso aos Titulares. Há muito boa gente que tem essa categoria e que nunca acederia a tal função se um modelo sério já estivesse em funcionamento. Veja o caso dos Coordenadores que não gostam de avaliar para não se “sentirem mal com os colegas”…Diz tudo.
Abril 20, 2008 at 10:13 pm
Hoje estou especialmente dedicada a dar atenção ao “trabalhador Da Silva”
A Total Pouca Vergonha!
(ler tb os comentários)
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/04/pouca-vergonha-o-pstal-de-portugal.html
Abril 20, 2008 at 10:15 pm
Ó Trabalhador da Silva, porque não vai para o seu bloguezinho deprimente e veja se deixa uns comentariozinhos aos seus posts… Sempre tinha com que se entreter…
Abril 20, 2008 at 10:16 pm
Ana Henriques ,
Quantos anos tem de ensino? Acaso não reconhece competência aos Titulres da sua Escola? Formou-se numa Universidade Privada? Receia a avaliação? Qual era o seu absentismo antes de 2005? Gosta do que faz? Qual foi para si o melhor Ministro da Educação? Sabe por quanto fica um aluno da escolaridade ao Estado?
Se for capaz de me responder a estas questões direi que não está aqui com funções de “agitprop”…
Abril 20, 2008 at 10:18 pm
A Finlândia é um caso de excelência no ensino, tentemos perceber porquê:
http://www.finlandia.org.pt/doc/pt/infofin/educa.html
Abril 20, 2008 at 10:19 pm
Maria C
O que me fez confusão foi a forma como se foram referindo aos avaliadores e o modo como reagiram ao facto de poderem também avaliar.
Agora o que eu gostava é que todos estudassem muito bem o modelo para perceberem que ele é absolutamente impraticável porque é uma teia tão confusa ferida de imcompatibilidades que se quiserem podem estar em permanente reclamação. Os buracos são tantos que é só querer. Acontece que a culpa não é dos avaliadores, eles viram-se de repente na pior das situações: ter que avaliar os colegas e ainda por cima sem critérios claros e objectivos.
É esta consciência que me tem feito estar permanentemente a denunciar o “monstro”.
Quanto à avaliação dos alunos sobre o meu trabalho é prática que tenho desde sempre, como aliás já disse aqui mais do que uma vez.
Abril 20, 2008 at 10:20 pm
Só quem conhece é que está em condições de criticar
http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=1306&fileName=apresentaresultados_30_de_outubro.pdf
Abril 20, 2008 at 10:21 pm
Continuo muito generosa com o “trabalhador Da Silva”!
O cerne da organização do trabalho no ensinos universitário e politécnico são os departamentos. Departamentos curriculares. Faz todo o sentido. Os professores, a partir de um conjunto de “solicitações de diversos sectores da sociedade” criam cursos, disciplinas de cursos,etc. Nos ensino básico e secundário os programas a aplicar (ou a interpretar) são definidos a nível central e os “departamentos” são mais ou menos virtuais. Não têm qualquer importância. Não criam cursos, disciplinas. Zero. São ” quase virtuais”.A importância está no conselho de turma e nos conselhos pedagógicos (infelizmente desvirtuados em muitas escolas, por incompetência dos decisores políticos).
Abril 20, 2008 at 10:21 pm
Lá está o TS, com toda a sua sabedoria (?), a dizer quem é e quem não é competente. Veja lá se consegue descobrir na sua “bola de cristal” se sou ou não competente… Haja paciência com o seu discurso repetitivo que não leva a lado nenhum.
Abril 20, 2008 at 10:22 pm
Vale a pena discutir os números
http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=1306&fileName=apresentaresultados_30_de_outubro.pdf
Abril 20, 2008 at 10:23 pm
Ana,
Vai mudar..vai mudar….dê tempo ao tempo…e podemos fazer benchmarking ou não?
Abril 20, 2008 at 10:24 pm
anahenriques e TS – uma coligação impensável!
Abril 20, 2008 at 10:25 pm
Sinergias…Sinergias…habituem-se!
Abril 20, 2008 at 10:26 pm
Não sei se conhecem os números mas seria interessante discuti-los…
http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=1306&fileName=apresentaresultados_30_de_outubro.pdf
Abril 20, 2008 at 10:29 pm
Continuo generosa para com “Trabalhador Da Silva”,
Por mero acaso, quando a sinistra entrou no ISCTE, era ministro da Educação o Eng. Roberto Carneiro. E por acaso, o segundo telefone do Gabinete do ministro fazia ligação á secretária que depois me passava a chamada, caso eu pudesse atender.
