Considerando que todo o modelo de avaliação do desempenho dos professores está marcado pela total burocratização, pela imposição aos avaliados e aos avaliadores de tarefas impossíveis de cumprir sem graves prejuízos da sua actividade lectiva, por critérios de avaliação pretensamente objectivos mas, na verdade, altamente discutíveis e, em grande medida, impossíveis de aferir;
Considerando que a finalidade de uma avaliação dos docentes efectivamente empenhada na melhoria das práticas educativas deveria ter uma dimensão essencialmente formativa e não apenas empenhada em criar diferenciações e hierarquias espúrias entre os professores, as quais irão acentuar ainda mais o clima de hostilidade e de desconfiança recíproca que já se vive em muitas escolas;
Considerando ainda a forma arbitrária com que o Ministério da Educação tem vindo a impor às escolas este processo de avaliação, violando sistematicamente as regras do direito e o enquadramento legislativo que o próprio Ministério definiu;
Considerando, por fim, que em muitas escolas do ensino básico e secundário os professores, reunidos em assembleia ou representados pelos seus conselhos pedagógicos, têm vindo a contestar, de forma clara e firme, este processo de avaliação do desempenho, enviando ao Ministério pareceres negativos devidamente fundamentados;
a Comissão Instaladora da APEDE vem, deste modo, tomar posição sobre a actual conjuntura do confronto entre os professores e a equipa ministerial:
1. A APEDE opõe-se frontalmente a quaisquer medidas que se limitem a reajustar o Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, as quais terão como efeito o prolongamento da sua vigência, quando é esta que importa anular. Sendo assim, a APEDE discorda das seguintes propostas recentemente defendidas pela Plataforma Sindical dos Professores e que encontraram expressão no entendimento entre o Ministério da Educação e a referida Plataforma:
a) A inclusão de organizações sindicais de docentes no Conselho científico para a Avaliação do Desempenho. Em nosso entender, esta inclusão só servirá para legitimar um órgão cuja composição obedeceu a critérios nebulosos e arbitrários, e cujas funções se inscrevem na lógica de diplomas legislativos que os professores têm repudiado veementemente.
b) A introdução de horários e de remunerações diferenciadas para os professores coordenadores de departamento curricular. A APEDE considera que estas medidas abrem a porta para reduzir o trabalho dos coordenadores à mera avaliação dos seus colegas, pervertendo por completo o seu ofício de professores, ao mesmo tempo que tenta aliciá-los em termos salariais para que apliquem acriticamente a política do Ministério. Sublinhamos, por outro lado, que tais medidas aceitam o quadro criado pelo concurso para professores titulares, legitimando as assimetrias iníquas que o mesmo introduziu entre os professores e a arbitrariedade com que foi conduzida a selecção dos titulares actualmente investidos na função de avaliadores. Consideramos, pois, que esta medida só contribuirá para aprofundar as clivagens no seio da classe docente e o mal-estar nas escolas, um efeito com repercussões profundamente negativas no sistema de ensino e no clima de cooperação inter-pares sem o qual a escola pública não conseguirá preencher a sua função social.
c) O facto de o processo negocial com as organizações sindicais, relativo à avaliação do desempenho, estar a ser remetido para Junho e Julho de 2009, num quadro de mera “avaliação do modelo” e de “acompanhamento, avaliação e monitorização do primeiro ciclo de aplicação”. A APEDE receia que um processo negocial a decorrer em plena aplicação do modelo de avaliação dos professores possa servir, no essencial, para avalizar este último, deixando incólumes os seus aspectos mais gravosos: a burocratização do ofício de professor; a produção de “sucesso escolar” em conformidade com critérios meramente estatísticos; a relação de poder desigual entre professores titulares e não titulares, entre avaliadores e avaliados; a avaliação do trabalho docente orientada para fins persecutórios e punitivos.
