A actual política educativa assenta em muitos equívocos, chavões mal demonstrados, fundamentações erradas e muitos anúncios de “sucessos” que não passam de falhanços a curto ou médio prazo.
Algumas das medidas erradas – mas propagandeadas como excelentes – irão demonstrar a sua invalidade daqui por uma mão-cheia de anos, enquanto outras que se anunciam terão efeitos devastadores a mais longo prazo, para lá de 2013 que é o prazo definido pelos senhores da actual maioria fazerem o que bem entendem.
Uma das políticas erradas, não em abstracto, mas na sua formulação concreta é a da multiplicação de cursos apresentados como profissionalizantes, os CEF e EFA, mas que mais não passam do que uma adaptação e generalização, para pior, do que foram os chamados “9ºs+1″, (mal) financiados pelo PRODEP há alguns anos.
Em boa verdade, muitos CEF (ou EFA) não passam de uma forma de combater o insucesso escolar – e em menor grau o abandono – através da criação de cursos praticamente sem meios técnicos, com uma capacidade de integrar os alunos no mercado de trabalho meramente provisória e uma estratégia cosmética para dar a entender que voltámos a ter uma espécie de ensino técnico intermédio equivalente ao das antigas escolas comerciais e industriais.
Na verdade são “turmas de nível” encampotadas onde se promete sucesso em troca da presença na escola ou, se as valtices singrarem, apenas da matrícula.
Em outras paragens, a começar pela fonte inspiradora desta solução – a Inglaterra blairista com os seus “cursos vocacionais” – a estratégia já começou a ser seriamente colocada em causa já há alguns anos (ver aqui uma das inspirações para as medidas em curso entre nós, assim como este relatório; complementarmente a série de peças alinhadas aqui sobre este assunto e não só) pelos pobres resultados alcançados, tanto quanto à qualidade das aprendizagens realizadas e sua adequação ás necessidades do mercado de trabalho, como quanto à capacidade dos formandos seguirem depois percursos educativos para o Ensino Superior.

Entre nós apresenta-se, portanto, como grande iniciativa o que além-fronteiras já começou a ser questionado por fornecer uma educação de segunda qualidade, sem verdadeira relação com as necessidades de mão-de-obra e apenas iludindo os formandos com um diploma sem especial valor para os empregadores, conhecedores de tudo isso e que acabam por preferir trabalhadores formados através da prática no local de trabalho.
Claro que, num primeiro momento, o aumento do número de alunos e o seu crescimento nestes cursos, pode parecer um sucesso. O que falta avaliar é, daqui por uma mão-cheia de nos, onde estão esse alunos, qual foi o seu trajecto educativo e como ocorreu a eventual transição para o mercado de trabalho.
E daqui por dois ou três anos teremos milhares e milhares de formandos com a devida certificação das suas qualificações. O que será um sinal apresentado como evidente do sucesso de uma política errada. O pior virá depois. Mas serão certamente casos – como o do desemprego actual de licenciados e candidatos a professores – dramáticos individuais.
Mas, como de costume, os inventores da ideia, perante o seu (desde já previsível) fracasso, ou não comparecerão à chamada ou atribuirão as culpas a outrém, sejam as escolas que “não souberam” implementar a política, seja a “conjuntura” (uma culpada útil, porque impessoal) económica que não terá sido favorável.
(anexos a ler: o chamado Tomlinson Report e uma apresentação do modelo finlandês da VET – Vocational Education and Training)
Novembro 24, 2007 at 5:12 pm
Relativamente a outra área também aqui abordada, a inclusão de alunos NEE, chamo a atenção para um relatório sério e rigoroso, realizado em Inglaterra, onde se questionam os resultados de uma política blairista, muito semelhante à que actualmente se realiza em Portugal com o encerramento dos Estabelecimentos de Educação Especial e a transferência forçada para a escola pública (refira-se que por esse país fora existem actualmente muitas crianças deficientes que estão em casa porque os pais não se resignam a aceitar a falta de condições das escolas):
http://www.ocdsb.edu.on.ca/general_info/Spec_Ed/CostsofInclusion.pdf
Novembro 24, 2007 at 8:24 pm
A marca da tribulação (666) que na Biblia se chama a “marca da besta”, já está a ser utilizada pelo autor deste Blog
Na questão da tribulação aquilo que se discute é quem deve governar se Satanás ou Deus, e quando essa altura surgir todos temos de decidir imediatamente ou de uma forma compulsória para não ficarmos com a marca da besta, de que lado estamos
Agora acontece que o autor deste Blog já criou um elemento polarizador através de um suposto IP, a marca da besta. Isto porque ele se julga Deus…
Só que na Bíblia o líder em defesa da marca da besta é um falso profeta, que está ligado a uma falsa religião.
