Os sindicatos queixaram-se muito tempo da intransigência do Governo e do ME para dialogar. Finalmente conseguiram recentrar-se na mesa das negociações. Óptimo.
Só resta que, agora, não se esqueçam que isso se deveu à presença e pressão de muita gente, incluindo alguns menos simpáticos para com os próprios sindicatos.
Por isso, talvez não fosse boa ideia dar sinais parecidos ao do ME e do PM, em matéria de abespinhamento e intolerância, para com quem deles discorda.
Expliquem-se, mas não disparem em redor sem necessidade. Quem se sente não é filho de boa gente e tudo isso, mas vamos lá com calma com esse ponto 3. Para irritabilidades e faltas de poder de encaixe temos a Outra. Ou vocês são novos nisto?
Cuidado ao cavalgar a onda, que ela anda muito revolta.
Abril 15, 2008 at 9:50 pm
tão amigos que nós eramos…
cuidado! para “dividir para reinar” já temos nós que sobre.Democracia é democracia.
Abril 15, 2008 at 9:52 pm
coleguinha Paulo agora está a saltar a tua veia poética….
eles e elas defendem o mesmo mas estão um bocadinho exaltados, mas também faz parte desta aprendizagem de exercer a cidadadia na 1ª pessoa
eh eh eh
isto passa depressa, a mim, já passou somos muitos e não clonados!!!
Abril 15, 2008 at 9:52 pm
disléxia pfffffff
cidadania
Abril 15, 2008 at 9:52 pm
o corporativismo sindicalista a funcionar…amanhã vou mesmo acabar com a prestação mensal…eles até parece que se incluíram na negociata dos titulares quando regressam À escola (agora faço como o blog P.Profundo: até prova em contrário eles não são suspeitos do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade neste caso.)
Abril 15, 2008 at 9:56 pm
-?
calma oceano!! não deves pensar a qunte espera pela nova onda a noite é boa conselheira
ânimo
Abril 15, 2008 at 9:59 pm
Concordo com o Paulo, esse ponto 3 deve ser banido…ou será que são muito susceptíveis??
Me poupem!
António
Abril 15, 2008 at 10:00 pm
Paulo: e se pusseses uma música para serenar os espírito(a)s?
António
Abril 15, 2008 at 10:01 pm
Penso que o ponto 3 tem a ver com as declarações de Ana Benavente:
“Moeda de troca”
A ex-governante lembrou que o Ministério da Educação disse há tempos que ia abrir um novo concurso para os não titulares no topo da carreira, para corrigir algumas injustiças flagrantes. E disse, evocando o seu conhecimento de como as coisas funcionam, que não sabe se terá havido alguma negociação e que daqui a algum tempo se veja alguma moeda de troca.
É uma calúnia inqualificável que não deve ficar sem resposta.
Abril 15, 2008 at 10:02 pm
Paulo
Está a incendiar os ânimos ao colocar posts tipo 3
Abril 15, 2008 at 10:02 pm
Eu tou cheio de calma, até deliciava um bom vinho do Douro enquanto ouvia o Mário a dizer que fui esmagado! lol
Abril 15, 2008 at 10:02 pm
Os sindicatos com o tipo de linguagem e discurso que estão agora a usar prestam um mau serviço a quem dizem estar a representar.
Além do discurso tipo Sócrates, parece que temos um discurso de ameaças veladas?
Abril 15, 2008 at 10:03 pm
Oceano achas que eu também não estou revoltada com a divisão da carreira mas se queres acabar com a prestação mensal força
Abril 15, 2008 at 10:04 pm
Calma e nada de desmobilização é o que se pede!!!
CALMA!
Para não darmos “rebuçados” à Outra…
Abril 15, 2008 at 10:04 pm
Comentário 8:
Será mesmo que é uma calúnia inqualificável? A ver vamos, e parece-me que não vai demorar muito tempo…
Abril 15, 2008 at 10:06 pm
Oceano Diz:
Abril 15, 2008 at 10:02 pm
Eu tou cheio de calma, até deliciava um bom vinho do Douro enquanto ouvia o Mário a dizer que fui esmagado! lol
ganhou a minha amizade!!!
zás pás tráz vinho do Douro sublime,
porque na minha terrinha não se diz vinho do Porto porque lá não há videiras, nem xisto…mas Vinho Fino do Douro
Abril 15, 2008 at 10:06 pm
Apesar de não gostar da senhora A.B. vou seguir atentamente os desenvolvimentos.
António
Abril 15, 2008 at 10:06 pm
pAULO ESTA É MESMO RETRO -EU SEI QUE ÁS VEZES O PAASADO É BEM MELHOR QUE O PRESENTE MAS TAMBÉM NÃO TANTO!….
PROPONHO ANTES ESTA NOVA MAS COM SABOR RETRO E COM UM TITULO A PROPÓSITO
http://www.youtube.com/watch?v=MBj9FdxzCpM
OU ESTE AMANHÃ É SEMPRE LONGE DE MAIS
Abril 15, 2008 at 10:07 pm
Ana: alguém escreveu ontem neste blog que as despesas da ida a Lisboa forma pagas pelos sindicatos??? eu devo ter pago um autocarro nestes anos todos, eh eh, e mts de vcs também.
E desconfio mt deste acordo pela sua essência e pela arrogância que se mantém da parte do 1º e dos 3 do ministério da educação. Então nós ganhámos e eles riem?! estranho….
Abril 15, 2008 at 10:07 pm
Oceano vamos com calma e pressionar os nossos sindicatos e não desistir (em muitas circunstâncias discordei dos mesmos) Focar-mo-nos na doida o que não quer dizer que não possamos mostrar o nosso desagrado em relação à posição vencedora com respeito pela maioria
Abril 15, 2008 at 10:08 pm
Vamos ver o que virá nos próximos dias, penso que os sindicatos tb perceberam que existe uma boa percentagem que não encarou bem este memorando
Abril 15, 2008 at 10:09 pm
Agora aquela matrona e os dois caniches é que me põe fora de mim, então na Comissão Parlamentar hoje foi demais
Abril 15, 2008 at 10:10 pm
Onde anda o Paulinho das farturas põe posts e não comenta lol
Abril 15, 2008 at 10:11 pm
uma directora regional que estava na frente da luta sindical contra a prova de acesso…resultado…trata-nos tão bem,quero mais!
Um secretário de estado que esteve ligado ao sindicalismo no Superior…mistério!
Isto não é Cuba e acho que tenho direito a desconfiar desta gente que nos diz representar. O cherne Barroso não foi para Bruxelas e deixou o país de pantanas…vinha do MRPP dos anos 70. Desconfio sempre como escorpião de gema,rrrsss
Abril 15, 2008 at 10:11 pm
No meu autocarro foi feito uma espécie de peditório, muito justificado, evidentemente … Cada um dava o que quisesse e adquiria uma rifa. Tinha uns CD’s (não me lembro quais mas eram bons).