Éspero que saiba fazer contas.
Abril 20, 2008 at 10:31 pm
Laranjalima:
Ainda bem. Contrariamente ao que possa parecer, tenho uma boa relação com os titulares/avaliadores da minha escola e com um deles uma muita boa relação. São pessoas bem formadas. Mas, como em todas as profissões, há pessoas que têm menos capacidades para o desempenho de certas funções. O que não impede, neste momento, de estarem mandatados para as desempenharem.
No entanto, como diz e bem, mais importante do que perder tempo com estas coisas é tentar melhorar este quebra-cabeças da avaliação. , nestas questões, todos os elementos de controlo que se colocarem parecem-me positivos, porque o modelo é novo, não foi testados e as pessoas, maioritariamente, não têm qualquer experiência nestas funções.
Abril 20, 2008 at 10:33 pm
Então sempre é verdade a história da MFL..nos andares debaixo pouco mandava?
Abril 20, 2008 at 10:33 pm
É só para dizer à AC que os textos que ela pensa que a “outra” escreveu sobre o “peido” que ela deu, não são dela, mas sim meus!
http://educar.wordpress.com/2008/04/13/contra-1/#comment-55221
Abril 20, 2008 at 10:35 pm
Agora é que eu percebi como é que a Ana Henriques conhece tanta gente… Experiência de vida.
Abril 20, 2008 at 10:36 pm
Desculpem la…quem é MFL?
Abril 20, 2008 at 10:37 pm
Maria C.,
A avaliação do desempenho profissional não é um totoloto (do tipo até é boa pessoa…). Não estamos a brincar. Espero! É uma coisa séria, deve ser.
Eu devo estar melhor do que a Maria. Estou no topo da carreira. Não tenho para “onde subir mais”!!!!
Abril 20, 2008 at 10:41 pm
anahenriques:
Suponho que não leu os comentários todos. Se o tivesse feito, perceberia porque motivo estou a falar assim com a Laranjalima.
O facto de serem boas pessoas=pessoas bem formadas só reforça a seriedade da avaliação.
Abril 20, 2008 at 10:43 pm
Trabalhador
O trabalhador não sabe como funciona uma escola, nem qual é a sua dinâmica. Uma escola para funcionar tem ser em trabalho cooperativo, tem que ser uma conjugação de esforços, não pode ser cada um por si a ver quem produz mais peças. Aqui reside primeira dificuldade em avaliar.
A segunda reside no facto de este modelo ter parâmetros impossíveis de quantificar, logo é sempre possível questioná-los. A terceira reside nas imcompatibilidades: avaliador e avaliado concorrem ao mesmo lugar, logo é legítima a desconfiança do avaliado, existe claramente conflito de interesses. Todos sabemos como a situação é constrangedora para ambos.
A quarta dificuldade é quando percebe que existem pelo menos dois excelentes professores, mas tem que escolher, só um é que pode obter essa classificação e dessa classsificação depende a carreira do professor.
Para si talvez seja normal, pelo que me tem dado a perceber as “pessoas” interessam-lhe muito pouco, o trabalhador é mais números e estatítica… não é claramente o meu caso.
Abril 20, 2008 at 10:45 pm
Olá laranjalima…
Abril 20, 2008 at 10:48 pm
Desculpem lá, mas estou com L&L, quem é MFL?
Vá lá, uma ajudinha…
Abril 20, 2008 at 10:48 pm
Estamos todos no mesmo barco, excepto o trab da silva… Com quem até “simpatizo” por conseguir lançar a discórdia!
Não se virem uns contra os outros! Afinal marchamos todos pelo mesmo, temos todos o mesmo objectivo!
Abril 20, 2008 at 10:48 pm
Maria C.,
Não li de facto os comentários todos. Estava em directo com o “Da Silva”!
Tens toda a razão.
Abril 20, 2008 at 10:49 pm
sim, quem é MFL?
Abril 20, 2008 at 10:51 pm
Laranjalima.
