Imaginemos que, algures, um Centro de Formação até se esforça por, em tempo útil, debater o projecto de novo modelo de gestão escolar e convoca para isso órgãos de gestão, associações de pais e autarquias.

Imaginemos que por parte dos órgãos de gestão existe alguma adesão e que por parte dos pais até existe algum esforço por comparecer, apesar das limitações locais do respectivo associativismo.

Imaginemos que há quem não apareça, nem se dê ao trabalho de avisar ou explicar porquê.

Num mundo fantástico, seria a essas pessoas que o Ministério da Fantasia Educativa delegaria aspectos essenciais da tutela sobre os estabelecimentos de ensino.