Abril 15, 2008 at 10:11 pm
A larga maioria está de acordo com uma avaliação que permita diferenciar os professores, ficou claro…
Por outro lado, como Vladimir Ilich referiu “o esquerdismo é a doença infantil do comunismo”.
Abril 15, 2008 at 10:12 pm
Pedi a um familiar meu especialista em avaliação ao nível da empresas e com nome lá fora para me dar uns palpites porque tb não quero ser comida por estúpida a que a devido tempo entregarei ao Paulo para colocar no seu Blog. Isto pq me recuso a ser apanhada desprevenida quanto À futura avaliação
Abril 15, 2008 at 10:13 pm
Documento do qal entregarei à Plataforma Sindicalu
Abril 15, 2008 at 10:13 pm
Este TS tira-me do sério!
Abril 15, 2008 at 10:14 pm
Já ando a escrever como a Milú vou descansar que amanhã são aulas Boa-noite a todos e desculpem qualquer coisinha
Abril 15, 2008 at 10:14 pm
Qualquer TS tira alguém do sério! lol
Abril 15, 2008 at 10:15 pm
Ana: no hard feelings!
Abril 15, 2008 at 10:15 pm
pela pobreza dos comentários este T.S. deve ser aquele que só tem um neurónio,,,,,,
e deve estar oxigenado de loirooo
Abril 15, 2008 at 10:15 pm
Julgo que pode ser útil a muita gente. Os esforços devem ser direccionados
document.write(”); Read this doc on Scribd: POWERPOINT AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO var scribd_doc = new scribd.Document(2180957, ‘key-2as8kymltvh0dx84ou5k’); scribd_doc.write(’embedded_flash_2180957_1apg1e’);
Abril 15, 2008 at 10:15 pm
Ok vivam os Professores e o pobre do Benfica
Abril 15, 2008 at 10:15 pm
Ataca na Sorefame!
Abril 15, 2008 at 10:17 pm
T da Silva é apenas um programa de computador que simula comentários a partir de certas palavras-chave.
Os comentários são gerados automaticamente.
Enjoy
Abril 15, 2008 at 10:17 pm
nÃO FAÇAM COMO ESTE
http://www.youtube.com/watch?v=COMW3IruNMo
PORQUE NÓS ESTAMOS A FaZER COMO ESTE
Abril 15, 2008 at 10:17 pm
Ana diz.
Podes pôr o link da ministra hoje na AR?
António
Abril 15, 2008 at 10:17 pm
Abril 15, 2008 at 10:21 pm
Graça: olá e até amanhã, tenho que ir , estou aqui há um tempinho… e avida não é só blogue EDUCAR!!!…
Abril 15, 2008 at 10:23 pm
PorTugal e a Finlândia
É verdade, na Finlândia os professores são tratados pelo seu nome próprio. Mas as diferenças não se ficam por aqui.
Na Finlândia não há quadros electrónicos nem computadores em cada secretária.
Na Finlândia apenas 10% dos candidatos a professores são admitidos na profissão e o grau de mestrado é um dos requisitos
Na Finlândia os professores acham-se mal pagos. Em final de carreira auferem um salário bem inferior ao dos seus colegas portugueses.
Abril 15, 2008 at 10:24 pm
boa noite colegas…
as crianças, outros valores se alevantam
fiquem bem!
Abril 15, 2008 at 10:24 pm
Boa noite renda:)
Abril 15, 2008 at 10:24 pm
Está a chegar-me material sobre avaliação numa grande empresa nacional, daquelas com muitas grelhas e tal, que me dizem ter origem próxima dos modelos usados pelo ME.
Se é coisa do Chile ainda não vi.
E quanto a mim não estou a inflamar nada. Só quero é que ninguém se inflame.
E quando sou eu o calmo, algo está esquisito.
Abril 15, 2008 at 10:25 pm
Alunos que completam o secundário em idade normal
54%
95%
Despesa pública com a Educação
11,4%
12,8%
Número de horas de aulas dos 7 aos 8 anos
855
530
Número de alunos por turma no ensino básico
10,8
15,9
Rácio salário professores/PIB per capita
1,6227
1,2326
Salário mínimo anual dos professores
12.986€
21.269€
Salário máximo anual dos professores
33.370€
25.148€
Ranking internacional na OCDE em Ciência
37º
1º
Ranking internacional na OCDE em Matemática
37º
2º
Ranking internacional na OCDE em Leitura
31º
2º
Abril 15, 2008 at 10:26 pm
prontes!!!!!T.S está outra vez a despejar estatística, mi vaio!!!
chiao
Paulo dá lá um olho a essa avaliação.
Abril 15, 2008 at 10:27 pm
São dados de Portugal e da Finlândia que atestam o muito que há a fazer para melhorar a Escola Pública! Não há modelos perfeitos e tudo pode ser melhorado. Uma coisa não se pode dispensar é o esforço e cooperação de todos (os interessados na profissão)!
Abril 15, 2008 at 10:27 pm
Se os sindicatos traíram os professores, como dizem por aí, a esperança em dias melhores, em união acaba por aqui.
Abril 15, 2008 at 10:27 pm
Já há Petição:
http://www.petitiononline.com/mempet/petition.html
Abril 15, 2008 at 10:28 pm
Número de vezes que fazem amor:
finlandeses: 2
portugueses: 69 ( mas quer-me parecer que o Ts faz parte dos finlnadeses!…)
Abril 15, 2008 at 10:28 pm
Estou muito perto de rasgar o meu cartão de associado… e não estou a falar do SCP!
Abril 15, 2008 at 10:28 pm
Só por curiosidade…alguém sabe se algum membro de Conselho Executivo esteve na reunião do dia D e qual foi a orientação do seu voto?!
Abril 15, 2008 at 10:31 pm
O Meu esteve, mas na hora da votação, NÃO.
Abril 15, 2008 at 10:34 pm
Às vezes apetece dizer disparates. Será a Sra Ministra uma espécie de “mãe biológica”?
Abril 15, 2008 at 10:35 pm
Do que vejo por aqui é malta que nuna esteve envolvida em lutas estudanytis ou sindicais a sério. Fervem a 80º. A vida é feita destas coisas. Acho meso que existe muito ingenuidade por aqui. Era suposto haver maior maturidade…Afinal deviam dar o exemplo!
Abril 15, 2008 at 10:36 pm
Ontem na manifestação de Braga conheci um colega que conheceu uma prima da ministra e que lhe disse que ela é mesmo assim uma víbora, até sacrificou a filha em prol da carreira…
Abril 15, 2008 at 10:37 pm
TS: brrrrrrrrrrrrrrrr
a sua conversa cansa….não cosegue entender? O disco está riscado????
