Desperto por uma nota local na revista Visão fui confirmar os critérios de admissão no mui bem colocado nos rankings e opinião publicada Colégio São João de Brito.

A tabela de pontos é clara, mesmo se faz lembrar a espaços as grelhas de avaliação dos docentes ou, pensando melhor, a tabela usada para a ocupação de cargos públicos, se substituirmos jesuítas por outra congregação conhecida. A parte dos parentes e etc pode ficar na mesma.

Destaco claramente os pontos extra para todos os familiares de jesuítas. Mas compreendo porque é um colégio gerido pela congregação.

Já outros critérios me deixam um certo sabor a ressequido.

É que os irmãos de alunos já matriculados no Colégio têm direito a 55 pontos se forem filhos dos mesmos pais, mas apenas 30 pontos de forem apenas filhos de um dos progenitores, ou seja, se forem meios-irmãos.

Será que a Escola Pública deve seguir este modelo de «boas práticas»?