Novembro 24, 2007 at 8:25 pm
De facto o verdadeiro preço será daqui a alguns anos. O conhecimento administrado deverá manifestar-se nas actividades produtivas exercidas por quem foi aprendiz nesses cursos e isso contribuirá para medir a eficácia e “rentabilidade” dos mesmos. Mas os custos, o preço disto mesmo, já se começa a fazer sentir na opção de constituir as turmas e oferecer os CEF e EFAs que, ao “tornarem-se” turmas de nível, dito de outra forma, ao tornaram-se vazadouros de alunos(as) com repetências sucessivas, (insucesso) são:
1-Fazer os módulos de formação cumprindo um horário “laboral”;
2-Como não há retenções, o sucesso é a 100%
3-Como os horizontes futuros são o já agora, a indisciplina grassa, os problemas abafam-se e tudo isto desgasta e paga-se.
O que interessa é fazer de conta que tudo vai bem no reino do faz de conta.
Fiz-me entender?
Novembro 24, 2007 at 9:17 pm
A seguir aos cães-de-fila e dos abutres só faltavam mesmo as lêndeas da Nomenklatura.
Este blog está a transformar-se num autêntico nicho ecológico multicultural.
Novembro 24, 2007 at 9:50 pm
Henrique, não se “avergonha” de si?
Novembro 24, 2007 at 10:22 pm
Se os focos de H5N1 neste Blog se mantiverem activos, há o risco de haver muitas mais aves raras infectadas.
Será que o autor deste blog já fui infectado pela pandemia intelectual devido ao contagio das aves raras que por aqui andam?
Novembro 24, 2007 at 10:30 pm
Quatro linhas, três erros ortográficos.
Há uns tempos, meu caro Henrique, orgulhou-se do bom desempenho escolar da sua descendência.
Abençoada seja ela por mostrar-nos que a evolução é possível.
Novembro 24, 2007 at 10:39 pm
Numa altura em que se sabe que esse grande Nóbel da Paz que se bateu na selva de Nova Iorque vem propor para seu émulo o artista Durão “fui enganado na guerra do Iraque” Barroso, ao mesmo tempo que Sócrates reconhece que não está em condições de dar lições de moral a Putin, que por sua vez recupera Estaline como grande progressista do nosso tempo;
Numa altura em que o mundo começa a ficar cada vez mais homogeneizado e dominado por uma nova categoria de seres humanóides mesquinhos, perversos, mafiosos e paranóicos, camuflados por um rede de propaganda e de negócios sujos, será bom recordar o que aconteceu na Ukrânia, no tempo em que “os trabalhadores conquistaram o Céu”:
http://www.ukrainianworldcongress.org/Holodomor/Resolutions/Resolution(Portuguese).html
Novembro 24, 2007 at 10:53 pm
Experimentar esta ligação:
ctrl + http://www.ukrainianworldcongress.org/Holodomor/Resolutions/Holodomor_english_version_2MB.pdf
Novembro 24, 2007 at 11:05 pm
Impressionante.
Novembro 24, 2007 at 11:07 pm
«Será que o autor deste blog já fui infectado pela pandemia intelectual devido ao contagio das aves raras que por aqui andam?»
O tempo verbal fugiu para a verdade. A ave Maiti que por aqui pousa e quer pairar esconde processo evolutivo de transformação para insecto parasitário do tipo carraça, pois a temperatura ambiente não vai de feição para as melgas.
H5n1 tem de lhe aplicar a respectiva inoculação para que se submeta a processo desparasitário de molde a que a dita cuja ave, versus insecto, ocupe o seu lugar e dele não saia sob perigo de epidemia.
Novembro 24, 2007 at 11:20 pm
Percebo que o especialista da merda percebe de insectos, pois já está habituado ao seu convívio, só que o processo evolutivo de ave para insecto parasitário só se produz nessa cabecinha de merda.
Novembro 24, 2007 at 11:37 pm
O Holodomor é efectivamente um crime contra a humanidade.