Abril 15, 2008 at 10:37 pm
Redireccionemos a nossa actividade para o que é verdadeiramente importante
http://moodle15.cfruigracio.net/mod/glossary/view.php?id=3381
Abril 15, 2008 at 10:37 pm
Pois é Ts toquei-lhe no ponto sensivel não é..
Abril 15, 2008 at 10:38 pm
Melhorar a Escola Pública na Finlândia?
Abril 15, 2008 at 10:39 pm
Há que dar um tempo ao Mário Nogueira a ver se ele entende o que se está a passar. Eu não quero acreditar que ele já tenha entendido e faça as declarações que faz.
Não quero entrar em discursos anti-sindicalistas. Seria estúpido e um pouco injusto. Os sindicatos terão o nosso apoio. Mas têm que olhar para os professores, e não para estatísticas que “provam” o que cada um quer que se prove.
Eu não quero acreditar que ele faça o discurso arrogante e de contar espingardas como aquele da “Esmagadora maioria”. Ele sabe muito bem que em muitas escolas nem se fez plenário. Noutras foi mesmo só entrar, aprovar a moção e sair. Em muitas, muitas mesmo(talvez aqui caiba melhora “esmagadora maioria”, não houve serenidade bastante para reflectir em conjunto, e foi-se pelo mais óbvio. O acordo só se soube no sábado. Os professores só se encontraram em intervalos de aulas na segunda-feira; cá no norte, a segunda feira foi para tratar das concentrações; e hoje, terça-feira de manhã, lá estávamos nós.
Também não quero acreditar nas declarações que vêm hoje numa notícia do Público. Devem estar fora do contexto, ou outra coisa qualquer.
Nós apoiamos os sindicatos. Mas esse apoio não é incondicional e automático. E os dirigentes sindicais devem saber, a começar pelo Mário Nogueira, que os professores os apoiam, mas não são só deste opu daquele partido. A maioria talvez não seja mesmo de partido nenhum. É o que acontece comigo.
Que o Mário Nogueira não caia no discurso e nos métodos de acção em que a ministra caiu.
Mas eu acho que tudo é um equívoco. Eu acho que ele não está a querer dividir os professores.
Nós estaremos com ele. Mas ele tem que estar connosco. E se não concordarmos com ele, ao menos tem que nos ouvir sem que comece a disparar à toa, vendo inimigos em todo o lado. Não é verdade.
Abril 15, 2008 at 10:42 pm
Ó big
Ainda na ” a vitória é difícil ma sé nossa”?!! Já não sabe que se pacificaram as coisas. Que foi feito acordo?! O Mário já disse que o apoio ao entendimento foi esmagador!
Abril 15, 2008 at 10:43 pm
a sua mulher trocou-o por outro professor não foi?…
Abril 15, 2008 at 10:43 pm
NP, calma.
Não rasgue já o seu cartão…isso pode esperar.
É preciso ter calma e deixá-los poisar.
Abril 15, 2008 at 10:44 pm
Ó Big,
Existem certas vozes que não chegam ao céu…Não vale a pena ir por aí! Gostava é k uma só vez opinsasse sobre matéria de educação ou nos facultasse dados para reflectirmos sobre a bondade das nossas acções. Ora faça lá um esforço!
Abril 15, 2008 at 10:49 pm
O ponto 3… É de facto impressionante…
Parece os tempos em que havia guerras sanguinárias e tremendas pela posse da direcção dos sindicatos da Fenprof. Os que habitualmente os dirigiam não queriam nem por nada deste mundo perdê-los… Não sei se ainda é assim, mas pela reacção… Parecem sentir-se despeitados se alguém lhes rouba o protagonismo. Um problema psicanalítico? Afinal sempre perderam um “bom par” de escolas… Já agora há ali qq coisa “curiosa” a propósito do “mito” da avaliação dos contratados: http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 15, 2008 at 10:51 pm
Vocês desculpem as minhas palavras seguintes, até porque não sou professor.
Há plena consciência de que este blog se tornou alvo de atenção de professores, não professores, políticos e máquinas partidárias ?
Certos comentários levam-me a pensar que não sabem disso. É cada comentário do tipo “agarrem-me que vou deitar ao rio” que mais parece crise de histeria. Para fazer figura triste e desprestigiar a classe mais vale ficar calado. Desculpem a rudeza mas o panorama toma, por vezes, o aspecto de conversa de fábrica de confecções.
Quanto ao acordo deixo a minha reflexão:
Mário Nogueira é comunista, todos os sabem. Todos sabem também que os comunistas têm como estratégia fazer o maior barulho possível. Reparem que a Intersindical tem manifestações marcadas. Pensem porque terá Mário Nogueira abdicado disso em vez de acentuar a luta. Por três razões:
1- Era uma Plataforma Sindical com sindicatos de várias cores partidárias, daí o enorme número que congregou.
2- Há escolas a avançar com a avaliação
3- Estamos no 3º período. Suponho que vocês já andam todos a pensar nas tarefas de final de ano lectivo.
Creio que por vontade de Mário estariam todos a manifestar-se noite e dia. Respondam honestamente; Acham mesmo que conseguiam manter o pico de mobilização da manifestação de Lisboa? Para mim não, consequentemente o processo arrastar-se-ia, as escolas iam aderindo à avaliação, lá viriam umas instruções do ministério a remendar casos bicudos, vocês tratavam dos alunos e seguidamente iam todos de férias.
Quando viessem estava o facto consumado. Assim conseguiu-se, espero, fazer com que acha possibilidade de novos picos de mobilização em questões futuras e, importantíssimo, para mim e restante povo, os sindicatos apareceram com entidades não intolerantes, como “pessoas de bem”
Acham seriamente que Mário Nogueira quis assinar este entendimento ou engoliu um sapo porque senão era pior?
Abril 15, 2008 at 10:52 pm
Pronto Ts aqui um exemplo que vai gostar e originário do seu paraíso; a América
Abril 15, 2008 at 10:52 pm
Quero deixar aqui um louvor aos professores do Norte. E aos sindicatos. A minha Escola é do agrupamento de Queluz e o dia D foi um dia como os outros.
Abril 15, 2008 at 10:55 pm
Votei pelo entendimento ( o contra venceu na minha escola) apesar de sentir que engoli um sapo! Achava que do mal o menos, mas aceito e respeito a maioria dos colegas da minha escola, que votaram contra!
Abril 15, 2008 at 10:56 pm
Vai já seguir um e-mail para o Mário Nogueira e outros dirigentes do meu sindicato com um digitalização do meu cartão…
Abril 15, 2008 at 10:56 pm
Olha!!!
