MOÇÃO
“ENTENDIMENTO” É IMPORTANTE PARA OS PROFESSORES,
MAS NÃO RESOLVE AS QUESTÕES DE FUNDO, PELO QUE DEVERÁ MANTER-SE UMA FORTE ACÇÃO SINDICAL E REIVINDICATIVA
A luta dos Professores e Educadores obteve um importantíssimo resultado ao obrigar o ME, pela primeira vez em 3 anos, a recuar nas suas intenções, a aceitar propostas das organizações sindicais de docentes e a quebrar a sua intransigência em aspectos que declarara como “bandeiras” e “pontos de honra”.
O forte recuo a que o ME foi obrigado, no designado primeiro ciclo de avaliação dos professores, será um importante contributo para a estratégia de alteração profunda do modelo de avaliação que impôs e que não serve as escolas nem os professores. Trata-se de um modelo burocrático, incoerente, injusto, inadequado e inaplicável, razão por que é muito importante que já se tenha estabelecido um processo negocial, com vista à sua alteração, para o final de 2008/2009, após o seu designado primeiro ciclo de aplicação.
Fica, entretanto, garantido que, este ano, os docentes a classificar serão uniformemente avaliados, através de procedimentos mínimos, e que eventuais classificações inferiores a Bom não terão consequências, devendo as escolas apurar todos os defeitos do modelo e da sua aplicação. Os Sindicatos participarão activamente no processo de acompanhamento e avaliação do modelo, bem com as suas condições de aplicação, apresentarão propostas alternativas que debaterão com os professores e envolver-se-ão na alteração do modelo.
O memorando de entendimento com o ME, alcançado pelos Sindicatos, contém outros importantes resultados, tanto para os professores, independentemente do seu vínculo laboral, como para as escolas, designadamente em níveis como a carreira, os horários de trabalho, a formação contínua e a gestão, para além de garantir, desde já, o desenvolvimento de processos negociais sobre matérias que, de outra forma, não seriam negociadas. Por estas razões, a Plataforma Sindical dos Professores deverá subscrever uma declaração conjunta com o Ministério da Educação que, para além do memorando de entendimento, contenha as apreciações dos Sindicatos dos Professores, necessariamente negativas, sobre a política educativa do Governo, marcada por:
- Um ECD imposto, que deverá ser revisto para dele expurgar a divisão dos professores em categorias, a prova de ingresso na profissão, o actual modelo de avaliação, entre outros aspectos;
- Um regime de direcção e gestão escolar, unilateralmente imposto, que impede a participação democrática da comunidade educativa e, em especial, dos docentes, na vida das escolas, cerceando espaços fundamentais de autonomia, para além de degradar a sua organização pedagógica;
- Uma alteração de sentido muito negativo da legislação sobre Educação Especial, pondo em causa princípios fundamentais da escola inclusiva;
- Um conjunto de outras medidas negativas, como o encerramento de escolas sem alternativas de qualidade e sem o acordo das comunidades, a implementação dos designados prolongamentos de horário no 1.º Ciclo do Ensino Básico sem coordenação ou garantia de qualidade (que o ME pretende estender ao 2.º Ciclo), os sucessivos cortes de financiamento na Educação, entre muitas outras.
É nesse quadro de protesto, mas, também, de construção, que os professores e educadores, com as suas organizações sindicais, continuarão a agir e lutar, ao mesmo tempo que estabelecerão os tempos adequados para auscultação, debate e elaboração de propostas que serão assumidas pela Plataforma de Sindicatos.
Desses momentos deverá resultar a definição da estratégia sindical para 2008/2009, quer ao nível das propostas orientadas para os processos negociais já previstos, quer da acção e da luta dos professores e educadores.
Os professores e educadores continuam a considerar a política educativa do Governo muito prejudicial ao exercício da sua profissão, das aprendizagens dos seus alunos e do trabalho nas Escolas, bem como a avaliar de forma muito negativa aqueles que, no Ministério da Educação, a concretizam.
Assim, os professores e educadores, manifestam a sua determinação em continuar a luta contra tal política e tais práticas.
REUNIÃO REALIZADA EM ____________________________________
PARTICIPARAM NA REUNIÃO _______ DOCENTES, TENDO VOTADO
_________, COM O SEGUINTE SENTIDO DE VOTO:
A FAVOR ______; ABSTENÇÕES ______; CONTRA ______.
A Moção foi: APROVADA / REJEITADA
O Responsável pela dinamização da reunião:
Abril 14, 2008 at 11:42 pm
Pelas escolas que conheço, e na minha, está tudo devidamente mobilizado. No placrd sindical e na sala de professores está bem explícito que amanhã é o dia “D” e vamos reunir com uma OT clara:
- Modelo de gestão (sim ou não?)
- Este modelo de avaliação (simo ou não?)
