Embora pense não conhecer pessoalmente ninguém na dita Escola, quem ler a respectiva tomada de posição do Conselho Pedagógico (esmartinssar.doc) perceberá certamente a estima que passei a nutrir pelos colegas em causa.
Agradeço ainda ao António Antão o envio do documento em causa.

Fevereiro 1, 2008 at 5:30 pm
Isto é organização
Vejam se há anónimos, e quem são os subscritores.
Isto é gente de “peso”! Eventualmente pode sair daqui alguma coisa com pés e cabeça..
Mas como sempre os sindicalistas andam a reboque dos acontecimentos.
Não subscrevi, mas como democrata que sou, divulgo!
LANÇAMENTO DO MOVIMENTO “ESCOLA PÚBLICA PELA IGUALDADE E DEMOCRACIA”
COM DEBATE
“ESCOLA: PARTICIPAÇÃO E DEMOCRACIA”
E QUE DIZER DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PROPOSTO PELO GOVERNO?
ORADORES CONFIRMADOS:
ANA BENAVENTE
(Investigadora em Educação)
SÉRGIO NIZA
(Movimento Escola Moderna)
LUIZA CORTESÃO
(Professora Catedrática jubilada da Universidade do Porto, Presidente da direcção do Instituto Paulo Freire)
SÁBADO, DIA 9 DE FEVEREIRO, 16H, ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL
(Rua da Misericórdia, nº95, Bairro Alto-Lisboa)
O manifesto “Escola Pública pela Igualdade e democracia” já está online nesta morada:
http://www.PetitionOnline.com/mudar123/petition.html
Fevereiro 1, 2008 at 5:34 pm
Obrigado pela informação.
Só um reparo: algumas das pessoas de “peso” são responsáveis por alguns dos maiores disparates da nossa Educação.
(e não se esqueça que o meu caro não é “anónimo” mas “pseudónimo”)
Fevereiro 1, 2008 at 5:53 pm
Eu realmente não sou nem anónimo nem pseudo-anónimo!
Sou francamente anti-muridae! Repugna-me todos membros dessa família, mesmo aqueles que servem (e se prestam) para experiências…
Fevereiro 1, 2008 at 5:57 pm
nem é pseudónimo!
Fevereiro 1, 2008 at 6:38 pm
Seria preferível o saudoso tabaco dos tempos da minha infância: o MataMuridae’s!
Não sei, digo eu, que assino com o meu nome!
Fevereiro 1, 2008 at 7:10 pm
Caro Paulo
É por estas e por outras que o conceito de «defesa da escola pública» é demasiado vago, pois cabe lá tudo. Inclusive os disparates que tu referes e que, de resto, reaparecem no manifesto acima referido. Esta gente não aprendeu, e nunca aprenderá, que a escola não se destina a corrigir desigualdades sociais, que isso é exigir à escola algo que ela não está, nem nunca estará, em condições de fornecer, e que esse é apenas um argumento que tem servido de pretexto para todas as chantagens e pressões exercidas sobre os professores. Aliás, não é esse argumento que leva a condicionar a avaliação dos professores com base nas taxas de “sucesso” e de “abandono” dos alunos? O que os subscritores do manifesto não entendem é que são os seus filhos dilectos que estão, neste momento, a dominar as políticas educativas, com mais ou menos verniz neoliberal!(E aqui para nós, um dos subscritores do manifesto é responsável por um daqueles fabulosos programas dos cursos EFA, das «novas oportunidades» que vão produzir “sucesso” como quem enche chouriços. Ou seja: “contestam” por um lado, e colaboram por outro…)
Fevereiro 1, 2008 at 7:16 pm
Mas ó não-anónimo Anti-Muridae, se isso significa que pertence à família dos felinos, tudo bem.
Cá em casa somos todos fãs de gatos, incluindo a nossa gata de estimação.
O que não retira verdade à minha observação sobre a curiosidade de um “pseudónimo” criticar os outros por o serem.
A menos que…
A menos que…
O anti-Muridae seja afinal uma sumidade que não se quer revelar num blogue de «professorzecos», alguém que valoriza os entes (roedores ou outros) com base na sua proximidade à cidade e à sua vista.
O que, convenhamos, é de vistas curtas para alguém que se quer afirmar como anti-roedor.
Acho eu, que sou um «zeco» do deserto.
Fevereiro 1, 2008 at 7:22 pm
PS. A escola referida é a Martins Sarmento, já fiz uma acção de formação por lá no século passado:
http://www.esec-martins-sarmento.rcts.pt/
Retira o Morais Sarmento (ministro.
Fevereiro 1, 2008 at 8:00 pm
Exacto, Martins Sarmento! Trabalhei lá em tempos!… não me deixaram ficar mal!
De resto, o Mário tem toda a razão!… agora é que nós vamos ter umas escola “igual”… serão todos veículos do sucesso que nasceu a 10 de Janeiro.
“Vejam se há anónimos! (…)Isto é gente de peso!”… eu estou bem identificada, nome, funções e escola já foram aqui publicados… e o Muridai é quem, afinal?
