Na passada sexta-feira, o famoso dia 11 que abriu caminho para o entendimento da madrugada já de 12, a ME reuniu-se com alargado número de elementos de representantes de Conselhos Executivos a quem terá transmitido aquilo que iria acontecer daí para diante, como se a reunião sindical dessa noite não existisse.
- De acordo com algumas versões, logo então os presentes terão ficado a saber boa parte do que só seria «concedido» à Plataforma Sindical noite avançada.
- De acordo com outras, a reunião em causa de pouco serviu, porque muito do que ali foi dito veio a ser alterado na sequência do dito entendimento.
Sei que já passaram uns dias sobre o assunto, mas alguém consegue uma «versão consolidada» dos acontecimentos?
Abril 18, 2008 at 8:47 pm
Paulo
O nosso CE confirmou a primeira na reunião do Dia D. O que levou toda a gente a perceber que a Plataforma não ganhou, de facto, grande coisa. E um unânime thumbs down ao memorando.
Abril 18, 2008 at 8:48 pm
Foram, todos, apanhados desprevenidos com a forma como a informação circula: certo e sabido. E não basta tentar enquadrar os descontentamentos, a situação exige outro modo de lidar com a política: certo e sabido.
São tempos novos, seguramente, e um primeiro aviso.
Um exemplo: a situação dos professores contratados merece que fiquemos calados?
Tenho aqui http://correntes.blogs.sapo.pt/118331.html uma opinião.
Abraço.
Abril 18, 2008 at 9:41 pm
Na reunião da manhã (sexta-feira dia 11), não sei se de tarde houve outra, estiveram presentes: a senhora ministra (que chegou atrasada e saiu mais cedo); o Secretário de Estado, Valter Lemos; o DRELVT, Joaquim Leitão e o DGRHE, Jorge Morais.
Não se falou em qualquer entendimento com os sindicatos, pelo contrário, a senhora ministra passou parte do tempo a falar “cobras e lagartos” dos dirigentes sindicais. No entanto, depois de sabermos do entendimento, muitos comentam que ele era inevitável, dada a falta de tempo para aplicar o 2/2008 e o possivelmente elevado número de impugnações da avaliação por quem se sentisse injustiçado com a classificação, por causa das providências cautelares que ainda se mantêm. (Isto sim, abordado na reunião.) Falou-se também dos contratados na zona cinzenta e da inconstitucionalidade do concurso de titulares. Daí que fosse previsível este simplex, para acalmar os ânimos e poder, com mais tempo, minimizar as trapalhadas legais.
E ficaram muitas perguntas por responder… Talvez para Setembro venham as respostas.
Abril 18, 2008 at 10:13 pm
Tudo o que foi “acordado” com os sindicatos (com excepção do tão comentado ponto 8)foi-me transmitido pelo CE da minha escola, cerca das 15 horas de sexta!
Que grandes novidades no sábado!!!!
Abril 19, 2008 at 1:10 am
Confirmo, na reunião de Guimarães foi dito o que depois veio a surgir com o acordo. é caricato não é?
Abril 19, 2008 at 9:26 am
Como já referi no comentário 47 do seu post sobre o Pacheco Pereira, a minha escola ficou a saber daquelas medidas não a 11, mas a 4 DE ABRIL!!! Foi a 4 de Abril a reunião dos Conselhos Executivos com o ME.