Estranhamente, MLR afirmou não saber se iria à manifestação, caso fosse professora a exercer.
Nem lhe ocorreu dizer que é uma manifestação de professorzecos do Ensino Não-Superior.
Março 6, 2008
Estranhamente, MLR afirmou não saber se iria à manifestação, caso fosse professora a exercer.
Nem lhe ocorreu dizer que é uma manifestação de professorzecos do Ensino Não-Superior.
Março 6, 2008 at 9:44 pm
A hipocrisia é uma arma dos incompetentes!
Março 6, 2008 at 9:44 pm
Adorei essa … as voltas que ela deu … Já se está a ver ‘a penar’ …
Março 6, 2008 at 9:45 pm
Não sabe responder se iria, pois não teve, nem tem a capacidade de se colocar no papel dos professores.
Isto dirá alguma coisa???
Março 6, 2008 at 9:51 pm
Aqui pareceu-me que o alucinogéno que anda a tomar deixou de fazer efeito.
Março 6, 2008 at 9:52 pm
Como diria alguém num programa de rádio (por sinal rádio pública):
Ééééééé lamentáveeeeell… tlin, tlin, tlin, tlin!…
Março 6, 2008 at 9:53 pm
A Ministra continua a afirmar que o Sistema de avaliação é para dignificar a escola e os professores. Não é. O objectivo deste sistema é reduzir a despesa do Ministério da Educação.
Os professores no dia 8 darão uma resposta a esta demagogia barata e politiqueira.
Dia 8 lá estaremos para dizer não.
Claro que as políticas se fazem na rua, lutando por alternativas.
Março 6, 2008 at 9:58 pm
Jornal Público
Professores do ensino superior juntam-se à Marcha da Indignação
05.03.2008, Bárbara Wong
“Asfixia financeira”, falta de progressão na carreira e despedimentos levam docentes da universidade e do politécnico à rua, no próximo sábado
No sábado, os professores do ensino superior vão também manifestar-se, em Lisboa. Vão participar na Marcha da Indignação não só por solidariedade para com os colegas do básico e do secundário; mas em defesa dos seus direitos. A convocatória é feita pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que quer que professores e investigadores contestem os “cortes violentos nos orçamentos” de universidades e politécnicos.
As baterias não estão só viradas para a ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues, mas também para o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Ga-
go. Os professores queixam-se do estrangulamento financeiro que, pa-
ra já é conhecido em quatro universidades (Açores, Algarve, Évora e Trás-os-Montes e Alto Douro), mas que poderá chegar a cerca de metade das instituições, universidades e politécnicos, já este ano, disse a Fenprof em conferência de imprensa, ontem, em Lisboa.
As propostas da Fenprof ao ministério passam por um pedido de reforço dos orçamentos de funcionamento das instituições já este ano. E também a transferência de verbas em dívida pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, para reforço dos orçamentos das escolas.
Caso contrário, as propinas terão de aumentar – as do 1.º ciclo até ao tecto máximo, as restantes “até onde o mercado permitir”. Ou seja, é a transferência para os estudantes e famílias o encargo com a educação, conclui Cunha Serra.
É a “asfixia financeira”, provocada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), que está a gerar despedimentos e o “esvaziamento” do estatuto da carreira docente, explica o dirigente sindical João Cunha Serra.
Há despedimentos e quem continua a trabalhar não consegue progredir, refere o sindicalista. O número de concursos que permitem aos professores subir na carreira académica desceu praticamente para metade, de 2006 para 2007, de 410 para 254, respectivamente. As progressões nos escalões estão congeladas desde 2005, assim como 35 por cento das vagas nos quadros estão por preencher, refere Mário Carvalho, dirigente da Fenprof. “Há um significativo número de lugares do quadro que não é posto a concurso”, denuncia.
Além disso, o ministro já fez saber às instituições que quer rever o estatuto dos professores, de modo a que estes não subam automaticamente na carreira depois de feito o doutoramento. Quanto aos sindicatos, continuam à espera, desde o Verão passado, para se reunirem com Mariano Gago sobre esse mesmo documento que regula a carreira dos docentes. “O direito à carreira está comprometido”, reclama Cunha Serra.
O que está em risco é o mecanismo que prevê que um assistente, depois de feito o doutoramento, passe a professor auxiliar. Com essa mudança, cerca de 30 por cento dos docentes “podem ter a renovação do seu contrato em risco”, calcula Cunha Serra. Os professores convidados são outros que têm mais probabilidade de serem dispensados. Estes representam cerca de dez por cento.
As instituições receberam ainda instruções para recusar licenças sabáticas e dispensas de serviço docente para doutoramento. “O Governo está a condicionar a melhoria da qualidade do ensino”, acusa Cunha Serra.
Março 6, 2008 at 10:21 pm
eeehhhhh lameeennntaaaaaaaaavellll tlin…..tlin….
Março 6, 2008 at 10:23 pm
Ia à manif. e na linha da frente a berrar bem alto contra a extinção da escola pública.
Março 6, 2008 at 10:26 pm
Parabéns aos colegas do ensino superior que estão também a perder a paciência.
Março 6, 2008 at 10:27 pm
Estou espantada com a hesitação ou aparente hesitação na resposta. Será que foi apanhada de surpresa?
Março 6, 2008 at 10:35 pm
Fiquei surpreendida com a não-resposta dela. Se está tão convicta deste processo, deveria ter logo dito que Não.
Março 6, 2008 at 10:37 pm
Pareceu-me que não entendeu a pergunta. A hesitação e a resposta mostram isso mesmo. Ficou tão ufana de lhe chamarem doutorada em Sociologia que já não ouviu mais nada. É o “facto sociológico”.