Já é insecto, já é insecto…
Maiti está mostrando a sua natureza, minino. O que está faltando a çê é tesão pra entrar na dança. E agora ao sério, tens cérebro para ir ver o link posto pelo h5n1? Talvez fiques inoculado se lá fores e souberes ler a língua de sua majestade.
Preocupa-te, ocupa-te e educa-te. Faz algo de positivo, vá lá.
Novembro 24, 2007 at 11:39 pm
Muitas pessoas dedicam as suas vidas ao estudo e desenvolvimento de alguma coisa para se tornarem especialistas. Médico em medicina , Engenheiros em engenharia , Arquitectos em arquitectura, etc..
Há também os especialistas em merda que são aqueles que analisam as fezes.
Mas há também aqueles que não sendo especialistas em nada falam de tudo, em particular naquilo que estão mais identificados entre eles estão os que falam de merda
Novembro 24, 2007 at 11:41 pm
A política educativa é uma fraude (entronizam-se os números que figuram em estatísticas em detrimento da exigência, do rigor e de aprendizagens significativas) e um autêntico logro (os alunos são ludibriados ao receberem gato por lebre), logo, vamos passar a ter muitíssima gente com certificados de habilitações em nada!
Se, neste momento, os níveis de “desenvolvimento” económico já não suportam a absorção de toda a oferta de trabalho, sobretudo o mais qualificado, votando milhares e milhares de jovens (e menos jovens) à exclusão social, há-de convir que, num futuro não muito longínquo, e com uma política económica ininteligível, a situação agravar-se-á.
E, como todos sabemos, a miséria e os elevados índices de desemprego que lhe estão associados têm sido a génese de grandes convulsões sociais, quando não o são de carnificinas e holocaustos…
Novembro 24, 2007 at 11:45 pm
E tu fazes o quê? És especialista em quê?
Aproveita a minha paciência para tirares dúvidas é que a prova para te ignorar é já de seguida.
Boa Noite
Novembro 24, 2007 at 11:46 pm
hmmm… que post/comentários peculiares
Serão efeitos colaterais da leitura do VPV ?
Novembro 25, 2007 at 12:07 am
Convivemos diariamente nos jornais, nas rádios e Tv’s com uma seita enorme de especialistas da treta , opinadores frustrados profundamente ignorantes bem assim como nos blogs de acesso gratuito onde os pseudo-eruditos não passando sucateiros da palavra, tentam fermentar algum protagonismo.
Novembro 25, 2007 at 1:47 am
Na hora que tenho para lançar as «faltas semanais» dos alunos- pergunto-me se a tarefa terá sentido embora a cumpra religiosamente-, apercebi-me que a colega, no computador ao lado, directora de turma de um CEF, não parava a actividade de «lançamento de faltas»: a exigência era tal que mais parecia uma atleta olímpica de lançamento de outra coisa qualquer. Pergunto-me: tanto investimento terá sentido? Já que a escola tanto apregoa oferecer, através da voz dos nossos ministeriais representantes, seria imperioso também exigir em troca. Não subscrevendo a maior parte dos ideiais «yankees» professo da máxima «não há almoços de graça para ninguém»…
Observação à margem: o anterior comentador encontra-se muito centrado em si próprio, gostando de traçar em permanência o auto-retrato.
Novembro 25, 2007 at 1:54 am
É curiosa a incapacidade dos críticos que visitam este blog para argumentarem construtivamente.
AA , M Ai Ti, Henriquin…
Novembro 25, 2007 at 1:59 am
Maria A.
O comentador M Ai Ti ainda não se apercebeu que insulta o MIT de cada vez que escreve algo. Deve pertencer ao clube daqueles comentadores que “sabem+sempre+de+tudo”.
Novembro 25, 2007 at 9:46 am
Julgo que o Henrique Quintela (imaginativamente transformado em M qualquer coisa) pretenda fazer a táctica habitual da ofender por ofender, para se armar em mártir e, através da estratégia do “agent provocateur” depois aparecer a apontar e a criticar que os “professores responderam-me assim e assado” ou que foi censurado e isto e aquilo.
É apenas sinal da sua infeliz pequenez intelectual e argumentativa.
Repito: a sua frustração deve ter-lhe ficado de algum regresso apressado de algures, nunca tendo recuperado do choque de ter deixado de ser menino mimado, pequeno rei entre os que achava seus inferiores e agora achou alguém em quem bater.
Henrique, não sei se tem salvação, mas por favor não se deixe ser cão de fila de outros que fugiram ao debate.
