… são os professores, convertidos em permanentes alunos sob a avaliação e fiscalização controladora do Estado, a voltarem agarrar nas bandeiras contestatárias de há 30 anos.
Porque, para quem não reparou, os professores é que passaram a ser os principais objectos da acção formatadora do Estado e a sua resistência é quase a única barreira para que essa formatação se estenda aos futuros cidadãos, os alunos.
Julho 13, 2007 at 1:22 pm
Agora há muita lenha para queimar… vamos esperar algumas décadas… nas provas públicas são mais o examinadores que os examinados…
Temos aquilo que merecemos… um grupo dividido apático, muito socialmente correcto… Todos dizem “nunca mais lá chego…” mas no fundo todos temos a esperança que só os outros é que vão ficar na prateleira… pura ilusão… as cotas estão lá… para os “eleitos” que conseguirem ultrapassar a última prenda em preparação…
Julho 13, 2007 at 1:28 pm
A Escola, um dos principais agentes de socialização, está a cumprir, e muito bem, o seu papel: só é possível levar o ser humano a alienar-se dos seus valores fundamentais e transformá-lo numa “coisa”, com baixo ou nenhum valor de troca, depois de ter sido destituído da capacidade de ter julgamento crítico.
Como a “economia” é a grande preocupação destes srs. (des)governantes, o sistema educativo está a ser organizado de molde a oferecer mão-de-obra preparada para fazer face às necessidades do mercado de trabalho, está a dedicar-se à produção de excluídos!