2. Em conformidade com as posições referidas no ponto anterior, a APEDE defende as seguintes medidas:
a) Para o ano lectivo de 2008/2009, dar-se-á a suspensão integral do supracitado Decreto Regulamentar e a readopção temporária do modelo de avaliação anterior, consignado no Decreto Regulamentar n.º 11/98, de 15 de Maio, com todos os seus efeitos em termos da celebração e renovação de contratos e de progressão na carreira.
b) No início do ano lectivo de 2008/2009 será reaberto o processo negocial, quer em relação ao modelo de avaliação do desempenho, quer em relação ao Estatuto da Carreira Docente, com vista à revisão destes diplomas.
Pela Comissão Instaladora da APEDE
António Ferreira
Francisco Trindade
Isabel Parente
José Manuel Filipe
Mário Machaqueiro
Ricardo Silva
Abril 17, 2008 at 9:08 pm
http://www.dailymotion.com/video/xsirr_concert-sauvage-dans-le-metro
Abril 17, 2008 at 9:15 pm
(Re) centrar o essencial é preciso… e não ceder… já há pessoas a achar , à boa maneira portuguesa, que há destinos inevitáveis…
Abril 17, 2008 at 9:16 pm
Com tantos sindicatos, associações e movimentos os Professores já não sabem para que lado se hão-de virar todos reclamam representatividade
Abril 17, 2008 at 9:21 pm
Ana
SENSACIONAL!IMPERDÍVEL!!!
Obrigada
Abril 17, 2008 at 9:21 pm
Concordo com este comunicado.
Abril 17, 2008 at 9:22 pm
A APEDE esteve a hibernar…e agora acordou quando a procissão já vai no adro!
Abril 17, 2008 at 9:25 pm
Mas os protestos continuam:
21 DE ABRIL
Aveiro – 21H00
Em frente ao C. Comercial Oita,
Av. Lourenço Peixinho
Castelo Branco – 18H00
Em frente ao Tribunal
Coimbra – 21H00
Praça da República
Guarda – 18H00
Frente ao Governo Civil
Leiria – 18H00
Junto à Câmara Municipal
Viseu – 18H00
Rossio
Lamego – 18H00
Soldado Desconhecido
Abril 17, 2008 at 9:32 pm
“O esquerdismo é a doença infantil do comunismo” palavras de Vladimir Ilich “Lenine”
Abril 17, 2008 at 9:33 pm
TS
O que é demais é moléstia.
Uma nova, por favor, que essa já conhecemos.
Abril 17, 2008 at 9:34 pm
…ou será melhor escolher outra, tipo ” A história repete-se a primeira vez como farsa, a segunda como tragédia” do homem de barbas de má memória…
Abril 17, 2008 at 9:36 pm
A História nunca se repete.
Abril 17, 2008 at 9:37 pm
OlhÓ MEnezes está a demitir-se…a vida corre bem a Sócrates!!!
Abril 17, 2008 at 9:37 pm
E depois continuo com esta dúvida metódica: onde estão as acções de formação?
Os Centros de Formação vão ser reorganizados. Até acho bem.
Mas onde está o financiamento para as acções? Imaginam como será para o ano? Para além deste pequeno detalhe que é dar aulas e ensinar, vai ser giro, todo o pessoal a ir a acções de formação para os 2 créditos(mínimos).Quero ver como chegam para todos.
Ontem na escola havia uma acção de formação sobre avaliação. PAGA! Cerca de 300 euros.
Gostaram?
Os negócios continuam……
Abril 17, 2008 at 9:37 pm
Trabalhador,
Não me leve a mal, mas os seus comentário parecem uma velha k7, modelo PC do mais ortodoxo possível.
Consegue matizar isso?
Ou só vê o mundo a p/b.