Afinal, pareço mais preocupado com a sua dignidade do que o meu caro.
Quanto a irritar-me ou provocar-me pessoalmente, provavelmente teria mais sorte com a Madre Teresa.
A partir do momento que detecto que é “truque” nem vale a pena perder o seu tempo.
Apenas assisto ao triste e ridículo esforço da sua parte por se elevar ao nível de uma conversa entre pessoas normais.
Acredito que lá em casa – no seu Império em miniatura – consiga impor a sua estreiteza de vistas pela truculência.
Aqui apenas faz de zombie de um outro tempo.
Novembro 25, 2007 at 11:41 am
É-me perfeitamente indiferente que avalie e adjective quem quer que seja, e me associe a quem você quer eu seja.
Só o que acho estranho é você achar que tem autoridade para adjectivar e avaliar tudo e todos, mas recusar que o avaliem a si, mas isso quer dizer que apesar da sua pertença sofisticação intelectual, a sua formação está carregada de preconceito, de mentira intencional, de pretensiosismo, arrogância, mesquinhes e despeito.
Já agora pergunte ao H5n1, em virtude de se relacionar bem com aves, se não existem protocolos de apoios financeiros para as entendidas associativas entre Ministério da Agricultura e as Associações Columbófilas e aos profissionais dos Sindicatos dos Professores, se também não é escandaloso para alem das verbas que ME dá aos Sindicatos ainda estar a pagar ordenados aos sindicalistas, que as únicas aulas que dão, são as K7’s ideológicas do PCP e/ou BE.
Já não há pachorra para aturar aqueles que se acham tão únicos, que para alem deles e das suas ideias, tudo é mau e/ou está errado!
Novembro 25, 2007 at 12:58 pm
Ainda bem que este M qualquer coisa veio a este blog tornar públicas as suas ideias.
É que este M qualquer coisa representa o populismo ignorante militante que graça na sociedade portuguesa. Representa a pequena inveja de pessoas muito pequeninas em relação ao mais próximo, por coisas tão pequenas como o vizinho ter uma galinhas com umas penas mais brilhantes, ou por o vizinho ter umas galinhas como um horário de trabalho mais flexível.
Representa, ainda, aqueles portugueses que sabem mais do trabalho dos outros do que do próprio.
E é para este povo que José Sócrates governa, incentivando a cultura da pequena inveja e da pequena cobardia que, infelizmente, nos caracteriza enquanto povo.
Assim, desejo ao M qualquer coisa que continue a partilhar as suas ideias e os seus ideais neste espaço para que todos possamos compreender melhor o populismo deste governo e a cultura que o alimenta
Novembro 25, 2007 at 1:10 pm
Diz o povo e com razão que há toda a conveniência em chamar os bois pelos nomes. Isso e agarrá-los pelos cornos é a melhor maneira de os controlar.
Acho que é o que se devia fazer a essa coisa qualquer que anda por aí à solta a desviar a atenção do pessoal das coisas verdadeiramente importantes.
Se calhar está apenas a desempenhar o “job” para o qual foi contratado….
Novembro 25, 2007 at 1:26 pm
Reparem bem: o tipo, a ave em processo de passagem para carraça, não se enxerga. Uma das melhores formas de lhe fazer uma pega de frente é aceitar as sugestões de Kimlovsky.
Novembro 25, 2007 at 2:07 pm
Henrique,
Se não fosse você mesmo porque me responderia?
Mas já agora:
“pretensa” e não “pertença”.
“mesquinhez” e não “mesquinhes”.
Homem, por mim adjective-me o que bem entender.
Cada um só alcança o que os outros deixam.
É como no futebol: você pode ter uma excelente táctica no caderninho, mas se eu souber de antemão ao que vem, não adianta muito.
Ainda por cima o meu amigo está longe de ser um special one, pelo que o encaro como a necessária bonomia.
Entre nós existe apenas uma diferença fundamental: eu critico políticas e figuras públicas que têm influência determinante no futuro do nosso país. Dou a minha opinião, assino por baixo e assumo as consequências de errar. É o que se faz normalmente numa coluna de opinião de um jornal ou, neste caso, de um blogue. E dou direito ao contraditório, como bem nota.
Já o Henrique (que não é, mas responde como se fosse), limita-se a vir maldizer, a não argumentar ou demonstrar seja o que for.
Alguns de nós lembramo-nos do seu blogue, do que lá escrevia, da sua atitude de combate ao serviço do ME, pela via da Confap(Pais Atentos.
