Num número recente da New Yorker relatava-se a caricata situação de, nas acvtividades da abertura no ano lectivo na Universidade de Nova York, a par de outras iniciativas, existir um seminário subordinado ao tema Facebook in the Flesh destinado a orientar novos alunos quanto à melhor maneira de de relacionarem pessoalmente com os seus novos colegas.

Aparentemente, depois de saberem da sua admissão, ou mesmo antes, durante o processo de candidatura, muitos futuros alunos inscrevem-se em fóruns online, de que o Facebook é uma das plataformas mais populares, para contactarem virtualmente os seus futuros colegas. Nessas redes de amizades chegam a “conhecer” e tornar-se “amigos” de centenas de futuros colegas mas, depois, o contacto pessoal revela-se difícil e intimidatório, não valendo de nada os aparentes gostos comuns longamente discutidos em salas de chat e mostruários como o dito Facebook (ou como por cá o HI5, o Ringo, Netlog, etc, etc).

A adição/dependência das redes virtuais de amigos acaba por atrofiar as capacidades de socialização interpessoal e, como alguns confessam, o contacto cara-a-cara torna-se complicado e embaraçoso.

Pelos vistos se o vídeo acabou com as estrelas de rádio, a net ainda acaba com as estrelas de carne e osso.