Abril 17, 2008 at 9:38 pm
Olá Swan,
Já está! O que quero dizer, e os mais informados saberão porque escrevi, é que as massas nunca controlam os processos. Só de dá a ilusão que é assim. Em bom rigor é à vanguarda que compete interpretar a vontade das bases que, como é sabido, apenas querem mais facilidades…A história é rica em ensinamentos dessa natureza, os Sindicatos cumpriram bem o seu papel. Os idealistas, osinezperientes, os agitadores, os incapazes, os irresponsáveis é que não sabem que a vida é assim. Desde 1917 que se sabe isto!
Abril 17, 2008 at 9:38 pm
Cliché.
A História repete-se!
Abril 17, 2008 at 9:41 pm
E não me falem em massas, porque comi esparguete ao jantar e o meu saldo de massas também está a zeros.
Abril 17, 2008 at 9:41 pm
TS
O pior é que se espere que os processos podem controlar as massas.
Abril 17, 2008 at 9:43 pm
Tempos verbais a descondizer.Desculpem
Abril 17, 2008 at 9:43 pm
Caro Paulo,
Reconheço a pertinência da crítica. Afinal nós também somos determinados pelas circunstâncias, como dizia Ortega y Gasset, e, como pode confirmar, existe para aqui uns tantos comentadores empenhados mais no “agitprop” que no aprofundamento da discussão sobre os temas dos posts com que nos vai presentendo. Penitencio-me por reagir. São saberes ditados pela experiência das lutas do passado. afinal muitos dos que por aqui falam de direitos nunca “mexeram” uma palha para hoje terem a liberdade de dizerem os disparates que dizem. Enfim …aceitemos, embora não concordemos com os disparates. Procurei focar-me mais nos temas que nos comentários tipo “a luta continua, a vitória é difícil mas é nossa!”. Agradeço-lhe, por isso, a observação.
Abril 17, 2008 at 9:45 pm
“a) A inclusão de organizações sindicais de docentes no Conselho científico para a Avaliação do Desempenho”
Parece que a APEDE não leu o “memorando”. A ministra também não os quer lá.
Abril 17, 2008 at 9:46 pm
Com. 13, Fernanda 1:
Pelos meus lados fomos já informados do calendário de acções pelo centro de formação. São todas gratuitas e respeitam as percentagens, havendo oferta para todos os grupos.
Abril 17, 2008 at 9:47 pm
O TS faz-me às vezes lembrar um certo “Mário Mecânico” que andava pelo forum do Educare…
Abril 17, 2008 at 9:48 pm
farsa e tragédia…quem quiser conhecer mais pode ler…
http://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_do_18_Brum%C3%A1rio
Abril 17, 2008 at 9:49 pm
TS:
farta-se de pedir sugestões para a escola pública. Hoje, noutro post, dei-me ao trabalho de lhe deixar algumas. Ainda estou sem resposta. Quer debate ou debate?
Deixo-lhe aqui novamente, por cortesia, o que escrevi noutro post:
“Relativamente à escola pública, algumas sugestões pequenas, que a casa constrói-se de baixo:
- obrigatoriedade do pré-escolar, com programas bem delineados
- retenções no 1º ano do 1º ciclo (é o ano basilar e o ano em que não há retenções. Se um aluno não aprendeu as bases do 1º ano e vai para o 2º…
- fim da monodocência no 1º Ciclo
- atribuição de muito menos importância às chamadas “atitudes e valores” na avaliação de uma disciplina. Avaliem-se os conhecimentos científicos. As atitudes e os valores têm a sua importância na aprendizagem, mas em última instância quem não tem atitudes e valores numa sala de aula também dificilmente fará as aprendizagens
- fim das chamadas notas mínimas/máximas. As escalas vão de 1 a 5 e de 0 a 20.
- fomentar o espírito de luta nos alunos. As coisas não caem do céu…
Acho que já chega para já.”
Abril 17, 2008 at 9:57 pm
Penitencio-me por não ter lido anteriormente o que escreveu. Devo dizer que estou de acordo com ageneralidade delas, sendo certo que considero essencialo ensino pré-escolar. É nesta idade que se determina em grande medida o futuro das pessoas. Uma época em que se começa aprender apensar como se pensa. Apreciei o desempenho de Marçal Grilo pela importância que deua ao Ensino – Pré Escolar.