Está equivocada sei como funciona uma escola. Melhor ainda sei como funcionam várias escolas. O que me diz não constitui novidade. Existe muitos professores que não estão preparados para fazerem avaliações…estranho quando passama vida a fazer avaliações não é? E um 18, em vez dum 19, pode impedir um aluno de entrar no curso ambicionada,,,e não a preocupa isso? Existem pessoas que não devem ascender a lugares de coordenação porque não têm competências para tal. Tudo se mede…Sab eque na função pública, tb, são avaliados? E que se definem objectivos? O mundo está a mudar…
Abril 20, 2008 at 10:51 pm
Será MFLeite?
Abril 20, 2008 at 10:52 pm
O mundo está a mudar…
Fantástica citação!
Abril 20, 2008 at 10:53 pm
“Discórdia”? ….Preferia chamar-lhe oportunidade para tentarem testar a solidez da vossa argumentação, de alguns…porque outros conccordarão comigo, como bem sei. Só que entre os professores, também, existe a “espiral do silência” de que falava Noelle-Neumann…
Abril 20, 2008 at 10:55 pm
As massas erram mas os indivíduos estão certos, como diria Ortega Y Gasset
Abril 20, 2008 at 10:56 pm
Não sei vocês, mas quando quero rir-me um bocado, venho ler as citações do T. Sócrates da Silva.
Aí é que eu constato a falta que nós fazemos neste “mundo que está a mudar…”
Abril 20, 2008 at 10:56 pm
http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=1306&fileName=apresentaresultados_30_de_outubro.pdf
Se souberem analisar compreenderão da inevitabilidade das mudanças…
Abril 20, 2008 at 10:58 pm
Isto hoje está pouco participativo. A adrenalina baixou muito com o entendimento do Mário. Ganhou-se em responsabilidade perdeu-se em discussão. Afinal, também, não podemos ter “sol na eira e chuva no nabal”…
Abril 20, 2008 at 11:00 pm
Trabalhador
Nem sabe como me preocupa a questão do 19 que acabou de referir, acontece que ao aluno que tem 19 eu posso dar 19, não estou limitada a ter que escolher, entre dois alunos com dezanove, apenas um.
Quanto ao resto do seu discurso é tão PIM,PAM,PUM… que não me merece comentários.
Abril 20, 2008 at 11:00 pm
Trabalhador da Silva:
Não será demasiada pretensão sua testar a solidez da argumentação alheia, vindo de alguém que ainda não se deu ao trabalho de esclarecer uma única das muitas dúvidas que os seus, digamos assim, argumentos suscitaram?
Abril 20, 2008 at 11:01 pm
Compreendo que os números apresentados não representam nada de particularmente relevante que explique a «inevitabilidade das mudanças» pois nem percebo bem a quais se referirá.
O Secundário tem mais alunos.
Certo. Cursos profissionalizantes de jardinagem sem jardim e de futebolista sem bola, mais alguns feitos a sério.
Donc?
Precisa de mais professores, é isso?
Abril 20, 2008 at 11:01 pm
100
“a inevitabilidade das mudanças”
claro que a mudança é inivetável, ou não estariamos aqui. O problema é quando esta mudança não é exequível e não pretende melhorar nada, e apenas tem intuitos economicistas.
Abril 20, 2008 at 11:02 pm
Ant. F.
Ora explicie p.f…
Abril 20, 2008 at 11:06 pm
É tão pródigo que nem repara nas hipóteses de diálogo. Tente não escutar apenas a sua voz.
Comente o nível de stress imposto pela Google aos seus trabalhadores, de preferência contrapondo os resultados da empresa.
Diga em que empresas privadas os trabalhadores são obrigados a acções de formação em horário extra-laboral? nEspero que não haja aqui fiscais do Ministério do trabalho
São apenas duas que me ocorrem agora e que ficaram sem resposta. Fora todas as de hoje dos diversos comentadores.
Abril 20, 2008 at 11:06 pm
Temos a pior taxa de conclusão do Secundário da UE…Culpa da Ministra?
Hoje temos mais alunos no Secundário graças aos cursos profissionalizantes que deviam barnger mais de 60% dos alunos, na linha do que se observa na maioria dos países. Temos menos 10.000 professores e mais alunos. Leitura? Melhor desempenho do sistema.
Existe um grande trabalho pela frente : 1 em cada 3 estudantes abandona precocemente o ensino. Há que mudar. Um dos indicadores de desempenho deve ser diminuição de …para X%. Será que me consegui explicar?
