Parece que há quem esteja preocupado com a coerência das reacções dos professores em relação ao day after da manifestação.
Não é o meu caso e já explico porquê.
Não me aflige nada que existam múltiplas ideias em confronto, das mais radicais visando acções de luta imediata às mais pacientes, esperando dar uns dias de balão de oxigénio para todos respirarem.
Aliás, acho mesmo que esta diversidade é extremamente positiva para a classe docente e, ao contrário das aparências vistas com pressa, sinal da sua vitalidade e de uma muito saudável pluralidade.
Durante anos considerou-se que os professores e educadores estavam algo apáticos e divididos, que uins iam a «reboque» dos sindicatos, que «cediam» ao Ministério em muita coisa.
De repente (ou não tanto assim) dá-se um levantamento geral e esperam que toda a gente fique a pensar de forma ordeira e pela mesma tabela?
Impossível.
O que se passa por estes dias e semanas pode ser um reencontro da classe docente com uma identidade dada como quase perdida. Foi um reencontro despoletado por reacções negativas díspares. Sem um fio condutor comum nas propostas.
So what?
E depois?
Não é este o momento de recomeçarmos a debater entre nós o Futuro? Não será mesmo esse o maior receio de um ME (pre)ocupado em decepar-nos a capacidade crítica e reflexiva?
Estamos neste momento em discussão, a debater hipóteses de prosseguir a resistências a várias políticas do ME. Isso é público e notório! E é bom!!!
Muito bom!
Com não sei quantos sindicatos e dezenas de Associações Profissionais (que mesmo assim não representam todos os docentes ou uma larga maioria) queriam um coro afinadinho?
O momento de turbulência e debate interno que se vive é um sinal extremamente positivo e demonstra que ao contrário do ME, os professores têm capacidade de discutir entre si as soluções, que têm dúvidas e não têm a certeza, antes de um verdadeiro confronto de ideias, que soluções pré-formatadas e indiscutíveis sejam o melhor caminho.
Estamos em período de brainstorming!
Até que enfim, digo eu!
Observem todos, sempre poderão aprender o que é a verdadeira «sociedade civil» a mover-se e não meia dúzia de notáveis a perorar em confrontos coreografados numa qualquer televisão perto de si!
Março 10, 2008 at 9:59 pm
Paulo, alguns já não se lembram.
Março 10, 2008 at 10:04 pm
DEVIAMOS ERA ORGANIZAR UM JANTAR DEBATE ALGURES NO MEO DO CAMINHO QUE TAL NA BAIRRADA?
Março 10, 2008 at 10:06 pm
Bairrada é bom…
Alguém ouviu o VItorino na RTP??? Não há hipótese de ouvirem? Parece que há uns sinais…E não fui só eu que entendi assim… uns sinais… tentem ouvir… e também lê blogues, se calhar este ehhehehe
Março 10, 2008 at 10:08 pm
É exactamente isso que penso. Julgo que neste momento temos que ter alguma percepção de que esta luta não se desenrola apenas no imediato, mas também no longo prazo, com a proposição clara de uma Escola Pública diferente…
Março 10, 2008 at 10:08 pm
É preciso um bocadinho de paciência…
Março 10, 2008 at 10:13 pm
Sim, o António Vitorino veio abrir caminho ao recuo que não é recuo e à cedência que não se deve chamar assim, porque segundo ele há palavras muito fortes em política, que destroem a possibilidade de diálogo…
Por acaso também me ocorrem umas palavras muito fortes para caracterizar estes porta-vozes/comentadores profissionais… mas sou muito educada para as “verbalizar”!
Março 10, 2008 at 10:15 pm
“Simplificada e a título experimental” resumiu a jornalista da 2- repete na 2, agora…
Março 10, 2008 at 10:18 pm
AUI VAI UMA NOTICIA QUE NÃO SEI SE JÁ TODOS CONHECEM NA DÚVIDA AQUI VAI:
Novas concentrações de professores em locais públicos, todas as
segundas-feiras, de acordo com o seguinte calendário:
1.ª Ronda:
De 10 a 14/03 – Luto nas escolas.
07/04 – Protesto nacional.
14/04 – Protesto em todas as capitais de distrito do Norte.
21/04 – Protesto em todas as capitais de distrito do Centro.
28/04 – Protesto na Grande Lisboa.
05/05 – Protesto em todas as capitais de distrito do Sul e Regiões
Autónomas.
2.ª Ronda:
12/05 – Protesto nacional.
19/05 – Protesto em todas as capitais de distrito do Norte.
26/05 – Protesto em todas as capitais de distrito do Centro.
02/06 – Protesto na Grande Lisboa.
09/06 – Protesto em todas as capitais de distrito do Sul e Regiões
Autónomas.
Para que o Governo e a Ministra não se esqueça de nós.