_ Este estatuto de carreira assente na divisão (artificial/burocrática/administrativa) sim ou não?
-Formas de luta (?) Quais?
Pus o pessoal a trabalhar…De outra forma quem assumia a liderança formal da reunião era eu. Se for necessário assumo a outra liderança.
Ora.
Num agrupamento perto já está outra colega a “liderar” o processo. Com total auscultação e deliberação dos professores.
Dá trabalho. Nada se faz sem esforço e trabalho.
Abril 14, 2008 at 11:47 pm
Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
As razões para a continuação da luta mantêm-se. Hoje, os professores do Norte vão exigir o fim deste modelo de avaliação e alterações ao ECD
As grandes questões de fundo que criaram a revolta e indignação dos professores mantêm-se, tais como:
a) O modelo de avaliação burocrático e injusto continua no próximo ano.
b) substituição de aulas sem serem remuneradas.
c) divisão da carreira em duas categorias e consequente divisão dos professores nas Escolas.
d) impedir que só um terço dos professores cheguem ao topo da carreira.
e) Permitir que dois terços dos professores, a partir do meio da carreira, sejam privados de um terço do seu vencimento.
Ponham esses telemóveis a funcionar; mandem sms aos colegas; hoje, à tarde e à noite, os professores do Norte vão estar na rua a pedir a demissão da ministra, um novo modelo de avaliação de desempenho e o fim das duas categorias de professor.
O que é que se pasa com o SPZN que não está a mobilizar os professores para as concentrações?
http://ramiromarques.blogspot.com/2008/04/as-razes-para-continuao-da-luta-mantm.html
Abril 14, 2008 at 11:48 pm
Elucidem-me sobre um aspecto.
As escolas que já tinham calendarização para aulas assistidas podem avançar com as ditas?
Os contratados da minha ainda hoje me perguntavam como era. Não soube responder-lhes.
Abril 14, 2008 at 11:48 pm
Acabei de chegar agora de Braga. Apenas venho dizer que os colegas continuam mobilizados. Amanhã será mais um dia…
Abril 14, 2008 at 11:51 pm
Do Porto tb excelentes notícias. Está tudo mobilizado. Testemunhos nos comentários dos posts anteriores.
Abril 14, 2008 at 11:52 pm
Comentário de post anterior
Leiam de forma cuidada os pontos do entendimento entre sindicatos e ME .pronunciem-se depois.
Os professores sindicalizados do distrito do PORTO compareceram à convocatória da Plataforma Sindical,ouviram os dirigentes sindicais,foram-lhes prestados todos os esclarecimentos.Votaram,por unanimidade,a proposta de entendimento,´.
Abril 14, 2008 at 11:54 pm
coment. 6
Quer então dizer que ficaram convencidos com os esclarecimentos da Plataforma e concordam com o entendimento? Bonito!
Abril 14, 2008 at 11:56 pm
ana s: qual a sua proposta?
Abril 14, 2008 at 11:56 pm
Sou capaz de assinar esta moção, é equilibrada e tem pouca “ideologia” barata.
Abril 15, 2008 at 12:00 am
Feita em parte para salvaguardar os interesses dos contratados, não me parece que estão preocupados com o seu futuro. não os vi muito mobilizados hoje!
Abril 15, 2008 at 12:01 am
Não concordo com a assinatura de concordância do “entendimento” dos sindicatos e ME. Já apresentei noutros posts as razões para isso.
Abril 15, 2008 at 12:02 am
Quanto mais leio, mais indecisa fico quanto à posição que vou assumir amanhã (votar a favor ou contra a moção que o sindicato vai apresentar ou ainda abster-me). Espero ouvir muito para poder, assim, clarificar a minha posição.
Sei que não estou contente com este entendimento. Poderei estar redondamente enganada – admito que não percebo nada de estratégia negocial – mas, quando penso no dito entendimento, fica-me um sabor amargo a desilusão (a revolta inicial, essa, já passou).
Não é que eu tivesse a ingenuidade de acreditar que, num golpe de magia, conseguíssemos tudo o que é justo de um dia para o outro – claro que não. Também aceito a ideia de que não podemos cair na filosofia do “tudo ou nada”. Os radicalismos nada resolvem. Admito igualmente que se garantiram alguns aspectos positivos, mas considero que vamos pagar um preço muito elevado por essas pequenas conquistas (perdoem-me o adjectivo, mas considero-as pequenas face ao monstro que temos de combater). Um dos custos é a aplicação integral do 2/2008 no próximo ano, com discussão adiada para Junho/Julho 2009. Outro é o esmorecimento das reivindicações (não haja ilusões) e, talvez, o afastamento de muitos colegas. Outro ainda é a ajuda que a plataforma deu à ministra e ao PM para melhorarem a sua imagem (afinal, a senhora ministra tem capacidade de diálogo; no essencial tinha razão quanto à avaliação; o PM é determinado, as escolas reencontraram tranquilidade, etc).
