Já divulguei, mas como continuam a chegar mensagens, renovo aqui a referência à petição em causa, com a carta que acompanha o último pedido de publicidade.
Carta aberta
A todos os que amam a cultura e a arte.
A todos os que respeitam a alma humana, a juventude, a liberdade de expressão.
A todos os que não podem ver cometer crimes impunemente.
Já chega!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Vamos à luta contra estas bestas (sem ofensa para os animais…) que só sabem destruir tudo o que vale a pena neste país, nivelando o resto pela bitola delas, ou seja, incultura e obscurantismo!
Já ninguém fala senão portugueiro, ou brasilês, ou como quiserem chamar-lhe. Estamos a cair num estado de estupidez muito pior do que na época do fascismo.
Somos roubados todos os dias por um punhado de selvagens que dispõem do nosso tempo, do nosso dinheiro e da nossa vida, para partilharem entre eles os frutos das ilegalidades obscenas que cometem impunemente.
É urgente impedir mais actos indecentes, que são imorais da parte de um governo “democrático” e uma vergonha para a nação portuguesa! Temos de salvar o pouco que nos resta de dignidade, se não queremos que o futebol e as telenovelas sejam o único símbolo da cultura portuguesa…!
Assinem, por favor, e mandem para todos os vossos amigos e conhecidos, é preciso muita gente, para termos peso contra o poder estabelecido e os chacais que nos querem comer vivos!Obrigada
Ana Jacobetty
Fevereiro 9, 2008 at 1:02 am
O que se passa é grave mas, por afectar uma comunidade relativamente pequena – talvez umas 40.000 pessoas directamente – tenderá a passar despercebido.
Sugiro uma estratégia concertada:
* Enviem resumos da petição (que não se limita ao engodo do ataque de diversão ao Conservatório Nacional mas antes a todas as escolas de ensino artistico especializado) para o Gabinete do PM e para a página da Presidência da Républica.
* Enviem comunicados de imprensa a todas as redações dos principais jornais ou jornalistas que conheçam pessoalmente.
* Contactem um músico ou mais reconhecidos para apoiar esta batalha: Vitorino de Almeida e outros.
* Enviem queixas à UNESCO, que contextualizem a reforma em curso numa perspectiva realista e às instâncias apoio cultural da UE.
* Informem no máximo detalhe possível todos os partidos políticos com assento parlamentar.
* Como último recurso, estudem a hipótese de interpor uma providência cautelar à portaria em vias de sair.
* Se isso não resultar, apelem aos jornais europeus e às instâncias jurídicas da UE.
Força!