Abril 17, 2008 at 9:58 pm
britcom,
Ainda bem.
Só espero que não seja mais do tipo as TIC e a….., o…..e as TIC, as TIC e as TIC, a Metacognição das TIC, as TIC versus as TIC , as TIC e as faluas do Tejo, a importância das TIC no jogo do pau.
Sei lá, tenho mesmo o receio que a história se repita.
Abril 17, 2008 at 10:02 pm
Concordará que a sua postura é diversa da daqueles que por aqui pululam julgando que vivem na época do PREC em que mais barulho, rendia mais regalias. A vida já não é assim e as conquistas que por essa via se alcançarem são efémeras porque a restrição dos recursos públicos, a eficiência dos mercados ou a globalização, enacrregar-se-ão de as fazes desaparecer.
Os jovens já estão mais despertos para esta realidade conforme se pode inferir desta notícia
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=89407
Já não embarcam em cantigas!
Abril 17, 2008 at 10:04 pm
Fernanda 1,
Confesso que acho que vi por lá algumas oficinas… hehehe
Abril 17, 2008 at 10:22 pm
Pronto. Está tudo estragado.
Esta das oficinas e workshops já me tira do sério.
É que a didática (!?) específica está sempre misturada com as TIC.
Abril 17, 2008 at 10:24 pm
28,
Efectivamente os jovens embarcam no desemprego.
Abril 17, 2008 at 10:25 pm
Ó Fernanda 1, as TIC didáticas (?) fazem maravilhas… Senão vê aqui o exemplo do Umbigo… lol
Abril 17, 2008 at 10:33 pm
O seu futuro TS é este
Abril 17, 2008 at 10:35 pm
Para si Ts ouça e se compreender Inglês reflicta
Abril 17, 2008 at 10:36 pm
Ts ouça e reflicta
Abril 17, 2008 at 10:37 pm
BigBrother
Certas vozes não chegam ao céu…
Abril 17, 2008 at 10:39 pm
Sr. TS
E sabe o que esses estudantes já conseguiram?
Muitíssimo pouco. Nomeadamente com o processo de Bolonha, as Comissões Científicas das diversas Universidades têm decidido sem grande consideração pelos pareceres das comissões de curso ou representantes dos estudantes.
Abril 17, 2008 at 10:41 pm
APEDE não,obrigado!
António
Abril 17, 2008 at 10:47 pm
Se ver a notícia compreenderia que estavam apenas 70, convocados por Comissõe de todas as faculdades. As coisa sjá não se resovem com gritaria! Com trbalho e determinação. Eles já aprenderam isso. Alguns professores ainda não…
Abril 17, 2008 at 10:49 pm
36,
Só se Deus estiver a preencher grelhas de avaliação dos Anjos, o que não me parece.
De todo! (esta expressão é muito in)
Abril 17, 2008 at 10:53 pm
Saúdo e louvo o notável empenho da APEDE e da sua comissão instaladora de enfrentar o “gang” da 5/10. Mas atreve-mo a sugerir que releiam rapidamente Gracián e Maquiavel e os respectivos manuais de combate político. Acreditem, não vai lá de outra maneira! É gente bastante perigosa!
Abril 17, 2008 at 11:03 pm
TS
Claro que compreendi a notícia e se leu um anterior post meu, onde dizia que esses estudantes já há muito se encontravam a debater o assunto, mas que faziam questão que não passasse para a comunicação social, talvez entedesse melhor o meu ponto de vista.