Para além da desilusão, chocam-me outros pontos, nomeadamente a questão do novo escalão e o acesso à carreira de titular. Então eram essas as prioridades? Eu sei que tem que ver com a equiparação à carreira dos quadros superiores da Função Pública, mas, francamente, quando dois terços dos professores sentem na pele que nunca passarão do antigo 7.º escalão, quando há tantos e tantos problemas por resolver, isto cai muito, muito mal. E o acesso a titular para sindicalistas, deputados, autarcas, etc? Não se concorda com a divisão da carreira, mas vai-se tratando da vidinha? Desculpem, mas é o que parece (”À mulher de César…”). Há senhores bem instalados que agradecem essas condições especiais. Acredito que esta não tenha sido uma questão posta pelos sindicatos, mas foi um presentinho envenenado da querida ministra e os sindicatos morderam o isco (que sindicatos, isso é que já não sei).
Faz-me também confusão os sindicatos afirmarem que vão manter as acções de luta quando, ao mesmo tempo, irão contribuir para passar a imagem de um entendimento/apaziguamento com o ME. Das duas uma: ou essas acções vão ser muito discretas e ténues ou, a terem visibilidade, vamos passar por inconsistentes nas nossas tomadas de posição.
Com estas críticas todas, onde está, afinal, a hesitação a que aludi? Tenho consciência que os professores DEVEM estar unidos e que, umas vezes melhor, outras menos bem, são os sindicatos que nos representam e se sentam à mesa das negociações. Sei que tenho o dever moral de não desistir e, por tudo o que aqui expus, estou algo dividida.
Desculpem-me o demorado comentário. Estava mesmo a precisar de partilhar estas angústias.
Abril 15, 2008 at 12:02 am
ATENÇÂO, ATENÇÃO
Notícias dos protestos no norte na SICnotícias.
Abril 15, 2008 at 12:03 am
Há realmente pouca adesão dos contratados, Alguns devem estar a pensar em sair do ensino, outros a ver no que dá, e outros desinteressados.
Abril 15, 2008 at 12:03 am
Ler também:
SOL – FENPROF e FNE garantem que luta contra políticas educativas continua no próximo ano lectivo
http://www.scribd.com/doc/2538156/SOL-FENPROF-e-FNE-garantem-que-luta-contra-politicas-educativas-continua-no-proximo-ano-lectivo
Abril 15, 2008 at 12:03 am
Na SIC noticias vão ser feitas referências às manifestações!
Abril 15, 2008 at 12:07 am
Graça, vamos ter imagens.
Vejam lá se no Porto, não eramos muitos mais do que 600, como já li por aí.
Abril 15, 2008 at 12:09 am
Já imaginaram o que seria para os “opinion makers” pró-governo, para o ME, Governo e todos aqueles que comentaram com satisfação o acordo se agora chegassem à conclusão que os professores foram além dos sindicatos e não querem esse entendimento, preferindo continuar com a luta?
Abril 15, 2008 at 12:11 am
Está disponível para participar numa nova marcha em Lisboa?
Vote:
http://sinistraministra.blogspot.com/2008/04/colegas-acta-da-reunio-de-amanh-j-est.html
Abril 15, 2008 at 12:13 am
Parece que existem manobras para dividir os professores! A união dos professores preocupa o poder instalado. Precisam de dividir para reinar! Ponderação e diálogo para conseguir
Abril 15, 2008 at 12:13 am
Ler com atenção
http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/04/gato-escaldado-de-gua-fria-tem-medo.html
Abril 15, 2008 at 12:14 am
Parabéns a todos os colegas que estiveram nas várias manifestações. Penso que há muita gente a ficar surpreendida com a reacção da classe que tem coragem para sair à rua, apesar do entendimento ME/sindicatos.
Abril 15, 2008 at 12:15 am
Números e imagens do Porto, não condizem.Ao cair da noite ainda estavam a chegar professores.
Não mostraram imagens de Braga, nem de Viana.
Acho que nem a comunicação social “quer acreditar” no que está a acontecer.
Abril 15, 2008 at 12:16 am
MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA
http://www.movescolapublica.net
Posição do Movimento Escola Pública sobre o entendimento alcançado entre a Plataforma Sindical e o Ministério da Educação:
1) O Movimento Escola Pública considera que o entendimento recentemente alcançado entre sindicatos e Ministério da Educação representa um recuo efectivo do governo e é o resultado da capacidade de luta dos professores e da manifestação de 8 de Março. Destacamos como pontos positivos deste acordo:
a) a adopção de princípios simplificados e universais para as situações sobre as quais se exercia a chantagem e pressão do ME (renovação de contratos e casos de progressão), o que na prática significa que o governo adia a aplicação do seu modelo de avaliação.
b) A eliminação das consequências negativas de uma avaliação de “regular” ou “insuficiente” para os professores que forem avaliados até ao final do ano lectivo 2008/2009
c) A constituição de uma comissão paritária entre o Ministério e os sindicatos para acompanhamento e alteração do modelo de avaliação.
d) Definição de um mínimo de 9 horas para a componente individual, regulando os diferentes critérios de escolas, e integração da formação contínua no horário de trabalho dos professores.