Já n aparece o ponto 3 mas a vitimização está lá…
Ó pexoal da Fenprof que andam para aí a ler os blogs, como é qué? Assim não vão lá…
Abril 15, 2008 at 10:58 pm
Esta malta não sabe que o esquerdismo é a doença infantil do comunismo, ma so Mário sabe-o bem. Já leu o Vladimir Ilich
Abril 15, 2008 at 10:58 pm
Ts descobri finalmente onde nos podemos inspirar para o modelo de avaliação
Abril 15, 2008 at 10:58 pm
Eram 12h quando entrei na sala de professores.Alguns colegas falavam com duas pessoas que me eram desconhecidas.Simultaneamente,assinavam um papel. Abeirei-me do grupo para me inteirar do ocorrido e constatei que eram dois representantes sindicais obtendo assinaturas. Perguntei onde podia manifestar a minha opinião sobre o memorando do dia 11.Um dos elementos,muito solicito,deu-me o papel.Inquiri-o sobre o que iria assinar.Deu-me a entender que apenas teria que assinar.Insisti proferindo que queria manifestar a minha discordância face ao memorando supracitado. O senhor mostou-se cconfuso e ,só após alguma insistência, a colega que o acompanhava me esclareceu:se não concordava não assinava.
Concluindo:não cheguei a manifestar a minha opinião sobre o assunto,não tinha onde;os meus colegas que assinaram,não leram o memorando, limitaram-se a seguir as explicações dos dois representantes sindicais,os quais omitiram determinados pontos:criação de um 4ª escalão para titulares;a aplicação do novo sistema de avaliação para o próximo ano lectivo;a divisão da carreira(implicitamente contemplada no memorando).
Abril 15, 2008 at 10:59 pm
Fogo!! Não sejam assim, os sindicatos aão precisos! Um professor não pode ferver a 80º!! Devem dar exemplos de serenidade e bom senso!
Abril 15, 2008 at 11:01 pm
Andam aqui espiões….eh, eh já mudaram o disco no site da fenprof
Abril 15, 2008 at 11:01 pm
Palavras sábias PênduloDepois da orgia
O prazer que na orgia a hetaíra goza
Produz no meu sensorium de bacante
O efeito de uma túnica brilhante
Cobrindo ampla apostema escrofulosa!
Troveja! E anelo ter, sôfrega e ansiosa,
O sistema nervoso de um gigante
Para sofrer na minha carne estuante
A dor da força cósmica furiosa.
Apraz-me, enfim, despindo a última alfaia
Que ao comércio dos homens me traz presa,
Livre deste cadeado de peçonha,
Semelhante a um cachorro de atalaia
Às decomposições da Natureza,
Ficar latindo minha dor medonha!
Abril 15, 2008 at 11:02 pm
Abril 15, 2008 at 11:02 pm
Um presente meu para descontrairem…quem precisa!
Abril 15, 2008 at 11:03 pm
http://www.youtube.com/watch?v=VRsJlAJvOSM&hl=en -faça uma acção das tic
Abril 15, 2008 at 11:03 pm
Os sindicatos só fizeram o “entendimento” por ser bom para eles e deixaram cair a escola pública e os professores.
Abril 15, 2008 at 11:04 pm
67 – pendulo
Não.
O que ia acontecer era muitas escolas recusarem a avaliação e o governo ficar c a batata quente entre as mãos. Daí a chantagem da Ministra, que até a Ana Benavente criticou. Daí o Mário ter-se prestado a salva-vidas desta equipe do ME e ter salvado o “sistema”, pois a educação tornar-se-ia ingovernável e o senhor Sócrates teria mesmo de arranjar outra equipe. A MLR pode agradecer ao Mário ficar “viva”. Tenho um post sobre o assunto do “sistema” algures aqui: http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 15, 2008 at 11:05 pm
Bufo,
Grato.
Abril 15, 2008 at 11:05 pm
Sabe que essa música foi composta em homenagem ao filho-caiu da varanda de um predio?
Não está a querer insinuar nada com isso pois não?
Abril 15, 2008 at 11:05 pm
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=89254
Concurso para TITULAR
Abril 15, 2008 at 11:05 pm
Eheheh… hoje o Trabalhador anda perdido, ou é impressão minha? Os professores não param de surpreender, não é verdade? Ajustar o discurso a um dado novo pode levar o seu tempo.
Os sindicatos são amigos, não são? Os sindicatos têm razão, não têm? Mmmmm… como diz numa cantiga popular: “hoje sim, amanhã não”. Eu estava habituado a ver o Trabalhador com posições um pouco diferentes. Mas se calhar percebi mal.
Abril 15, 2008 at 11:05 pm
Conforme acabei de escrever no Socratinices:
Mais para diante se perceberá o que traficaram o PS e o PCP para além da divisão dos despojos da escola pública quando a gestão dos estabelecimentos de ensino cair na mão dos caciques locais destes partidos e quando a contratação de professores passar a realizar-se nos antros de corrupção e tráfico de influência em que se tranformaram as mafientas autarquias portuguesas…
Abril 15, 2008 at 11:06 pm
Estes favores pagam-se sempre…vamos estar cá pra ver. Avaliacion? Si, pero nada del Chile 2/2008
Abril 15, 2008 at 11:09 pm
http://nelsonpires.blogspot.com/2008/04/no-no-no.html
A sério… estou mesmo furioso!
Abril 15, 2008 at 11:09 pm
O apoio dos docentes ao acordo alcançado sábado entre os sindicatos e a tutela é «esmagador», estando assim excluído o recurso à greve e a outros protestos que interfiram com as aulas, segundo a plataforma sindical de professores.
Em declarações à agência Lusa, Mário Nogueira, porta-voz da estrutura que reúne todos os sindicatos do sector, afirmou que «a esmagadora maioria das escolas aprovou de forma inequívoca» a moção que prevê a ratificação do entendimento estabelecido entre a plataforma e o Ministério da Educação (ME) no que diz respeito à avaliação de desempenho.
«Não há qualquer divisão dos professores. O apoio a esta moção foi inequívoco», reiterou Mário Nogueira
Abril 15, 2008 at 11:10 pm
Acabei de enviar este mail para o SPRC:
http://ocartel.blogspot.com/2008/04/acabei-de-enviar-este-mail-ao-sprc.html
Talvez seria bom mais gente o mandar, se concordarem com o seu teor.
Abril 15, 2008 at 11:11 pm
Fogo! Fervem a 80º! Calma! Que o Mundo não acaba!
Abril 15, 2008 at 11:14 pm
Conheci muitos trabalhadores da Silva quando estive na Alemanha, a trabalhar, e os Silvas merecem todo o meu respeito. Sempre achei ridícula aquela fase do Carnaval alemão, em que os patrões alugavam carrinhas para distribuir rebuçados, lançando-os à multidão que alinhava na tradição do repartir dos lucros. Passados anos compreendi que os rebuçados eram simbólicos, afinal repartiam-se os lucros. Aqui o que se reparte, o veneno e a inveja?