Abril 20, 2008 at 11:07 pm
Por exemplo: diga-nos lá como mais alunos no secundário conduzem à tal inevitabilidade da mudança.
Mas eu percebo que anda por aqui para desfocar a discussão e nisso tem o seu mérito.
Agora se começar com os inuendos acerca dos «acordos do Mário» é a mim que sobem a adrenalina e a mostarda ao nariz.
Abril 20, 2008 at 11:07 pm
Trabalhador
Nem sabe como me preocupa a questão do 19 que acabou de referir, acontece que ao aluno que tem 19 eu posso dar 19, não estou limitada a ter que escolher, entre dois alunos com dezanove, apenas um.
Quanto ao resto do seu discurso é tão PIM,PAM,PUM… que não me merece comentário.
Abril 20, 2008 at 11:09 pm
Tem menos 10.000 professores no Secundário?
Foi o Ministério que fez mais meninos há 6 anos para estarem agora a entrar no 1º CEB?
Quer eficiência no sistema? Passamos os alunos todos como a Ministra quer e temos 100% de resultados, mas 90% de iliteracia funcional.
É isso a eficácia desejada?
Cursos de Hotelaria sem uma arca frigorífica?
Ó meu caro amigo, eu desisto.
Se quer entrar por argumentos desse género, fique todo à vontade, que eu tenho mais que fazer.
Abril 20, 2008 at 11:10 pm
Google há só um !!
Julga que os resultados da Sonae se conseguem sem esforço?!! Sabe quel é o lema? “95% de transpiração e 5% de inspiração”. Sabe o que me apetece dizer? Os professores estão fechados numa redoma de vidro, conhecem pouco o mundo…
Em todo as empresa se faz parte da formação fora da empresa em regime de e-learning…Aliás se pensar bem esse é tb o futuro de grande parte do nosso ensino. Vá pensando nessa possibilidade…sabe que existem Universidades que já funcionam assim?
Abril 20, 2008 at 11:12 pm
Por mim, estou esclarecido. Com um aparelho de rádio ou com o Trabalhdor da Silva, NÃO SE DISCUTE.
Abril 20, 2008 at 11:12 pm
O corpo docente das escolas finlandesas é altamente instruído. As qualificações para todos os níveis escolares exigem um grau universitário ao nível de mestrado, inclusive extensos estudos pedagógicos e qualificações em matérias específicas.
O alto nível educacional dos professores permite-lhes planificar e seleccionar as metodologias de trabalho de forma independente. O sistema escolar finlandês baseia-se numa cultura de confiança, não de controlo, e os professores desempenham um papel activo no desenvolvimento das suas actividades laborais. Com o seu próprio trabalho, estabelecem um exemplo de aprendizagem permanente.
O exemplo da Escola Finlandesa
Alguém que não esteja de acordo?
Abril 20, 2008 at 11:12 pm
95% de transpiração???
E quem lava as camisolas????
…
Abril 20, 2008 at 11:15 pm
Alguém me define “registos administrativos”?
Serão exactamente o quê? Têm que ser recolhidos os elementos constantes nos registos administrativos para a avaliação do bienio. O que se recolhe? Só as faltas? ou as grelhas elaboradas pelas escolas também são registos administrativos? e as pautas dos alunos?
Outra coisa que me faz confusão é que a ficha de auto-avaliação está constantemente a referir-se aos objectivos individuais. Sendo assim terá que haver a entrevista com o PCE para a definição dos mesmos, ou estarei errada?! E os restantes professores também irão definir objectivos individuais este ano ou só para o próximo?
Estava à espera que este Dec. Regulamentar esclarecesse estes pontos, mas fiquei na mesma. Se não definem bem tudo cada escola continuará a fazer aquilo que interpreta. Se o objectivo era que neste ano fosse igual em todas as escolas parece-me que não o conseguirão!
Abril 20, 2008 at 11:15 pm
Ferrão,
Acho curioso o fraco nível d eparticipação em discussões mais aprofundadas. De facto os comentadores deste blogue apenas se focam no imediatismo. Gostaria que a postura fosse outra. Afinal a escola Pública precisa de ser defendida e é por sso que me bato. Maior exigência, melhor Escola!
Abril 20, 2008 at 11:15 pm
Amigas a MFL é a Maria Filomena Mónica.