2) Sendo estes os ganhos da luta, o Movimento Escola Pública entende ainda que os professores apenas ganharam uma batalha e não a guerra . O governo continua determinado a aplicar o seu modelo de avaliação de desempenho e o entendimento a que se chegou estabelece a sua aplicação já em 2008/2009.
A Comissão paritária para propor correcções ao modelo no final do próximo ano lectivo só terá força para fazer valer os seus pontos de vista se os professores continuarem a demonstrar determinação em lutar contra este modelo de avaliação burocrático, hierarquizado, injusto, e incapaz de melhorar as práticas pedagógicas.
3) Sobre o Estatuto da Carreira Docente, ensino especial e diploma de gestão das escolas o governo não recua e o entendimento nada garante sobre estes pontos (além da não aplicação este ano de procedimentos relativos ao novo modelo de gestão). Sobre a necessidade de vinculação dos contratados, professores mais precários e sobre os quais o ME exerceu uma pressão indigna, também nada de novo foi consagrado.
4) O Movimento Escola Pública considera que o recuo do governo só foi possível com a extraordinária capacidade de mobilização e de luta demonstrada por professores e professoras de todo o país. Professores e professoras que fizeram opinião, que fizeram as ruas, que se mobilizaram em cada escola, traçando novas formas de organização e de luta que os sindicatos só têm de respeitar. Por isso mesmo, defendemos a continuação de acções de protesto dos professores, agora e no arranque do próximo ano lectivo , se o ME não ceder no que mais importa. O governo tem de recuar nos aspectos que mais distorceram a profissão e a escola: a substância do modelo de avaliação, o diploma de gestão das escolas que impõe a figura do Director, e o Estatuto da Carreira Docente cuja divisão entre titulares e não titulares é artificial, injusta e promotora de desigualdades inaceitáveis, afectando gravemente o trabalho cooperativo e em equipa.
Defendemos acções de protesto e reivindicação que envolvam todos os que querem defender e qualificar a escola pública. Para isso, fazemos todos falta, porque são urgentes verdadeiras políticas de combate ao insucesso escolar, através da redução do número de alunos por turma, da constituição de equipas multidisciplinares nas escolas com psicólogos e assistentes sociais, do apoio efectivo às escolas com maiores dificuldades, e do reforço do investimento em meios humanos e materiais.
Reafirmamos que o combate pela Escola Pública passa por políticas que promovam a igualdade e a democracia, contra a privatização e a degradação mercantil do ensino, contra os processos de exclusão e discriminação . Porque outra escola é possível e necessária, não baixamos os braços e juntamos forças em nome desse combate.
Para mais opiniões consulta:
http://www.movescolapublica.net
APELAMOS À PARTICIPAÇÃO NAS CONCENTRAÇÕES DE PROFESSORES HOJE AO FIM DA TARDE E À NOITE, BEM COMO NO DIA DE DEBATE, AMANHÃ, TERÇA-FEIRA.
Esta Segunda-feira:
Manifestações em todas as capitais de distrito do Norte.
Porto, 18h30, Praça da Liberdade
Braga, 21h, Avenida Central
Bragança, 21h, Praça Cavaleiro Ferreira
Viana do Castelo, 21h, Praça da República
Vila Real, 19h, Praça do Município
Esta Terça-feira:
Dia de Debate em todas as escolas, a partir das 8h30 da manhã.
http://www.movescolapublica.net
Abril 15, 2008 at 12:18 am
Desculpem este desabafo redutor: Se um dos motivos para o tal entendimento foi a avaliação diferenciada que ia acontecer com os contratados e, por isso, acabarão 140 mil por servir de cobaias, acho que os contratados deviam ser mais interventivos e participar nas manifestações com os colegas vinculados.
Abril 15, 2008 at 12:18 am
Muitos mais que 600, sem dúvida!!! Seriam 600 por volta das 7 horas, mas muitos chegaram mais tarde, vindos dos seus locais de trabalho! A polícia falou em cerca de 300O ! Eram mais simpáticos e sorridentes do que os de Lisboa eheheh!!!!
Abril 15, 2008 at 12:19 am
600 professores no Porto???!!!! No início da concentração, pelas 18:30, talvez…
Eramos muitos mais e isso evidenciou-se durante a subida para o Governo Civil!
Abril 15, 2008 at 12:21 am
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=6402&Itemid=28
Abril 15, 2008 at 12:21 am
Concordo que os OCS devam estar com dificuldade em acreditar no que está a acontecer.