É o seu direito.
Tem toda a legitimidade, mas seria mais bonito e eficaz se o fizesse de outra forma.
Assim apenas se cobre de ridículo e dá mau nome à “causa” que afirma defender e que não se percebe qual é, se é sua ou se de alguém que deixou os pitbulls da retórica saírem à rua.
E agora, se a sua gramática ainda estiver no lugar (certamente que a aprendeu, como eu, perante uma régua apontada) perceberá que os únicos adjectivos que inclui relacionados consigo foram “bonito” e “eficaz”, no sentido auspicioso de o Henrique os atingir.
Novembro 25, 2007 at 2:15 pm
Estes imitadores baratos vão de facto ficar na História por terem legislado de modo construir as mais ignorantes gerações de portugueses desde a sua fundação.
Saudações amistosas.
Novembro 25, 2007 at 2:35 pm
Holodomor, o horror.
Staline, l’homme d’acier.Le monstre.
Novembro 25, 2007 at 3:26 pm
Há que tentar desmoralizar quem, de algum modo, ainda tem algum poder para impedir que a ignorância seja a arma mais eficaz para a destruição massiva de direitos e liberdades fundamentais!… Um povo ignorante e pobre torna-se subserviente e transforma-se, rapidamente, num campo fértil para semear um regime autocrático!!!
Novembro 25, 2007 at 5:56 pm
A distancia entre os que se acham espertos e os que são parvos é tão ténue, que ambos aplicam como conceitos gerais as suas interpretações e experiências
Ambos acreditam que eles é que estão certos, os outros é que não prestam, gostam de ter sempre razão pois para alem deles, todos são otários. mas lá no fundo eles sabem que não passam de meros espectros na pele de chicos espertos.
Novembro 25, 2007 at 6:59 pm
Henrique, acabou de ter uma epifania ao ver-se ao espelho.
Parabéns, não é todos os dias que conseguimos esse grau de instrospecção.
Novembro 25, 2007 at 7:00 pm
Sempre convirá confirmar se desta vez o Henriquin não voltará a fazer copy & paste de um texto qualquer algures na net para exprimir aqui as suas opiniões.
Desta vez veio mais refinado. Talvez algum trauma por ter sido posto a andar de algures. Daí vir aqui destilar o seu ódio visceral. Como que vindo do nada.
Terá sido pelos 31 MIL CONTOS postos a nú?!?!?
Novembro 25, 2007 at 10:52 pm
Sr. M qualquer coisa…
Já reparei que a palavra merda é muito utilizada no seu discurso. Por acaso trabalha nalguma pocilga?
Novembro 25, 2007 at 11:07 pm
Coitadinhos dos suínos.
Novembro 26, 2007 at 12:00 am
Compreendo que entre “não-docentes” se encarem estas medidas como generosas e reveladoras de vontade de mudança.Enquanto docente, que vive diariamente há mais de 18 anos sucessivas “reformas do nada” associadas às reformas “das palavras”, às mais que muitas “reformas/reorganizações/re-enquadramentos legislativos” e aos “percursos alternativos de tudo e mais qualquer coisa” (mas sempre em alternativa ao Saber/rigor e disciplina)que se traduziram numa mediocridade crescente frustam-me, contínua e profundadamente, a pratica, o alcance e as consequências que terão num futuro próximo na sociedade portuguesa… e nem a descaracterização e burocratização da docência aliados à humilhação dos professores terá valido a pena!!!
A globalização é um fenómeno que ainda não chegou a esta pequena república, por muito que se diga o contrário (acede-se, e tão só isso, aos acontecimentos). Continuamos, como há cerca de 20 /30 anos, atrás de todos os outros com uma consequência (adscrita à globalização) cada vez mais perversa: o ritmo mais acelerado a que os outros poderão avançar é idêntico àquele a que nos atrasamos. Limitam-se a “plagiar” medidas que na origem vão sendo abandonadas e apresentam-nas, por estas bandas, como se tratassem de grandes descobertas ou sorriem-se todos perante novos paradigmas cujos criadores advertem de imediato como inadequados para estas bandas… Numa Europa cada vez mais alargada, apresentamos o maior fosso entre ricos e pobres… e sem uma educação de qualidade e um povo crítico e exigente compararmos-nos a uma Finlândia é um mero exercício de sadismo (que já o é hoje),de irracionalidade e ,quiça, de má-fé.