

Ambos os artigos são do Público de hoje. No caso do segundo, o autor até é sociólogo com investigação obra efectivamente realizada na área da Educação. O que é uma desvantagem para se ser Ministro da Educação, independentemente da filiação partidária 8embora até tenha obras em colaboração com A. Santos Silva).
E ainda por cima desmonta de forma bem hábil os equívocos em que tem laborado este Governo e este ME em matéria de política educacional, baseada em «ficções sobre a sociedade portuguesa» e numa «obsessão gestionária».
No caso do António Barreto, não sei se quem se apressou a transcrever um outro artigo seu o fará com este no site oficial dos «pais».
Março 10, 2008 at 12:00 am
Claro,tudo o que vos seja favorável é logo bem escrito…
Março 10, 2008 at 12:07 am
A MAIOR ESTRADA DE LIBERDADE QUE ABRIL ABRIU FOI O SEU SISTEMA NACIONAL DE ENSINO, Joaquim de Azevedo (ex secretario de estado da educação)e anahenriques.
Março 10, 2008 at 12:14 am
Leram este artigo do Abrupto de Pacheco Pereira?
http://abrupto.blogspot.com/2008/03/o-znite-e-o-nadir-hoje-para-os.html
Março 10, 2008 at 12:33 am
Sim. Já tinha lido. E já respondi.
Março 10, 2008 at 12:37 am
Não tinha lido ainda o Abrupto… e até concordo… já ontem, eu e outros falávamos do “dia de amanhã”… só por ingenuidade e boa-vontade se acreditaria em alguma mudança dado o sistema em que nos encontramos.
Confesso que a agressividade já cresce em mim… vou engolindo, enquanto tento combater a apartia.
Entretanto, lá me vou contentando com o engrossar das fileiras de entre os opinion makers… sempre pensei que seria a eles que deveríamos chegar… podemos ser 300, mas um deles apenas faz-se ouvir muito mais…
Março 10, 2008 at 12:41 am
(…) Sou professor do Ensino Secundário de História, tenho um Mestrado e um Doutoramento (tirados no ISCTE) em História Contemporânea, ou seja, sou doutorado na área científica em que sou docente, mas vou ser avaliado (de acordo com as grelhas) científico-pedagógicamente na minha área de docência por um Licenciado em geografia (Coordenador de Departamento), e vou ser também avaliado pelo Presidente do Conselho Executivo, neste caso um bacharel em fim de carreira!!
Portanto, em termos académicos o Estado Português confere-me um alto grau de competência científica, grau esse que utilizo para a área de docência, depois este mesmo Estado, obriga-me a ser avaliado na minha área de docência por um Licenciado em Geografia e por um Bacharel!!! (…) acha mesmo isto correcto?? É razoável??
Pois olhe meu caro amigo isto para mim é humilhante…. Não lhe desejo que estes laivos ditatoriais e humilhantes lhe cheguem à sua porta….. Mas já sabe como é a História da Humanidade, pensamos sempre que estes males nunca chegam a nós…… mas podem chegar….
(Pedro Brandão)comentário retirado do Abrupto
Março 10, 2008 at 12:45 am
Caro L£L,
E enquanto andou a fazer o seu mestrado e doutoramento as suas aulas e o apoio que prestou aos seus alunos foram cabais? Seja sincero.
Março 10, 2008 at 12:47 am
Colega Luís Silva, o texto não é meu…está no fim a autoria…vamos ler tudo até ao fim….
Março 10, 2008 at 12:51 am
Caro L£L,
Descupe lá o equívoco. Eu também não quero pessoalizar. Só perceber!
Março 10, 2008 at 1:21 am
Estes dois textos, principalmente o de António Barreto, só prova que quando estes “fazedores de opinião” se documentam e estudam as matérias sobre que opinam a probabilidade de não dizerem asneiras diminui exponencialmente. Não deixa de ser interessante verificar que, paulatinamente, a opinião pública e, principalmente, a publicada vem mudando, não obstante a desinformação e falsa informação expedendida de forma ligeira nas peças da comunicação social na sequência de entrevistas a responsáveis governamentais.
Março 10, 2008 at 1:30 am
ColegA SILVA SE ÉDA CARLOS AMARANTE DEVE SABER QUE NESSA ESCOLA OS PROBLEMAS SOCIAS SÃO BEM MENORES DO QUE NA MAIORIA.
Se for para as taipas e arredores de braga então aí é que vai ver o que são problemas socias: proxenetas, alternadeiras , alcoólicos, familis disfuncionais etc..~
Agora na C.A é quase tudo betinhos
Março 10, 2008 at 2:50 am
Sobre o artigo do António Barreto,
Concordo com quase tudo, incluindo o que escreve sobre o poder sindical. A discordância advém do desconhecimento que o autor revela sobre o decreto-regulamentar. Para AB aquelas grelhas de Leiria e os Organogramas que circulam são o modelo imposto, atodas as escolas, o que não é verdade.
Sobre o artigo do J.Madureira Pinto,
As premissas que ele evoca, condicionantes dos resultados escolares e da acção da escola, foram de facto ignoradas pelo Governo na sua politica educativa. As prioridades deviam ter sido outras, que não a condição laboral dos professores.
Março 10, 2008 at 3:28 am
Há qualquer coisa que me preocupa!
DEIXARAM A MINISTRA SOZINHA!!!!!
Sócrates fez um pequeno comentário en passant…
Valter Lemos, sempre tão prestável, sempre tão abanador de cabeça, qual cãozinho de chapeleira de carro, evaporou-se – deve estar de fim de semana…
Pedreira, sempre tão rápido no insulto e na descoberta de uma docência completamente manipulada, desapareceu – também deve estar de fim de semana
Bin AL, sempre disponível para nos assacar incapacidades para tudo, emudeceu – de fim de semana, gozando das delícias familiares.
E no meio disto tudo a “nossa infeliz ME” ficou completamente desenquadrada… e não teve fim de semana!
Março 10, 2008 at 11:30 am
O artigo de J Madureira Pinto contém talvez a análise mais correcta das patologias do sistema de ensino público. Só acrescentaria à lista dos grandes equívocos fundadores do desastre, a prevalência de uma visão romântica do ensino que descartou a autoridade, o rigor e o esforço.
Março 10, 2008 at 3:57 pm
maria lisboa, eles estão é a fazer lavagem cerebral aos CE’s. já andam nisto desde a semana passada.
Março 9, 2009 at 3:34 pm
o que é coisas socias