Divulga
Março 10, 2008 at 10:19 pm
renda, já não apanhei a tempo.
Poderia explicitar o contexto e o emissor dessa expressão? Obrigada.
Março 10, 2008 at 10:20 pm
o irmão
Rui Rangel é juiz desembargador e presidente da Associação de Juízes pela Cidadania (AJC)
Março 10, 2008 at 10:26 pm
Tita
Com a pressa , esqueci-me de referir que a jornalista da 2 se referia ao comentário semanal de Vitorino na RTP. Não se pode ouvir em algum lado na net essas “Notas Soltas”? É que até tenho medo de ter percebido mal, mas já houve 1 colega que me telefonou e entendeu o mesmo…
Março 10, 2008 at 10:27 pm
Tita
E referia-se à avaliação dos professores.
Março 10, 2008 at 10:27 pm
A grande vivacidade de opinião, ou melhor, a grande diversidade de opinadores será o fruto mais palpável da mobilização recente. As razões para calar esmoreceram, a vontade de participar encontrou uma oportunidade favorável e manifesta-se agora em mil cores diferentes. É a grande festa da democracia reforçada num súbito impulso.
Março 10, 2008 at 10:29 pm
Já está nos noticiários online.
Eu já posto.
E na RTP online fica a gravação após pouco tempo da emissão.
Março 10, 2008 at 10:29 pm
Excelente post, Paulo!
Março 10, 2008 at 10:31 pm
está aqui.
javascript:abrejanela2K2(”/online/common/include/streaming_audio.asp?audio=/2008/03/noticias/10/vitorino.asx”,”",408,160,”no”,0,”no”)
Março 10, 2008 at 10:33 pm
Aqui estão as declarações de Vitorino
http://www.tsf.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF189331
Março 10, 2008 at 10:34 pm
Link rectificado
http://tsf.sapo.pt/online/common/include/streaming_audio.asp?audio=/2008/03/noticias/10/vitorino.asx
Março 10, 2008 at 10:34 pm
Então digam, se for possível, o que entenderam, se realmente há um sinalzinho…
Março 10, 2008 at 10:35 pm
Obrigada, renda e Paulo.
Março 10, 2008 at 10:36 pm
Estou curiosa sobre as declarações de António Vitorino o homem-forte do governo Guterres…
Março 10, 2008 at 10:38 pm
“O que se passa por estes dias e semanas pode ser um reencontro da classe docente com uma identidade dada como quase perdida.” (Guinote)
Concordo plenamente.
No meio do Kaos, faz-se luz. Surge, daí, geralmente, um fenómeno do tipo ‘identidade de grupo’. As pessoas ficam contentes, reforçadas, sentem-se em ‘comunhão’. Definição de papeis. Sessões seguintes: confusão, debate, regressão, … Um fio condutor, alguém que assegura.
Processos das terapias breves.
Pode haver necessidade de encontros individuais.
Estrategas. Estratégias. Mas, cuidado … cem mil nas ruas de LX não implicam, necessariamente, o sucesso das estruturas controleiras vigentes.
Não está assegurado ponto nenhum porque não houve contrato (por exemplo).
Correm-se muitos riscos, na minha opinião. E a esticar para todos os lados, só pode haver um resultado.
Voltando ao princípio, atrevo-me a dizer que a classe docente não tem coesão, tem múltiplas identidades e neste momento sofre de perturbação da personalidade em momento crucial.
Março 10, 2008 at 10:39 pm
è caso para dizer que com ou sem ministra a onda vai crescer até chegar ao grau de tsunami:para mudar algo remendos não dá tem de se destruir tudo peça por peça.
Olhem o caso do japão e da alemanha o que seria deles não tivessem sido destruidos?
Março 10, 2008 at 10:44 pm
É claro que a avaliação não foi a questão que juntou as pessoas na revolta; o estado a que o ensino chegou e a nossa capacidade de resistir é que jé eram lastimosos.
Por isso é que o objectivo é uma mudança… “uma Escola Pública diferente”, não obstante o caminho governativo seja para uma escola pública de cursos de educação e formação mais a integração dos alunos do ensino especial. Tudo a bem da economia de meios. A campanha visa a deslocação dos outros para o privado.
Há que pensar em termos estruturais.
Março 10, 2008 at 10:44 pm
Podem ver as noas soltas em http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?vid=1
E aproveitem para corrigir o senhor, que a ministra não cedeu nada, baralhou as cartas para tudo ficar na mesma.
Março 10, 2008 at 10:46 pm
Vitorino, o Marcelo do PS, defende aquilo que todos defendiam há um mês atrás: período experimental de 1 ano e meio, simplificação, monitorização por uma entidade externa. É um programa de recuo, mesmo que não lhe chamem recuo. Mas há um problema…
Se fosse antes da manifestação, até podia ser uma oportunidade de diálogo. Neste momento sabe demasiado a pouco. Antes pensávamos que todos se tinham conformado com as injustiças, agora descobrimos que não. Agora já sabemos que dois terços não aceitam. A oferta tem de ser mais alta.