Abril 15, 2008 at 11:14 pm
O Fogo não ferve ó criatura Sorefamica! hi hi
Abril 15, 2008 at 11:16 pm
83- Álvaro
Acredita mesmo nisso ? Puderam ir por essa via rejeitando o acordo hoje. As votações tiveram grande comparência de professores? Pelo que leio aqui não foi o caso em muitas escolas.
Abril 15, 2008 at 11:18 pm
NP
Ficou mais colorido, convenhamos…
Mas, já foi ver o link que L&L, nos deixou?
São só “nobidades”!
Abril 15, 2008 at 11:19 pm
Correndo o risco de continuar a falar para o ar, mas aproveitando o espaço de liberdade que o Paulo nos oferece, repito o essencial de uns comentários que fiz lá mais para trás.
Perguntava o Paulo: QUE FAZER?
Digo eu:
Trabalho nas escolas (parece que ninguém astá para aí virado, só rua). Influenciar nos CPs e junto dos CEs a operacionalização do modelo, nomeadamente nos indicadores de medida, interpretação dos parâmetros, documentos de apoio, estrutura e registos das aulas observadas…
O trabalho nas escolas É FUNDAMENTAL ( e é o mais difícil, porque é muitas vezes solitário) e pode ser decisivo.
Quanto ao resto:
Mandatar os sindicatos para, desde já, forçarem a marcação de um calendário de negociação de alteração ao ESTAUTO (o verdadeiro problema). Por arrastamento virão os decretos da gestão, do estatuto do aluno, da prova de acesso e outros.
Pressionar ATÈ À EXAUSTÂO o Conselho Científico para a Avaliação de professores, o Conselho de escolas, a Comissão de Educação da Assembleia da República. Inundá-los de faxes, mails e toda a sorte de documentos. Encaminhar pareceres de entidades e figuras de mérito reconhecido em termos científicos.
Não passar para a opinião pública uma imagem de divisão.
NÂO OS DEIXAR RESPIRAR.
Abril 15, 2008 at 11:19 pm
Vamos deixar os sindicatos a falar sozinhos. É altura de descobrirmos outro tipo de organizações que nos representem…
Abril 15, 2008 at 11:19 pm
DO SITE DA FENPROF
“Depois de aprovado, o entendimento será ratificado na próxima quinta-feira, o que, segundo Mário Nogueira, afasta “o recurso à greve e a outras acções de protesto que colidam com o normal desenvolvimento das actividades lectivas até ao final do terceiro período de aulas”. Ainda assim, a plataforma sindical promete continua a contestação às políticas educativas do Governo, nomeadamente durante o próximo 1º de Maio. Por decidir está ainda se vão avançar os protestos previstos para vários pontos do país a cada segunda-feira do terceiro período lectivo”. / Lusa, 15/04/2008
Abril 15, 2008 at 11:21 pm
L&L.
Já tinha lido. Espantoso, qdo foram aprovadas formas de luta….
Abril 15, 2008 at 11:24 pm
Trabalhador
Está contentinho com o “entendimento”!!! Até que gostava que os professores estivessem todos de acordo, mas olhe que não é o caso. Se o seu objectivo é apoiar o governo e a srªministra verá que o que acabou de acontecer vai ter o efeito inverso: em vésperas de eleições os professores vão estar “carne viva”. Já percebeu a jogada? Como eu sou mais Escola/Educação e menos agenda política sou dos que estão contra.
Abril 15, 2008 at 11:24 pm
Vamos supor (só supor) que os sindicatos descobrem que a maioria não quer este acordo. Vamos supor (só supor) que os sindicatos não assinam por não estarem mandatados. O Ministério agora fazia o quê? Dizia que as medidas que deu por possíveis voltam a ser impossíveis porque já não há acordo/entendimento?
Abril 15, 2008 at 11:24 pm
Exactamente quando era preciso manter a pressão, “não os deixar respirar”, a fenprof vem pedir aos professores para estarem quietos!
Isto está bonito…
Abril 15, 2008 at 11:25 pm
Eu não fui à reunião no meu Agrupamento… nem sequer fui informado, em tempo útil, de onde ia decorrer. Não assinei! Não dei a minha opinião, sequer!
Mas já disse hoje a quem era responsável por isso (dirigente sindical, Presidente do Pedagógico e tudo) que ia rasgar o meu cartão. Limitou-se a perguntar “porquê?”… e depois ficou calado… porque percebeu muito bem o meu silêncio! Tivemos uma reunião a seguir.. e nem sequer tocou no assunto!
A outra pessoa, que me disse que “havia que salvar o 3.º período”, respondi que era ao Ministério que competia fazê-lo! E era fácil: bastava suspender o processo de avaliação!
E acrescentei: “mas estás tão preocupada em salvar o 3.º período quando é toda a nossa carreira que está em risco”?
Ambos já são professores titulares…
Abril 15, 2008 at 11:26 pm
oS PORTUGUESES SÃO MUITO CIOSOS DO DEU CONFORTO; LOGO SE NÃO PODEM TER UM TELEVISOR PLASMA CONTEMTAM-SE COM UM RÁDIO A PILHAS – o SALAZAR FEZ UM BOM TRABALHO -TACANHEZ MENTAL, PENSAR PEQUENO E SER PEQUENO ETICAMENTE ( SÃO OS ÚNICOS EUROPEUS A ESCARRAR NA RUA, A DEITAR A BEATA FORA AT+E DO CARRO..ETC..).
sE O VIZINHO TEM UM MERCEDES ELE NÃO TRABALHA PARA COMPRAR UM BmW PÕE UMA BOMBA NO MERCEDES DO VIZINHO
cOMO DIZIA sALAZAR : NÓS NÃO ESAVAMOS PREPARADOS PARA A DEMOCRACIA E COMEÇA QUASE A ACREDITAR QUE SIM ALIÁS QUE PAÍS É QUE ERA CAPAZ DE PRODUZIR ALGO COMO ISTO
Ao longo dos tempos, a Educação em Portugal, tem sofrido vicissitudes que se traduziram nalguns atrasos e outros tantos sobressaltos, com avanços e recuos, que sinteticamente procuraremos analisar e compreender.
É já um lugar comum dizer-se, que um País é tanto mais próspero quanto culto for o seu povo, o que, só por si, nos poderia conduzir a conclusões simplistas, ou mesmo precipitadas. Talvez por isso seja curial tentarmos compreender a razão ou razões pelas quais, o nosso País, estará tão longe do progresso, do desenvolvimento e do bem estar geral.
Os Portugueses que deram novos mundos ao Mundo e foram pioneiros em descobertas decisivas para a modernidade (o nónio, por exemplo), desde as territoriais às científicas, que contribuíram para a transformação do Planeta naquilo como hoje o conhecemos, não conseguiram manter a performance de evolução e de desenvolvimento de outros tempos, quedando-se por uma vida ronceira, sem ambições, sem projectos, sem auto-estima. Talvez por isso nos tenhamos deixado ficar para trás no caminhar educativo, que é, sem dúvida, a chave para o desenvolvimento e para o progresso.