Como já disse, imaginem a surpresa para aqueles que acreditavam que já estava tudo sossegadinho e que os professores não são capazes de agir fora dos sindicatos.
Os próprios sindicatos devem estar com dificuldade em digerir isto! O discurso já mudou: de grande vitória dos professores passou para a luta não acabou, vai continuar, não há acordo…
Abril 15, 2008 at 12:22 am
Digo não ao acordo de dia 17, mas levo a sério o que o Mário Nogueira diz
http://sinistraministra.blogspot.com/2008/04/digo-no-ao-acordo-de-dia-17-mas-levo.html
Abril 15, 2008 at 12:23 am
Exacto, os 140 mil cobaias com aquelas fichas escabrosas e lunáticas… esse é o aspecto que me deixa em desacordo com o entendimento.
Abril 15, 2008 at 12:24 am
Estou muito contente com as imagens que vi! PARABÉNS, colegas! Espero que os professores de todo o país sigam o vosso exemplo. Eu, não obstante todas as reservas que aqui expus acerca do entendimento, lá estarei quando chegar a vez da minha cidade.
Abril 15, 2008 at 12:26 am
Desculpem mas não resisto a postar novamente o seguinte:
“O acordo
Os professores críticos do acordo sindical com o Ministério têm razão quando dizem que ele “valida” todas as reformas contestadas, desde o estatuto da carreira docente ao novo sistema de gestão escolar, desde o concurso para titular até à avaliação de desempenho. Mas esquecem-se de que entre a derrota sem nenhuma contrapartida — que era a perspectiva realista, dada a intransigência ministerial naqueles pontos — e a sua aceitação a troco de algumas vantagens significativas — como sucede com a simplificação e uniformização da avaliação neste ano lectivo, a participação na avaliação e eventual revisão da avaliação no fim do ano de 2008-2009, um novo escalão remuneratório, etc. — a opção sindical pelo acordo foi a mais sensata.
A chave de todos os compromisso é que ambas as partes ganhem em relação ao que seria sem ele. Mas, como sempre sucede, há sempre os radicais que preferem tudo perder a qualquer compromisso com o “inimigo”.
[Publicado por Vital Moreira] [14.4.08] [Permanent Link] “
Abril 15, 2008 at 12:28 am
Não nos podemos esquecer do “Poder dos Blogs” e das possibilidades que uns e-mails dirigidos para os OCS ou outras entidades podem fazer pelas causas!
Abril 15, 2008 at 12:28 am
Eu estive lá… Não sou especialista nas contagens de multidões… Mas, segundo a Polícia, no local, no momento em que fomos entregar ao Governo Civil a moção aprovada, por unanimidade e aclamação,eramos cerca de 5000.
A Luta continua!
Abril 15, 2008 at 12:29 am
Os colegas que estiveram na manifestação podiam enviar uns e-mails aos OCS para lhes corrigirem os números!!!
Abril 15, 2008 at 12:31 am
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/a9f83a44e07441f2b6b488.html
MANIFS PROFS
Abril 15, 2008 at 12:31 am
ana s.
Mais tarde ou mais cedo essas imagens vão aparecer.
Abril 15, 2008 at 12:32 am
Desculpa, colega ana s…. Mas eu não vi nem percebi nenhuma mudança de perspectiva dos sindicatos. O que agora se afirma é o que sempre se afirmou. As vantagens da assinatura deste entendimento a consubstanciar quinta feira (se assim o decidirem os professores nos Plenários do Dia D) são maiores que a não assinatura do mesmo. Mas isso não significa acordo com o ME nem o fim das justas reivindicações de todos nós.
Abril 15, 2008 at 12:34 am
SALIENTO ESTAS PALAVRAS da representante do sindicato:
“modelo de avaliação do desempenho burocratizado e penalizador”.
ENTÃO PORQUE É QUE TEMOS DE SER COBAIAS DISSO?!!!
Abril 15, 2008 at 12:38 am
a cmo:
As primeiras palavras proferidas pelo porta voz da Plataforma foi “uma grande vitória para os professores”. Agora, já não as estou a ouvir. Por isso, a minha referência no sentido de achar que houve um refrear do ímpeto visível num primeiro momento.
Isto é o que eu acho do que tenho ouvido.
Abril 15, 2008 at 12:38 am
Por isso as manifestações deveriam ser mais significativas. Fazer ver ao ME que não chega tentar controlar os sindicatos com possiveis benesses! Os professores estão em luta e exigem respeito. Onde estão os jovens professores nesta luta!
Abril 15, 2008 at 12:41 am
Também não compreendo os professores mais jovens. Sem dúvida serão eles os mais prejudicados com tudo isto… Parecem adormecidos… Ou não estarão a ver bem a coisa…
Abril 15, 2008 at 12:50 am
Devem pensar que com este sistema de avaliação vão ter todos excelentes e em 2 anos chegam ao topo da carreira!
