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A petiza ainda vê as coisas muito coloridas… ainda bem…

que se pague para Lesboa & Puerto.

 

Quem terá sido o génio sulfatado das avenidas novas?

 

 

Genesis, Follow You, Follow Me

Do piorzinho que a nossa vida política produziu em matéria de pretenso anti-sistema.

Um oportunista e encavalitado que só voltará a enganar quem for mesmo analfabeto em termos políticos.

Marinho Pinto. “Salário de 4.800 euros não permite padrões de vida muito elevados em Lisboa”

Agora atentem ao homem a dizer uma coisa e a fazer o seu contrário.

O que é que falhou na ligação com o Movimento Partido da Terra?
Não quero revelar publicamente as causas de uma separação. Sou advogado e sempre aconselhei os meus clientes que se divorciavam. Concluí que, por factos que não quero revelar publicamente a não ser que seja obrigado, não é possível realizar no MPT o projecto político que o país precisa para resolver os problemas nacionais.

Não é uma divergência ideológica.
É metodológica. Um partido deve estar ao serviço do povo e do interesse nacional e não dos seus dirigentes.

Achava que deveria mandar tendo em conta o seu peso eleitoral?
O mandar era mandarem todos. Pôr o partido ao serviço do povo português e dos seus militantes. A comissão política do MPT são cinco pessoas, todas aqui de Lisboa. Não há um dirigente do Porto, do Algarve ou da Madeira. São todos aqui de Lisboa, à volta da Assembleia Municipal de Lisboa.

Era isso que teria de mudar?
Claro. O partido tinha que ser nacional. Tinha que ser aberto aos militantes de todo o país e às necessidades de mudança política em Portugal e não um partido fechado para cinco pessoas.

Ou seja, aconselha a não falar das razões do divórcio e logo a seguir diz quais foram. Acho que o termo adequado para isto é burgesso.

Quem prevarica e é condenad@ pode continuar a leccionar?

Nos tempos em que se entregava obrigatoriamente registo criminal para dar aulas no ensino básico e secundário, nem por isso…

 

Pub16Set14

Público, 16 de Setembro de 2014

… e parte delas tinha justamente a ver com as manigâncias que se faziam como horários guardados para clientes cert@s.

(por estranho que pareça, a romaria pel@s CAE com tudo o que acarretava, parece-me menos indigna do que os procedimentos da “Oferta de Escola” e agora da BCE com as suas fórmulas ocultas…)

Agora chamam-lhe autonomia na contratação dos professores pelas escola.

 

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