Antero1

(c) Antero Valério

The Pains Of Being Pure At Heart, Simple and Sure

 

O Ministério das Obras Públicas a decidir quem pode ser engenheiro civil, etc…

O Ministério da Saúde a determinar quem pode ser médico, enfermeiro, …

O Ministério das Finanças a escolher quem pode… coiso.

vs

O Ministério da Educação e os seus sindicatos a gerirem quem pode ser professor.

 

 

aparenta muito calmo, diz que é um deus furfivo.

 

Começaram a chegar as respostas – de acordo com uma minuta-padrão – aos colegas que requereram à SEAP informações sobre o indeferimento dos seus pedidos de rescisão.

E a resposta é: nada chegou à SEAP nestes casos e terá sido o secretário de Estado da Administração Escolar, após análise da DGAE, quem considerou que os pedidos não eram elegíveis.

Isto tem alguns aspectos “giros”, pois a “culpa” é remetida para a DGAE e para o sec. Estado Casanova, pelo que eu aconselharia – com base nesta resposta – a que fosse feito um requerimento dirigido à DGAE a indagar dos procedimentos e critérios que levaram a que os requerimentos não fossem encaminhados para a SEAP, isto para prevenir que se refugiem no nº3 do artigo 9º da portaria, onde se dizia que seria tida em conta a “oportunidade” do pedido de rescisão.

Esta resposta é a 1772, mas já tive acesso a outras, numeradas de forma sequencial.

Resposta IndefResposta Indef1

 

PACC – O áudio da Petição…e que áudio

Ao que parece o Sóifer levou que contar, tal como o assessor-investigador Homem Cristo.Ao que parece, consideram que um artigo num jornal é “vida pessoal”.

O áudio está aqui.

Desculpa a forma coloquial do tratamento, mas pareces ser um tipo informal e todo porreiraço e tal.

Eu percebo que andes chateado com o Crato e com o Governo, até com maioria de razão pois és da área política em causa.

Percebo que as coisas tenham afectado a tua descendência e estejas irritado. A minha petiza também está numa turma de 30 e como é das últimas, fica lá atrás e mal vê o raio das letras no quadro branco todo interactivo por causa do reflexo da luz deste verão tardio, pois não há sempre estores nestas salas de aula em escolas não “intervencionadas”. É uma treta.

Mas isso não deve toldar-te o raciocínio ao ponto de baralhares tudo.

Ora vejamos o que escreveste:

Nuno Crato justificou a reordenação no concurso da Bolsa de Contratação, e o subsequente atraso num processo que já estava atrasadíssimo, com “injustiças” que necessitavam de ser “corrigidas”. Mas lá está: mais uma vez, é o superior interesse do professor a ser colocado à frente do superior interesse do aluno. Em vez de se atribuir horários zero aos docentes que foram prejudicados pelo erro do ministério e não conseguiram colocação, Crato preferiu prejudicar os alunos que já estavam a ter aulas e retirar-lhes um professor que, para todos os efeitos, consideravam como seu. O interesse do aluno, como sempre, contou zero.

Eu até concordo com o facto dos interesses dos alunos valerem nada para este MEC.

Mas… mas… ó João Miguel, relê lá o que escreveste.

Então o interesse dos professores foi perderem a colocação e irem de malas aviadas outra vez, depois de as terem aviado para virem?

O resto do artigo até faz algum sentido e eu até me ofereceria de bom grado para ir dar aulas de História à turma da tua filha, se isso garantisse que recuperavas o pensamento lógico.

Mas… mas… cum caneco, pá… o interesse dos professores não é ficar no desemprego, que é o que aconteceu a muitos… ou então voltarem a andar de malas às costas mais umas centenas de km. Por eles, ficavam onde estavam e os putos com aulas. O MEC é que quis “corrigir” o erro e entrou numa espiral de disparates.

Mas, o problema é que se ficassem nos lugares deles, apareceria logo quem dissesse que só queriam era ganhar dinheiro à custa de um erro.

Sabes… o problema é que tu continuas a ver o mundo – e nisso estás bem alinhado com observadores, blasfemos e insurgentesem termos de cratos vs nogueiras.

E a realidade, quer queiram, quer não, é feita de marias, paulos como eu, anas, joões, joaquins, susanas, etc, etc, que se estão nas tintas para o nuno e o mário.

Dá para entender?

 

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