Abril 15, 2008 at 12:57 am
Primeiro: devem pensar que com este sistema é possível CONSEGUIR excelente!
Segundo: ainda que isso fosse possível, nunca passariam a titular já que não há vagas e há quotas!
Abril 15, 2008 at 12:59 am
penso que andam todos a ver se podem mudar de profissão
às vezes também me dá vontade…
Abril 15, 2008 at 1:12 am
As preocupações da Alice N e da Ana S são absolutamente legítimas. Os sindicatos estão atentos a este sentir – e agir – dos professores, que claramente e pela 1ª vez na história (em Portugal…) escapa ao control tradicional que tinham da classe. As guerras nos sindicatos eram internas, pela manutenção do poder. Agora têm de estar atentos ao exterior. E os exterior são os professores. Daí as nuances dos discursos: 1º o acordo era uma grande vitória, agora já nem é acordo mas um memorando… De facto o excerto que colei no meu blog do comentário da Alice N aqui postado, é sintomático. Parecem existir prioridades e preocupações diferentes, entre os professores e os sindicatos! O facto de não terem salvaguardado que as faltas por doença não prejudicariam os professores é outro flagrante sintoma desta diferença de prioridades. http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 15, 2008 at 1:15 am
“A desmultiplicação dos pães”?
Os OCS recomeçaram a sua intervenção pró-governamental.
Pelo que tenho lido a informação sobre as presenças nas manifestações de hoje recomeçou a ser contabilizada por baixo (aproveitando a hora das concentrações) e não o desenrolar das manifestações.
A RTP 2 noticiou que todas as formas de luta tinham sido cancelas.
As divergências de opinião, entre os professores, está a ser aproveitada para ser noticiada em parangonas, criando divisionismos.
Voltou a haver intervenção estatal nos OCS? ou será, apenas, iniciativa conjunta dos próprios?
Abril 15, 2008 at 1:17 am
“O facto de não terem salvaguardado que as faltas por doença não prejudicariam os professores é outro flagrante sintoma desta diferença de prioridades”
Isso já está mais do que garantido! Está salvaguardado no estatuto e no código do trabalho.
Abril 15, 2008 at 1:19 am
Directamente de Viana do Castelo:
A união continua!!!
Foi fabuloso ver que não desmobilizamos!
Abril 15, 2008 at 1:21 am
Maurício:
Essa união é o que precisamos!
Acredito que numa próxima manif nacional o país vai parar para ver!
Aos poucos irão recuar, oh se irão!
Abril 15, 2008 at 1:21 am
“Por estas razões, a Plataforma Sindical dos Professores deverá subscrever uma declaração conjunta com o Ministério da Educação que, para além do memorando de entendimento, contenha as apreciações dos Sindicatos dos Professores, necessariamente negativas, sobre a política educativa do Governo, marcada por:”
Pergunto eu: de que serve subscrever declarações conjuntas deste teor, que até podem de alguma forma anestesiar muitos professores, ao verem governo e sindicatos assinarem declarações conjuntas tão contundentes? Será que o governo nessas declarações está a dizer sub-repticiamente que reconhece que errou e que vai reformular de forma estrutural o ECD, nomeadamente? Ou será que está a comprometer-se em fazer essa reformulação de documentos que afinal reconhece errados e que foram transformados em lei? Isto transcende o meu entendimento…
Abril 15, 2008 at 1:22 am
48 – Maria Lisboa: sem dúvida!
Em Viana estávamos perto de 1000 e não entendo como dizem que éramos 200.
Abril 15, 2008 at 1:24 am
filipa:
É essa a ideia!
Unir, congregar e não ceder!
Pois o “dividir para reinar” foi, é e será cada vez mais a lógica do ministério:
- Respondamos, então, com mais união!
Abril 15, 2008 at 1:25 am
Maria Lisboa:
na minha escola candidatos a “titulares” foram desempatados (se é que estavam empatados) exactamente (depois do acordo ortográfico: exatamente…) pelas faltas por doença.
Abril 15, 2008 at 1:28 am
Porque fazem os OCS estas coisas?
Num jornal é dito que os professores concordam com a avaliação, edição de amanhã… Depois das manifestações de hoje? Como é possível?
Abril 15, 2008 at 1:29 am
E peço desculpa… Isto* aqui colocado por uma colega, que eu recortei e postei no meu blog, não é sintomático?
