Razoável, apesar de umas arestas por limar e de alguma excessiva prudência na caracterização do modelo proposto pelo ME (ce12mar08.doc).
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DOCUMENTO DE TRABALHO APRESENTADO À SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO
É neste sentido e com esta nobre finalidade que o Conselho das Escolas vem apresentar a Sua Excelência, a Ministra da Educação, a presente proposta.
PRESSUPOSTOS:
1. A importância de uma efectiva prática de avaliação do desempenho no sentido de consolidar a credibilidade e qualidade do exercício da função docente e promover o desenvolvimento profissional orientado para a melhoria e consolidação da qualidade da prestação do serviço público de educação pelas escolas/agrupamentos.
2. Salvaguardar o direito que os docentes têm a que lhes seja feita uma avaliação justa, contextualizada à realidade organizacional de cada escola/agrupamento, e simultaneamente, que respeite os princípios estruturantes consagrados no espírito do novo modelo de avaliação, importando, por isso, encontrar uma solução que se mostre ajustada ao bom cumprimento do processo de avaliação e à sua efectiva concretização, salvaguardando-se, deste modo, o tempo necessário para o bom planeamento do trabalho das escolas/agrupamentos.
IDEIA-CHAVE:
O modelo é tecnicamente exigente. A sua eficácia depende de TEMPO, PREPARAÇÃO e FORMAÇÃO prévios.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
1. Possibilitar às escolas/agrupamentos o desenvolvimento do processo de avaliação simplificado no ano lectivo de 2007/2008, num quadro de autonomia próprio.
2. Publicação urgente da legislação complementar indispensável ao desenvolvimento do processo de avaliação no ano lectivo de 2008/2009, ao abrigo do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro.
3. Aplicação flexível do modelo, com garantia de que em 31 de Dezembro de 2009 todos os docentes estejam avaliados, dentro de um quadro de autonomia próprio.
4. Garantia por parte do Ministério da Educação de apoio ao desenvolvimento do processo, nas situações em que as escolas/agrupamentos o solicitem.
5. Garantia da formação dos avaliadores, em articulação com as instituições reconhecidas para o efeito, designadamente os Centros de Formação de Associação de Escolas, de modo a assegurar o desempenho das suas funções.
6. Criação de condições para o desempenho da função de avaliador, designadamente a atribuição de crédito horário.
O presente documento foi aprovado, por maioria, em reunião plenária do Conselho das Escolas de 12 de Março de 2008.
O Presidente do Conselho das Escolas
(Álvaro Almeida dos Santos)
Março 14, 2008 at 11:04 pm
Continuo afirmar que a avaliação tem que ser suspensa. A confusão vai continuar, o ministerio não está a resolver o problema, está a entrar num processo sem saída (kafka).O ministério não pode negociar com o Conselho de Escolas, este conselho não nos representa, quem é o nosso legítimo representante são os sindicatos, para o bem e para mal. Como é que o Conselho de Escolas pode ter poder reivindicativo se foi criado pelo próprio ministério, isto até nos leva a uma rábula da Ivone Silva, onde se opõem a Olívia costureira contra a Olívia Patroa, sendo as duas personagens a mesma pessoa. Não concordo que a avaliação esteja morta, possivelmente o ministério quer ganhar terreno, quer acalmar os ânimos, não podemos virar a cara à luta temos que continuar a lutar por outro modelo de avaliação e por outro ecd. Colegas: não devemos perder esta oportunidade de demonstrar que a senhora ministra está errada. Os professores não podem nem devem continuar a ser humilhados.
nota: Já repararam que o senhor Valter Lemos anda muito calado. Para bem da nação alguém o mandou calar.
Março 14, 2008 at 11:06 pm
Concordo plenamente com o joão douro.
Março 15, 2008 at 12:35 am
Eu não concordo nada.
Alternativas?
tudo como está????
Março 15, 2008 at 2:37 am
Agora que a Universidade Independente fechou como poderá tirar o curso de espanhol por fax?
Análise do telefonema para Zapatero
Sócrates sabe falar espanhol?
Na reportagem da SIC sobre o dia-a-dia de José Sócrates, o primeiro-ministro faz um telefonema para Jose Luis Zapatero. O Expresso pediu a uma tradutora para analisar a conversa onde, em pouco mais de 20 segundos, Sócrates deu cinco erros. Veja o vídeo e as explicações.
19:47 | Sexta-feira, 14 de Mar de 2008
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/267700
Março 15, 2008 at 5:07 pm
Parece pouco clara a proposta do conselho de escolas. Os problemas são muito mais complicados e eles sabem isso – pertencem aos Executivos e pelo menos numa Escola a que pertence um dos que faz parte do dito conselho está suspensa qualquer tipi de avaliação… Portanto que querem elees dizer com isto??? Agradar a gregos e troianos? ambiguidades? muito dúbio tudo…
Abril 12, 2008 at 2:41 pm
[...] o Conselho de Escolas desde então, quando se sabe que as reuniões sobre esse assunto aconteceram apenas em Março e que ainda há pouco a generalização desse regime era recusada por [...]