O exemplo que nos vem dos Países do Norte da Europa, nos quais, desde os finais do século XIX, os níveis de escolaridade já se situavam nos nove anos de escolaridade e detinham taxas de analfabetismo abaixo de 1%, enquanto, no nosso País, em 1910, aquando da implantação da República, essa percentagem era de cerca de 71,5%, demonstra a anterior afirmação. Não admira pois, que perante este cenário, que se reflectia e ainda hoje se reflecte, necessariamente, nos índices de produtividade e de desenvolvimento económico e social, se se começassem a desenhar soluções para colmatar lacunas e promover o tão necessário e desejado progresso.
Daí que várias reformas do sistema educativo Português se ensaiaram, sendo que, umas apresentassem um carácter mais avançado e de acordo com os padrões Europeus, mas outras em sentido perfeitamente contrário e de regressão pura.
São exemplo, algumas reformas do ensino que espelham a afirmação: “a título de exemplo poderá referir-se a reforma do ensino primário que se iniciou ainda em 1911 com importantes alterações em 1919, em que foi criado o ensino pré-primário oficial e o primário geral e superior inteiramente gratuitos” (CORTESÃO, 1982, p17). Aqui se pode ver como, em determinadas alturas da vida nacional, se procurou valorizar o ensino primário e seus agentes, considerando-o como ensino primeiro, como ensino basilar, como ensino fundamental, para todo e qualquer Sistema Educativo que se queira de qualidade e com visão prospectiva. Mas o sentido contrário é também verdadeiro e reformas houve que procuraram destruir o caminho percorrido e as etapas alcançadas. Assim, seguiram-se outras leis que apostaram na diminuição da formação dos professores. No recurso a docentes não habilitados (os regentes). No sistemático desinvestimento nas escolas, nomeadamente no mundo rural. No encerramento de Escolas Normais de Formação de Professores e noutras situações, igualmente gravosas e impeditivas da criação de uma autêntica Escola Para Todos. Um mal que não é de hoje e que vem de há muito. Por isso, apostava-se no incentivo a um “espírito nacional e nacionalista” de que ser pobre, obediente e sem instrução eram atributos e qualidades para a autêntica e verdadeira felicidade. Veja-se o que, a respeito, referiu a conceituada escritora, Virgínia Castro e Almeida, num artigo publicado no Jornal “O Século” de 5 de Fevereiro de 1927 “(…) Que vantagens foram buscar à escola? Nenhumas. Nada ganharam. Perderam tudo. Felizes os que esquecem e voltam à enxada. A parte mais linda, mais forte e mais saudável da alma portuguesa reside nesses 75% de analfabetos” (idem, p.67).
Nesta época, a poupança na Educação foi tão flagrante e o desinteresse, por este fundamental sector da vida nacional, foi tão malévolamente intencional, que o Ministro da Educação de então, EUSÉBIO TAMAGNINI (1934), procurando demonstrar uma actualização pedagógica identificada com as correntes mais modernas da pedagogia da Europa e do Mundo, não se coibiu de fazer uma interpretação sui generis e totalmente deturpada das ideias então em voga, dizendo que: “a população escolar pode e deve dividir-se em cinco grupos, a saber:
1º Ineducáveis, 8%;
2º Normais estúpidos, 15%;
3º Inteligência média, 60%;
4º Inteligência superior, 15%;
5º Notáveis, 2%” (ibidem, p.78), daí concluindo não ser necessário muito dinheiro para a Educação..
Todas as circunstâncias referidas nos levam a inferir que, durante anos, a educação em Portugal caminhou para um beco que, em muitos casos, ainda hoje persiste em muitos pontos do nosso País. Talvez por isso, os índices de analfabetismo, segundo o censo de 1991, de mais de 11%, principalmente nas mulheres, ainda existentes, sejam a prova cabal da mentalidade dalguns governantes e consequente desinvestimento no Sistema Educativo Nacional. Mas há mais. As atitudes discriminatórias, tantas vezes patentes na Escola e na Sociedade, o preconceito relativamente a muitas famílias e seus descendentes, não só não contribuíram nem contribuem para o desenvolvimento da pessoa, como serão, eventualmente, a principal fonte e força do insucesso escolar actual, sem que, contudo, seja a única.
Abril 15, 2008 at 11:32 pm
(Já estou com sono, por isso vou repetir-me…)
Pensemos nos receios de alguns dos colegas:
- Imaginemos que agora os sindicatos resolvem realmente aceitar todas as exigências do ministério e ceder em todo o plano.
Qual seria o resultado?
- Provavelmente ACABARIAM OS SINDICATOS!
E acham que é isso que eles querem?
Será que, tendo em conta a união dos 100.000, eles seriam LOUCOS de não lutar contra o ECD e contra esta avaliação?
O que é preciso é compreender que TODOS os colegas que votaram, contra ou a favor, CONTINUAM CONTRA O ECD E CONTRA ESTA AVALIAÇÃO.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
NÃO HOUVE DIVISÃO SOBRE “A POSIÇÃO”: HOUVE DIVERGÊNCIA DE OPINIÕES SOBRE “A ESTRATÉGIA”!
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
E devemos agora, TODOS UNIDOS, esperar que os sindicatos cumpram as suas obrigações.
Porque irão cumprir, vocês verão!
E acredito que, daqui por muito pouco tempo, não serão os colegas que hoje votaram contra que irão rasgar os seus cartões:
- Serei eu a sindicalizar-me!
Abril 15, 2008 at 11:35 pm
Maurício Brito: wishful thinking.
A consulta do dia d foi uma farsa. Nem sei porque lhe estamos a dedicar tanto tempo.
Abril 15, 2008 at 11:36 pm
100
É inacraditavel!!Como é possível uma coisa destas? Como é possível ter uma classe inteira unida, não se ter conseguido nada do que é realmente importante e propor uma coisa destas!! Manifestar-me no 1º de Maio, só pode estar a brincar comigo… realmente não perceberam nada dos motivos que mobilizaram os professores.
Abril 15, 2008 at 11:41 pm
O transcrito no comentário 100 foi o que motivou o mail que enviei ao SPRC:
“É bom que nem se lembrem de desmarcar os protestos. A luta contra este sistema de avaliação, o ECD e a autonomia não podem parar. Não pensem que por se ter aprovado a moção que estas coisas ficaram esquecidas pelos professores.
A desmarcação dos protestos poder-vos-à custar a perda de sócios…”
Abril 15, 2008 at 11:47 pm
96 – Pêndulo
Bastariam umas dezenas de escolas que se recusssem a fazer a avaliação para o exemplo estar dado, a todo o país, a todos os sectores, e outras escolas as seguiriam por arrasto.