Gente de peso?… porquê? seremos todos light?!
Fevereiro 1, 2008 at 8:53 pm
« Mas ó não-anónimo Anti-Muridae, se isso significa que pertence à família dos felinos, tudo bem. …»
Tenho a impressão o PG tenta compensar os seus complexos de inferioridade com sua soberba argumentativa.
Ó homem não venha para cima de mim com essa arrogância toda, tenha calma!
Eu não tenho inimigos nem guardo ódio a ninguém, excepto aos ratos.
Fevereiro 1, 2008 at 9:25 pm
Há que chamar a atenção com veemência para o calendário dos exames nacionais do secundário.
O mesmo foi encurtado, ficando os exames “encavalitados” uns em cima dos outros – por exemplo, em Humanidades, os exames das duas disciplinas nucleares, Português e História são logo nos primeiros dois dias e um a seguir ao outro.
Como qualquer análise minimamente atenta e séria pode constatar, trata-se de um factor que não deixará de se reflectir de forma bem negativa no aproveitamento dos alunos.
As associações de pais e enc. de educação não se preocupam com estes assuntos de somenos importância?
Fevereiro 1, 2008 at 9:34 pm
Anti-Muridae, lamento ter perdido completamente o nexo lógico da sua argumentação, se é que ela é uma argumentação.

Se se arma em erudito de pacotilha, provavelmente a semente do complexo anda por aí.
Sendo ou não felino, talvez seja altura de catar a pulga que tem atrás da orelha.
Tentar provocar-me de forma canhestra, provavelmente só me consegue divertir, mas mesmo assim pouco.
Fevereiro 1, 2008 at 10:10 pm
Tenha calma homem ! Eu não quero provocar ninguém! Muito menos o Paulo, a quem reconheço estar a um nível de importância muito superior ao meu.
Olhe que escrevo isto com a maior das franquezas, tentando assumir todos os meus complexos de inferioridade.
Quem sou eu ao pé de alguém que responde aos meus pobres comentários de uma forma tão brilhante…
Fevereiro 1, 2008 at 10:27 pm
Alguém com um nick tão erudito, certamente que é pessoa franca, humilde e polida.
Tão polida que o exercício da ironia lhe é estranho e sai desajeitado.
Só os «inferiores» e «complexados» a usam com o devido a propósito.
Deixe-se disso, realmente precisa de ir abrilhantar outros espaços. Embora este tenha ganho alguma (certamente medíocre) notoriedade ao ponto de atrair visitante tão ilustre e polifacético.
Fevereiro 1, 2008 at 10:40 pm
Já que estou em maré de confidencias e assumi os meus complexos de inferioridade, atrevo-me a escrever que aquilo que mais invejo em si, apesar da inveja ser um sentimento muito feio , é a sua capacidade analítica associada à inteligência.
O Paulo é tão extraordinário que até consegue transformar espaço num local de psicanálise.
Fevereiro 1, 2008 at 10:48 pm
E o que mais admiro em si é a absoluta incapacidade de ter uma opinião sobre o que seja em matéria de Educação, limitando-se a usar este espaço como pretexto para despejar sobre mim os seus fantasmas pessoais pseudo-cosmopolitas e incomodados que um «professorzeco» do «deserto» não se atemorize com a sua forma de tentar amesquinhar o próximo.
A estratégia é muito stiff upper lip, mas é praticada de forma algo vulgar.
Francamente, eu merecia um pouco mais de esforço da sua parte.
Olhe, a série não é das melhores e a Anne Heche irrita-me, mas agora vou ali ver o Men in Trees na RTP2 e já não venho.
Pode ficar com a última palavra. Use-a bem. Economize. Quanto mais se alarga, mais revela o preconceito que há em si e que tanto observei em pretéritas passagens pelos locais onde estão os nomes «de peso».
Fevereiro 1, 2008 at 11:07 pm
«…Francamente, eu merecia um pouco mais de esforço da sua parte….»
Apesar das minhas limitações, o ditado também se aplica a mim:
“Quem dá o que pode, a mais não é obrigado!”
Fevereiro 1, 2008 at 11:27 pm
Mais uma vez, congratulo-me com a tomada de posições públicas das escolas que, para além das questões directamente relacionadas com a avaliação, retomam outras, que lhe estão subjacentes e são fundamentais – o estatuto. Acrescentando a perversidade, que penso a Fátima ter mencionado,da avaliação entre pares.
Fevereiro 2, 2008 at 12:21 am
Todas as escolas, todos os professores, deviam fazer o mesmo.
Fevereiro 3, 2008 at 1:27 am
1-Para mim ás leis iníquas devíamos fazer figas, ou não temos direito à indignação como dizia o Mário Soares em relação às portagens da Ponte? Quando as leis não são boas, não se cumprem e mudam-se. Fazem-se outras.
2-Pois é, pois é Senhor Professor Américo, o problema são os professores(as) adesivos que têm o condão de transformar as suas escolas, também em adesivos…não são muitas mas que as há,há.