Quanto à polémica em torno da exclusão dos professores da presidência do Conselho Geral, futuro órgão máximo das escolas, Maria de Lurdes Rodrigues afirma que essa decisão foi uma resposta aos pedidos dos conselhos executivos.
“Foi uma solicitação das escolas para que não haja duas caras e dois rostos a representar a escola na sua dimensão mais pedagógica”, explicou.
De acordo com a responsável, o facto de um professor presidir ao Conselho Executivo e outro à Assembleia da Escola, o que acontece actualmente, “provoca situações de conflito e a impossibilidade de uma gestão quotidiana tranquila”. (Público)
Isto é pasmoso.
Afinal foram os futuros candidatos a Directores que não quiseram concorrência’
E que tal, para os hermeneutas que encontram no Conselho Geral e Direcção Executiva os órgãos (separados) de direcção e gestão, que a Ministra afirme que esses cargos são os de «dimensão mais pedagógica»?
Tudo isto é demasiado risível.
Fevereiro 12, 2008 at 10:05 am
Seria risível, se não fosse escandaloso, espantoso, extraordinário!… quando penso que já nada me pode espantar!
Fevereiro 12, 2008 at 10:12 am
E se, pura e simplesmente, a Sra. Ministra estiver a mentir?
Não, ministra não mente.
Melhor, e se a Sra. Ministra estiver a fazer a propaganda do costume e, com isso, a enganar os portugueses,como já fez por várias vezes (novas oportunidades, estatuto dos alunos, ECD…)?
É a primeira vez que ouço dizer que os Conselhos Executivos pediram à Ministra semelhante coisa e, incomparavelmente mais estranho, que a Ministra lhes disse sim… Não acha estranho?
Fevereiro 12, 2008 at 10:20 am
O que eu acho interessante é que os professores nunca têm razão… mas escolas decidem, perguntam, solicitam…
Fevereiro 12, 2008 at 10:21 am
E a loucura continua!!!!!
Educação: Governo vai alargar ao 2º ciclo modelo de escola a tempo inteiro
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/84a1019b25be6eafe346f8.html
Fevereiro 12, 2008 at 3:28 pm
Parecer do Conselho das escolas sobre o assunto:
No que ao Conselho Geral diz respeito, entende o Conselho das Escolas
que não se compreende o afastamento dos docentes do exercício do cargo de
presidente, caso fosse essa a decisão sufragada dos eleitores do Conselho
Geral. Discordamos da justificação de que não devem ser os subordinados do
Director (professores, funcionários não docentes e alunos, quando maiores) a
presidir a esse órgão, uma vez que ao presidente não estão outorgadas funções
externas ou especiais. Dirige as reuniões do Conselho Geral e tem voto de
qualidade. Entendemos que a subordinação hierárquica tanto se coloca ao
Presidente do Conselho Geral como a todos os restantes professores,
funcionários não docentes e alunos que o constituem. Nesse sentido,
consideramos que não deverão existir impedimentos à eleição como presidente
do Conselho Geral de quaisquer membros que constituam esse órgão.
Fevereiro 12, 2008 at 3:51 pm
Estou a ficar “baralhada” quanto ao descritivo da função que desempenho. O meu contrato como professora diz que me pagam para Ensinar Alunos. Comunidade!? Prestar serviço à comunidade!? Isso é para os animadores culturais e sociais. Esses é que animam. Os professores Ensinam.
Cada um no seu posto de trabalho. E com a sua remuneração.
Fevereiro 12, 2008 at 4:43 pm
O post anterior tem natural/ a ver com a “escola a tempo inteiro no 2º ciclo”.
Fevereiro 12, 2008 at 7:21 pm
Eu acho que muitos “adesivos”terão manifestado essa posição. Pelo que comheço de alguns, não é de pasmar. Claro que nem todos são “adesivos”, mas lá que os há, há, sim senhor.
Fevereiro 12, 2008 at 9:08 pm
Parece os putos.
- Milú, o que disseste?
- Mas não fui eu, foram eles!
- Milú, o que fizeste?
- Não fui eu, foram eles!