Abril 17, 2008 at 11:10 pm
Nesta página da Fenprof, entre outras coisas sobre a assinatura do acordo, pode ler-se o seguinte:
Foi, ainda, reafirmado que os pressupostos base do desbloqueio da actual situação de profundo conflito em nada alteram as divergências de fundo que as organizações sindicais mantêm sobre:
- o actual Estatuto da Carreira Docente, designadamente quanto ao ingresso na profissão e à divisão dos docentes em “professores” e “titulares”, agravada por um concurso de acesso sujeito a cotas e com regras injustas e inaceitáveis;
- o modelo de avaliação do desempenho que se considera injusto, burocrático, incoerente, desadequado e inaplicável, devendo ser alterado no final do ano lectivo de 2008/2009.
- um modelo de direcção e gestão escolar que não reforça a autonomia, antes a cerceia;
- a nova legislação sobre Educação Especial, que põe em causa princípios fundamentais da Escola Inclusiva;
- um conjunto grande de medidas que tem vindo a desvalorizar a Escola Pública e não dignifica o exercício da profissão docente.
Se o modelo injusto, burocrático, incoerente, desadequado só vai ser alterado no final de 2008/ 2009, isso quer dizer que entretanto vamos ter de o gramar?
Por favor, digam-me que não foi para isto que fizemos a maior manifestação de professores de que há memória…
Abril 17, 2008 at 11:17 pm
Pois é não gostA de ouivir umas verdades do chomski sobre o seu paraiso
Abril 17, 2008 at 11:49 pm
Olha! Outra vez a conversa de que é o PREC e tal e o infantilismo do comunismo do esquerdismo e tal. Mas agora os sindicatos já são bons, não são? Já não estão ao serviço inconfessável do PC!
Veja lá TS, se calhar os sindicatos continuam ao serviço do PC e a marosca é tão rebuscada que ainda não se percebeu… Cuidado!!!! Uuuuuu!!!
Abril 18, 2008 at 12:56 pm
“Se o modelo injusto, burocrático, incoerente, desadequado só vai ser alterado no final de 2008/ 2009, isso quer dizer que entretanto vamos ter de o gramar?”
nº 43 – Ora aí está a grande questão.
Os sindicatos deixam o M.E. implementar o 2/08 e no fim do ano vão de novo dizer que não presta…Isto pega?
O M.E. responderá: se avaliou o ano passado e este ano todos os docentes( e depois acrescenta com sucesso/ e muito bem) porquê ir agora alterar um modelo que acabou de provar que funciona às mil maravilhas?…
Abril 18, 2008 at 1:01 pm
Francisco Trindade :
Isso compreendo bem, a posição que o ME irá tomar no próximo ano. O que não compreendo é esta espécie de entendimento, ou uma espécie de acordo, conforme os gostos de cada lado, se o modelo de avaliação é inaplicável. Se é inaplicável como se vai aplicar? Com a aplicação do mesmo através do entendimento/acordo.
Ficamos com uma mão cheia de quase nada, e o ME ficou com os trunfos todos e mais uns na manga que irão sair.
Abril 18, 2008 at 1:45 pm
O que o Fernando não entende é a postura dos sindicatos, é isso?
Não se esqueça que uma coisa é ser professor e outra é ser dirigente sindical…
A agenda deles é diferente da nossa…
E eu nunca fui sindicalizado por isso mesmo!
Abril 18, 2008 at 5:56 pm
43 e 46
Eu devo mudar de escalão em Janeiro de 2009,pelo que vou,efectivamente, de ter que o GRAMAR e mergulhar NAQUILO que será novamente debatido no final de 2009.(sem, por certo, qualquer alteração)
Por favor, digam-me que me devo conformar e que está tudo bem…..Estou desgastada de tanto lutar entre manifestações, cartas, actas intermináveis, conversações alongadas em reunião muito mais alongadas,leituras e leituras, inimizades que arranjei entre os docentes ” vendidos” e os “acomodados”,não vou sequer falar do P do CE que já lançou a informação que certos docentes terão de concorrer ( aqueles que ele escolher) pois não lhe é garantido o horário na SUA escola… apetece me GRITAR!!!!!!!!