*Para além da desilusão, chocam-me outros pontos, nomeadamente a questão do novo escalão e o acesso à carreira de titular. Então eram essas as prioridades? Eu sei que tem que ver com a equiparação à carreira dos quadros superiores da Função Pública, mas, francamente, quando dois terços dos professores sentem na pele que nunca passarão do antigo 7.º escalão, quando há tantos e tantos problemas por resolver, isto cai muito, muito mal. E o acesso a titular para sindicalistas, deputados, autarcas, etc? Não se concorda com a divisão da carreira, mas vai-se tratando da vidinha? Desculpem, mas é o que parece (”À mulher de César…”). Há senhores bem instalados que agradecem essas condições especiais. Acredito que esta não tenha sido uma questão posta pelos sindicatos, mas foi um presentinho envenenado da querida ministra e os sindicatos morderam o isco (que sindicatos, isso é que já não sei). Alice N. in educar.wordpress.com (Abril 15, 2008 at 12:02 am)
http://criticademusica.blogspot.com/
Abril 15, 2008 at 1:30 am
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=6411&Itemid=130
Esta era a ocasião para avançar e não apenas para resistir. Esta era a oportunidade para os sindicatos perceberem a importância da informalidade que se gerou no protesto nacional, muito para além dos mecanismos burocráticos de participação. Impunha-se, por um lado, discutir até ao osso a profissão docente e os novos desafios da escola pública. Exigia-se, por outro, uma ruptura face a velhos atavismos e corporativismos que degradam o movimento sindical docente (bem distintos dos que a Ministra denuncia). Esta era a ocasião para furar a espuma dos dias e começar a entender a rapariga do telemóvel, bem para alem do acontecimento e da imagem que se tornou icónica e que, de alguma forma, deixou de ter autor e de nos pertencer, entrando no imaginário colectivo e criando efeitos na realidade.
Abril 15, 2008 at 1:33 am
Fizeram-se avanços, mas nem de longe nos compraram!
Penso que esta sensação é generalizada.
Abril 15, 2008 at 1:50 am
Cá por Braga, a noite esteve bonita e com muita gente. Não sou perito nem tenho queda para contagens a “olhómetro” mas que fomos muitas e muitos, ai isso fomos. EU ESTIVE LÁ. E se for decido fazer outra em Lisboa para renovar e voltar a mostrar a indignação: Eu estarei lá.
Parabéns a todos os docentes que esta noite estiveram também no Porto.
Abril 15, 2008 at 1:52 am
…E se for decidido… queria dizer.
Abril 15, 2008 at 1:58 am
at,
o resto, o melhor do artigo do João Teixeira Lopes:
“A rapariga do telemóvel não é a criminosa que Mário Nogueira julga, ao apoiar a delirante vaga de criminalização dos comportamentos escolares desviantes iniciada por um Procurador populista e precipitado. É uma jovem no limiar do século XXI e não apenas uma estudante. É alguém moldado por pressões socializadoras múltiplas e contraditórias, em que a família e a escola perderam grande parte do seu poder normativo e de enquadramento. Incapazes, os sindicatos, de perceberem que nada se resolve com a punição criminal ou com mais da mesma escola (a tal que está em crise).”
e o deplorável, a escola ao serviço da engenharia social:
“Mas sem dúvida que algo poderia mudar se as escolas públicas, os professores e os sindicatos se comprometessem a combater todas as práticas de recrutamento selectivo de jovens, as tais que escolhem os discentes de origens sociais favorecidas, de molde a obterem melhores resultados, capazes, assim, de catapultarem as escolas no famigerado ranking. Ou a segregação em turmas, concentrando, tantas vezes, os alunos com piores classificações, insucesso e vulneráveis ao abandono.”
Discordo por completo dista parte.
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=6411&Itemid=130
Abril 15, 2008 at 1:59 am
desta
Abril 15, 2008 at 2:04 am
Cara ana s …produz um discurso ardiloso, lobo com disfarce de ovelha, uma no cravo outra na ferradura… Será spam?
Abril 15, 2008 at 2:20 am
Eu discordo completamente do excerto do artigo do J. Teixeira Lopes. Foi o procurador quem levantou um problema escondido: todos sabiam que existia mas ninguém, devido ao pedagogicamente correcto, falava nele.
Acho que em determinados casos a solução proposta por Segolene, em França, faz todo o sentido. Desculpem lá os compulsivos da “pedagogia” mas acho que há casos em que a pedagogia tem de ser forte e liminar: a tua liberdade acaba exactamente onde começa a liberdade do outro (K. Popper, que o J.T.Lopes tb n deve apreciar mto…).
Abril 15, 2008 at 2:42 am
DIA D: Que os professores possam decidir em plena consciência!
http://escolapublica2.blogspot.com/2008/04/dia-d-que-os-professores-possam-decidir.html
Abril 15, 2008 at 7:29 am
Já percebi que a plataforma sindical também já utiliza os métodos do ME. Supostamente, hoje é o dia D, para reflexão e votação. Mas votação de quê, se a plataforma tem como dado adquirido o SIM ao acordo/entendimento? As declarações dos responsáveis sindicais não deixam dúvidas. E a proposta do ME também não. Os sindicalistas mais uma vez negociaram … em proveito próprio. Para mim, chega. As manifestações acabaram. Os dirigentes sindicais representam-se a eles próprios.