Abril 20, 2008 at 11:16 pm
TS, aproveite um voo low cost e aterre em…Portugal
Abril 20, 2008 at 11:16 pm
Ou MFL será Manuela Ferreira Leite.
Abril 20, 2008 at 11:16 pm
António Ferrão,
Num aparelho de rádio eu ainda vou ouvindo algumas coisas de jeito…
Abril 20, 2008 at 11:22 pm
Bem, o tempo urge e amanhã é dia de trabalho. Uma boa semana!
Abril 20, 2008 at 11:23 pm
Trabalhador
comentário 115
Boa!! Percebeu o que eu lhe queria dizer?!
Só não entendo porque é que a sua querida ministra não nos aplica o mesmo modelo e foi copiar o do Chile…
Abril 20, 2008 at 11:25 pm
O Paulo falou em profissionais de hotelaria sem arca frigorífica e eu falo de informatica de gestão sem computadores…
Cursos profissionais muito bem organizados, sim senhor… E passam todos sim senhor… Porque mesmo sem o mínimo de empenho ou trabalho é assim que tem que ser.
Cá por mim tb não me incomodo. É isto que o novo paradigma quer!
Abril 20, 2008 at 11:25 pm
Maurício Brito
Tem razão, aquilo deve ser um cheirete…
Trabalhador da Silva
Por que já estou cansada de o ouvir falar das escolas finlandesas gostaria de lhe pedir que perguntasse a quem de direito, por que razão se considera que as crianças portuguesas são mais precocemente inteligentes do que as crianças finlandesas?
É que as diferenças começam logo aí.
Lá, as crianças iniciam a escolaridade aos 7 anos. Por cá é aos 6 e até aos 5 anos e muitas sem terem frequentado JI.
E, depois queixam-se?
Ora, façam mas é o favor de começar a trabalhar e a sério.
Legislar é fácil, trabalhar é que …
Acham
Abril 20, 2008 at 11:28 pm
?Porque não avançar, propor, um método misto de avaliação:
Um conjunto de parâmetros relativos à acção de funcionário público, objectivos, para efeitos de classificação
e um conjunto de acções do papel de professor em que o trabalho colaborativo entre pares, com referentes de crescente e elevada exigência, de carácter obrigatório, mas de preponderância formativa.
Os grandes objectivos como resultados escolares e abandono são problemas de cada escola que merecem o comprometimento do todos os professores e não só.
Parece-me desburocratizante e sempre originará a classificação desejada pela A Pública. Por outro lado, a avaliação para o desenvolvimento ficaria salvaguardada e os objectivos individuais diluem-se no colectivo.
Mesmo assim fico com um problema enorme que é encaixar titulares constituídos por critérios que pouco têm a ver com competência.
Abril 20, 2008 at 11:46 pm
Estou como o Pedro Castro, para quê este faz-de-conta de avaliação?
Abril 20, 2008 at 11:52 pm
Olá Maurício…só vi agora.
Abril 21, 2008 at 5:52 pm
Bem sei que a conversa se desviou um pouco do documento em questão, mas gostava mesmo de saber a opinião de mais alguém sobre o que escrevi no 117. Alguém quer opinar?
Abril 23, 2008 at 5:47 pm
Ok, não houve mais quem opinasse aqui, mas já estou esclarecida. Houve uma escola que colocou esta pergunta no Forum da DEGRHE. Registos administrativos são “o conjunto de elementos imprescídiveis à avaliação de desempenho do docente, que cada escola coligirá nos suportes que entender”.
Ou seja, viva o entendimento!!!!
Para os contratados será um pouco, ligeiramente, simplificado. Para os restantes é avançar com tudo.
Nada como as negociações dos nossos sindicatos, conseguiram que ficasse tudo praticamente na mesma com a agravante de algumas situações poderem ficar pior para o nosso lado como é o caso das fixação das horas de trabalho individual. No caso da minha escola, por exemplo poderemos ficar com mais duas horas de trabalho de escola.Neste momento temos 22h (que incluem os 2 tempos supervenientes) + 2 tempos de componente de escola. Com este entendimento teremos 22horas + 10 de trabalho individual =32 horas, logo sobram 3 horas para trabalho de escola que se forem convertidos em tempos serão 4 tempos, ou seja mais 2 dos que agora temos, no caso do meu agrupamento. Até estou com pena de não ser sindicalizada só para ter o prazer de me ir lá ir anular a inscrição!!!