A questão é que esta equipe é detestada e n há qq possiblidade de eles (ME) e profs fazerem as pazes. O acordo foi com os sindicatos que conseguiram convencer uma parte sunstancial da classe mas isso não vai durar até porque os sindicatos estão a perder influência. Dp há o grande fait-divers: a ministra foi prof no ensino básico e esconde isso, que parece ter sido a sua actividade principal durante anos, do curriculum dela (queixava-se a um prof universitário que eu conheço mto bem do trabalho burocrático que o ME lhe exigia para além de ter de preparar, dar aulas e avaliar os alunos). Isto é um pouco delirante, n lhe parece? (agora tenho de ir dormir. Receba os meus mto cordiais cumprimentos e apareça sempre que queira e possa no http://criticademusica.blogspot.com/
tb há este para os que se interessam: http://alvarosilvioteixeira.blogspot.com/
Abril 16, 2008 at 12:13 am
Vamos combinar:
Se a fenprof desmarcar as manifestações de professores nas capitais de distrito, então NEM UM PROFESSOR NA MANIF DO 1º DE MAIO APOIADA PELA FENPROF. NEM NUM RAIO DE 10 KM.
Dizemos-lhes aquele poema que termina “…eu por aí não vou!”
Abril 16, 2008 at 12:14 am
Boa ideia Jaime!
Abril 16, 2008 at 12:15 am
…sei que não vou por aí….! lol
Abril 16, 2008 at 12:26 am
comentário 67
se o pêndulo não é professor está desculpado por não ter sentido o cheiro do balneário.
quem cá(lá) anda sentiu bem a revolta e a vontade de mudar as coisas e foi essa revolta e essa vontade que nos levou ao terreiro do paço.
se as coisas, depois do 8 março, tivessem tido um rumo diferente, no 25 de abril, atascávamos lisboa e depois queria ver como é que as coisas ficariam
Abril 16, 2008 at 12:30 am
EU, não estarei lá. Os muitos que votaram contra, hoje, comigo, tb. não.
Abril 16, 2008 at 12:35 am
Continuo a pedir esclarecimentos:
será possível na minha escola não ter acontecido nada!!!!!!!!!!!
Abril 16, 2008 at 12:36 am
SERÁ QUE VOTARAM POR MIM!
Abril 16, 2008 at 12:41 am
Bia:
Tudo pode ter acontecido. Será que havia delegado sindical?
Será que era a escola sede de agrupamento?
Se não notou nada, por ventura nem lá foram.. ou então foram-se embora.
Abril 16, 2008 at 12:42 am
O ponto 3, enquanto ponto, já foi retirado do domínio da Fenprof mas, mantém-se o articulado da vitimização.
Considero importante que a “Plataforma” (ou a Fenprof) nos diga sem rodeios e com a verdade a que temos direito, numa Conferência de Imprensa, o que se passou neste “Dia D” e quantos menos do que os 100.000 escrutinaram este “entendimento”.
Seria útil que fizessem “compreender” aos professores (aproximação semântica) as razões que levam MLR, os seus Sec’s e o pm a não arredarem pé do seu habitual discurso de que nada foi alterado e tudo segue como o previsto. Enquanto esta minudência, feita de palavras (apenas) não fosse alterada, a Plataforma deveria aguardar, com os professores mobilizados, para o que desse e viesse.
O “Ponto 3″ era (é) para responder à Benavente?
- Não será ela uma espécie de lebre posta a correr pelas estruturas do aparelho?
- As afirmações que faz, não servindo os sindicatos, servem o ME ou os professores? A mim me parece que estas declarações, lançando a suspeita sobre tudo e todos, seriam úteis há uns dias, mas agora, duvido da sua bondade, até pela falta de alternativas que a ex-Sec apresenta.
De qualquer modo, a Plataforma|Fenprof, ao colocar o assunto nestes termos, quer ir até onde? Seria razoável não desperdiçar energias com o acessório e não elaborar ordens de trabalhos com vulgares banalidades. Mostrem de forma elevada e com objectividade que isso não vos atinge e não é nada convosco (se não for). É preciso continuar na rua; é preciso aprofundar a união de todos os professores; ainda praticamente nada foi conseguido, apenas o adiamento do “enquanto o pau vai e vem, folgam as costas”. Isso é significativo?
Abril 16, 2008 at 12:51 am
fernando oliveira:
a minha escola é sede de agrupamento, mas há muito está vendida ao ministério e toda a corja que o representa. O PCE é um vendido, quer ficar bonito na foto, quer ser gestor e quer que a escola seja melhor que as outras! Provavelmente arranjou maneira de impedir a votação ou votou por nós. Temos delegado sindical!
Abril 16, 2008 at 12:52 am
O delegado sindical é um palhaço! (no verdadeiro sentido da palavra)
Abril 16, 2008 at 1:14 am
comentário 120
fiz uma fotografia do antecessor pelo que continuo a achar que vale a pena falar porque vale…
http://sinistraministra.blogspot.com/2008/04/estas-reaces-no-vos-lembram-algum.html
refiro-me ao famoso ponto 3.
Abril 16, 2008 at 1:18 am
Moriae:
Ainda bem, pois qdo o quis enviar a uma pessoa o ponto 3 tinha sido retirado e só o encontrei ai.
Abril 16, 2008 at 1:22 am
como já aqui foi dito, não houve divisão_ e não há!_ sobre a posição, houve divergência de opiniões sobre a estratégia. este é o ponto fundamental.
o sr mário nogueira, com as declarações que fez hoje, pode estar a deitar gasolina sobre a fogueira. veja lá se acorda para a realidade e começa a entender o que está em jogo e os actores em jogo.
mário nogueira anda pelo menos 20 anos atrasado em termos de leitura dos tempos que correm. mário nogueira ainda acredita que os professores não sabem ler e precisam que venha o sindicato às escolas para explicar- lhes o que não compreenderam ao lerem o acordoentendimentoaproximaçãomemorando. do mesmo mal se queixava a srª ministra quando não compreendíamos a notável avaliação que , à força, impunha …
ainda não percebeu que a informação já não é vertical mas horizontal. e livre, acrescento eu.
não leve portanto a mal que a gente que acha que vocês, e a Fenprof em particular como meu sindicato e como maior organização de representação de professores, não estiveram bem e não prestaram um bom serviço à causa da educação, vos diga certas coisas. heranças, de uns barbudos castiços que em cima de umas chaimites faziam com os dedos vitória para o povo numa comunhão cúmplice de felicidade.