Abril 15, 2008 at 9:09 am
Estes sindicatos não poderão nunca levar os docentes a qualquer melhoria do seu modo de vida em tempo de crise pela simples razão de que estão subordinados à lógica do Capital.
Não são bons nem maus, simplesmente fazem parte de uma época em que ainda era possível lutar pela elevação do nível de vida e pela democracia.
Hoje, em pleno desenvolvimento de um capitalismo autoritário e ultramercantil, os sindicatos portugueses estão reféns da ideologia jacobino-estalinista e das migalhas que a Nomenklatura lhes possa conceder.
Não há qualquer vantagem em continuar a apostar em aparelhos velhos e decadentes que se reproduzem a si mesmos e aos seus funcionários presos ao trabalho assalariado como único fundamento da vida humana.
Quem ainda tem uma réstea de humanidade e vislumbra um modo de vida para além da escravatura do Trabalho e do Consumismo, deverá pôr de lado os sindicatos porque eles são uma relíquia reaccionária do Capital, sem o qual perderiam a sua razão de existir.
Quem se lembra do tempo do SOLIDARNOSC, concerteza que tem ainda presente o desprezo e a calúnia que os sindicalistas da CGTP lançavam sobre os trabalhadores que lutavam contra a ditadura na Polónia.
Eu na altura trabalhava numa fábrica e usava um emblema de apoio ao SOLIDARNOSC e lembro-me muito bem da reacção miserável dos delegados sindicais da CGTP-INTERSINDICAL.
Por isso já não tenho ilusões em relação a essa cambada desde há muitos anos.
Abril 15, 2008 at 9:21 am
H5N1,
Acha que não os poderemos levar a mudar, apesar dos muitos erros que cometeram e das lógicas aparelhísticas internas?
Eu acho que neste caso dos professores eles se assustaram a sério.
Recuperaram por agora o controle, mas sabem que ele pode escapar-se…
Abril 15, 2008 at 9:23 am
A ana s. não é nenhum lobo com pele de ovelha. É alguém que já está há 2 décadas no ensino, tem assistido à degradação do mesmo e do estatuto dos professores, tem visto os sindicatos chegarem a acordos que estão em desacordo com aqueles que dizem defender.
Acho que se houvesse união e força para não desistir às primeiras contrariedades, poderiamos fazer valer os nossos direitos a nível de estatuto e de qualidade no ensino. MAS DEVO SER MESMO UTÓPICA!
Abril 15, 2008 at 9:33 am
Acredito que se os professores quisessem este “entendimento” (que não consigo entender)deixaria de existir.
Infelizmente, parece-me que vamos deixar passar essa oportunidade e para o próximo ano lá estaremos TODOS envolvidos em papeladas, reuniões, afins e MUITO STRESS (ao contrário daquilo que diz a ministra) pela avaliação, pelo novo ESTATUTO DO ALUNO (que vai ser uma trabalheira gigantesca, especialmente para o D.T. ) e ( grande preocupação minha) pelo NOVO CONCURSO que nos irá colocar por 4 anos (poderá ser sorte ou azar)na mesma escola.
Abril 15, 2008 at 10:35 am
PG
Creio que a resposta para essa questão só pode surgir de dentro da mundovisão de cada um.
Não acredito que um órgão burocrático que só existe na proximidade do poder e na órbita da Nomenklatura, renuncie, enquanto INSTITUIÇÂO, à sua própria natureza.
Alguns elementos individuais dentro do aparelho poderão vacilar, mas serão rapidamente eliminados.
Seria o mesmo que o vírus da SIDA se decidisse a suicidar caso encontrasse alguma resistência. Apenas poderia suceder alguma mutação para melhor resistir e continuar a sua missão de infecção e reprodução.
Por outro lado, penso que o problema poderá ser melhor entendido no quadro que Arendt sugere:
“A origem política e as experiências políticas subjacentes às teorias foram esquecidas, tanto o conflito original entre Política e Filosofia entre o cidadão e o filósofo como a experiência de fundação na qual tivera lídima origem a tríade romana de religião, autoridade e tradição”.
Abril 15, 2008 at 10:54 am
DA,
A minha escolha foi aleatória; aliás, nem foi escolha, fui cortando o texto, quando o colei aqui e me apercebi de que era muito grande…
O importante mesmo, neste momento, é a decisão que os professores estão a tomar!
“Sei que não vou por aí.”
Abril 15, 2008 at 11:21 am
muito bem ana s.
Abril 15, 2008 at 6:12 pm
O tom triunfal do início do texto é patético. O ME não cedeu em nada. A versão soft para os contratados era inevitável, dada a contestação. Para o próximo ano, tudo como antes. Isto é ganhar?