Março 10, 2008 at 10:47 pm
Vitorino
Educação: Vitorino (PS) sugere avaliação experimental dos professores durante ano e meio
10 de Março de 2008, 21:38
Lisboa, 10 Mar (Lusa) – O dirigente socialista António Vitorino sugeriu hoje ao Governo que adopte um modelo experimental de avaliação dos professores, de um ano ou ano e meio, cuja instância de supervisão seria aberta à participação dos professores.
A posição do ex-comissário europeu foi assumida no seu programa de comentário político, “Falar Claro”, na RTP, quando analisava as consequências da manifestação dos professores, no sábado, que juntou em Lisboa cerca de cem mil pessoas.
“Sem recuar, sem ceder, penso que há margem para o Governo encontrar uma solução equilibrada” para resolver o actual diferendo em torno do sistema de avaliação dos professores, defendeu António Vitorino.
Segundo o dirigente do PS, o Governo deve aceitar que a aplicação do novo modelo de avaliação “seja aferida” ao longo do tempo e não concretizado “instantaneamente”.
“É possível um sistema avaliação que dê confiança”, através da criação de “uma instância que seja aberta à participação dos professores, que poderão monitorizar a sua aplicação”, indicou Vitorino.
António Vitorino acrescentou que o sistema de avaliação poderia primeiro ser aplicado de forma “experimental, durante um ano ou ano e meio, mesmo que não seja integral”, ou seja, mesmo que não cubra todo o território nacional.
O ex-comissário europeu admitiu ainda que o Governo deverá aceitar “uma simplificação” do sistema de avaliação, assim como rever o grau de descentralização em termos de adaptabilidade do modelo previsto na sua proposta.
“O sistema tem de ser adaptado à realidade em que se vai aplicar mas não pode gerar situações de desigualdade em termos de progressão nas carreiras. O Governo deve estar aberto a ouvir as críticas construtivas”, advertiu.
No entanto, o dirigente socialista defendeu que o Governo não poderá ceder na questão de princípio: “É impensável que os professores sejam os únicos funcionários do Estado que não sejam avaliados pelo desempenho das suas funções”.
PMF.
Lusa/fim
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/4eefe17863ce85fa047711.html
Março 10, 2008 at 10:48 pm
Pessoal i have a dream brothers
http://www.youtube.com/watch?v=Y4AItMg70kg&feature=related
Acha que encaixa aqui bem
Março 10, 2008 at 10:48 pm
Vitorino não mencionou o ECD. Deve pensar que já foi aceite, assim como as aulas de substituição.
Março 10, 2008 at 10:49 pm
Eu sei que não se pode parar, mas é um sinal…
Março 10, 2008 at 10:50 pm
I am a professor
Março 10, 2008 at 10:56 pm
Alguém é capaz de me explicar o metodo de avaliação dos juizes?
Temos ouvido que os professores não podem ser a única classe profissional sem avaliação de desempenho e eu tenho uma vaga ideia sobre alguma polémica e recuos sobre propostas de avaliação de desempenho dos juízes com base no número de despachos elaborados e a sua validação por parte dos tribunais superiores …
Alguém tem dados sobre isso ?
Março 10, 2008 at 11:03 pm
Gostei da ideia da Bairrada.
Onde arranjavamos um restaurante para milhares?
Março 10, 2008 at 11:04 pm
Boa noite a todos! Parabéns Paulo, pela qualidade da sua intervenção. Este tem sido um espaço verdadeiramente redentor nestes tempos de manifesto desencanto. Já agora aproveito para chamar a atenção de todos para a crónica do jornalista Mário Crespo no JN http://jn.sapo.pt/2008/03/10/opiniao/acabouse.html
Março 10, 2008 at 11:05 pm
Um sinalinho de quê? De adiar o processo para o ano? Isso é o que eles mais devem desejar neste momento! Mas os professores o que desejamos? Temos, como alguém já disse, de encontrar ideias novas para continuar a mostrar aquilo que o ME quer esconder atrás do seu paleio constante na comunicação social. Podiamos, por exemplo, exigir que o ME seja coerente com a sua verborreia sobre o modelo de avaliação que permeia o mérito, que melhora o desempenho dos professores, … e começar a exigir , se o modelo de avaliação quer ser formativo e não só punitivo para os professores, que o ME acabe com o Regular nas notas de avaliação pois não tem qualquer outro objectivo senão punir o professor ao impedi-lo de progredir, além de servir para colocar os professores em situações pouco éticas… mas isso fica para outra altura. O ME que mostre algum sinal real de boa vontade para negociar e que não se limite a um adiamento de uma avaliação que neste momento começa a ser impossível de concretizar no corrente ano lectivo.