é que perante o que se leu, as dúvidas são razoáveis :
que ganharam os professores com isto? a FenProf representou-se a ela mesma ou representou o sentir ou os anseios dos professores seus associados?
não há só uma leitura da realidade e há leituras que aqui são perfeitamente legítimas até porque reforçadas com os factos. há ou não há eleições em Outubro de 2008? há! por que razão não se discute o modelo logo em setembro (deste ano) e se atira a sua discussão lá para junho/julho do próximo ano altura em que os professores estarão fartos de ser grelhados, alineados, monitorizados e devidamente parametrizados e se pode aproveitar esse descontentamento para vir para rua em plena campanha eleitoral? QUE TEMOS NÓS, PROFESSORES A VER COM ISSO?
há mais… há muitas leituras perante os factos… como aquela de terem sido a bóia que o náufrago precisava para não se afogar mas essa até eu acho que é tão clarinha que nem vale a pena falar.
só para terminar que amanhã é dia de escola , a plataforma e o mário que me expliquem como é que um acordo que é bom para uma data de gente sorridente, que é bom para o sócrates, para a maria de lurdes rodrigues , para o walter (que até parece estar a candidatar-se a porta-voz da plataforma ao dizer que acabaram os conflitos entre os professores e o ministério), é bom para o pedreira, é bom para o albino….pode ser bom para os professores?
em minha opinião a estratégia foi má , o acordo foi mau e é um erro assiná-lo na quinta como é um erro não respeitar opiniões contrárias e mostrar tiques que nunca supus no mário nogueira como é caso daquele “esmagador” que o paulo guinote também referiu.
Mas vamos ter calma e esperar para ver
e peço desculpa pela extensão mas já fiquei melhor…
boas noites e boa luta
Abril 16, 2008 at 2:02 am
A reunião com a Plataforma de Sindicatos de dia 8 tinha na agenda o seguinte ponto para aprovar:
8. Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores em exercício de funções ou actividades de interesse público, designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública, Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Foi aprovado?
Abril 16, 2008 at 3:16 am
Mário Nogueira está, como já é assumido, a preparar o terreno para suceder a Carvalho da Silva à frente da CGTP, com o apoio de Jerónimo de Sousa. Todo este processo é a cereja no bolo do seu CV em agit-prop.
Abril 16, 2008 at 9:03 am
O Paulo Guinote ainda pensa que é possível “educar” o Mário Nogueira e “corrigir” os sindicatos.
Sou levado a acreditar que será por “deformação profissional” que exibe tal candura.
Ou então é um autêntico cristão evangelista que confia no poder da palavra e nos desígnios do Senhor…
Abril 16, 2008 at 9:04 am
(126) Esse ponto ainda vai regressar numa bela manhã de sexta-feira, no Verão, desta vez em forma de despacho, com força de lei, para alegria de muitos para quem foi uma vitória esmagadora…
Abril 16, 2008 at 9:22 am
POST 75
Ana, a minha situação foi idêntica. A diferença foi que eu conhecia o delegado sindical.
NÃO PUDE MANIFESTAR, ASSINANDO, O MEU DESAGRADO E DISCORDÂNCIA!!!
Abril 16, 2008 at 9:31 am
PALAVRAS DA SENHORA MINISTRA:
http://dn.sapo.pt/2008/04/16/sociedade/ministra_recusase_a_assumir_recuo.html
Abril 16, 2008 at 9:35 am
http://www.petitiononline.com/mempet/petition.html
Abril 16, 2008 at 9:47 am
107
concordo consigo:
“O que é preciso é compreender que TODOS os colegas que votaram, contra ou a favor, CONTINUAM CONTRA O ECD E CONTRA ESTA AVALIAÇÃO.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
NÃO HOUVE DIVISÃO SOBRE “A POSIÇÃO”: HOUVE DIVERGÊNCIA DE OPINIÕES SOBRE “A ESTRATÉGIA”!
Precisamos de continuar UNIDOS!
Abril 16, 2008 at 10:04 am
Subscrevo todas as palavras de 125). Ontem na reunião na minha escola disse mais ou menos o mesmo.
Lamento casos como 75) e 131) que deixam um sabor amargo a uqem tinha a ilusão de que estas coisas já não existiam (eu estava à espera).
Agora apreciem:
A titular da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, garantiu “não ter havido qualquer recuo por parte do ministério” -concordo em pleno.
Para Maria de Lurdes Rodrigues, “foi a nossa teimosia que permitiu estar a fazer-se a avaliação de professores nas escolas”, garantiu, para logo adiantar que o “que para uns era teimosia, para outros era coerência na acção política”.
Abril 16, 2008 at 10:14 am
laranjalima 116) penso que é isso mesmo que o ME pretende. Que aqui fique esvaziada toda a nossa indignação. Não devemos ceder tão facilmente. Embora com alguma dificuldade não seremos capazes de organizar uma manifestação sem sindicatos? Afinal somos ou não pessoas indignadas e com coluna vertebral? O futuro está nas mãos da sociedade civil. Partidos políticos e sindicatos terão os dias contados se nos organizarmos com civismo.
Disse aqui há uns tempos que não me agradava a ideia de serem os sindicatos a organizar a manifestação em Lisboa… lamento confirmar que tinha razão. (E eu sei que são eles que têm treino destas mobilizações).
Abril 16, 2008 at 10:24 am
laranjalima 116) – se o seu comentário é para 112) aí eu concordo em pleno consigo. Isto de ler parcelarmente …
Abril 16, 2008 at 5:29 pm
Qualquer dia não têm titulares! (riso)
Então este não foi sempre o objectivo deste governo socratiano neoliberal selvagem de matriz fascista!?:
Qualquer dia é ver professores a 500 euros o mês a recibos verdes!
Duvidam?:
http://www.scribd.com/doc/2554584/PD-Presidente-do-Agrupamento-de-Escolas
Abril 16, 2008 at 5:30 pm
Divulguem!:
http://www.scribd.com/doc/2531726/VOTA-A-DIREITA-OU-A-ESQUERDA-NAO-VOTE
Abril 16, 2008 at 5:30 pm
TS = Secretário de Estado
Abril 16, 2008 at 6:29 pm
De facto cada vez que se conquista algo, aparecem alguns a pôr em causa ( sim, alguns…pois a esmagadora maioria dos colegas subscreveu o memorando), parecendo ” velhos do restelo”, sentados a olhar o mar como se os avanços se fizessem sentados a debitar uns “bitaites”.
Colegas, acordem!!!Para subir uma escada, é preciso subir degrau a degrau.
Agilizem os neurónios…
Abril 16, 2008 at 6:33 pm
Vamos lá agilizar os neurónios:
Dos 44.500 que subscreveram o entendimento – muitos deles com críticas em anexo que não devem ter lido- onde estão os restantes 100 mil professores?
Abril 16, 2008 at 9:06 pm
140
Eu até já estou no topo, podia sentar-me confortavelmente a olhar o mar. Acontece que há os que se concentrem nas ondas a rebentar na praia(só espuma!!!)e há os que olhem para além do horizonte. Eu opto pelo segundo caso… uma questão de feitio.