Durinho, durinho, como convém (recomendace.pdf). Afinal a Força esteve mesmo com ela(e)s.
Não sei se estas recomendações foram elaboradas por unanimidade ou maioria. Pessoalmente, se foi por maioria, gostaria de conhecer as declarações da minoria, as suas justificações e a sua identidade.
Para mais tarde a(o)s recordarmos.
Janeiro 24, 2008 at 8:42 pm
Foram elaboradas por maioria.
Enfim….
Janeiro 24, 2008 at 8:43 pm
Pensei(faço já o mea culpa)que não iria ler um parecer deste teor…
Janeiro 24, 2008 at 8:48 pm
o decreto do especial tinha pais, Forum de Estudos de Educação Inclusiva e o ensino particular contra e…foi publicado a 7 de Janeiro, qual fava do bolo-rei.
E este, será que os ocupantes dos andares cimeiros da 5 de Outubro irão precisar de ir para uma escola de referência para surdos????
Não resisti, só assim mantenho a minha sanidade mental.
Janeiro 24, 2008 at 8:48 pm
Nunca se deve resistir às boas tentações.
Janeiro 24, 2008 at 10:38 pm
Pena é que ainda haja conselhos pedagógicos (e executivos) que agem com carneiros acriticamente obedientes – tornam-se ridículos quando o pastor decide mudar o seu sentido…
Vá lá, ainda há massa crítica e bom-senso neste Conselho de Escolas!
Janeiro 24, 2008 at 10:47 pm
Sempre que a objectividade e o bom-senso, baseados no conhecimento/vivência da realidade fundamentam opiniões (supostamente reconhecidas)que se tornam públicas, sinto uma “justiça/reconhecimento” adiados mas também precárias por tudo ser a prazo, minimizado, pouco noticiado e se possível, rapidamente, esquecido… Quanto tempo estarão estes senhores no órgão em questão???
Janeiro 24, 2008 at 11:00 pm
Se tivessem coragem e lucidez, saíam do orgão.
Janeiro 26, 2008 at 2:28 am
E se a “criatura” desse cabo do “criador”, perdão “criadora”?? Que ironia!!!
Sinceramente, ainda me passou pela mente que a “criadora” seria carrasco da “criatura” que tão diligentemente criara com móbil inconfesso. Tal aconteceria, certamente, se os pareceres não fossem o que foram.
Afinal a “encomenda” transbordou-lhe as “medidas”.
Esperemos pelas ondas de choque.