Um abraço a todos
Março 10, 2008 at 11:06 pm
O Paulo tem razão em tudo o que diz.
Acontece que, ao contrário do que a Ministra afirma, no Ministério têm muita pressa em que o modelo de avaliação por eles imposto se aplique o mais rapidamente possível. Assim, haverá menor margem para negociações e recuos. E já estão a contar com a prestimosa colaboração de muitos Conselhos Executivos, mais papistas que o papa. Não tarda nada vão poder dizer: “Vêem? Afinal até é exequível. Já está a ser posto em prática em tantas e tantas escolas!” Infelizmente, não sei se teremos assim tanto tempo para o saudável brainstorming…
Março 10, 2008 at 11:08 pm
Mas este modelo de avaliação não é para contestar? Adiar ou suspender? Quem serão as cobaias? professores contratados?
Lisboa, 10 Mar (Lusa) – O ministro da Presidência afirmou hoje que a esmagadora maioria dos professores só será avaliada no ano lectivo de 2008/2009, sendo no presente ano escolar apenas avaliados sete mil num total de 143 mil docentes.
As declarações de Pedro Silva Pereira foram feitas em entrevista à SIC/Notícias, em que procurou sublinhar a disponibilidade do Governo para “resolver os problemas que vão surgindo” nas escolas.
Entrevistado pelo jornalista Mário Crespo, o titular da pasta da Presidência disse que um dos sinais de disponibilidade é justamente o facto de a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues – aliás, por trabalho com o conselho das escolas – ter aceite rever os prazos” referentes aos calendários intercalares.
“Isto significa que já hoje a esmagadora maioria dos professores só será avaliada no próximo ano lectivo. É portanto falso, simplesmente falso, que o sistema vá ser aplicado à pressa para produzir a avaliação dos professores nos três meses do final do ano lectivo”, salientou Pedro Silva Pereira.
No presente ano lectivo, de acordo com o ministro da Presidência, “poucos” serão os docentes sujeitos a avaliação.
“No total de 143 mil professores, não chegará a sete mil os professores que poderão precisar desta avaliação”, disse.
Segundo a estimativa de Pedro Silva Pereira, serão avaliados “apenas aqueles que estão à beira de mudar de escalão” e, como tal, para que em Setembro deste ano já possam estar no outro escalão remuneratório, “precisam da avaliação para subir de escalão”.
“E são também professores contratados, não tanto por causa da renovação do contrato mas por causa da possibilidade de concorrerem no próximo ano. Ou seja, a avaliação que será feita este ano, a menos que as escolas se sintam em condições de fazer mais, será feita no interesse dos professores”, acrescentou.
Março 11, 2008 at 12:06 am
Não há cedência nenhuma! As manifestações de rua foram lindas! Em Lisboa, foi a apoteose!…Agora, se não houver uma prova de força, eles vão-nos amolecer com conversa fiada e falsos recuos.
Março 11, 2008 at 12:15 am
É ‘porreiro’ ler aqui as notícias …
Março 11, 2008 at 3:15 am
Quando é que vamos à bairrada comer uns leitões?
Combine-se isso.
Março 11, 2008 at 9:12 am
“O momento de turbulência e debate interno que se vive é um sinal extremamente positivo e demonstra que ao contrário do ME, os professores têm capacidade de discutir entre si as soluções,…”. Gostaria de partilhar esta certeza, mas infelizmente, não. Alguns não interiorizaram ainda que a sociedade mudou, a escola de há vinte anos não responde às questões sociais de hoje e nós, professores, uns por erros próprios, outros por omissão, outros ainda sabe-se lá porquê, ajudámos a diminuir a importância do papel do professor na sociedade. Discordo de muito terrorismo verbal da maioria dos críticos da escola pública, mas não tenho dúvidas de que a sensação de bater no fundo que experimentámos na pele nos últimos três anos, poderia ter sido em parte evitada se no passado não tivessem existido imensos exageros, calados e consentidos por todos. Os bons professores tinham o dever (mais um) de não pactuar com esses exageros. Em vez disso, acomodaram-se, isolaram-se, pensaram “…eu faço o meu trabalho com brio, sou assíduo, cumpro os programas, ajudo os meus alunos, logo, passo ao lado das questões da falta de rigor, falta de ética profissional dos outros, que até são uma minoria”. Os resultados estão à vista. Agora, se calhar temos de começar de novo. A ideia de uma ordem agrada-me!
Março 11, 2008 at 9:23 am
Carlos,
Não discordo do diagnóstico.
Mas a verdade é que algo mudou e os períodos de mudança são assim mesmo.
Devemos assumir a nossa quota-parte das culpas, admitir os erros e daqui para a frente tentar evitá-los.
Era bom que todos o fizesse e não apenas os professores.